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Drogasil lança museu virtual da farmácia

Drogasil lança museu virtual da farmácia - ASCOFERJ

A Drogasil acaba de lançar o MUFA (Museu do Universo da Farmácia), o primeiro da América Latina totalmente virtual. Com investimento inicial de R$ 1,8 milhões, o MUFA reúne conteúdos históricos voltado para estudantes, historiadores, curiosos e profissionais do mercado.

O museu está dividido em 5 espaços virtuais de visitação, sendo: “Linha do Tempo“, que dá um amplo panorama da história da Farmácia no mundo a partir de marcos cronológicos apresentados num túnel do tempo; “Vídeos”, com vídeos sobre dor, pílula anticoncepcional e insulina; “Coleções“, área que disponibiliza documentos relacionados à história da Saúde, como fotografias inéditas, publicações educativas e coleções de Almanaques; “Moléculas da Natureza“, que traz as principais moléculas utilizadas em medicamentos ao longo da história; e por fim “Exposição“, que mostra interativamente uma farmácia em 1820, outra em 1910 e uma terceira nos anos de 1950.

“A criação do MUFA é mais uma entrega que fazemos a nossos clientes e à toda a sociedade. Com ele reunimos de maneira inédita toda a história do nosso segmento, além ampliar o acesso à cultura. Estamos muito felizes com o resultado e temos certeza que em breve ele se tornará referência no assunto, contribuindo para a educação dos jovens e também como uma fonte de compartilhamento para os profissionais da área, no Brasil e na América Latina”, ressalta Maria Susana de Souza, vice-presidente de Gente e Cultura da RD.

Visite o MUFA.

Fonte: RD


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Mercado farmacêutico, Laboratórios Farmacêuticos, Marketing Farmacêutico





Nutricosméticos na rotina capilar

Nutricosméticos na rotina capilar - Guia da Farmácia

O uso dos nutricosméticos melhora a saúde dos fios. A farmacêutica e gerente de qualidade da Maxinutri, Geisa Valério, explica seus benefícios

Os nutricosméticos são grandes aliados da saúde e da beleza dos cabelos. Eles são compostos por substâncias que atuam na saúde dos fios, como vitaminas e minerais.

Qual a composição desses produtos?

Eles apresentam um mix com várias vitaminas, sendo a maioria do complexo B e vitaminas A e C, que possuem efeitos benéficos na saúde dos fios. Algumas vitaminas estimulam a multiplicação celular, ajudando o fio a crescer mais rápido; outras melhoram a circulação sanguínea do couro cabeludo e regulam a produção de sebo, melhorando o fornecimento de nutrientes para o cabelo; e outras evitam a queda e quebra dos fios. Efeitos que propiciam o crescimento saudável”, conta a farmacêutica e gerente de qualidade da Maxinutri, Geisa Valério.

Quais os benefícios?

Quando associados, estes ativos estimulam o crescimento dos fios e a manutenção da força e resistência; também auxiliam o organismo a produzir componentes, como colágeno, ácido hialurônico e substâncias antioxidantes que deixam os fios saudáveis.

O que o mercado oferece?

De acordo com Geisa, os suplementos de uso oral conseguem agir de diferentes maneiras, sendo diretamente no fio, ou no couro cabeludo, ou por meio do fornecimento de nutrientes via corrente sanguínea. “Os nossos suplementos em específico têm vitaminas que, quando associadas, promovem um efeito estrondoso. A linha Supreme possui mais o ácido hialurônico e D-pantenol que agem intensificando os benefícios para os fios. Os produtos de uso tópico acabam por possuir uma ação limitada ao local de aplicação (apenas couro cabeludo, comprimento ou pontas)”, diz.

Quais os resultados esperados?

Geisa explica que por se tratar de suplementos que possuem, em sua composição, vitaminas, minerais e substâncias específicas que possuem afinidade, a tendência é de que se observe um crescimento mais rápido e forte dos fios e diminuição da queda.

Como explorar os dermocosméticos e nutricosméticos nas farmácias?

Fonte: Guia da Farmácia

Foto: Shutterstock


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Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Vaga Farmacêutico Analista de Produção Jr

merck sharp e dohme

(Texto atualizado em 23/12/2020 às 02:38 pm)

merck sharp e dohme

Nossa equipe da Cadeia de Suprimentos garante que o estoque esteja consistentemente disponível para atender à demanda do cliente. Coordenamos todos os aspectos de suprimento por meio do planejamento de suprimentos, fornecimento, fabricação, gestão de estoque, embalagem e entrega. Fazemos parcerias entre as organizações de Marketing, Finanças e Fabricação Manufatura para construir uma demanda robusta e um plano de fornecimento, e para garantir que obtenhamos produtos para o cliente certo, no local e no momento certo.

Requerimentos:

Mandatório:

Formação Superior: Farmacia, Engenharia Química e Engenharia de Produção
Pacote Office – Excel (Tabela Dinâmica / Filtros / Gráficos
Habilidade de Resolução de problemas
Vivência anterior em sistemas ERP.
Inglês – Intermediário – Importante conseguir comunicar-se

Desejável

Conhecimento em SAP.
Vivência anterior em empresa Farmaceutica / Saúde animal / Alimenticia.
Inglês Fluente.

Atividades:

SAP (Software ERP integrado): Monitorar diariamente erros das ordens de Produção (Manufatura e Embalagem), em relação ao apontamento de fases, consumo de material e criação de estoque no inventário. Monitorar fechamento das ordens, garantindo o cumprimento das métricas (Schedule Adherence).
Investigação e gerenciamento de notificações de qualidade (desvios) e Reclamações de Mercado da Área da Produção;
Agendamento e acompanhamento de Quality Hour (reunião destinada a alinhamento de estratégia de investigação de notificação de qualidade) para Produção;
Auxilio nas atividades relacionadas a TR (Controle de Mudança de Equipamentos);
Gerenciamento de desvios para o controle em Reuniões (abertura, fechamento e status de envio à Qualidade).
Dar suporte à área de produtos médicos.
Suporte às auditorias internas da nossa empresa na área de Produção em relação às Boas Práticas de Manufatura (GMP), coletando os pontos observados e auxiliando no encaminhamento e resolução dos mesmos.
Executar e controlar mudanças em documentações GMP (SOPs, MPDs, PPDs, logbooks, PLs e PSs)
Buscar fornecedores e fazer processos de compras de materiais e serviços, dentro do limite estabelecido.
Dar suporte à programação de produção e ao gerenciamento lean (emissão de ordens de fabricação, atualização de quadros visuais, controle de cycle time, controle de TR).

Nossa Divisão de Fabricação Manufatura e Fornecimento está comprometida em ser o fornecedor mais confiável de bioprodutos farmacêuticos em todo o mundo. Nossas instalações, juntamente com nossos prestadores de serviço externos, fornecedores e parceiros, criam uma rede de fabricação global interdependente, que tem o compromisso de entregar suprimentos de alta qualidade e confiáveis a clientes e pacientes, na hora certa e todas as vezes.


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Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, Legislação e regulamentações





Laboratório Teuto completa 73 anos

PFARMA

(Texto atualizado em 16/12/2020 às 05:20 pm)

 Com o aniversário celebrado no dia 25 de março, a companhia proporciona mais qualidade de vida aos seus colaboradores, cliente e parceiros

O mais completo parque farmacêutico da América Latina, Laboratório Teuto, que é referência em crescimento sustentável, chegou aos seus 73 anos, no dia 25 de março. A companhia proporciona mais qualidade de vida aos seus colaboradores, clientes, colaboradores e parceiros, por meio da excelência no desenvolvimento, fabricação e comercialização de seus produtos, além de valorizar a responsabilidade socioambiental, reafirmando que “Se é Teuto, é de confiança”.

No mês em que celebra mais um ano de excelência, a empresa reforça seu compromisso com o crescimento sustentável. “Estamos buscando sempre a inovação e o que há de melhor no mercado nacional e internacional. A companhia apresenta para todo o mercado farmacêutico sua cultura de inovação, excelência e governança corporativa”, revela o presidente do Conselho Administrativo do Teuto, Ítalo Melo.

Segundo Ítalo, o objetivo do Teuto sempre foi o desenvolvimento de seus colaboradores e parceiros. “Investimos continuamente em ações que fortalecem nossa cultura de qualidade, integridade e alta performance. Qualificamos nossa equipe com as melhoras práticas de governança corporativa, com o objetivo de levar saúde, bem-estar e qualidade de vida para as famílias brasileiras e nos mercados internacionais em que atuamos”, afirma.

Maria Regina Parente Tironi trabalha na empresa desde 1993, marcando a sua chegada no Distrito Agroindustrial de Anápolis (Daia), em Goiás. “É muito bom poder acompanhar mais um ano do Teuto. Ao longo dessa história passamos por muitos momentos desafiadores que foram superados com sucesso, como a construção da nova planta da companhia. Com isso, é muito gratificante participar desta trajetória, é um sentimento de orgulho, orgulho em ser Teuto”, afirma a gerente de TI.

Tudo isso reforça as palavras do empreendedor Walterci de Melo, na inauguração da expansão 2001. “Estamos construindo o futuro. Fazemos isso com a coragem, o amor, o trabalho e o civismo que cada um de nós deve dedicar ao nosso país. Para que as futuras gerações se orgulhem dos seus antepassados e possam ter nesses exemplos o estímulo para a construção de um mundo ainda melhor”. São os princípios que a companhia promove até os dias de hoje e, que fazem do Teuto, uma história de sucesso.

Sobre o Teuto

Há mais de sete décadas no coração do Brasil, com o mais completo parque farmacêutico da América Latina e solução completa em saúde, o Teuto é referência para o mercado nacional e internacional.  A companhia, que é sinônimo de qualidade e confiança, proporciona mais qualidade de vida aos seus clientes, colaboradores e parceiros, por meio da excelência no desenvolvimento, fabricação e comercialização de seus produtos, e valoriza a responsabilidade socioambiental, reafirmando que “Se é Teuto, é de confiança”.


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Laboratórios Farmacêuticos





Testes de coronavírus, saiba tudo

Esclareça dúvidas sobre os testes de coronavírus- Guia da Farmácia

As instruções também têm como objetivo alertar a população sobre a importância de se ter critérios ao solicitar o teste COVID-19 e de como é realizado o procedimento

Muitas são as orientações que os especialistas, por meio da mídia, têm passado à sociedade sobre os cuidados e prevenção da propagação do COVID-19. Porém, o que poucas pessoas sabem é como são feitos os exames laboratoriais quando a infecção é diagnosticada e em que momento os resultados são divulgados ao paciente.

Com o intuito de sanar algumas dúvidas, a Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial (SBPC/ML), entidade médica que representa os laboratórios clínicos, responde seis questões importantes sobre o procedimento:

Posso ir diretamente ao laboratório e solicitar o teste?

Não. O teste só poderá ser feito mediante o encaminhamento médico. O profissional de saúde precisa avaliar o paciente, constatar que ele apresenta indicação clínica e solicitar a realização do teste.

Os testes para o coronavírus são feitos apenas em hospitais privados ou os públicos também atendem a essa demanda?

Diversos hospitais do sistema público e privado, além de centenas de laboratórios de análises clínicas do Brasil já coletam o teste.

Como os testes para o coronavírus são feitos?O procedimento é demorado?

O procedimento de coleta do teste é rápido e simples. Com hastes flexíveis chamadas de swabs, o profissional de saúde colhe três amostras de secreção: uma da narina direita, outra da esquerda e, por fim, da mucosa da garganta. É fundamental que o profissional que estiver fazendo a coleta utilize todos os equipamentos de proteção, como luvas, óculos, avental e máscaras. Depois disso, o material é encaminhado aos laboratórios de análise.

Em quanto tempo o paciente recebe o resultado e diagnóstico?

O tempo de entrega dos resultados varia de laboratório para laboratório. Alguns disponibilizam em até 24h, outros em até sete dias. É importante ressaltar que não se trata de um teste simples. O resultado oficial fica disponível para o paciente pela internet, nos laboratórios em que este serviço é disponível e para o médico no sistema do hospital de atuação.

Os laboratórios brasileiros estão preparados para atender a população?

Os laboratórios brasileiros estão ajustando sua capacidade produtiva, e os insumos para realização do teste do COVID-19 são limitados, por isso a recomendação de que seja utilizado de maneira a atender os casos com recomendação médica. A SBPC/ML junto com outras entidades de classe estão trabalhando em conjunto com Ministério da Saúde e Órgãos reguladores para avaliar a incorporação de novos testes diagnósticos que permitam ampliar este atendimento à população.

Quais cuidados os profissionais de saúde devem ter no momento que fazem o exame na pessoa infectada pelo COVID-19?

Se para a população todo o cuidado é pouco, essa premissa torna-se ainda maior para os médicos e enfermeiros. Como estão em contato direto com o paciente infectado, eles precisam estar devidamente protegidos, utilizando aventais descartáveis e de manga longa, máscaras, óculos ou escudos de proteção, calçar luvas descartáveis após a higienização adequada das mãos.

Estamos falando de um vírus com alto poder de contágio. Sabemos que o povo brasileiro é muito afetivo; abraços, beijos e apertos de mãos fazem parte da rotina de todos. Porém, mesmo esses pequenos gestos podem trazer grandes problemas. Portanto, evitá-los pode ser importante na prevenção. Lavar constantemente as mãos com água e sabão, utilizar álcool gel 70% para a higienização ao usar transporte público, restaurantes, entre outros, usar produtos de limpeza nos ambientes, como água sanitária, sabão e álcool, são atitudes que podem minimizar os impactos da transmissão do Coronavírus. Se cada um de nós fizer a nossa parte, todos serão beneficiados.

Foto: Shutterstock Fonte: SBPC/ML e Lab Tests Online


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Covid-19





GSK/ViiV Healthcare lança doc-reality sobre HIV na MTV

PFARMA

Em projeto inédito, pessoas que vivem com HIV vão compartilhar suas histórias de superação do estigma e discriminação

Rio de Janeiro, novembro de 2020 – Na próxima terça-feira, dia 1 de dezembro, é celebrado o Dia Mundial do HIV/AIDS. No Brasil, a pandemia da COVID-19 trouxe um desafio adicional no enfrentamento da doença, com a diminuição da testagem para o HIV. Segundo dados do Ministério da Saúde, até julho, houve um decréscimo de 17% no número de pessoas que iniciaram o tratamento na rede pública em comparação ao mesmo período do ano passado1.

Como uma das ações para aumentar a conscientização sobre o HIV, diagnóstico e combater o estigma e a discriminação, a GSK/ViiV Healthcare, ao lado dos coprodutores Vbrand e CineGroup, estreia na  MTV o doc-reality “Deu Positivo”, protagonizado por pessoas que vivem com HIV. Em três episódios, os participantes vão contar suas histórias reais permeando os temas indetectável = intransmissível, sorofobia e rede de afeto para levar informação à população.

“Ao longo dos anos, a GSK/ViiV Healthcare tem desenvolvido diversas ações para desmistificar questões em torno do tema HIV, especialmente para jovens, entre os quais há um aumento do número de infecções. Com a série “Deu Positivo”, mostramos através de histórias reais que é possível viver com HIV com qualidade de vida e não transmitir o vírus, desde que esteja em tratamento e com carga viral indetectável. Projetos como esse trazem à tona a importância do tema para o enfrentamento do HIV/AIDS no país”, comenta Gunnar Riediger, Diretor da Unidade de Negócios BioTech da GSK Brasil.

“Quando idealizamos o projeto sabíamos a relevância do entretenimento audiovisual para se conectar, de forma autêntica, com a geração Z, na sensibilização da causa do HIV. O resultado dessa jornada de cocriação, de brand entertainment na essência, é essa série emocionante” , explica Fernanda Menegotto, sócia-diretora da Vbrand.

Na estreia, o doc-reality conta a história de Victor Bebiano, um multiartista de 23 anos que, recentemente, tornou público que vive com HIV. Victor namora há dois anos com o cenógrafo e aderecista Guilherme Custódio, formando um casal sorodiscordante. Além do projeto visual encabeçado pelos dois, Victor decidiu gravar uma música e produzir um clipe que apresenta, em formato artístico, a pluralidade de corpos e rostos de pessoas que vivem com HIV. “Enquanto a gente não botar nossa cara e mostrar quem a gente é, mostrar os nossos corpos, nossos rostos, mostrar como a gente vive, as pessoas vão continuar mantendo aquele estereótipo do passado”, afirma ele.

“Nos enche de orgulho contar essas histórias, de estar ao lado dessas pessoas que, acima de tudo, são corajosas, são inspiradoras. E que certamente têm um papel fundamental na conscientização sobre o HIV/AIDS, não apenas no que diz respeito à transmissão do vírus, mas também por contribuírem na destruição da sorofobia a cada dia que passa” comenta Luciana Pires, produtora executiva da Cinegroup.

“A MTV sempre destacou a importância e se manteve envolvida em ações de prevenção ao HIV e, mais do que isso, com foco no combate ao preconceito que existe ao redor dessa questão ainda hoje. Entrar como parceiro desse projeto, reforça nosso compromisso em trazer esclarecimento e informação”, afirma Tiago Worcman, vice-presidente sênior de Marcas de Música e Entretenimento da ViacomCBS América Latina.

Além do doc-reality, a GSK/ViiV Healthcare promove ainda outras ações abordando a importância da testagem e o diagnóstico precoce, como a Campanha “Abrace a Positividade” com a participação de influenciadores para discutir sobre o tema. Outra iniciativa inédita será a Jornada Participathivos, um evento virtual no dia 03 de dezembro, que contará com a presença de profissionais de saúde e um participante do doc-reality “Deu Positivo”. A GSK/ViiV Healthcare também atua com apoiadora de projetos de terceiros para público leigo e profissionais de saúde sobre a conscientização do HIV e para a melhoria do cuidado às pessoas vivendo com HIV.

Sobre o HIV no Brasil

Um dos objetivos da GSK/ViiV Healthcare também é suportar a progressão dos indicadores em relação à meta 90-90-90 da UNAIDS no mundo todo, inclusive no Brasil. Dados do Relatório do Monitoramento Clínico do HIV publicado pelo Ministério da Saúde em 2019 mostram que, em 2018, das pessoas que vivem com HIV no Brasil, 85% já fizeram teste; destas, 78% estão em tratamento e, desse percentual, 93% apresentam supressão viral2.

  • 900 mil pessoas vivem com o vírus no Brasil2 e 87% das pessoas que iniciaram o tratamento em 2018 estão em uso do antirretroviral dolutegravir3;
  • O SUS oferece gratuitamente testes para diagnóstico de HIV. Existem, no Brasil, dois tipos de testes: os exames laboratoriais e os testes rápidos. Os testes rápidos são práticos e de fácil execução; podem ser realizados com a coleta de uma gota de sangue ou com fluido oral, e fornecem o resultado em até 30 minutos4;
  • O Brasil garante acesso universal ao tratamento para HIV e foi reconhecido pela ONU como referência mundial no controle da AIDS5;
  • Cerca de 731 mil pessoas que vivem com o HIV no país fazem uso da terapia antirretroviral em unidades da rede pública de saúde1;
  • Ainda há mais de 134 mil pessoas que ainda não sabem que estão infectadas pelo vírus2.

Doc-reality ‘Deu Positivo’

Estreia: 1º, 2 e 3 de dezembro, às 20h, só na MTV.

Nota de esclarecimento:  As gravações da série Deu Positivo respeitaram os protocolos de segurança de produções audiovisuais, as recomendações das autoridades de saúde e as normas vigentes do poder público para conter a pandemia do Covid-19 em 2020. Toda a equipe e os personagens participantes da série fizeram testes clínicos e todos os exames apresentaram resultado negativo.

Sobre a GSK ViiV Healthcare

A GSK é uma empresa global de saúde com foco em ciência e com um propósito especial de ajudar as pessoas a fazer mais, sentir-se melhor e viver mais. Temos três negócios globais que pesquisam, desenvolvem e fabricam medicamentos inovadores, vacinas e produtos de saúde. Somos uma das empresas de saúde mais inovadoras, confiáveis e com o melhor desempenho do mundo. Para mais informações, acesse www.gsk.com.br

A ViiV Healthcare foi criada em 2009, a partir de uma joint venture entre a GSK e a Pfizer, formando uma companhia global dedicada exclusivamente a tratamentos para o HIV. Em 2012, a japonesa Shionogi completou a sociedade. Atualmente, a GSK detém 76,5% de participação na empresa. Como líder em pesquisa e desenvolvimento de tratamentos para o HIV, a ViiV Healthcare possui operações em mais de 50 países. A GSK é o distribuidor da ViiV Healthcare no Brasil.

Referências:

  1. BRASIL. Ministério da saúde. Departamento de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis. OFÍCIO CIRCULAR Nº 16/2020/.DCCI/SVS/MS. Disponível em: <http://www.aids.gov.br/system/tdf/legislacao/2020/portarias_e_oficios_ministeriais/oficio_circular_n_16.2020.dcci_.svs_.ms_.pdf?file=1&type=node&id=67264&force=1>. Acesso em: 01 out. 2020.
  2. BRASIL. Ministério da Saúde. Departamento de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis. Relatório de Monitoramento Clínico do HIV 2019. Disponível em: <http://www.aids.gov.br/system/tdf/pub/2016/67063/relatorio_de_monitoramento_clinico2.pdf?file=1&type=node&id=67063&force=1> Acessado em: 01 out. 2020
  3. PASCOM AR. Ministério da Saúde. Experience with dolutegravir in first line. 1-18;2019.
  4. BRASIL. Ministério da saúde. Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis. Testagem. Disponível em: <http://www.aids.gov.br/pt-br/publico-geral/prevencao-combinada/testagem>. Acesso em: 28 ago. 2020.
  5. BRASIL. Ministério da Saúde. Ministério da Saúde. Departamento de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis. Boletim Epidemiológico de HIV/Aids 2019. Disponível em: <http://www.aids.gov.br/pt-br/pub/2019/boletim-epidemiologico-de-hivaids-2019>. Acesso em: 28 ago. 2020.

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Laboratórios Farmacêuticos, Marketing Farmacêutico





Campanha de vacinação contra gripe

(Texto atualizado em 18/11/2020 às 05:51 pm)

Com a pandemia mundial do novo coronavírus – COVID-19, a campanha nacional de vacinação contra a gripe (Influenza) será antecipada neste ano e começará na próxima segunda-feira, 23 para grupos prioritários: idosos e profissionais de saúde.

Em anos anteriores, farmacêuticos informaram ao CRF-SP que enfrentaram dificuldades para receber a vacina contra a gripe devido à interpretação errônea das equipes responsáveis pela imunização em alguns municípios que alegam que o profissional não se enquadraria no chamado grupo prioritário.

No entanto, o Ministério da Saúde emitiu em 2018, por solicitação do CRF-SP, uma nota Informativa na qual reitera que “a vacina encontra-se disponibilizada para os grupos prioritários, entre eles, como referimos anteriormente, os trabalhadores da saúde, nos quais encontram-se inseridos os farmacêuticos”.

O CRF-SP espera que não haja problemas para imunização dos farmacêuticos, mas orienta que a nota seja apresentada caso algum profissional se depare com a negativa.

Clique aqui e acesse a Nota Informativa nº 103/2018 do Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis.


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Legislação e regulamentações





OMS divulga novas recomendações para prevenir tuberculose

PFARMA

(Texto atualizado em 18/11/2020 às 08:19 pm)

 As novas orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS) ajudarão a acelerar os esforços dos países para impedir que pessoas infectadas com tuberculose (TB) desenvolvam a doença, graças à administração de tratamento preventivo.

Estima-se que um quarto da população mundial está infectada com o bacilo da tuberculose. Essas pessoas não estão doentes ou contagiosas; no entanto, correm um risco maior de desenvolver a TB, especialmente aquelas que têm um sistema imunológico enfraquecido. Oferecer-lhes tratamento preventivo contra a tuberculose não apenas servirá para protegê-los da doença, mas também reduzirá o risco de transmissão comunitária.

No marco do Dia Mundial da Tuberculose (24 de março), a OMS ressalta que a TB continua sendo a doença infecciosa mais mortal do mundo. Em 2018, 10 milhões de pessoas adoeceram com tuberculose em todo o mundo e 1,5 milhão de pessoas perderam a vida por esta doença.

“A COVID-19 está demonstrando como pessoas com doenças pulmonares e sistemas imunológicos debilitados podem ser vulneráveis”, afirmou Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS. “O mundo está comprometido em acabar com a tuberculose até 2030; melhorar a prevenção é a chave para fazer isso acontecer. Milhões de pessoas precisam receber tratamento preventivo contra a tuberculose para deter o aparecimento da doença, prevenir o sofrimento e salvar vidas”.

Tedros destacou ainda a importância de dar continuidade aos esforços relacionados a problemas de saúde de longa data, como a TB, durante surtos mundiais como o causado pelo novo coronavírus. Ao mesmo tempo, os programas existentes para combater a tuberculose e outras doenças infecciosas importantes podem ser aproveitados para melhorar a eficácia e a velocidade da resposta à COVID-19.

Embora tenha havido algum progresso no sentido de alcançar as metas estabelecidas na Reunião de Alto Nível das Nações Unidas sobre TB, em 2018, pouca atenção foi dada ao tratamento preventivo da doença. Os líderes mundiais se comprometeram a garantir o acesso ao tratamento preventivo da tuberculose até 2022 para um mínimo de 24 milhões de contatos de pessoas com tuberculose ativa e 6 milhões de pessoas com HIV. Até o momento, apenas uma pequena parte desse objetivo foi alcançada: em 2018, os países administraram o tratamento preventivo da TB a menos de 430.000 contatos e 1,8 milhão de pessoas.

A tuberculose continua sendo a principal causa de morte entre as pessoas vivendo com HIV. O tratamento preventivo da TB trabalha em sinergia com a terapia antirretroviral para prevenir a doença e salvar vidas. Governos, serviços de saúde, parceiros, doadores e sociedade civil devem redobrar seus esforços para aumentar o acesso ao tratamento preventivo da TB aos níveis previstos.

As novas diretrizes unificadas recomendam várias abordagens inovadoras para expandir o acesso ao tratamento preventivo da TB:

  • A OMS recomenda expandir a aplicação do tratamento preventivo da TB entre as populações de maior risco, como contatos domésticos de pacientes, pessoas vivendo com HIV e outras pessoas em risco de ter imunidade reduzida ou viver em condições de superlotação.
  • A OMS recomenda integrar os serviços de tratamento preventivo da tuberculose nas atuais atividades de detecção de casos de TB. Recomenda-se que todos os contatos domiciliares de pacientes com TB e pessoas com HIV sejam rastreados quanto à TB ativa. Se a TB ativa for descartada, o tratamento preventivo da doença deve ser iniciado.
  • A OMS recomenda a realização de prova tuberculínica ou ensaio de liberação de interferon gama (IGRA) para detectar a infecção por TB. Ambos os testes são úteis na detecção de pessoas com maior probabilidade de se beneficiar do tratamento preventivo da TB, mas não devem se tornar uma barreira à expansão do acesso. O teste da infecção por TB não é necessário antes do início do tratamento preventivo da tuberculose em pessoas vivendo com HIV e em crianças menores de cinco anos que estão em contato com pessoas que têm tuberculose ativa.
  • A OMS recomenda novas e mais curtas opções de tratamento preventivo, além da profilaxia diária com isoniazida por seis meses. As alternativas mais curtas recomendadas atualmente incluem a administração diária de rifapentina em combinação com isoniazida por um mês; administração semanal de rifapentina em combinação com isoniazida por três meses; administração diária de rifampicina em combinação com isoniazida por três meses; ou a administração diária de rifampicina durante quatro meses.

Ao mesmo tempo que pessoas de todo o mundo se reúnem para celebrar o Dia Mundial da Tuberculose, a OMS chama governos, comunidades afetadas, organizações da sociedade civil, prestadores de cuidados de saúde, doadores, parceiros e indústria a juntarem forças e intensificarem a resposta à TB – especialmente em relação ao tratamento preventivo da doença, para garantir que ninguém seja deixado para trás”, disse Tereza Kasaeva, diretora do Programa Mundial contra a Tuberculose da OMS. “As novas orientações da OMS mostram o caminho a seguir para milhões de pessoas acessarem rapidamente novas ferramentas e opções mais curtas e seguras para tratamento preventivo. A hora de agir é agora”.

Para ter acesso às novas orientações, clique aqui.

 Fonte: OMS


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Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Vendas genéricos cresce 11% no 3º trimestre de 2020

genericos medicamentos

O desempenho do setor foi duas vezes maior que o conquistado pelo mercado total de medicamentos. Apesar do resultado, indústria sofre pressão de custos com alta do dólar e aumento do preço de matérias primas no mercado internacional.

A indústria de medicamentos genéricos registrou vendas de 423 milhões de unidades no varejo farmacêutico no terceiro trimestre deste ano, consolidando crescimento de 11,08% frente ao mesmo período do ano anterior.

O desempenho dos genéricos foi superior ao registrado pelo mercado farmacêutico total, que cresceu 5,36% em unidades no mesmo período. Os dados são da PróGenéricos (Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos), com base em levantamento do IQVIA, empresa que audita o varejo farmacêutico no país.

Em faturamento, o setor de genérico registrou alta de 20% no terceiro trimestre, frente ao período de 2019, atingindo a marca de R$ 3.119 bilhões, já considerados os descontos concedidos ao varejo. O crescimento é reflexo do aumento de volume e da expansão das vendas de genéricos de maior valor agregado, caso dos produtos voltados para o tratamento do sistema nervoso central, por exemplo.

“O mercado de genéricos cresceu o dobro do mercado total de medicamentos. Esses dados comprovam que os genéricos seguiram cumprindo seu papel de fortalecer o acesso a medicamentos neste momento de pandemia. Os consumidores, em virtude do preço, qualidade e eficácia, buscaram refúgio nos genéricos para dar continuidade a seus tratamentos”, explica Telma Salles, presidente da PróGenéricos.

Apesar do crescimento importante, Salles aponta que, ainda por conta da pandemia, a indústria enfrenta forte pressão nos custos com a alta do dólar e dos preços praticados no mercado internacional e refletidos nos insumos adquiridos para produção medicamentos. “Vendas e faturamento cresceram, mas a indústria segue pressionada na ponta pelos custos”, avalia a executiva.

Acumulado do ano: janeiro a setembro de 2020

No acumulado do ano, a indústria de medicamentos genéricos registrou crescimento de 13% no número de unidades vendidas no período de janeiro a setembro de 2020 se comparado com o mesmo período de 2019. No total, foram comercializadas 1.237 bilhões de unidades, de acordo com balanço da PróGenéricos (Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos).

No mesmo período, o mercado farmacêutico total registrou expansão menor do que o mercado de genérico. Entre janeiro a setembro de 2020, o mercado farmacêutico total cresceu 8,79% se comparado com 2019. Foram comercializados 3.529 bilhões de unidades.

De acordo com o balanço da PróGenéricos, as vendas do segmento registraram crescimento de 19,42%, somando R$ 8.643 bilhões nos nove primeiros meses de 2020, também considerando os descontos concedidos ao varejo.

Com o resultado, os genéricos representam mais de 1/3 do mercado total de medicamentos, em unidades. O índice corresponde apenas às vendas realizadas no varejo e não compreende as vendas para hospitais e setor público.

Economia e benefício para o consumidor

Ainda de acordo com o balanço da PróGenéricos, desde que chegaram ao mercado, em 2000, os genéricos geraram uma economia superior a R$ 169,3 bilhões em gastos com medicamentos para os consumidores brasileiros. O valor é potencialmente maior, uma vez que esse indicador só considera o desconto de 35% previsto em lei.

“O desempenho dos genéricos se deve basicamente à combinação do binômio qualidade e preço. Os consumidores sabem que os genéricos são eficazes e muito mais baratos que os medicamentos de referência”, complementa Telma.

Atualmente, 87 laboratórios comercializam medicamentos genéricos no país. O mercado tem 3.325 registros válidos de genéricos e mais de 21,7 mil apresentações, de acordo com a Anvisa.

Os genéricos são largamente utilizados para no tratamento de doenças crônicas, aquelas que necessitam de uso contínuo de medicamentos. Algumas dessas doenças, como o diabetes, se mostraram agravantes para os riscos do novo coronavírus. Isso fez com que o consumidor redobrasse cuidados, o que se refletiu nas vendas. Os genéricos mais vendidos em 2020 são: Losartana, Hidroclorotiazida, Dipirona Sodica, Sildenafila e Atenolol.

Fonte: Pfarma


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Blau Farmacêutica atinge receita líquida de R$ 303 milhões

PFARMA

(Texto atualizado em 18/11/2020 às 08:19 pm)

Blau Farmacêutica atinge receita líquida de R$ 303 milhões no 3o trimestre de 2020 e chega a R$ 1,1 bilhão nos últimos 12 meses

A Blau Farmacêutica, uma das principais indústrias farmacêuticas brasileiras do segmento hospitalar, anunciou no dia 09 de outubro seus resultados consolidados para o 3o trimestre de 2020 (3T20) e para os nove meses do ano (9M20). Os resultados demonstram a resiliência da Companhia com 14% de aumento da receita líquida quando comparado ao mesmo período do ano anterior, forte lucratividade, atingindo 25% de margem líquida; e geração de fluxo de caixa. Ainda nesse trimestre, as vendas do mercado privado representaram 77% da receita total, ultrapassando, já no mês de agosto, a venda total do ano de 2019 no mercado privado. Nos últimos 12 meses, a receita líquida totalizou R$ 1,1 bilhão no 3T20.

“Em momentos desafiadores como esse, devido à pandemia COVID-19, manter o foco em criação de valor para os clientes, na capacidade de fornecer medicamentos críticos para a saúde e no compromisso inabalável com nossos colaboradores e com nossos valores, faz toda a diferença. Os constantes investimentos aos longos dos anos em aumento de capacidade produtiva com flexibilidade operacional nos trouxeram a possiblidade de aumentar a produção de diversos produtos de acordo à necessidade dos hospitais, mantendo o abastecimento de medicamentos essenciais nas áreas de unidade de terapia intensiva, anestesiologia, imunologia, hematologia e clínica geral. O resultado está́ impactado pelo mix de produtos, que, mesmo com o aumento de diversos insumos, conseguimos ter expansão de margem. Seguimos aumentando as vendas no mercado privado e ampliando o acesso”, afirma Marcelo Hahn, CEO da Blau Farmacêutica.

Outro fator somado ao crescimento da Blau foi o ritmo de investimentos em PD&I, novos negócios e M&A, além dos investimentos na ampliação de capacidade produtiva, tanto nas unidades fabris já em operação, como nas duas novas plantas em construção. “A aquisição da Pharma Limírio, que realizamos durante a pandemia, mostrou capacidade do time da Blau de identificar oportunidades estratégicas e sermos eficientes na execução e integração. Além desta aquisição, montamos uma subsidiária nos Estados Unidos dedicada a investimentos em centros de coleta de plasma, em linha com a estratégia de verticalização de insumos estratégicos para nossa independência produtiva. E também concluímos a instalação de todos os equipamentos das plantas de insumos biotecnológicos, dentro desta mesma linha de execução da estratégia de verticalização”, destaca Hahn.

Alinhado aos investimentos em PD&I, a Companhia segue registrando novos produtos em todos os países. Do começo do ano até hoje, a Blau registrou nove novos produtos na Anvisa e 20 novos produtos na América Latina, totalizando 193 produtos registrados na Latam.

Fonte: Blau Farmacêutica


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Eurofarma é eleita a melhor farmacêutica pela Época Negócios 360º

(Texto atualizado em 18/11/2020 às 08:20 pm)

eurofarma laboratorio

Companhia também se destacou na primeira posição nas dimensões Sustentabilidade e Visão de Futuro

A Eurofarma sagrou-se campeã da edição 2020 da Época Negócios 360º na categoria Indústria Farmacêutica e Cosméticos, premiação conduzida pela revista Época Negócios,em parceria com a Fundação Dom Cabral.

A pesquisa, considerada uma das mais completas em excelência empresarial do Brasil, avalia as companhias em seis dimensões: Inovação, Sustentabilidade, Visão de Futuro, Governança Corporativa, Pessoas e Desempenho Financeiro. Nesta edição 2020, as empresas avaliadas estão organizadas em 24 setores da economia, cada um com a sua campeã. Leia mais ›


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Abradilan divulga nota de esclarecimento sobre Operação Monte Cristo

PFARMA

(Texto atualizado em 18/11/2020 às 08:20 pm)

Em relação a Operação Monte Cristo, realizada pelo MP-SP (Ministério Público do Estado de São Paulo), nesta quinta-feira, a Abradilan divulgou a seguinte nota de esclarecimento (reproduzida na íntegra abaixo):

NOTA OFICIAL DE ESCLARECIMENTO/POSICIONAMENTO

A Associação Brasileira de Distribuição e Logística de Produtos Farmacêuticos (Abradilan) vem a público esclarecer e se posicionar à respeito da operação deflagrada que está acontecendo hoje (01º de outubro de 2020) pelo Ministério Público de São Paulo, Polícia Federal e Secretaria da Fazenda, que investiga casos de fraude fiscal e sonegação no setor farmacêutico e cita o nome da entidade no envolvimento de fraudes cometidas por grupos empresariais responsáveis pela distribuição de medicamentos no estado de São Paulo e pelo comércio varejista, a partir de redes de farmácias.

A medida contra a Abradilan é um equívoco por parte das autoridades envolvidas. A Abradilan não é uma entidade comercial, mas uma entidade representativa de classe, que tem mais de 140 empresas associadas. A Abradilan não vende, não compra, não estoca produtos, não incentiva qualquer prática não tendo qualquer envolvimento nas ações comerciais de seus membros.

A Abradilan ressalta que apoia toda e qualquer medida que contribua para a transparência no mercado farmacêutico, mas não pode deixar de manifestar surpresa e estranheza com o seu nome no mencionado neste processo.

Conselho Diretivo
Fonte: Abradilan


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Lei dos 30 Dias não é cumprida por falta de regulamentação do Ministério da Saúde

(Texto atualizado em 18/11/2020 às 08:20 pm)

cancer celulas

Responsabilidade é de estados e municípios, mas governo federal não regulamentou a lei com portaria específica, demonstrando descaso com a oncologia

Câncer é uma doença de rápida evolução e que não faz quarentena nem jogo político. Os riscos de morte são maiores e os custos, muito mais altos quando os casos chegam em estágios avançados. Uma das leis a favor de pacientes, a Lei dos 30 Dias, estabelece que exames para a confirmação do diagnóstico de câncer devam ser realizados em até um mês. Seu objetivo é o diagnóstico precoce, o que aumenta as chances de cura e de a doença nunca mais voltar, além de diminuir o impacto na gestão de pacientes oncológicos, com menos tratamentos, gastos e processos judiciais.

A Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (FEMAMA) atua junto ao poder público para garantir os direitos de pacientes, já que as leis não são cumpridas e as taxas de mortalidade na oncologia continuam altas.

Segundo publicação do Diário Oficial, a regulamentação da Lei dos 30 Dias deveria ser feita pelo Ministério da Saúde até 28 de abril, o que nunca aconteceu. A justificativa foi o coronavírus. Mas mesmo antes da pandemia, a auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) apontou espera de até 200 dias para o diagnóstico de câncer, quase sete vezes mais do que a lei garante ao paciente.

Ao ser questionado pela FEMAMA, o Ministério respondeu que já era subentendido que a lei estaria regulamentada por portarias anteriores, como a que institui a Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer, e que a responsabilidade era, agora, dos estados e municípios. Isso realmente é verdade, mas vale reforçar que é responsabilidade do Ministério da Saúde dar direcionamento para que os níveis regionais de poder possam ter uma atuação unificada e garantam aos cidadãos seus direitos ao diagnóstico e tratamento do câncer de forma precoce. Nenhuma das portarias mencionadas pelo Governo Federal, por exemplo, versa sobre um prazo de 30 dias.

A falta dessa orientação deixa dúvidas cruciais como em que parte da jornada do paciente começa e onde termina o prazo dos 30 dias; quem fica responsável pelo registro, notificação, fiscalização e monitoramento da lei; qual é o sistema que unificará e quando ele entrará em operação. Isso tudo inviabiliza a aplicação da lei no sistema público de saúde.

Levantamento com estados e municípios mostra despreparo na oncologia

A realidade é que pacientes esperam por muito tempo para fazer exames e biópsias e os gestores insistem em dizer que não há fila de espera. Essa incongruência veio à tona com o questionamento formal feito pela FEMAMA a estados e municípios por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI) após a terceirização de responsabilidade pelo Ministério da Saúde. O resultado, decepcionante, já era esperado por conta do relato de muitos pacientes: há um despreparo das instâncias regionais de poder, que não sabem como implementar a lei, apesar de terem ciência da responsabilidade que lhes foi repassada e da necessidade de diminuir a espera dos pacientes com queixas suspeitas de câncer.

Para entender o tamanho da desorganização, alguns não responderam dentro do prazo, de outros a resposta era vaga e prolixa, citando todos os esforços que realizam continuamente pelo bem de pacientes sem citar especificamente o que foi feito para se ter o diagnóstico precoce. Ainda foram encontrados casos onde o site para registrar reclamações ficou sem funcionar por um período. Poucos realizaram esforços específicos para a Lei dos 30 Dias funcionar. A impressão que fica é que nada foi feito e pacientes continuam tendo que aguardar por meses por seu diagnóstico.

Entre os 17 estados respondentes, somente 47% disseram que estão investindo em melhorias administrativas, de processos e infraestrutura de acesso para atender a lei. A notícia positiva é que, além destes, dois estados (12%) apontaram ter criado um programa de navegação de pacientes – Ceará e Maranhão. O levantamento também consultou diretamente 24 capitais, das quais 12 responderam. Quatro capitais afirmam estar atendendo no prazo de 30 dias – Belém, Fortaleza, Porto Alegre e São Paulo. Embora a maioria alegue que está fazendo o possível para aplicar o prazo correto da lei, quase 30% delas negam a responsabilidade, atribuindo-a ao estado. Embora o estudo seja menos robusto, mostra o empurra-empurra que vem acontecendo.

A FEMAMA possui 70 ONGs associadas em todo Brasil e, ao consultá-las, foi possível identificar que as respostas de alguns dos entes federados discordam das situações relatadas por pacientes. Criciúma (SC) é um exemplo de município que alegou que não há demanda reprimida, filas ou que prazo máximo está sendo respeitado. O caso de uma paciente atendida por uma ONG associada local mostra o contrário. Ela está há quase um mês tentando, sem sucesso, agendar sua consulta com mastologista após uma mamografia que identificou um nódulo. A justificativa do momento é o coronavírus. Nesse meio tempo, ela se mudou para Bento Gonçalves (RS) e, lá, saiu com uma consulta agendada para duas semanas depois, no SUS. Todo processo já ultrapassou 60 dias.

No Rio de Janeiro (RJ), o tempo médio para realização da biópsia até a disponibilização do resultado é de 29 a 35 dias. Porto Alegre (RS) alega que a consulta é marcada antes dos 30 dias, mas o que a lei deveria contemplar é todo o período até o diagnóstico, não só o da consulta nem só o do resultado. Alguns estados até mesmo dizem estar tentando “se virar”, cada um à sua maneira, já que não há um acordo ou investimento nacional partindo do Ministério da Saúde. A solução dada pela maioria dos estados e municípios é que, no caso de o prazo não ser cumprido, pacientes devem procurar a Unidade de Saúde em que foram atendidos e depois recorrerem às Ouvidorias dos Estados e do SUS. Ou seja, um ciclo vicioso sem resolução e sem um mecanismo unificado de fiscalização de cumprimento.

O sistema privado de saúde consegue oferecer diagnóstico e tratamento em um período muito inferior ao estabelecido, mas pacientes do SUS com suspeita de câncer têm uma jornada muito difícil, sem respaldo. Como resultado, a Covid-19 aumentou ainda mais a distância entre os pacientes oncológicos do sistema público e os da rede privada em relação à chance de cura do câncer. Se essa situação não for combatida, tanto os governos estaduais e municipais como o federal serão responsabilizados por essas vítimas. Pacientes não podem esperar o jogo político ficar mais ameno para cuidar de si e tratar do câncer.

Sobre a FEMAMA

A Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama é uma organização sem fins econômicos que trabalha para reduzir os índices de mortalidade por câncer de mama em todo o Brasil, lutando por mais acesso a diagnóstico e tratamento ágeis e adequados. Com foco em advocacy, a instituição busca influenciar a formação de políticas públicas para defender direitos de pacientes, ao lado de mais de 70 ONGs de apoio a pacientes associadas em todo o país. Conheça nosso trabalho: www.femama.org.br


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Grupo Tapajós implementa e-commerce e automatiza processos nas farmácias

PFARMA

(Texto atualizado em 18/11/2020 às 08:21 pm)

Plataforma oferece imagens e informações de produtos para os verejistas

Líder do varejo farmacêutico na Região Norte, o Grupo Tapajós dá mais um passo no processo de transformação digital com a implantação de seu sistema de e-commerce. Para auxiliar nessa jornada, a companhia acaba de fechar uma parceria com a Simplus, empresa de tecnologia especializada em automação de cadastro de produtos, que fornece informações e imagens de produtos de mais de 5 mil marcas.

Para agilizar a criação do canal e oferecer uma experiência de compra aprimorada, a plataforma disponibiliza fotos em diversos formatos, além da descrição completa dos medicamentos e produtos de higiene e beleza. “Estamos apostando em inovações digitais para consolidar nossa posição de referência no Norte do país. E a rica base de dados do Simplus nos ajudará a acelerar esse processo”, comemora Fernando Ferreira, diretor de marketing, vendas e consumer experience do Grupo Tapajós.

Com a tecnologia Simplus, a companhia também terá a informações como, relatório de verificação do código de barras, dados fiscais (CEST e NCM), logísticos e comerciais dos produtos. Sempre que um descritivo ou imagem sofrer alguma alteração, o Grupo Tapajós será comunicado por e-mail, para que possa atualizar seu e-commerce.

“As marcas atualizam cerca de 20% do portfólio por ano, por isso nós desenvolvemos um processo de manutenção, que mantém a última versão do produto na nossa plataforma. Com isso, garantimos a distribuição correta e atualizada das informações e imagens do portfólio dos nossos clientes para que os consumidores tenham a melhora experiência de compra em todos os canais de vendas. Isso gera mais receita para a indústria e para o varejo, pois previne trocas, devoluções e insatisfação dos clientes”, ressalta Wellington Machado, CEO da Simplus.

Sobre o Grupo Tapajós 

Líder no mercado farmacêutico na Região Norte do país, o Grupo Tapajós atua no setor de distribuição, com seis centros instalados nas cidades de Manaus, Belém, Porto Velho e Boa Vista. No varejo, mantém as redes de drogarias Santo Remédio, FlexFarma e FarmaBem. São mais de 125 lojas com produtos e serviços exclusivos, como salas clínicas e espaços dedicados à beleza, a dermocosméticos e os segmentos pet e fitness. Além disso, oferece os programas de fidelidade Mais Descontos e o Clube+, com mais de 900 mil clientes cadastrados.

Sobre a Simplus

A Simplus é a primeira  empresa de tecnologia especializada em automação do cadastro, que acelera negócios entre mais de 5 mil marcas e 800 varejos de todo o país, dos segmentos alimentício, construção e homecenter, eletroeletrônico e farmacêutico. Por meio da plataforma, centraliza informações completas e imagens de mais de 70 mil produtos, somando 4 milhões de atributos cadastrados em 1800 categorias acessadas por mais de 20 mil usuários.


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Farmácias já oferecem mais de 20 exames rápidos à população

PFARMA

(Texto atualizado em 18/11/2020 às 08:21 pm)

Soluções tecnológicas da Clinicarx permitem implementar salas de atendimento para oferta de serviços clínicos.

As farmácias brasileiras já estão oferecendo mais de 20 tipos de exames e testes rápidos por meio de soluções tecnológicas como as da startup Clinicarx. A plataforma digital especializada em serviços de saúde disponibiliza uma solução completa de implantação de serviços farmacêuticos, gestão, consultoria, marketing, protocolos, treinamento e laboratório clínico de apoio para estabelecimentos que desejam implementar salas de atendimento clínico.

Os testes já estão disponíveis para mais de 2.300 farmácias e podem auxiliar os estabelecimentos em mais de 2 milhões de atendimentos feitos anualmente. “Além de representar uma alternativa mais econômica para o consumidor, contribui para o rastreamento da saúde populacional e garante o acompanhamento clínico de pacientes com doenças crônicas”, garante Cassyano Correr, fundador e CEO da Clinicarx.

As opções de serviços incluem exames beta-HCG, perfil lipídico, hemoglobina glicada, PSA, além de testes rápidos para doenças infecciosas, como dengue, hepatite C, sífilis, influenza, Covid-19 e HIV. São dezenas de exames padronizados, cobrindo as melhores metodologias e fornecedores do mercado, o que garante mais segurança e confiabilidade.

Ampliação e legislação

Recentemente, parcerias entre a startup e fornecedores como Abbott, ECO Diagnóstica e MedLevensohn, entre outros, permitiram a execução segura de testes da Covid-19 em milhares de farmácias de todo país. A Clinicarx foi destaque por sua atuação durante a pandemia, disponibilizando treinamento gratuito, chatbot para pacientes, ferramentas de triagem clínica e protocolo de testagem rápida para mais de 20 mil profissionais farmacêuticos.

Os estabelecimentos interessados solicitam à Clinicarx a ativação do serviço e recebem todo o suporte para implantação, incluindo software, aplicativo mobile para o paciente e conectividade com o laboratório clínico para emissão de laudo. Os profissionais de saúde também são contemplados com treinamento e suporte técnico-científico. As farmácias adquirem os equipamentos e insumos diretamente dos fornecedores.

Os testes rápidos são aqueles realizados fora da área de um laboratório, no ponto de atendimento do paciente e com uso de equipamentos portáteis, com resultado e laudo rápido a partir de pequenas quantidades de amostra biológica. Esses serviços são respaldados pela Lei n° 13.021/2014, Resolução CFF 585/2013 e RDC 302/2005 da Anvisa. Atualmente, a Anvisa prepara uma nova RDC que irá ampliar essa prestação de serviços, tanto em farmácias, como em consultórios e clínicas.


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Setor farmacêutico vê com preocupação possível fim do Farmácia Popular

(Texto atualizado em 18/09/2020 às 07:14 pm)

farmacia popular

Governo cogita extinguir o Programa Farmácia Popular para viabilizar o novo Renda Brasil, o que afetaria o acesso de 21 milhões de brasileiros a medicamentos.

A Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), que representa 45% da venda de medicamentos no Brasil, vê com extrema apreensão o possível fim do Farmácia Popular. O governo federal cogita extinguir o programa para viabilizar o novo Renda Brasil.

O Farmácia Popular está em vigor desde 2004 e, mensalmente, atende cerca de 21 milhões de brasileiros que utilizam medicamentos de uso contínuo para o tratamento de doenças como asma, diabetes e hipertensão. Desse total, cerca de 2/3 (14,2 milhões) utilizaram, entre janeiro e julho deste ano, as grandes redes de farmácia para obter esses medicamentos com descontos de até 90%. O movimento total chegou a R$ 457,5 milhões, índice 17% superior ao do mesmo período do ano passado.

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Anvisa realiza novas reuniões sobre vacina contra Covid-19

(Texto atualizado em 18/09/2020 às 07:14 pm)

anvisa agencia nacional vigilancia santiraria

Anvisa discute com instituições sobre o registro de imunobiológicos para o enfrentamento ao novo coronavírus no país.

A Anvisa cumpriu mais duas agendas de reuniões com instituições interessadas no registro de vacinas contra a Covid-19. Nesta quinta-feira (27/8), o encontro foi com membros do governo do estado do Paraná, representado pelo chefe da Casa Civil, Guto Silva, pelo diretor do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), Jorge Callado, e pelo Capitão Wilson Baptista Honório Alves, da Casa Militar do estado. O tema foi o processo de registro da vacina desenvolvida pela Rússia.

Representando a Agência, estavam o diretor-presidente, Antonio Barra Torres, o adjunto da Primeira Diretoria, Juvenal de Souza Brasil Neto, a assessora Samia Rocha de Oliveira Melo, o titular da Gerência Geral de Medicamentos e Produtos Biológicos (GGMED), Gustavo Mendes, e a equipe técnica da GGMED.

A reunião com os representantes do governo do Paraná teve caráter preliminar. Ela acontece antes da submissão documental do pedido de anuência para o desenvolvimento do produto. Segundo a Tecpar, em cerca de 20 dias os primeiros documentos serão protocolados junto à Anvisa, que já está mobilizada para o acompanhamento da solicitação. Leia mais ›


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Varejo farmacêutico registra R$ 1,09 bilhão de lucro líquido em 2019

(Texto atualizado em 26/08/2020 às 04:37 pm)

mercado farmaceutico

Margem de 2019 tem ligeira queda em relação ao ano anterior, mas Ebitda cresce e confirma eficiência operacional do setor.

As 26 maiores redes do varejo farmacêutico nacional, filiadas à Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), registraram um lucro líquido de R$ 1,09 bilhão, já descontada a provisão do Imposto de Renda. O valor correspondeu a uma margem de 2,04% sobre as vendas brutas, percentual ligeiramente inferior aos 2,34% de 2018. No entanto, o Ebitda passou de 5,70% para 6,46%.

Ainda de acordo com o levantamento, compilado pela Fundação Instituto de Administração da Universidade de São Paulo (FIA-USP), as vendas brutas aumentaram 8,9% e contabilizaram R$ 53,70 bilhões.

O custo de mercadoria, que antes equivalia a 67,56% desse montante, caiu para 67,16%. Em contrapartida, os impostos e contribuições diretas saltaram de R$ 1,7 bilhão para R$ 1,9 bilhão, enquanto as despesas operacionais chegaram a R$ 14 bilhões, contra R$ 12,9 bilhões de 2018.

“Por estar vinculada ao controle de preços de medicamentos pelo governo, a indústria farmacêutica pode ter diminuído a margem de negociações de custos com o varejo. Os números das grandes farmácias e drogarias, porém, vêm demonstrando uma sólida eficiência operacional e continua focado em novos investimentos”, argumenta Sergio Mena Barreto, CEO da Abrafarma. “O setor conseguiu adequar seus valores e estruturas e, com essa decisão, garantiu a retenção dos consumidores e a manutenção dos indicadores positivos de vendas”, acrescenta.

CATEGORIA

RESULTADO 2019

Vendas brutas

R$ 53.701.157.192,52

Custo de mercadoria

R$ 36.068.193.899,70

Despesas operacionais

R$ 14.016.219.272,61

Impostos e contribuições

R$ 1.960.335.413,43

Resultado Operacional

R$ 2.264.614.146,46

Lucro antes da provisão do IR

R$ 1.227.184.972,77

Lucro após a provisão do IR

R$ 1.094.662.159,97

Margem de lucro

2,04%

* Fonte: FIA-USP


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Aumenta em 35,5% número de consumidores de antidepressivos em MG

PFARMA

(Texto atualizado em 26/08/2020 às 04:35 pm)

transtorno mental coronavirus

O número de usuários de medicamentos para o tratamento de depressão e ansiedade cresceu 35,5% em Minas Gerais, nos últimos dois anos. É o que aponta um estudo da ePharma, health tech pioneira no gerenciamento de planos de benefícios de medicamentos (PBM).

No primeiro semestre de 2020, 2.978 mineiros consumiram remédios desse gênero, 780 usuários a mais que no mesmo período de 2018. A pesquisa leva em conta o número de beneficiários de programas empresariais de PBM no estado. Entre janeiro e junho deste ano, 13.939 caixas de medicamentos foram consumidas – o que equivale a uma média de 4,7 unidades para cada usuário.


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ANVISA atualizada relação de Denominações Comuns Brasileiras – DCB

PFARMA

(Texto atualizado em 18/11/2020 às 08:22 pm)

Resolução da Diretoria Colegiada da Anvisa, publicada nesta quarta-feira (12/8), incluiu 22 novas nomenclaturas à relação de DCBs.

Mais 22 nomenclaturas passam a fazer parte da relação de Denominações Comuns Brasileiras (DCBs). A inclusão dessas denominações à lista foi oficializada com a publicação, no Diário Oficial da União (D.O.U.) desta quarta-feira (12/8), da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 411/2020. A atualização é realizada periodicamente pela Anvisa e está prevista na Agenda Regulatória 2017-2020.

Denominação Comum Brasileira é o nome dado ao fármaco – ou princípio farmacologicamente ativo – aprovado pelo órgão federal responsável pela vigilância sanitária, no caso do Brasil, a Anvisa. A partir da introdução do registro eletrônico, a DCB adquiriu uma concepção mais ampla, com a inclusão da denominação de insumos inativos, soros hiperimunes e vacinas, radiofármacos, plantas medicinais, substâncias homeopáticas e biológicas.

Essas denominações são utilizadas nos processos de registro, rotulagens, bulas, licitação, importação, exportação, comercialização, propaganda, publicidade, informação, prescrição, dispensação e em materiais de divulgação didáticos, técnicos e científicos em todo o país.

No portal da Agência, há um ambiente dedicado ao tema, que disponibiliza a relação consolidada das Denominações Comuns Brasileiras e também o Manual das DCBs, com informações sobre regras e padrões das denominações utilizadas no país.

Acesse a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 411/2020 e conheça as 22 novas nomenclaturas – http://portal.anvisa.gov.br/legislacao#/visualizar/429072

Fonte: Anvisa


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