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Conselho Federal de Farmácia oferece rastreamento de diabetes gratuito

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Segundo dados da última pesquisa publicada pela International Diabetes Federation (IDF), mais de 5,7 milhões de brasileiros têm diabetes e não sabem, e outros 14,6 milhões podem desenvolver a doença em um futuro próximo. De olho nessa fatia da população não diagnosticada, o Conselho Federal de Farmácia (CFF) organiza, até o dia 30 de novembro, uma série de exames gratuitos em 400 farmácias do país para identificar pacientes.

Os participantes passarão por teste de glicemia capilar, medida da circunferência abdominal, medição de peso e altura, e responderão a um teste para avaliar o risco de desenvolvimento do diabetes. O atendimento é gratuito e, no Distrito Federal, acontece em 10 farmácias credenciadas (confira a lista aqui).

No Brasil, são 400 farmácias participantes, e o CFF pretende avaliar quase 12 mil pessoas. O presidente do conselho, Walter Jorge João, explica que a presença desses estabelecimentos em quase todo o país e a capacidade técnica dos farmacêuticos são diferenciais na campanha. “Ao participar da ação, o farmacêutico dá visibilidade ao seu trabalho e consolida a imagem da farmácia onde trabalha como local de cuidado à saúde”, afirma.

 




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Tecnologia de análise de dados confirma predominância do diabetes no Brasil

(Texto atualizado em 26/08/2019 às 12:19 pm)

Lançado em 2006, o projeto ELSA-Brasil (Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto) tem como objetivo investigar o desenvolvimento e os fatores de risco para quatro das principais doenças crônicas não-transmissíveis e presentes na vida da população entre 35 e 74 anos de idade.

Em particular as enfermidades cardiovasculares e o diabetes. Outra meta do projeto é contribuir para a qualificação dos especialistas em epidemiologia de doenças crônicas e melhora da pesquisa científica nessa área do conhecimento.

Para aprimorar esse trabalho, os pesquisadores do ELSA-Brasil decidiram fazer uso da tecnologia do SAS, líder global em softwares e serviços de análise de dados, resultando em estudos cada vez mais relevantes para o entendimento do perfil das principais doenças que afetam o país.

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Novo tratamento para diabetes pode descartar uso de insulina

(Texto atualizado em 21/06/2019 às 10:30 am)

Um novo estudo mostrou que estimular o crescimento de uma nova membrana mucosa intestinal pode ajudar a controlar o diabetes tipo 2

Pesquisadores holandeses podem ter descoberto uma maneira de pôr fim às injeções diárias de insulina utilizadas pelos pacientes que sofrem com diabetes tipo 2. A equipe do Centro Médico Universitário de Amsterdã, na Holanda, descobriu que destruir a membrana mucosa do intestino delgado para que uma nova se desenvolva pode estabilizar os níveis de açúcar no sangue dos diabéticos.

“Devido a esse tratamento, o uso de insulina pode ser adiado ou talvez evitado. Isso é promissor”, disse Jacques Bergman, professor de gastroenterologia da UMC, à emissora holandesa Nederlandse Omroep Stichting. Além de dispensar injeções de insulina, o tratamento pode diminuir os riscos de doenças cardiovasculares, insuficiência renal, cegueira e dormência nas mãos e nos pés.

Os cientistas acreditam que o efeito é resultado de uma possível relação entre a absorção de nutrientes pelo intestino e o desenvolvimento de resistência à insulina em indivíduos com diabetes tipo 2. O estudo revelou ainda que um ano após o procedimento, 90% dos pacientes continuaram apresentando estabilidade da doença.

De acordo com os pesquisadores, o procedimento – que dura uma hora – envolve a inserção de um tubo com um pequeno balão na extremidade pela boca do paciente. O tubo chega no intestino delgado, onde o balão é inflado com água quente e a membrana mucosa é queimada pelo calor. A nova membrana – capaz de controlar os níveis glicêmicos dos diabéticos – se regenera em cerca de duas semanas, promovendo uma melhora significativa na saúde do paciente.

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Diabetes: Autorizada primeira insulina biossimilar

Primeira insulina biossimilar do mercado brasileiro deve aumentar as opções de tratamentos para médicos e pacientes.

A primeira insulina biossimilar do Brasil foi registrada pela Anvisa. O produto chamado Basaglar é uma insulina análoga de longa duração administrada por injeção subcutânea. Na prática, o produto é mais uma opção de tratamento para as pessoas com diabetes do tipo 1 e 2. Leia mais ›


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