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Governo lança nova campanha de vacinação contra sarampo

(Texto atualizado em 30/03/2021 às 04:05 pm)

O Ministério da Saúde lançou, nesta segunda-feira (10), uma nova campanha para imunizar crianças e jovens entre cinco e 19 anos contra o sarampo.

Só nesta primeira fase, o Ministério da Saúde vai enviar aos estados quase quatro milhões de doses da vacina. A meta é imunizar três milhões de crianças e jovens que não tomaram as duas doses necessárias para se proteger.

“O que eu vejo é as pessoas não conhecerem, ou acharem que essas doenças não existem, que são coisas do passado e o vírus está aí circulando. A gente tem que alertar que essa negligência, esse esquecimento, essa falta de cumprir uma caderneta de vacinação, o preço pode ser a vida dessa criança”, alertou o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

O ministro também reforçou a importância da vacinação contra o sarampo por causa do risco do novo coronavírus.

“A gente sabe que esse vírus, ele pega normalmente pessoas que estão com a imunidade baixa, a pessoa que não está numa situação de imunidade ideal. E a vacina aumenta a imunidade, provoca o sistema imunológico e é um ganho extra a gente saber que a pessoa foi vacinada contra o sarampo, que você já elimina no período inicial aquele quadro clínico que pode eventualmente misturar, confundir com uma virose”, disse.

O ministério também decidiu manter a vacinação de bebês entre seis e 11 meses, a chamada dose zero. Essa dose de emergência foi colocada em 2019 no calendário de vacinação para proteger os bebês mais cedo, antes das duas doses normais, com um ano e um ano e três meses de idade.

O Pietro tem só nove meses e logo vai conviver com várias pessoas de fora da família.

“Ele tem que tomar as vacinas porque ele vai para a creche e tem que estar tudo em dia”, disse a mãe Carine Santos Souza.

Os casos de sarampo no Brasil diminuíram nos últimos meses, mas o vírus continua circulando e ele circula com facilidade. O sarampo é altamente contagioso. Por isso, em 2020, continua a estratégia: além de vacinar os bebês, fazer campanha para quem não tomou a vacina quando deveria.

Em 2019, o brasil teve 18 mil casos confirmados de sarampo. Mais de 16 mil deles no estado de São Paulo, principalmente na capital. Das 15 pessoas que morreram de complicações decorrentes do sarampo no país, 14 viviam em São Paulo.

Por isso, o estado quer vacinar muito mais gente do que o definido pela campanha nacional.

“Aquela criança de seis meses de idade até aquele adulto de 60 anos de idade precisam ir a uma unidade pública, consultar um profissional de saúde e verificar se o seu esquema vacinal, o seu histórico vacinal está adequado”, disse a diretora do Programa Estadual de Imunização de São Paulo, Núbia Araújo.

Fonte: Jornal Nacional


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EMS lança primeiro anti-inflamatório nanomolecular do Brasil

PFARMA

(Texto atualizado em 30/03/2021 às 04:27 pm)

A EMS, maior laboratório farmacêutico no Brasil, anuncia o lançamento do Bexai, o primeiro anti-inflamatório com nanopartículas do Brasil, uma tecnologia inovadora que deve revolucionar o tratamento para a dor. Com uma dosagem menor, garante a mesma eficácia e potência que os medicamentos com doses mais altas no mercado no combate à dor aguda, inflamação e osteoartrite, com menos efeitos colaterais. A previsão de chegada ao mercado do produto, cujo desenvolvimento está alinhado à missão da companhia de cuidar das pessoas, é a segunda quinzena de agosto. Por meio desse e de outros três medicamentos de inovação incremental a serem lançados ainda este ano, a Unidade de Prescrição Médica da EMS prevê faturar R$ 2,2 bilhões até o final de 2020.

Criado sob o conceito norte-americano The Science of Less, que significa “quantidade mínima e máxima efetividade” da medicação, o Bexai traz mais segurança para o paciente no uso prolongado. “A tecnologia deste medicamento é única e faz parte da Medicina do futuro, pois trabalha com partículas ultramicronizadas que oferecem uma dissolução muito mais rápida no organismo e garantem o alívio da dor aguda, trazendo eficácia analgésica e anti-inflamatória com baixíssima dose. Com essa novidade, podemos dizer que estamos inaugurando uma nova era dos anti-inflamatórios não-esteroidais ou AINEs”, explica Joaquim Alves, diretor da unidade de negócios de Prescrição Médica da EMS.

O laboratório prevê, ainda, o lançamento de mais três medicamentos inovadores na área de Prescrição Médica desenvolvidos pelo próprio Centro de Pesquisa & Desenvolvimento da companhia no Brasil, o mais moderno da América Latina. Os fármacos, que atenderão diversas classes terapêuticas, como neurologia e ortopedia, irão ampliar o escopo de possibilidades de tratamentos para a classe médica e o acesso dos pacientes à saúde. Cerca de R$200 milhões estão voltados para essa ampliação de portfólio.

Essa é a primeira vez que 40% dos lançamentos desta unidade de negócios são inovações, consolidando um processo iniciado em 2013 com suas iniciativas pioneiras em inovação incremental para a área de Prescrição Médica.

Para o triênio 2021-2023, a EMS prevê alcançar o percentual de 60% a 70% de lançamentos inovadores no portfólio de Prescrição. Para atingir esse patamar, a empresa seguirá aportando em estudos clínicos. São mais de 50 novos produtos em diversas etapas de desenvolvimento, que chegarão nos próximos 2 a 5 anos ao mercado.

Além dos lançamentos inéditos e exclusivos em inovação incremental, a EMS apresentará ao mercado, ainda em 2020 outros seis medicamentos também na área de Prescrição, para tratamento de hipertensão, alívio dos sintomas gastrintestinais, deficiência e manutenção de vitamina D3, tratamento e prevenção de náuseas e vômitos, tratamento de infecções das vias aéreas superiores e inferiores e de infecções de pele e tecidos moles.

Representatividade

A EMS está entre os três principais laboratórios nacionais em Prescrição Médica no Brasil (fonte: IQVIA) e conta com um portfólio de cerca de 80 medicamentos e mais de 250 SKUs nesta categoria. Os produtos que são carros-chefes da empresa no segmento, como Patz SL e Toragesic–medicamentos inovadores -, faturam acima de R$ 150 milhões anuais cada um. Além deles e de Bexai, o Nivux, apresentado à classe médica no final de 2019, é considerado uma das grandes iniciativas da companhia para este ano. Desenvolvido pelos pesquisadores do laboratório, é um potente anti-inflamatório em conjunto com a ação gastroprotetora de um inibidor de bomba de prótons, uma associação de nimesulida com pantoprazol que atua no combate à inflamação e na proteção gástrica simultaneamente.

Nivux trouxe um enorme impacto em todo o mercado de anti-inflamatórios, grupo de medicamentos mais utilizado no mundo, que, só no Brasil, fatura R$ 2,5 bilhões/ano. Além de toda a classe de AINEs, impacta diretamente o mercado de nimesulida (R$ 1,1 bi/ano), que é o anti-inflamatório mais consumido e prescrito do país, trazendo mais segurança e proteção para todos os milhões de pacientes que consomem esse medicamento. A expectativa é que o produto fature R$ 50 milhões já em seu segundo ano de comercialização.

A área de Prescrição da empresa faturou R$ 1,7 bilhão em 2019 e representa 9,2% do mercado brasileiro de Prescrição Médica dos Laboratórios Nacionais (Fonte: IQVIA – MAT PF Dezembro 2019). No ano passado, o mercado total de Prescrição evoluiu cerca de 9%. Para 2020, a previsão da unidade é crescer 20% em faturamento.


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‘Medicamentos estão sendo usados irracionalmente’, alerta farmacêutico

O uso de remédios sem eficácia comprovada para tratar a Covid-19, como a hidroxicloroquina, pode trazer efeitos colaterais sérios. O primeiro estudo nacional sobre o tema confirma a ocorrência de ao menos 631 reações adversas a medicamentos em 402 indivíduos com a infecção.

Veja também: Reaberta consulta sobre canabidiol para epilepsia refratária

O trabalho analisou registros entre março e agosto de 2020 no Vigimed, sistema de Farmacovigilância brasileiro, que reúne notificações espontâneas de efeitos colaterais feitas por profissionais de saúde e cidadãos.

Cerca de 60% das reações foram provocadas pela hidroxicloroquina. Ela e a cloroquina, sua parente, estiveram por trás de danos graves, em especial ao coração. A azitromicina, que também já demonstrou não ter benefícios em estudos, foi associada a 10% das ocorrências. A pesquisa foi publicada no periódico Cadernos de Saúde Pública.

Conversamos com o autor principal do estudo, o farmacêutico José Romério Rabêlo, especialista da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), sobre o levantamento e o uso de fármacos off-label no combate à Covid-19. Para ele, os dados mostram apenas parte do problema, que tende a se agravar com a explosão da venda da ivermectina e outras drogas, observada depois que os dados foram colhidos.

A pedido do próprio Rabêlo, devemos informar que essa entrevista é de inteira responsabilidade dele e não expressa, necessariamente, a opinião da Anvisa ou da Organização Mundial da Saúde (OMS).

VEJA SAÚDE: Que lições podemos tirar do trabalho? O que esses achados indicam?

José Romério Rabêlo Melo: Esse é o primeiro estudo brasileiro com os dados de notificação voluntária de reações adversas a medicamentos (RAM), ocorridos em pacientes com Covid-19, encaminhadas ao Sistema Nacional de Farmacovigilância. Nele foram identificadas as RAM associadas ao uso de medicamentos sem indicação terapêutica aprovada para o combate da doença, em especial para a hidroxicloroquina e cloroquina, pois foram os únicos associados a reações adversas graves, principalmente em pacientes idosos [o estudo foi feito com dados colhidos até agosto, período em que a ivermectina ainda não estava no centro do debate sobre o tratamento da Covid-19].

Nossos resultados indicam que, nos tempos de incerteza em que vivemos, é muito importante considerar a eficácia e a segurança aprovada em ensaios experimentais de medicamentos. Como lição aprendida neste estudo, também devemos reforçar a notificação de casos suspeitos e as análises sistemáticas dos registros, para identificar precocemente riscos e fortalecer as melhores práticas regulatórias de fármacos durante a pandemia.

É possível que haja uma subnotificação de casos de reações adversas medicamentosas relacionadas ao uso de cloroquina e azitromicina?

Sim. Inclusive deixamos isso evidente no nosso artigo, quando comentamos os dados apresentados em um estudo cearense sobre as RAM em pacientes de Covid-19 daquele estado. As notificações do trabalho não chegaram na base nacional do sistema brasileiro de farmacovigilância. Além do mais, 11 estados brasileiros não encaminharam ainda nenhum caso suspeito de RAM em seus pacientes com Covid-19.

Essa subnotificação ocorre por que os dados são obtidos, em sua maioria, pela vigilância passiva, com notificações espontâneas. O método apresenta uma boa relação custo/efetividade, no entanto a subnotificação pode chegar a 95% dos casos. Essa é uma barreira que dificulta a Anvisa a tomar medidas de intervenção mais efetivas em relação à segurança de medicamentos no Brasil.

Há planos de estudar também outras drogas do chamado ‘kit Covid’, como a ivermectina?

Sim. Nessa primeira análise, já foram verificadas poucas notificações envolvendo a ivermectina. No entanto, acreditamos que as próximas pesquisas tendem a identificar um número maior de reações associadas a esse fármaco. Isso porque foi a partir da divulgação maciça do ‘kit Covid’, no início do segundo semestre de 2020, que esse medicamento passou a ser mais consumido e muitas vezes estimulado por uma enxurrada de informações na mídia e nas redes sociais.

Essa avalanche de informações, a chamada infodemia, gera medo e confusão, levando os consumidores a uma corrida sem precedentes para adquirir os remédios que fazem parte desse kit. Entram na lista ivermectina, a nitazoxanida, além dos suplementos de zinco e das vitaminas C e D, que podem ser adquiridos sem a prescrição médica.

Segundo os dados levantados pela consultoria especializada em mercado farmacêutico IQVIA, a venda de ivermectina cresceu 466% no acumulado de 2020 até novembro, na comparação com o mesmo período de 2019. É importante destacar que a ivermectina, diferente da azitromicina e cloroquina, é vendida sem nenhum controle nas farmácias brasileiras e isso facilita ainda mais o acesso e o uso irracional desse medicamento.

Quais são os riscos para a saúde do uso de vários medicamentos combinados para casos leves de Covid-19?

O uso de cinco ou mais medicamentos ao mesmo tempo se classifica como polifarmácia. Essa prática está associada ao aumento do risco e da gravidade das RAM, da toxicidade e de erros de medicação, além de elevar os custos com a manutenção da saúde e a morbimortalidade.

No contexto da pandemia, não existe nenhuma evidência científica disponível de que qualquer medicamento, exceto as vacinas, sejam eficazes e seguros para impedir o agravamento ou prevenir o adoecimento pela Covid-19.

Além disso, já foram emitidos alertas sobre importantes efeitos colaterais da cloroquina e da hidroxicloroquina, como exemplo as reações que afetam o sistema cardíaco, como o prolongamento do intervalo QT e taquicardias. A Merck (MSD), maior fabricante da ivermectina no mundo, diante do expressivo aumento de vendas, afirmou que até o momento os dados disponíveis não suportam a segurança e eficácia desse fármaco contra a Covid-19.

Da mesma forma, a Anvisa e a Rede CoVida/Cidacs/Fiocruz se manifestaram contra os ‘kits’ divulgados, em especial a ivermectina, e alertam a população sobre o risco do fármaco. Por isso, a OPAS recomenda que eles sejam usados apenas no contexto de estudos devidamente registrados, aprovados e eticamente aceitáveis.

Você acredita que há uma banalização do uso de medicamentos no país?

Sim. Essa banalização, no contexto da Covid-19, tem influências claras da grande quantidade de informações que circulou e circula na mídia e nas redes sociais e até mesmo pela pressão que a sociedade exerce junto aos médicos para prescrição dos tratamentos precoces.

Que conselhos daria aos profissionais que ainda prescrevem essas drogas para a Covid-19?

Na pandemia, o médico deve fazer uma análise criteriosa sobre os riscos e os benefícios dos medicamentos. Em casos de dúvidas, o ideal é procurar o Centro de Farmacovigilância de sua cidade, a Gerência de Risco ou Núcleos de Segurança do Paciente, nos hospitais, para ter maiores informações sobre os compostos e o perfil das reações adversas na sua comunidade. Em várias cidades brasileiras existem também os Centros de Informações de Medicamentos – CIM, que são unidades operacionais que proporcionam informação técnico-científica sobre fármacos de forma objetiva e oportuna.

Fonte:  


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Brasileiros desenvolvem drágea que libera dois medicamentos diferentes

dragea dois medicamentos

(Texto atualizado em 24/03/2021 às 03:28 pm)

dragea dois medicamentos

Um material polimérico e com características de hidrogel desenvolvido por pesquisadores brasileiros pode ajudar a responder a um dos desafios atuais da indústria farmacêutica: criar um sistema que permita a liberação controlada no organismo de moléculas com diferentes atividades farmacológicas contidas em uma única drágea.

Em um estudo apoiado pela FAPESP e divulgado na revista Applied Bio Materials, da American Chemical Society, cientistas das universidades de Franca (Unifran) e do Estado de Minas Gerais (UEMG) testaram o uso de uma classe de material conhecida como siloxano-poliéter – ou “ureasil” – para liberar no organismo de forma simultânea um anticancerígeno e um anti-inflamatório. Além de ações terapêuticas distintas, os fármacos usados na pesquisa também apresentam diferentes graus de afinidade por água.

“Conseguimos desenvolver um sistema para liberação simultânea de dois fármacos incorporados a uma mesma matriz polimérica [plástica]”, disse Eduardo Ferreira Molina, professor da Unifran e coordenador do projeto, à Agência FAPESP.

Flexível e transparente, a matriz polimérica é composta de segmentos em escala nanométrica (bilionésima parte do metro) de siloxano e de um poliéter (PEO). Com características de hidrogel (gel formado por uma rede rígida tridimensional de polímeros), o material é capaz de absorver volumes elevados de água em seus interstícios sem se dissolver e, por isso, é considerado ideal para liberação controlada de fármacos.

Por meio de um processo denominado sol-gel – no qual ocorre a transformação de um líquido com partículas em suspensão (“sol”) em um gel –, os pesquisadores conseguiram incorporar à matriz o anti-inflamatório naproxeno e o anticancerígeno 5-fluorouracil simultaneamente.

“A ideia foi incorporar dois agentes terapêuticos sem alterar as propriedades físico-químicas da matriz polimérica ou dos fármacos”, explicou Molina.

O anti-inflamatório naproxeno tem caráter hidrofóbico, ou seja, não absorve água. Já o 5-fluorouracil é hidrofílico e, portanto, tem maior afinidade com o líquido. A incorporação de ambos à matriz de poliéter foi possível devido aos grupos funcionais presentes no material.

“Isso possibilitou a ‘solubilização’ do naproxeno e do 5-fluorouracil”, explicou Molina.

Teste de liberação

A fim de testar e medir a liberação dos medicamentos foram feitos ensaios in vitro em que o material foi imerso em água com temperatura e nível de acidez (pH) similares aos encontrados no intestino humano.

A quantidade de medicamentos liberada na solução foi medida por espectroscopia no ultravioleta visível. Os resultados mostraram que o material foi capaz de liberar os medicamentos em quantidades iguais e manter a liberação ao longo do tempo.

“Esses resultados são inéditos. Até então, não havia nenhum relato na literatura científica da aplicação dessa classe de materiais para liberar de forma controlada dois agentes terapêuticos simultaneamente, na mesma quantidade, e manter isso ao longo do tempo”, disse Molina.

Efeito sinérgico contra o câncer

De acordo com o pesquisador, a ideia é que o material seja usado como drágea para encapsular e liberar controladamente uma série de agentes terapêuticos, entre eles quimioterápicos usados no combate ao câncer.

Uma das limitações dos quimioterápicos usados hoje é a quimiorresistência – a resistência de determinadas células cancerosas à ação do composto ativo. Sistemas de entrega de fármacos como esse descrito no artigo podem retardar o desenvolvimento da quimiorresistência, além de melhorar a eficácia terapêutica e diminuir os efeitos colaterais. Isso porque a combinação de diferentes agentes terapêuticos em um mesmo fármaco tende a promover um efeito sinérgico ou combinado, apontou Molina.

“Além de combater o câncer, um medicamento com esse sistema de liberação contendo um quimioterápico e outro agente terapêutico poderia diminuir os efeitos colaterais do tratamento”, disse. O trabalho também recebeu financiamento da FAPESP por meio de uma bolsa de mestrado.

O artigo “Ureasil organic−inorganic hybrid as a potential carrier for combined delivery of anti-inflammatory and anticancer drugs” (DOI: 10.1021/acsabm.8b00798), de Beatriz B. Caravieri, Natana A. M. de Jesus, Lilian K. de Oliveira, Marina D. Araujo, Gabriele P. Andrade e Eduardo F. Molina, pode ser lido por assinantes da revista Applied Bio Materials em https://pubs.acs.org/doi/10.1021/acsabm.8b00798.

Fonte: Agência FAPESP
[Imagem: Eduardo Molina]


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Sanofi anuncia novo diretor de Aceleração Digital

sanofi aceleracao digital

(Texto atualizado em 08/03/2021 às 03:14 pm)

A Sanofi, maior multinacional farmacêutica do mercado brasileiro, anuncia Marcelo Nadruz como novo diretor de Aceleração Digital para o Brasil e a América Latina. O executivo tem o papel de definir a estratégia e as abordagens digitais em ambas as regiões.

Estão sob a direção de Nadruz importantes projetos focados em diferentes públicos, como pacientes e profissionais de saúde, incluindo a promoção de cultura e inovação digital, e atuando também como elo entre as áreas de suporte e as unidades de negócios da empresa.

Formado em Engenharia de Controle e Automação, com pós-graduação no Insper e no Massachusetts Institute of Technology (MIT), nos Estados Unidos, Nadruz está na Sanofi desde 2014, onde ingressou como gerente de Tecnologia no Brasil. Antes da Sanofi, esteve por 12 anos na Accenture, onde atuou como gerente sênior em consultoria de Negócio e Tecnologia.

SOBRE A SANOFI

A Sanofi se dedica a apoiar as pessoas ao longo de seus desafios de saúde. Somos uma companhia biofarmacêutica global com foco em saúde humana. Prevenimos doenças por meio de nossas vacinas e proporcionamos tratamentos inovadores para combater dor e aliviar sofrimento. Nós estamos ao lado dos poucos que convivem com doenças raras e dos milhões que lidam com doenças crônicas.

Com mais de 100 mil pessoas em 100 países, a Sanofi está transformando inovação científica em soluções de cuidados com a saúde em todo o mundo.

Sanofi, Empowering Life, uma aliada na jornada de saúde das pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa Sanofi 
Foto: Shutterstock


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Os efeitos do uso longo de anticoncepcional sobre a fertilidade

anticoncepcional masculino

(Texto atualizado em 08/03/2021 às 03:14 pm)

Você passou alguns anos evitando uma gravidez. Mas agora decidiu que é hora de ter filhos. Então, se pergunta: será que ter usado anticoncepcional por muito tempo afetou minha fertilidade? Ao contrário do que você provavelmente imaginou, depende do tipo de anticoncepcional, suas chances de engravidar são ainda maiores.

Segundo um estudo publicado na revista Human Reproduction, se você usou anticoncepcionais orais por mais de quatro anos, não precisa se preocupar. Você tem mais chances de engravidar dentro do período de um ano do que mulheres que tomaram anticoncepcionais por um período de dois anos. Na verdade, segundo o estudo, quem tomou anticoncepcionais por mais de 12 anos têm ainda mais chances de engravidar.

ANTICONCEPCIONAL ORAL MANTÉM A FERTILIDAD

A pílula oral é feita de hormônios parecidos com os produzidos pelo corpo: estrogênio e progesterona. Ela impede a ovulação, além de dificultar a passagem dos espermatozoides para dentro do útero.

O estudo publicado na revista Human Reproduction também diz que as mulheres que usaram esse método por mais de cinco anos têm mais chances de engravidar em um período curto de tempo do que as mulheres que usaram a pílula por pouco tempo. Isso porque quanto mais tempo você usar as pílulas, menos ovulações você vai ter e, assim, sua fertilidade será mais preservada.

GRAVIDEZ DEPOIS DE USAR O DIU

O dispositivo intrauterino (DIU) impede que o espermatozoide chegue ao óvulo. Ele diminui para menos 0,5% a chance de gravidez, mas pode causar aumento do sangramento menstrual, da duração da menstruação e da incidência das cólicas.

Estudo realizado na Inglaterra e Escócia mostrou que mulheres que usaram o DIU por pouco tempo tiveram mais dificuldade de engravidar durante um ano depois de parar com esse método, em relação as mulheres que usaram métodos de barreira (camisinha masculina e feminina). Mas depois de um ano, as chances ficaram iguais para todas. Já as que usaram DIU por mais tempo já tinham as chances iguais logo que param de usar.

E O IMPLANTE, INTERFERE NA FERTILIDADE?
Já os implantes anticoncepcionais, que podem ser aplicados com uma injeção no braço, perdem a validade assim que eles são removidos. E os hormônios que eram liberados no seu corpo também desaparecem. Mulheres que param de usar implantes conseguem engravidar tão rápido quanto as que não usaram métodos não-hormonais.

REFERÊNCIAS

http://www.brasil.gov.br/saude/2011/09/inform-se-sobre-como-funcionam-oito-metodos-anticoncepcionais – acessado em 17/06/2019

http://humrep.oxfordjournals.org/content/early/2013/02/20/humrep.det023.abstract – acessado em 17/06/2019

https://www.guttmacher.org/about/journals/ipsrh/2001/09/first-pregnancy-may-be-difficult-achieve-after-long-term-use-iud – acessado em 17/06/2019

http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1471-0528.2001.00075.x/full – acessado em 17/06/2019

http://www.ippf.org/our-work/what-we-do/contraception/myths/Implants – acessado em 17/06/2019

http://www.imss.gob.mx/salud-en-linea/planificacion-familiar/implante-subdermico – acessado em 17/06/2019

Fonte: Pfizer


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Médico para Atividades Regulatórias

prescricao eletronica

(Texto atualizado em 08/03/2021 às 03:14 pm)

 A mais recente versão do Dicionário Médico para Atividades Regulatórias (Medical Dictionary for Regulatory Activities – MedDRA) traz, entre outras novidades, traduções para o português brasileiro. A versão 23.0 inclui também termos em espanhol, português ibérico, chinês, tcheco, holandês, francês, alemão, húngaro, italiano, japonês, coreano e russo. A geração 23.0 em inglês já está disponível. As outras poderão ser acessadas a partir de 15 de março.

O MedDRA é uma terminologia médica altamente específica e padronizada que facilita o intercâmbio internacional de informações regulatórias sobre produtos médicos usados por seres humanos. Foi desenvolvido no final dos anos 90 pelo Conselho Internacional de Harmonização de Requisitos Técnicos para Registro de Medicamentos de Uso Humano (International Council for Harmonisation of Technical Requirements for Pharmaceuticals for Human Use), o ICH.

A cobertura da terminologia MedDRA inclui medicamentos, produtos biológicos, vacinas e produtos resultantes da combinação de medicamentos com dispositivos médicos. Trata-se de uma poderosa ferramenta que pode ser utilizada no registro, na documentação e no monitoramento da segurança de produtos médicos, antes e depois do registro do produto.

A utilização do MedDRA por autoridades reguladoras, empresas farmacêuticas, organizações de pesquisa clínica e profissionais de saúde vem crescendo internacionalmente. Esse aumento é de fundamental relevância, uma vez que contribui para a proteção da saúde dos pacientes em escala global.

A disponibilização da versão em português brasileiro é resultado da parceria da área de farmacovigilância da Anvisa com especialistas convidados e a organização de serviços de suporte e manutenção ao MedDRA, o chamado MedDRA MSSO (MedDRA Maintenance and Support Services Organization).

Acesse o site oficial do MedDRA.

Anvisa no ICH

Desde 2016, o Brasil é membro do Conselho Internacional de Harmonização de Requisitos Técnicos para Registro de Medicamentos de Uso Humano, o ICH. Em 2019, a Anvisa foi eleita para ocupar a última vaga disponível no Comitê Gestor do ICH.

Como membro do Comitê Gestor, a Agência ganhou poder decisório, tendo o direito de participar das discussões e realizar proposições sobre temas prioritários para harmonização, eleição de novos membros e supervisão dos grupos de trabalho, treinamentos, entre outros. Além disso, a posição alcançada favoreceu maior alinhamento da legislação brasileira de medicamentos às melhores práticas internacionais, promovendo mais segurança à sociedade e competitividade para o mercado nacional.

A Anvisa é a única autoridade da América Latina membro do ICH e participante do Comitê Gestor do ICH. O Comitê Gestor do ICH é composto pelos membros permanentes – Estados Unidos, União Europeia, Japão, Canadá e Suíça – e mais quatro vagas para membros eleitos (hoje ocupadas pela Coreia do Sul, China e Singapura, além do Brasil).

Por: Ascom/Anvisa


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Medicamentos biológicos lideram lista de novas propostas de PDP na ANVISA

(Texto atualizado em 03/02/2021 às 12:37 pm)

pesquisa clinicaOs medicamentos biológicos, produzidos a partir de organismos vivos, foram os produtos que despertaram o maior interesse por parte de laboratórios públicos e privados na fase de apresentação de propostas da seleção de 2015 das Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP). Foram 23 projetos dos 39 apresentados, até 30 de abril desde ano. As propostas atendem o novo marco regulatório da política, apresentado em dezembro de 2014. A lista final dos selecionados será divulgada até dezembro deste ano.

Do total de projetos, 34 tiveram como objeto a produção de medicamentos e cinco produtos de saúde. As principais propostas tiveram como objeto de interesse os medicamentos Adalimumabe, Infliximabe, Rituximabe, Somatropina e Filgrastima para o tratamento de artrite reumatóide, doenças autoimune, oncologia, hormônio do crescimento e neutropenia. Além dos medicamentos, o rol de produtos conta com equipamentos destinados a procedimentos cirúrgicos, cardíacos, oftalmológicos e neurológicos.

“Com a divulgação de uma lista anual de produtos estratégicos para o SUS, o Ministério da Saúde inverteu a lógica da apresentação de propostas: agora, é o governo que diz à indústria quais produtos são prioritários e que define o calendário para a submissão dos projetos. Isso dá ainda mais transparência a todo o processo e colocando em pé de igualdade todos os laboratórios interessados”, garantiu o ministro da Saúde, Arthur Chioro.

Entre as principais mudanças do novo marco estão a definição, por parte do Ministério da Saúde, de uma lista anual com produtos considerados estratégicos para o Sistema Único de Saúde (SUS). Para 2015, foi produzida uma lista com 21 produtos – 11 medicamentos e 10 equipamentos de saúde –, sendo seis biológicos. Juntos, os medicamentos biológicos movimentam aproximadamente R$ 1,3 bilhão ao ano. As PDP, firmadas entre laboratórios públicos e privados, têm como meta garantir a autossuficiência do mercado nacional, uma vez que atualmente todos os 21 produtos são importados.

Outra mudança importante se refere ao aprimoramento do processo de desenvolvimento produtivo na área da saúde, com definição de prazos para apresentação de propostas de transferência tecnológica, maior monitoramento do governo e garantia de segurança. Para isso, foram instituídas a Comissão Técnica de Avalição (CTA) e Comitê Deliberativo (CD) – formados por representantes dos ministérios da Saúde, Ciência e Tecnologia, e Desenvolvimento, Indústria e Comércio – e que são responsáveis pelas análises das propostas.

“Vamos, acima de tudo, garantir aos usuários do SUS acesso aos medicamentos mais caros e mais complexos, além de estimular o complexo industrial da saúde, com a transferência de tecnologia principalmente em um segmento tão inovador que é o de medicamentos biológicos, além de promover o fortalecimento dos laboratórios públicos”, afirmou o ministro Chioro.

De acordo com o novo marco regulatório também foram definidas as fases de uma PDP, sendo a Fase III definida como início de aquisição do produto, previsto para fase III. As fases I e II serão destinadas, respectivamente, a apresentação da proposta e implementação da mesma. A fase IV corresponde a pela finalização do processo de transferência de tecnologia.

O prazo máximo para a conclusão do projeto, com a finalização da transferência de tecnologia, será de até dez anos. O monitoramento será contínuo, com análises de relatórios enviados a cada quatro meses pela instituição pública e visitas técnicas anuais nas unidades fabris públicas e privadas e pelo Comitê Técnico Regulatório estabelecido pela Anvisa com participação o Ministério da Saúde. Todos os projetos, aprovados ou não, terão seus resultados divulgados na página do Ministério da Saúde.

Da lista total de produtos, o Ministério da Saúde não recebeu propostas para a produção de Micofenelato de Mofetila, L-asparaginase, Dactinomicina, Stent Arterial, Grampeador Cirúrgico, Monitor Multiparamétrico, Conjunto de Equipamentos de Oftalmologia, Maquina de Hemodiálise e Espirais de Plantina. Eles poderão ser reapresentados na seleção de 2016, caso estejam na lista de produtos estratégicos.

“Essas parcerias também tem como objetivo a economia de recursos públicos. De 2010 até agora, o Ministério da Saúde economizou cerca de R$ 2,5 bilhões com produtos adquiridos por meio das PDP. Isso significa que quanto maior o sucesso das parcerias, mais economia teremos. O país vai se desenvolver tecnologicamente com um impacto importante para o SUS”, avaliou o então secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde (SCTIE), Jarbas Barbosa, hoje, presidente da Anvisa.

ADEQUAÇÕES

As Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) apresentadas até 2014 também precisaram se adequar às novas regras. Sendo assim, 107 projetos foram enviados com as alterações, sendo que a mesma proposta pode ter recebido mais de um pedido. No entanto, nove PDP não encaminharam a documentação necessária e correm o risco de serem excluídos.

Atualmente, 98 parcerias estão vigentes – 62 em fase II e 27 em fase III –, além de nove Parcerias de Pesquisa e Desenvolvimento (P & D). Esses acordos preveem o desenvolvimento de 91 itens, sendo 61 medicamentos, 19 produtos, seis vacinas e cinco equipamentos. A PDP referente à produção da Vacina de Influenza, imunobiológico produzido pelo Instituto Butantan, já atingiu fase final de desenvolvimento, passando a ser fornecida para o SUS.

Do total de PDPs vigentes, entre 2011 e 2015, foram registrados 33 produtos pelas instituições públicas, no âmbito das PDP, entre os quais 27 estão sendo adquiridos pelo Ministério da Saúde.

Fonte: Ministério da Saúde

 


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ANVISA





São Paulo é líder nacional do mercado farmacêutico

Segundo dados da Anvisa, Estado faturou R$ 53,3 bilhões em 2017

O estado de São Paulo é líder nacional do mercado farmacêutico. De acordo com dados da Agênca Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em 2017 a indústria de medicamentos instalada no território paulista alcançou um faturamento de R$ 53,3 bilhões com a comercialização desses produtos. O valor correspondeu a 76,8% do total de vendas no mercado brasileiro, no mesmo ano.

O segundo lugar ficou com o Rio de Janeiro, estado onde a indústria farmacêutica faturou quase R$ 7,8 bilhões (11,2%). Na sequência, o destaque foi Goiás, ocupando o terceiro lugar, com faturamento de mais de R$ 3,1 bilhões (4,5%) em 2017. O Paraná ficou em quarto lugar, com vendas acima dos R$ 2,4 bilhões (3,5%).

Os dados são da terceira edição do Anuário Estatístico do Mercado Farmacêutico, produzido pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), com base em informações de 2017. A publicação traça o perfil da indústria brasileira e traz dados detalhados sobre a quantidade de produtos farmacêuticos comercializados, faturamento, tipos de medicamentos mais vendidos, principais finalidades de uso dos produtos (tratamentos) e ranking das empresas produtoras, além de características regionais do mercado, entre outros tópicos.

Liderança em volume

Em número de embalagens, o estado de São Paulo também é líder no mercado farmacêutico. Em 2017, foram mais de 2,5 bilhões de caixas de medicamentos vendidas em todo o mercado nacional, ou 57,3% do total comercializado (4,4 bilhões). Nesse ranking, Goiás subiu para a segunda posição, com um total de 866 milhões de embalagens comercializadas, o que representou 19,5% do mercado brasileiro. O Paraná ficou em terceiro lugar, com a venda de 347,5 milhões de caixas de medicamentos (7,8%). O estado do Rio de Janeiro apareceu em quarto lugar (248,7 milhões de unidades ou 5,6% do total).

Distribuição geográfica

Ao todo, 14 estados brasileiros contam com parques industriais para a produção de medicamentos. Além de São Paulo, Rio de Janeiro, Goiás e Paraná, também entram na lista, além do Distrito Federal, os seguintes estados: Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Minas Gerais, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Um conjunto de 214 empresas instaladas nesses regiões e estados tiveram um faturamento global de R$ 69,5 bilhões em 2017, com a venda de mais de 4,4 bilhões de caixas de medicamentos no país. Como líder do mercado, São Paulo é o estado com maior concentração de empresas em seu território (119).

Fonte: Guia da Farmácia

Foto: Shuttertock

 


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Mercado farmacêutico





Haskell lança linha Encorpa Cabelo

Haskall

(Texto atualizado em 04/01/2021 às 09:22 am)

A Haskell Cosméticos não para de inovar. A marca brasileira acaba de lançar a linha Encorpa Cabelo, que foi desenvolvida especialmente para os fios finos e ralos. A fórmula redensificadora dos produtos, associada ao Ácido Hialurônico e Physalis, promove aumento da espessura do fio, revitaliza o couro cabeludo, através da ação antioxidante, e ainda confere brilho e hidratação, mantendo o balanço natural das madeixas.

Com o tempo, o cabelo vai afinando. E foi pensando nisso que a linha Encorpa Cabelo, foi idealizada com quatro produtos: Shampoo Engrossador, Condicionador Engrossador, Máscara Engrossadora e Fluido Engrossador.

Vale lembrar, que essas condições podem ter origem hormonal, emocional, genético, envelhecimento, ou mesmo por desgaste das químicas como: alisamento, coloração e descoloração, sem falar no uso constante de secador e chapinha.

Referência no mercado da Cosmética Natural, a Haskell tem como missão valorizar a beleza natural aliado à facilidade.

O preço sugerido da linha completa é de R$130 (valor sujeito à alteração nos pontod de venda físicos e online).

Fonte: 2A+ Cosmética


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Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, Laboratórios Farmacêuticos





Vaga Farmacêutico Analista de Produção Jr

merck sharp e dohme

(Texto atualizado em 23/12/2020 às 02:38 pm)

merck sharp e dohme

Nossa equipe da Cadeia de Suprimentos garante que o estoque esteja consistentemente disponível para atender à demanda do cliente. Coordenamos todos os aspectos de suprimento por meio do planejamento de suprimentos, fornecimento, fabricação, gestão de estoque, embalagem e entrega. Fazemos parcerias entre as organizações de Marketing, Finanças e Fabricação Manufatura para construir uma demanda robusta e um plano de fornecimento, e para garantir que obtenhamos produtos para o cliente certo, no local e no momento certo.

Requerimentos:

Mandatório:

Formação Superior: Farmacia, Engenharia Química e Engenharia de Produção
Pacote Office – Excel (Tabela Dinâmica / Filtros / Gráficos
Habilidade de Resolução de problemas
Vivência anterior em sistemas ERP.
Inglês – Intermediário – Importante conseguir comunicar-se

Desejável

Conhecimento em SAP.
Vivência anterior em empresa Farmaceutica / Saúde animal / Alimenticia.
Inglês Fluente.

Atividades:

SAP (Software ERP integrado): Monitorar diariamente erros das ordens de Produção (Manufatura e Embalagem), em relação ao apontamento de fases, consumo de material e criação de estoque no inventário. Monitorar fechamento das ordens, garantindo o cumprimento das métricas (Schedule Adherence).
Investigação e gerenciamento de notificações de qualidade (desvios) e Reclamações de Mercado da Área da Produção;
Agendamento e acompanhamento de Quality Hour (reunião destinada a alinhamento de estratégia de investigação de notificação de qualidade) para Produção;
Auxilio nas atividades relacionadas a TR (Controle de Mudança de Equipamentos);
Gerenciamento de desvios para o controle em Reuniões (abertura, fechamento e status de envio à Qualidade).
Dar suporte à área de produtos médicos.
Suporte às auditorias internas da nossa empresa na área de Produção em relação às Boas Práticas de Manufatura (GMP), coletando os pontos observados e auxiliando no encaminhamento e resolução dos mesmos.
Executar e controlar mudanças em documentações GMP (SOPs, MPDs, PPDs, logbooks, PLs e PSs)
Buscar fornecedores e fazer processos de compras de materiais e serviços, dentro do limite estabelecido.
Dar suporte à programação de produção e ao gerenciamento lean (emissão de ordens de fabricação, atualização de quadros visuais, controle de cycle time, controle de TR).

Nossa Divisão de Fabricação Manufatura e Fornecimento está comprometida em ser o fornecedor mais confiável de bioprodutos farmacêuticos em todo o mundo. Nossas instalações, juntamente com nossos prestadores de serviço externos, fornecedores e parceiros, criam uma rede de fabricação global interdependente, que tem o compromisso de entregar suprimentos de alta qualidade e confiáveis a clientes e pacientes, na hora certa e todas as vezes.


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Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, Legislação e regulamentações





Uso de antibióticos em animais domésticos

medicamento veterinario pet

(Texto atualizado em 18/12/2020 às 02:55 pm)

A população de animais de estimação, os chamados ‘pets’, cresce no Brasil. Em 2013, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), publicado em seu relatório População de animais de estimação no Brasil, o país tinha 132,4 milhões de ‘pets’, sendo o terceiro país no mundo em animais de estimação; o segundo em número de cães, gatos e aves canoras e ornamentais. Dados recentes do Instituto Pet Brasil informam que, em 2018, a população estimada de ‘pets’ era de 139,3 milhões.

Para se ter uma ideia, o crescimento da população brasileira entre 2013 e 2018, conforme os dados do IBGE, foi de 4,25%, já o de animais de estimação para o mesmo período foi de 5,21%. E esse aumento se reflete na indústria, que movimentou em 2018 , 20,3 bilhões de reais, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet).

E quando se fala na saúde dos animais, para o período de 2017-2018, esse aumento foi de 10% para o chamado ‘Pet Vet’, que compreende “as indústrias e integrantes da cadeia de distribuição de medicamentos veterinários” (e não estão incluídos nisso os atendimentos veterinários, os chamados ‘Pet Serv’, que abrangem o comércio e serviços para animais de estimação).

Saúde animal

Doenças como otites, infecção renal, Erlichiose (a doença do carrapato), dentre outras, são extremamente comuns aos ‘pets’ e o receituário de antibióticos se faz necessário. Contudo, a automedicação de antibióticos feita pelos donos de animais pode induzir a uma falsa cura e piorar a saúde dos ‘pets’. Para falar sobre o tema, o projeto Fiocruz no Ar ouviu o médico veterinário e pesquisador da Fiocruz, Paulo Abílio, que explicou os riscos do uso abusivo de antibióticos nos ‘pets’.

Fonte: Fiocruz


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ANVISA





GSK/ViiV Healthcare lança doc-reality sobre HIV na MTV

PFARMA

Em projeto inédito, pessoas que vivem com HIV vão compartilhar suas histórias de superação do estigma e discriminação

Rio de Janeiro, novembro de 2020 – Na próxima terça-feira, dia 1 de dezembro, é celebrado o Dia Mundial do HIV/AIDS. No Brasil, a pandemia da COVID-19 trouxe um desafio adicional no enfrentamento da doença, com a diminuição da testagem para o HIV. Segundo dados do Ministério da Saúde, até julho, houve um decréscimo de 17% no número de pessoas que iniciaram o tratamento na rede pública em comparação ao mesmo período do ano passado1.

Como uma das ações para aumentar a conscientização sobre o HIV, diagnóstico e combater o estigma e a discriminação, a GSK/ViiV Healthcare, ao lado dos coprodutores Vbrand e CineGroup, estreia na  MTV o doc-reality “Deu Positivo”, protagonizado por pessoas que vivem com HIV. Em três episódios, os participantes vão contar suas histórias reais permeando os temas indetectável = intransmissível, sorofobia e rede de afeto para levar informação à população.

“Ao longo dos anos, a GSK/ViiV Healthcare tem desenvolvido diversas ações para desmistificar questões em torno do tema HIV, especialmente para jovens, entre os quais há um aumento do número de infecções. Com a série “Deu Positivo”, mostramos através de histórias reais que é possível viver com HIV com qualidade de vida e não transmitir o vírus, desde que esteja em tratamento e com carga viral indetectável. Projetos como esse trazem à tona a importância do tema para o enfrentamento do HIV/AIDS no país”, comenta Gunnar Riediger, Diretor da Unidade de Negócios BioTech da GSK Brasil.

“Quando idealizamos o projeto sabíamos a relevância do entretenimento audiovisual para se conectar, de forma autêntica, com a geração Z, na sensibilização da causa do HIV. O resultado dessa jornada de cocriação, de brand entertainment na essência, é essa série emocionante” , explica Fernanda Menegotto, sócia-diretora da Vbrand.

Na estreia, o doc-reality conta a história de Victor Bebiano, um multiartista de 23 anos que, recentemente, tornou público que vive com HIV. Victor namora há dois anos com o cenógrafo e aderecista Guilherme Custódio, formando um casal sorodiscordante. Além do projeto visual encabeçado pelos dois, Victor decidiu gravar uma música e produzir um clipe que apresenta, em formato artístico, a pluralidade de corpos e rostos de pessoas que vivem com HIV. “Enquanto a gente não botar nossa cara e mostrar quem a gente é, mostrar os nossos corpos, nossos rostos, mostrar como a gente vive, as pessoas vão continuar mantendo aquele estereótipo do passado”, afirma ele.

“Nos enche de orgulho contar essas histórias, de estar ao lado dessas pessoas que, acima de tudo, são corajosas, são inspiradoras. E que certamente têm um papel fundamental na conscientização sobre o HIV/AIDS, não apenas no que diz respeito à transmissão do vírus, mas também por contribuírem na destruição da sorofobia a cada dia que passa” comenta Luciana Pires, produtora executiva da Cinegroup.

“A MTV sempre destacou a importância e se manteve envolvida em ações de prevenção ao HIV e, mais do que isso, com foco no combate ao preconceito que existe ao redor dessa questão ainda hoje. Entrar como parceiro desse projeto, reforça nosso compromisso em trazer esclarecimento e informação”, afirma Tiago Worcman, vice-presidente sênior de Marcas de Música e Entretenimento da ViacomCBS América Latina.

Além do doc-reality, a GSK/ViiV Healthcare promove ainda outras ações abordando a importância da testagem e o diagnóstico precoce, como a Campanha “Abrace a Positividade” com a participação de influenciadores para discutir sobre o tema. Outra iniciativa inédita será a Jornada Participathivos, um evento virtual no dia 03 de dezembro, que contará com a presença de profissionais de saúde e um participante do doc-reality “Deu Positivo”. A GSK/ViiV Healthcare também atua com apoiadora de projetos de terceiros para público leigo e profissionais de saúde sobre a conscientização do HIV e para a melhoria do cuidado às pessoas vivendo com HIV.

Sobre o HIV no Brasil

Um dos objetivos da GSK/ViiV Healthcare também é suportar a progressão dos indicadores em relação à meta 90-90-90 da UNAIDS no mundo todo, inclusive no Brasil. Dados do Relatório do Monitoramento Clínico do HIV publicado pelo Ministério da Saúde em 2019 mostram que, em 2018, das pessoas que vivem com HIV no Brasil, 85% já fizeram teste; destas, 78% estão em tratamento e, desse percentual, 93% apresentam supressão viral2.

  • 900 mil pessoas vivem com o vírus no Brasil2 e 87% das pessoas que iniciaram o tratamento em 2018 estão em uso do antirretroviral dolutegravir3;
  • O SUS oferece gratuitamente testes para diagnóstico de HIV. Existem, no Brasil, dois tipos de testes: os exames laboratoriais e os testes rápidos. Os testes rápidos são práticos e de fácil execução; podem ser realizados com a coleta de uma gota de sangue ou com fluido oral, e fornecem o resultado em até 30 minutos4;
  • O Brasil garante acesso universal ao tratamento para HIV e foi reconhecido pela ONU como referência mundial no controle da AIDS5;
  • Cerca de 731 mil pessoas que vivem com o HIV no país fazem uso da terapia antirretroviral em unidades da rede pública de saúde1;
  • Ainda há mais de 134 mil pessoas que ainda não sabem que estão infectadas pelo vírus2.

Doc-reality ‘Deu Positivo’

Estreia: 1º, 2 e 3 de dezembro, às 20h, só na MTV.

Nota de esclarecimento:  As gravações da série Deu Positivo respeitaram os protocolos de segurança de produções audiovisuais, as recomendações das autoridades de saúde e as normas vigentes do poder público para conter a pandemia do Covid-19 em 2020. Toda a equipe e os personagens participantes da série fizeram testes clínicos e todos os exames apresentaram resultado negativo.

Sobre a GSK ViiV Healthcare

A GSK é uma empresa global de saúde com foco em ciência e com um propósito especial de ajudar as pessoas a fazer mais, sentir-se melhor e viver mais. Temos três negócios globais que pesquisam, desenvolvem e fabricam medicamentos inovadores, vacinas e produtos de saúde. Somos uma das empresas de saúde mais inovadoras, confiáveis e com o melhor desempenho do mundo. Para mais informações, acesse www.gsk.com.br

A ViiV Healthcare foi criada em 2009, a partir de uma joint venture entre a GSK e a Pfizer, formando uma companhia global dedicada exclusivamente a tratamentos para o HIV. Em 2012, a japonesa Shionogi completou a sociedade. Atualmente, a GSK detém 76,5% de participação na empresa. Como líder em pesquisa e desenvolvimento de tratamentos para o HIV, a ViiV Healthcare possui operações em mais de 50 países. A GSK é o distribuidor da ViiV Healthcare no Brasil.

Referências:

  1. BRASIL. Ministério da saúde. Departamento de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis. OFÍCIO CIRCULAR Nº 16/2020/.DCCI/SVS/MS. Disponível em: <http://www.aids.gov.br/system/tdf/legislacao/2020/portarias_e_oficios_ministeriais/oficio_circular_n_16.2020.dcci_.svs_.ms_.pdf?file=1&type=node&id=67264&force=1>. Acesso em: 01 out. 2020.
  2. BRASIL. Ministério da Saúde. Departamento de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis. Relatório de Monitoramento Clínico do HIV 2019. Disponível em: <http://www.aids.gov.br/system/tdf/pub/2016/67063/relatorio_de_monitoramento_clinico2.pdf?file=1&type=node&id=67063&force=1> Acessado em: 01 out. 2020
  3. PASCOM AR. Ministério da Saúde. Experience with dolutegravir in first line. 1-18;2019.
  4. BRASIL. Ministério da saúde. Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis. Testagem. Disponível em: <http://www.aids.gov.br/pt-br/publico-geral/prevencao-combinada/testagem>. Acesso em: 28 ago. 2020.
  5. BRASIL. Ministério da Saúde. Ministério da Saúde. Departamento de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis. Boletim Epidemiológico de HIV/Aids 2019. Disponível em: <http://www.aids.gov.br/pt-br/pub/2019/boletim-epidemiologico-de-hivaids-2019>. Acesso em: 28 ago. 2020.

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Laboratórios Farmacêuticos, Marketing Farmacêutico





Os planos da RD para ir além do varejo farmacêutico

Guia da Farmácia

(Texto atualizado em 30/11/2020 às 02:57 pm)

A Raia Drogasil (RD) acredita que a digitalização e a maior conexão com os clientes são os principais planos para obter mais sucesso no varejo

O sucesso da RD (fusão entre a Droga Raia e a Drogasil realizada em 2011) está aliada a tradição com a visão de estar conectado com as mudanças do mercado e mais planos para continuar com o sucesso no varejo está por vir.

Depois de anos de expansão acelerada, com abertura de uma loja a cada dois dias, a companhia tem como maior desafio agora a jornada de digitalização do cliente, conforme destacou CEO da RD, Marcílio Pousada.

A companhia foi premiada como melhor empresa do setor de saúde no evento Melhores Empresas da Bolsa, do InfoMoney e do Stock Pickers, realizado dia 26 de novembro.

“O país está envelhecendo com uma velocidade mais rápida que os outros players do mundo, então é um mercado (farmacêutico) de crescimento histórico. Vai continuar crescendo com muita força, tenho certeza disso”, afirmou Pousada.

Consolidação e expansão

Nos últimos três anos da companhia, apontou o CEO, houve a consolidação do plano de expansão com o início de uma nova estratégia, que é de digitalizar o cliente e também estreitar o relacionamento que tem com ele.

Essa digitalização é um caminho que veio pra ficar. É a nova farmácia, além do cliente digital, com serviço de saúde na loja. A gente acha que tem um caminho muito importante que é ‘ressignificar’ a farmácia. Olhando sempre pra frente, onde o cliente quer estar”, destacou Pousada.

Mudanças com a pandemia

A pandemia do coronavírus mostrou que a empresa estava preparada, com os clientes aprovando usar a loja para fazer os testes de Covid-19, com cerca de 500 mil testes realizados.

Segundo o executivo, a RD começou a entender melhor o que é o cliente digital, com frequência de compra e consumo maior do que o cliente normal, principalmente porque ele entende que o aplicativo é nada mais nada menos do que uma extensão da loja que está na esquina da sua casa.

Sobre isso, Pousada aponta que 80% das entregas online, que é quase 7,5% das vendas, é feita pelas lojas, que também podem resolver eventuais problemas.

Desta forma, novo plano estratégico, definido pela companhia para um novo ciclo do mercado e com expectativa de conclusão até 2025, é baseado em três pilares:

1. Conceito de nova farmácia

2. Criação de marketplace

3. Plataforma integrada de saúde.

Assim, combina a capilaridade da companhia e a ampliação do leque de serviços para o consumidor, fazendo com que os pontos de vendas virem verdadeiros “hubs de saúde”.

Com relação ao primeiro pilar, o cliente, além de melhorar a sua experiência digital, também contará com serviços de vacinação, aferimento de pressão, medição de glicemia.

Conceito esperado

Apesar de ter o conceito de “nova farmácia”, parte da inspiração vem do passado, em que as drogarias ofereciam esse serviço. Já com o marketplace, a expectativa é de expansão do sortimento de produtos oferecidos para as vendas.

O terceiro pilar, por fim, é o que Pousada classificou como a construção de um “ecossistema de saúde”, com a criação de uma plataforma com serviços de telemedicina, aplicativos de monitoramento do sono e de cuidado com a saúde mental, entre outros.

“Isso faz com que a companhia ela cresça o mercado de atuação dela, a gente sai de um mercado que é do varejo farmacêutico para participar de um mercado da saúde integral do cliente. Então tem capacidade de geração de valor nessa vertente.”

Dessa maneira, Pousada conclui: “Vamos cuidar mais desse cliente, incitar mais nosso propósito e gerar mais valor para o crescimento futuro e para a perenidade do nosso negócio.Temos 40 milhões de clientes em 23 estados, então temos planos de cuidar da saúde das pessoas e da saúde dos negócios e do planeta”, complementa.

Suporte dos gerentes é importante para a RD obter planos significativos no varejo

Marcílio Pousada ressaltou a importância da criação de uma cultura forte de formar gerentes dentro da companhia.

Além disso, em caso de expansão para outras regiões ainda não exploradas pela companhia, é dado um suporte para que o gerente de uma operação se mude de um estado para outro sem perder suas referências, passando a cultura da empresa para os que serão os futuros gerentes da companhia.

Pessoas do Brasil inteiro vêm para a sede, temos centro de treinamento, esse é o jeito que a empresa tem de continuar”, afirma o CEO, ressaltando que a diversidade também está no pilar da companhia.

“É a cara do país, todo mundo tem a mesma oportunidade de crescer e isso vem acontecendo. (…) Este é o DNA da empresa, trazer essas pessoas é o que faz diferença e o que nos faz forte”.

Concorrência com a Amazon

A disputa por espaço sempre foi uma questão analisada de perto pelos especialistas de mercado para fazer projeções para o futuro das companhias do setor de varejo farmacêutica.

Com isso, a notícia de que a americana Amazon acaba de lançar a Amazon Pharmacy, farmácia digital dentro do site e aplicativo da gigante do e-commerce, que permite a compra de medicamentos tarjados e controlados, é observada com atenção pelos investidores, ainda que, a princípio, a iniciativa é válida somente para os Estados Unidos.

O CEO da RD afirma que qualquer player que entrar no mercado será bem-vindo, sendo mais um entrante, mas não acredita que a Amazon teria êxito logo de cara, apesar de ter suas competências.

Relação com os Players

“O negócio de farmácia é único em termos de capilaridade e de supply chain (gestão de cadeia logística).

É um supply chain diferente, com regulatório e que exige a entrega para o consumidor não no dia seguinte ou dois dias, é uma entrega em horas”, avalia Pousada.

Contudo, o executivo esclarece: “A gente tem essa capilaridade e o regulatório para entregar para o consumidor o produto correto no tempo certo. Vários players vão entrar, é um ramo de varejo bem complicado, o regulatório é imenso corretamente, temos três farmacêuticos por loja para poder operar das 7h às 11h”, avalia.

Para ele, no mercado brasileiro, com os players atuais, que possuem tradição e estão fazendo um bom trabalho no digital, a concorrência seria forte.

“Já competimos com todos os players digitais na perfumaria e acho que estamos indo bem”, avalia.

Fonte: Infomoney Foto:  Raia Drogasil


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Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





EUA aprovam remédio para tratamento da Covid-19

O vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, afirmou, ontem, que a Administração de Alimentos e Medicamentos aprovou o uso do medicamento cloroquina, utilizado contra a malária, para o tratamento do novo coronavírus. No Brasil, segundo a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), não há pedidos de registro ou de estudos clínicos para o uso destes medicamentos no tratamento da Covid-19.

Embora a agência norte-americana não tenha informado a aprovação do medicamento, Pence informou que estão trabalhando “para aprovar o uso de remédios existentes contra a Covid-19”, e que já existem no país muitos estudos para o desenvolvimento de uma vacina contra a doença, que, de acordo com ele, deve ficar pronta em cerca de um ano e meio.
O vice-presidente revelou ainda que o pacote discutido no Congresso inclui US$ 100 bilhões para hospitais, que deverão cancelar cirurgias eletivas. Pence disse ainda que o governo está expandindo o uso de testes para exame da enfermidade e que 250 mil norte-americanos já foram testados.

No Brasil, a Anvisa ressaltou que o medicamento cloroquina – ou hidroxicloroquina –, tem autorização de uso no Brasil somente para tratamento de artrite, lúpus, doenças fotossensíveis e malária.

Ainda de acordo com a agência, “não existem estudos conclusivos que comprovam o uso desses medicamentos para o tratamento da Covid-19”, e reforçam que não há recomendação da Anvisa no momento para a sua utilização em pacientes infectados ou mesmo como forma de prevenção à contaminação do novo vírus.

Deste que a cloroquina apareceu como possível medicação contra a Covid-19, a Anvisa decidiu passar a exigir apresentação de receita médica em farmácias para liberação do medicamento. O órgão afirma que a medida vai permitir que pacientes que já utilizam o medicamento não fiquem sem tratamento.

Fonte: Diário do Grande ABC


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Indústria farmacêutica, Covid-19





Piso salarial do farmacêutico em 2021: tabela atualizada

(Texto atualizado em 05/01/2021 às 07:50 pm)

Considerando as diferenças econômicas entre as diferentes regiões do país é de se esperar uma grande variedade no piso salarial da categoria dos farmacêuticos. Levantamos o valor dos pisos salariais em todos os estados do Brasil a partir dos sites dos respectivos sindicatos.

Disponibilizaremos o link das tabelas de cada sindicato, pois verificamos que existem discrepâncias entre regiões de um mesmo estado.

Santa Catarina, por exemplo, possui dois pisos para farmacêuticos trabalhando no comércio: R$ 4.052,88 para profissionais na região de Itajaí e R$ 3.351,42 para as demais cidades do estado.

A escolha nestes casos foi por disponibilizar o valor do piso salarial do farmacêutico na capital de cada estado. Os dados estão agrupados em regiões do país. Confira:

Piso do farmacêutico na região Sul

Santa Catarina

Conforme antecipamos o piso salarial no estado de Santa Catarina é definido pelo SINDFAR-SC – SC. Em 2021 o piso é de R$ 3.351,42. Para conferir a tabela completa clique aqui.

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Carreiras e oportunidades





Campanha de vacinação contra gripe

(Texto atualizado em 18/11/2020 às 05:51 pm)

Com a pandemia mundial do novo coronavírus – COVID-19, a campanha nacional de vacinação contra a gripe (Influenza) será antecipada neste ano e começará na próxima segunda-feira, 23 para grupos prioritários: idosos e profissionais de saúde.

Em anos anteriores, farmacêuticos informaram ao CRF-SP que enfrentaram dificuldades para receber a vacina contra a gripe devido à interpretação errônea das equipes responsáveis pela imunização em alguns municípios que alegam que o profissional não se enquadraria no chamado grupo prioritário.

No entanto, o Ministério da Saúde emitiu em 2018, por solicitação do CRF-SP, uma nota Informativa na qual reitera que “a vacina encontra-se disponibilizada para os grupos prioritários, entre eles, como referimos anteriormente, os trabalhadores da saúde, nos quais encontram-se inseridos os farmacêuticos”.

O CRF-SP espera que não haja problemas para imunização dos farmacêuticos, mas orienta que a nota seja apresentada caso algum profissional se depare com a negativa.

Clique aqui e acesse a Nota Informativa nº 103/2018 do Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis.


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Legislação e regulamentações





OMS divulga novas recomendações para prevenir tuberculose

PFARMA

(Texto atualizado em 18/11/2020 às 08:19 pm)

 As novas orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS) ajudarão a acelerar os esforços dos países para impedir que pessoas infectadas com tuberculose (TB) desenvolvam a doença, graças à administração de tratamento preventivo.

Estima-se que um quarto da população mundial está infectada com o bacilo da tuberculose. Essas pessoas não estão doentes ou contagiosas; no entanto, correm um risco maior de desenvolver a TB, especialmente aquelas que têm um sistema imunológico enfraquecido. Oferecer-lhes tratamento preventivo contra a tuberculose não apenas servirá para protegê-los da doença, mas também reduzirá o risco de transmissão comunitária.

No marco do Dia Mundial da Tuberculose (24 de março), a OMS ressalta que a TB continua sendo a doença infecciosa mais mortal do mundo. Em 2018, 10 milhões de pessoas adoeceram com tuberculose em todo o mundo e 1,5 milhão de pessoas perderam a vida por esta doença.

“A COVID-19 está demonstrando como pessoas com doenças pulmonares e sistemas imunológicos debilitados podem ser vulneráveis”, afirmou Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS. “O mundo está comprometido em acabar com a tuberculose até 2030; melhorar a prevenção é a chave para fazer isso acontecer. Milhões de pessoas precisam receber tratamento preventivo contra a tuberculose para deter o aparecimento da doença, prevenir o sofrimento e salvar vidas”.

Tedros destacou ainda a importância de dar continuidade aos esforços relacionados a problemas de saúde de longa data, como a TB, durante surtos mundiais como o causado pelo novo coronavírus. Ao mesmo tempo, os programas existentes para combater a tuberculose e outras doenças infecciosas importantes podem ser aproveitados para melhorar a eficácia e a velocidade da resposta à COVID-19.

Embora tenha havido algum progresso no sentido de alcançar as metas estabelecidas na Reunião de Alto Nível das Nações Unidas sobre TB, em 2018, pouca atenção foi dada ao tratamento preventivo da doença. Os líderes mundiais se comprometeram a garantir o acesso ao tratamento preventivo da tuberculose até 2022 para um mínimo de 24 milhões de contatos de pessoas com tuberculose ativa e 6 milhões de pessoas com HIV. Até o momento, apenas uma pequena parte desse objetivo foi alcançada: em 2018, os países administraram o tratamento preventivo da TB a menos de 430.000 contatos e 1,8 milhão de pessoas.

A tuberculose continua sendo a principal causa de morte entre as pessoas vivendo com HIV. O tratamento preventivo da TB trabalha em sinergia com a terapia antirretroviral para prevenir a doença e salvar vidas. Governos, serviços de saúde, parceiros, doadores e sociedade civil devem redobrar seus esforços para aumentar o acesso ao tratamento preventivo da TB aos níveis previstos.

As novas diretrizes unificadas recomendam várias abordagens inovadoras para expandir o acesso ao tratamento preventivo da TB:

  • A OMS recomenda expandir a aplicação do tratamento preventivo da TB entre as populações de maior risco, como contatos domésticos de pacientes, pessoas vivendo com HIV e outras pessoas em risco de ter imunidade reduzida ou viver em condições de superlotação.
  • A OMS recomenda integrar os serviços de tratamento preventivo da tuberculose nas atuais atividades de detecção de casos de TB. Recomenda-se que todos os contatos domiciliares de pacientes com TB e pessoas com HIV sejam rastreados quanto à TB ativa. Se a TB ativa for descartada, o tratamento preventivo da doença deve ser iniciado.
  • A OMS recomenda a realização de prova tuberculínica ou ensaio de liberação de interferon gama (IGRA) para detectar a infecção por TB. Ambos os testes são úteis na detecção de pessoas com maior probabilidade de se beneficiar do tratamento preventivo da TB, mas não devem se tornar uma barreira à expansão do acesso. O teste da infecção por TB não é necessário antes do início do tratamento preventivo da tuberculose em pessoas vivendo com HIV e em crianças menores de cinco anos que estão em contato com pessoas que têm tuberculose ativa.
  • A OMS recomenda novas e mais curtas opções de tratamento preventivo, além da profilaxia diária com isoniazida por seis meses. As alternativas mais curtas recomendadas atualmente incluem a administração diária de rifapentina em combinação com isoniazida por um mês; administração semanal de rifapentina em combinação com isoniazida por três meses; administração diária de rifampicina em combinação com isoniazida por três meses; ou a administração diária de rifampicina durante quatro meses.

Ao mesmo tempo que pessoas de todo o mundo se reúnem para celebrar o Dia Mundial da Tuberculose, a OMS chama governos, comunidades afetadas, organizações da sociedade civil, prestadores de cuidados de saúde, doadores, parceiros e indústria a juntarem forças e intensificarem a resposta à TB – especialmente em relação ao tratamento preventivo da doença, para garantir que ninguém seja deixado para trás”, disse Tereza Kasaeva, diretora do Programa Mundial contra a Tuberculose da OMS. “As novas orientações da OMS mostram o caminho a seguir para milhões de pessoas acessarem rapidamente novas ferramentas e opções mais curtas e seguras para tratamento preventivo. A hora de agir é agora”.

Para ter acesso às novas orientações, clique aqui.

 Fonte: OMS


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Teuto lança genérico à base de tartarato de brimonidina

laboratorio teuto

Medicamento desenvolvido pelo Laboratório Teuto, ajuda no tratamento de pacientes com glaucoma de ângulo aberto ou pressão ocular elevada

O Laboratório Teuto lança no mercado farmacêutico o antiglaucomatoso genérico à base de tartarato de brimonidina, em solução oftálmica 2mg/mL. O medicamento, disponível em frasco com 5ml, é indicado no tratamento de pacientes com glaucoma de ângulo aberto ou pressão ocular elevada (pressão aumentada dentro dos olhos). O lançamento é mais uma novidade no portfólio da companhia.

O tartarato de brimonidina é uma solução oftálmica que apresenta ação hipotensiva ocular, ou seja, que reduz a pressão dentro dos olhos. O glaucoma é uma doença crônica e que não tem cura, portanto, o uso adequado e contínuo no tratamento, orientado pelo oftalmologista é fundamental para preservar a visão. O medicamento é contraindicado para menores de 2 anos de idade e não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Sua venda deve ser feita apenas com prescrição médica.

Thiago Lobo Matos, farmacêutico supervisor de mercado do Teuto, alerta para algumas contraindicações do produto. “O tartarato de brimonidina é contraindicado para pessoas que apresentam alergia a substância ou a qualquer outro dos componentes da fórmula. É contraindicado também para pacientes em tratamento com medicamentos que contenham substâncias inibidoras da monoaminoxidase (IMAO), como por exemplo, certos antidepressivos”, adverte o especialista.

Lançamentos

Solução completa em saúde, o Laboratório Teuto, que há mais de sete décadas é sinônimo de qualidade e confiança, alcançou recentemente a marca de 17 produtos considerados como “Medicamentos/Apresentações de referência”. O reconhecimento dos produtos é realizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), que divulga em seu site (www.portal.anvisa.gov.br/registros-e-autorizacoes/medicamentos/produtos/medicamentos-de-referencia/lista) a lista completa dos medicamentos.

Atualmente, a companhia possui mais de 750 apresentações de medicamentos, entre medicamentos de referência, genéricos, genéricos de marca (similares equivalentes – EQ’s), MIP’s (medicamentos isentos de prescrição), linha hospitalar, suplementos alimentares, cosméticos e produtos para saúde. Nos próximos anos, está programado o lançamento de mais de 180 novas apresentações.


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Vendas genéricos cresce 11% no 3º trimestre de 2020

genericos medicamentos

O desempenho do setor foi duas vezes maior que o conquistado pelo mercado total de medicamentos. Apesar do resultado, indústria sofre pressão de custos com alta do dólar e aumento do preço de matérias primas no mercado internacional.

A indústria de medicamentos genéricos registrou vendas de 423 milhões de unidades no varejo farmacêutico no terceiro trimestre deste ano, consolidando crescimento de 11,08% frente ao mesmo período do ano anterior.

O desempenho dos genéricos foi superior ao registrado pelo mercado farmacêutico total, que cresceu 5,36% em unidades no mesmo período. Os dados são da PróGenéricos (Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos), com base em levantamento do IQVIA, empresa que audita o varejo farmacêutico no país.

Em faturamento, o setor de genérico registrou alta de 20% no terceiro trimestre, frente ao período de 2019, atingindo a marca de R$ 3.119 bilhões, já considerados os descontos concedidos ao varejo. O crescimento é reflexo do aumento de volume e da expansão das vendas de genéricos de maior valor agregado, caso dos produtos voltados para o tratamento do sistema nervoso central, por exemplo.

“O mercado de genéricos cresceu o dobro do mercado total de medicamentos. Esses dados comprovam que os genéricos seguiram cumprindo seu papel de fortalecer o acesso a medicamentos neste momento de pandemia. Os consumidores, em virtude do preço, qualidade e eficácia, buscaram refúgio nos genéricos para dar continuidade a seus tratamentos”, explica Telma Salles, presidente da PróGenéricos.

Apesar do crescimento importante, Salles aponta que, ainda por conta da pandemia, a indústria enfrenta forte pressão nos custos com a alta do dólar e dos preços praticados no mercado internacional e refletidos nos insumos adquiridos para produção medicamentos. “Vendas e faturamento cresceram, mas a indústria segue pressionada na ponta pelos custos”, avalia a executiva.

Acumulado do ano: janeiro a setembro de 2020

No acumulado do ano, a indústria de medicamentos genéricos registrou crescimento de 13% no número de unidades vendidas no período de janeiro a setembro de 2020 se comparado com o mesmo período de 2019. No total, foram comercializadas 1.237 bilhões de unidades, de acordo com balanço da PróGenéricos (Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos).

No mesmo período, o mercado farmacêutico total registrou expansão menor do que o mercado de genérico. Entre janeiro a setembro de 2020, o mercado farmacêutico total cresceu 8,79% se comparado com 2019. Foram comercializados 3.529 bilhões de unidades.

De acordo com o balanço da PróGenéricos, as vendas do segmento registraram crescimento de 19,42%, somando R$ 8.643 bilhões nos nove primeiros meses de 2020, também considerando os descontos concedidos ao varejo.

Com o resultado, os genéricos representam mais de 1/3 do mercado total de medicamentos, em unidades. O índice corresponde apenas às vendas realizadas no varejo e não compreende as vendas para hospitais e setor público.

Economia e benefício para o consumidor

Ainda de acordo com o balanço da PróGenéricos, desde que chegaram ao mercado, em 2000, os genéricos geraram uma economia superior a R$ 169,3 bilhões em gastos com medicamentos para os consumidores brasileiros. O valor é potencialmente maior, uma vez que esse indicador só considera o desconto de 35% previsto em lei.

“O desempenho dos genéricos se deve basicamente à combinação do binômio qualidade e preço. Os consumidores sabem que os genéricos são eficazes e muito mais baratos que os medicamentos de referência”, complementa Telma.

Atualmente, 87 laboratórios comercializam medicamentos genéricos no país. O mercado tem 3.325 registros válidos de genéricos e mais de 21,7 mil apresentações, de acordo com a Anvisa.

Os genéricos são largamente utilizados para no tratamento de doenças crônicas, aquelas que necessitam de uso contínuo de medicamentos. Algumas dessas doenças, como o diabetes, se mostraram agravantes para os riscos do novo coronavírus. Isso fez com que o consumidor redobrasse cuidados, o que se refletiu nas vendas. Os genéricos mais vendidos em 2020 são: Losartana, Hidroclorotiazida, Dipirona Sodica, Sildenafila e Atenolol.

Fonte: Pfarma


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