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No Dia Mundial do Diabetes, pacientes denunciam dificuldades no tratamento em PE

O diabetes é uma doença em que o corpo não produz, ou não utiliza de forma adequada, o hormônio da insulina / Foto: Alexandre Gondim/ JC Imagem

Pacientes denunciam falta de insulinas e materiais para o tratamento. Remédios deveriam seriam disponibilizados na Farmácia de Pernambuco

O diabetes é uma doença em que o corpo não produz, ou não utiliza de forma adequada, o hormônio da insulina

Nesta quarta-feira (14) é lembrado o Dia Mundial do Diabetes, doença que afeta 425 milhões de pessoas no mundo. No ranking global, o Brasil fica em quarto lugar, com 13 milhões de pessoas diagnosticadas com essa doença crônica e silenciosa. Enquanto deveriam estar recebendo assistência equivalente à gravidade da enfermidade, pacientes reclamam da falta de insulinas e materiais que deveriam ser disponibilizados pelo Estado de Pernambuco para que o tratamento fosse feito corretamente. Em muitos dos casos, diabéticos precisam arcar com produtos e serviços particulares para evitar agravações no quadro.

“A pior parte de ter diabetes são os trâmites para conseguir a medicação. Precisamos passar por uma avaliação a cada três meses para conseguir a renovação de receita. Mas, como dependo da rede pública, nem sempre tem vaga para as consultas. Por vezes, só consigo marcar consulta para daqui a quatro meses. Sem médico, não consigo o documento e tenho que comprar a insulina com meu dinheiro. As vezes é mais de R$ 400”, conta o taxista Erivaldo Luiz Bezerra, 43 anos. Diabético desde os 9 anos, ele precisa fazer uso contínuo das insulinas Lantus, NovoRapid ou Humalog. Há mais de seis meses ele compra o medicamento em farmácias particulares.

A mãe de Erivaldo também é diabética. Em uma das vezes que o tratamento do taxista foi interrompido por falta de insulina na Farmácia de Pernambuco, no bairro da Boa Vista, área central do Recife, foi preciso que o controle fosse feito com o mesmo medicamento utilizado por sua mãe. “O efeito não era o mesmo, mas infelizmente precisamos nos submeter a isso”, lembra. Segundo ele, a disponibilização está irregular há cerca de 5 anos.

O diabetes é uma doença em que o corpo não produz, ou não utiliza de forma adequada, o hormônio da insulina. “Se caracteriza por uma glicemia alta no sangue, que se deve a uma dificuldade em metabolizar a glicose pela insulina, único hormônio do corpo que é hipoglicemiante, ou seja, é capaz de baixar a glicose”, explica a endocrinologista do Real Hospital Português, Maria Amazonas. Muitas vezes assintomático, está ligado a fatores que influenciam na predisposição. Além das complicações da própria síndrome, tem relação com outras doenças graves e recorrentes em todo o mundo.

Sedentarismo, sobrepeso, falta de alimentação saudável e casos de diabetes em parentes próximos são pontos que podem acarretar a doença. Segundo a endocrinologista Geísa Macedo, presidente da Regional Pernambuco da Sociedade Brasileira de Diabetes e do Instituto Brasileiro de Diabetes (Ibradi), é preciso que a doença seja menos negligenciada. “Vivemos uma epidemia sem controle. No Nordeste a taxa é maior que em outras áreas e está aumentando. A cada minuto, três pernas e pés são amputados”, diz. De acordo com a médica, leis estaduais e federais obrigam que o tratamento seja garantido no sistema público de saúde. “É preciso individualizar os tratamentos, criar centros e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) específicas. Os pacientes precisam ter mais acesso ao sistema de saúde. O Governo teoricamente dá os medicamentos. Mas, se falta, como os pacientes ficam? Isso não poderia acontecer”, acrescenta a médica.

Falta de materiais

A estudante de psicologia Marília Barros, 19, descobriu o diabetes tipo 1 ainda criança. Durante anos de controle de glicose, o tratamento mudou algumas vezes, mas a dificuldade para conseguir as insulinas e os materiais para o controle continuaram. “A insulina é mais fácil, falta menos. As tiras para fazer o teste de glicemia faz mais de um ano que não recebo. Outras coisas, como a agulha e a lanceta, por exemplo, nunca cheguei a receber. Todo o material tem que ser comprado”, comenta. Nos meses em que falta insulina, os pais da jovem chegam a gastar cerca de R$ 550, sem acrescentar o restante do material, que pode chegar a R$ 400.

Até os 13 anos, a estudante morava em São José da Coroa Grande, no Litoral Sul do Estado. Para conseguir os medicamentos, os pais viajavam ao Recife. No entanto, nem sempre havia insulina para que o tratamento continuasse. Para a renovação da receita, Marília consegue avaliação de médicos do seu plano de saúde, mas, ainda assim, sofre com a burocracia. “Mesmo sabendo que é um medicamento que eu vou usar pelo resto da vida, eles pedem renovação da receita. Caso eu não leve na data determinada, eles não entregam mais naquele mês e corre risco de no mês seguinte não ter. A gente liga para a Farmácia de Pernambuco e dizem que não tem previsão”, relata.

Por sofrer com crises de hipoglicemia noturna, foi indicado que a estudante utilizasse uma bomba de insulina de infusão contínua, que funciona como um pâncreas artificial. O aparelho custa aproximadamente R$ 15 mil. Para a família dela, a opção foi recorrer ao plano de saúde particular. “Foi difícil, mas é a opção mais viável, porque pelo Governo o tempo de espera seria muito maior”.

Complicações

A falta da insulina pode acarretar diversas complicações aos pacientes, seja a curto ou longo prazo. “O diabético começa a urinar muito, e isso pode levar à desidratação. O corpo fica mais vulnerável a infecções de qualquer tipo e, para que isso evolua, é rápido. Muitas pacientes procuram as emergências com mal estar, mas esses sintomas são negligenciados e o quadro pode evoluir. Lesões simples nos pés também são preocupantes, pois o risco de infecção é maior e isso leva a amputação. Somando problemas como hipertensão, que acomete 50% dos diabéticos. O infarto, por exemplo, é a maior causa de morte entre pacientes com diabetes, junto com o acidente vascular cerebral (AVC). Também é a maior causa de insuficiência renal e cegueira em adultos”, explica a endocrinologista Geísa Macedo. Segundo ela, esta é a quarta doença que mais mata no País.

A dificuldade nos medicamentos não é a única queixa das famílias com diabéticos. A artesã Celi Regina Pereira, 50, tem uma filha que sofre com diabetes há quatro anos. Thalita Dias tem 29 anos e é deficiente auditiva. No caso dela, o medidor de glicose oferecido pelo Estado também é ineficaz. “Nós usávamos um glicosímetro que funcionava bem. Por achar caro, o Governo trocou de marca, mas essa segunda não funciona. Eles disponibilizam fitas para esse novo medidor, por isso precisamos comprar para que Thalita use o aparelho antigo, que é mais preciso”. Segundo a artesã, em uma das falhas do novo equipamento, a jovem sofreu convulsões e teve que ser hospitalizada. “A glicose dava alta e nós aplicávamos insulina. Os valores não baixavam e depois de várias doses, ela passou mal com hipoglicemia, mas o aparelho continuava dando valores que não coincidiam com o nível glicêmico dela. Quando reclamamos, o Governo disse, em outras palavras, que nós é que não sabíamos usar”, denuncia.

Em nota, a Secretaria Estadual de Saúde (SES) informa que disponibiliza as insulinas Levemir, Lantus, Apidra, Humalog, Novorapid, NPH e Regular – as duas últimas distribuídas pelo Ministério da Saúde -, distribuídos para 17 mil pacientes cadastrados, que também recebem as tiras medidoras de glicose, lancetas, agulhas e glicosímetros. Pacientes informaram a falta da insulina Lantus atualmente. Quando questionada, a SES diz que recebeu no início desta semana aproximadamente 30 mil canetas preenchidas com esse tipo de medicamento, o que seria suficiente para os próximos meses. Assim como a Humalog, que também está disponível no estoque. Já as insulinas Detemir e Asparte, a Secretaria “informa que a entrega está atrasada pelos fornecedores, que já foram notificados pelo órgão. Outro processo de compra foi iniciado a fim de agilizar a aquisição”. A pasta também informa que um processo de compra está em andamento para a aquisição da insulina tipo glusilina, mas nenhuma empresa apresentou proposta.

AÇÕES DO DIA DO DIABETES

Na Unidade Pública de Atendimento Especializado (UPAE)Deputado Antônio Luiz Filho, no Arruda, Zona Norte do Recife, será realizada uma programação para o Dia Mundial do Diabetes. A partir das 8h15, pacientes e funcionários poderão participar da realização de exames de detecção, palestras e momentos para orientação e retirada de dúvidas.

No shopping RioMar, a Sociedade Brasileira de Diabetes, o Ibradi e a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia também estarão realizando uma ação de conscientização. O evento acontece das 13h às 18h, e o público poderá realizar exames de medição de glicemia, medição de cintura para detectar obesidade pélvica – que está relacionada ao diabetes -, além de aferição de pressão arterial. Oftalmologistas também estarão no local realizando exames do fundo do olho, para detectar glaucoma em pacientes já diagnosticados com diabetes.


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30/10 Dia Nacional do Ginecologista e Obstetra

30/10: Dia Nacional do Ginecologista e Obstetra

No dia 30 de outubro, relembramos a importância dos ginecologistas e obstetras no cuidado à saúde da mulher! Estes especialistas oferecem assistência desde a adolescência até as idades mais avançadas das pacientes, acompanhando e educando sobre práticas seguras. Os ginecologistas são especialistas no bem-estar, órgãos reprodutivos e reprodução feminina, sendo responsáveis por: Diagnosticar e tratar


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Semana Mundial de Uso Consciente de Antibióticos: recomendações

Semana Mundial de Uso Consciente de Antibióticos: Dia 1 - Mudança de consciência e comportamento

(Texto atualizado em 28/07/2020 às 12:20 pm)

A Semana Mundial de Uso Consciente de Antibióticos foi criada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2015 por meio do Plano de Ação Global em Resistência aos Antimicrobianos.

Neste movimento, a entidade faz recomendações aos pacientes e profissionais da saúde, atuantes em diferentes setores, sobre como combater este problema de saúde pública.

Conheça as recomendações aos pacientes:

  • Utilizar antibiótico somente mediante a receita de um profissional habilitado;
  • Não reaproveitar antibióticos que sobraram de tratamentos anteriores;
  • Não dividir o medicamento com outra pessoa, pois as infecções podem ser diferentes;
  • Não tomar antibiótico para gripe, pois é causada por um vírus e não é tratada com esse tipo de medicamento.
  • Sempre consultar um médico antes de consumir medicamentos, pois, na maioria dos casos, eles não são necessários;
  • Terminar o tratamento, conforme a orientação do médico, mesmo que já se sinta melhor;
  • Prevenir infecções com medidas simples, como lavar as mãos, manter a vacinação em dia, cobrir nariz e boca ao espirrar e fazer sexo protegido.

Já para os profissionais responsáveis pela prescrição, as recomendações são:

  • Investigar o tipo de agente que pode estar causando a doença;
  • Buscar evidências clínicas, laboratoriais ou por imagem para o diagnóstico;
  • Verificar qual parte do corpo concentra a infecção;
  • Informar-se sobre o perfil de sensibilidade dos antibióticos utilizados em seu hospital antes de prescrever;
  • Conversar com outros especialistas;
  • Monitorar o paciente e reduzir a prescrição quando possível.

Aos demais profissionais da saúde, tais como enfermeiros e farmacêuticos, recomenda-se:

  • Cuidar da limpeza das mãos, instrumentos de trabalho e ambiente no serviço de saúde;
  • Verificar se os antimicrobianos estão prescritos conforme as diretrizes de tratamento antes de dispensá-los ou administrá-los;
  • Relatar os casos de resistência à comissão de controle de infecção hospitalar;
  • Orientar os pacientes sobre o uso correto dos antimicrobianos e os riscos da automedicação;
  • Conversar com o paciente sobre a prevenção de infecções como vacinação, higiene das mãos, sexo seguro entre outros.

Fique atento! A prevenção é sempre o melhor remédio!

Referência: Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Hora de ajudar na luta contra superbactérias. Novembro de 2017.


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Dia 29 de outubro é o dia Mundial do AVC

29/10: Dia Mundial do AVC

(Texto atualizado em 21/01/2020 às 11:55 am)

Em 29 de outubro, conscientizamos a população sobre os sintomas, formas de prevenção e tratamentos do AVC (Acidente Vascular Cerebral). O Dia Mundial do Combate ao AVC existe desde 2006, por determinação da Organização Mundial da Saúde.

O AVC é compreendido pelo impedimento do fluxo sanguíneo para o cérebro, deixando parte dele sem oxigenação e, assim causando a morte de algumas células. Seu dano pode ser fatal. Por essa razão, é fundamental que pacientes com estes sintomas procurem auxílio médico rapidamente. Quanto mais rápido o tratamento, melhor é o prognóstico.

Há dois tipos de AVC:

  • Acidente Vascular isquêmico: resultante do bloqueio dos vasos sanguíneos;
  • Acidente Vascular hemorrágico: resultante da ruptura dos vasos sanguíneos.

O tratamento deste caso varia de acordo com o tipo de AVC. No primeiro tipo citado, é utilizado um medicamento anticoagulante para dissolver o coágulo. Nos casos mais graves, é necessário intervenção cirúrgica para restaurar o fluxo sanguíneo. Já no segundo caso, é utilizado um medicamento para diminuir a pressão no cérebro resultante do sangramento. Os casos mais graves também necessitam de cirurgia para controlar o sangramento e reparar o vaso sanguíneo.

Leia também: 9 passos para a investigação e análise de incidentes/eventos adversos

Conheça os sintomas da doença:

  • Dificuldade para caminhar;
  • Tontura;
  • Perda do equilíbrio e coordenação;
  • Dificuldade para falar ou entender o que os outros falam;
  • Dormência ou paralisia na face, perna, braço, mais propensa a acontecer de apenas um lado do corpo;
  • Visão embaçada ou escurecida;
  • Dor de cabeça repentina (principalmente acompanhada de náusea, vômito ou tontura).

Essa doença é evitável! Conheça suas formas de prevenção:

  • Conter a pressão sanguínea normal;
  • Limitar a quantidade de gordura saturada e colesterol;
  • Parar de fumar e ingerir bebidas alcóolicas com moderação;
  • Manter um peso saudável;
  • Fazer exercícios regularmente;
  • Consumir uma dieta rica em vegetais e frutas.

Junte-se a nós nessa missão de reduzir a incidência desta doença! Informe-se! Previna-se!

Referência:

Ellen Ellis. Cerebrovascular Accident. Healthline Media. 2005.

London Health Sciences Centre. STROKE. 2014.

World Health Organization. Stroke, Cerebrovascular accident. 2018.


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25/10: Dia Nacional do Odontologista

25/10: Dia Nacional do Odontologista

(Texto atualizado em 10/06/2019 às 04:53 pm)

A saúde bucal é tão importante quanto a saúde mental e corporal. Por essa razão, os odontologistas são fundamentais na garantia com o cuidado da boca.

Devido à importância destes profissionais, criou-se o Dia Nacional do Odontologista. A data foi escolhida, pois, em 25 de outubro de 1884, assinou-se o Decreto de Lei nº 9.311, responsável por fundar os primeiros cursos de odontologia no Brasil.

Esta homenagem aos profissionais também tem como objetivo a conscientização da população sobre a necessidade de higiene bucal, a troca de boas práticas e a disseminação de informações sobre o assunto.

Destre outras dezenas de atividades, os odontologistas:

  • Vistoriam a saúde da boca, bochechas, gengivas, dentes e língua;
  • Realizam a limpeza bucal;
  • Detectam danos causados por mau hábitos (como o fumo);
  • Identificam e tratam doenças bucais;
  • Realizam cirurgias dentárias;
  • Educam as pessoas sobre as melhores práticas bucais.

 

O Projeto de Lei nº 192/2017, que determina a obrigatoriedade da assistência odontológica a pacientes internados em hospitais públicos e privados de Santos, foi sancionado pelo prefeito do município, em 05.09.

Elaborado por Braz Antunes, cirurgião-dentista e diretor em Santos do Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP), o projeto tem como principal objetivo melhorar as condições de vida do paciente que está acamado.

Segundo Antunes, a presença do cirurgião-dentista nas equipes de atendimento ao paciente internado contribui para diminuição do risco de infecções, do tempo de internação e da quantidade de medicamentos prescritos.

No caso de pacientes oncológicos que fazem quimioterapia, há ainda a diminuição da mucosite, uma inflamação que provoca feridas na boca e é recorrente em quem faz o tratamento.

Santos é a segunda cidade do Estado, além da Capital, a contar com legislação voltada para Odontologia Hospitalar, habilitação que foi reconhecida pelo Conselho Federal de Odontologia em 2015.

O Projeto de Lei nº 192/2017 foi discutido e aprovado pela Câmara Municipal de Santos em agosto deste ano. O Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP) acompanha as ações voltadas à saúde bucal em todo o Estado e considera a aprovação do projeto um exemplo para os demais municípios paulistas.

Parabéns a todos os odontologistas pelo dia e obrigado pelo cuidado prestado!

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Neste episódio, Aléxia Costa aborda algumas questões sobre a importância, necessidade e viabilidade do uso de ferramentas para a melhoria continua da qualidade nos serviços de saúde


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