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Lei define número de farmacêuticos conforme o faturamento das farmácias

Lei define número de farmacêuticos conforme o faturamento das farmácias

Pela primeira vez, foi definido em uma lei, ainda que estadual, a necessidade de um profissional farmacêutico de acordo com o faturamento do estabelecimento

A Governadora do Estado do Rio Grande do Norte (RN), Maria de Fátima Bezerra (PT), acaba de sancionar a lei estadual 10.694/20, que estabelece a contratação de um farmacêutico para cada R$ 100 mil de faturamento da farmácia. Assim, visando a eficiência e o controle na qualidade do atendimento.

O documento, divulgado em 14 de fevereiro no Diário Oficial da União (D.O.U.), dispõe sobre as ações e serviços de assistência farmacêutica executados, isolada ou conjuntamente, em caráter permanente ou eventual, por pessoas físicas ou jurídicas conforme o faturamento.

Nesse aspecto, a legislação traz um detalhe inédito, pois, pela primeira vez, foi definido em uma lei, ainda que estadual, a necessidade de um profissional farmacêutico de acordo com o faturamento do estabelecimento. Entretanto, é necessário frisar que a lei federal 13021/14 define, em seu artigo 6º, que deve haver a presença do farmacêutico durante todo o horário de funcionamento. Isso independentemente do faturamento do estabelecimento.

O ponto mais polêmico da lei 10.694/20 se dá porque muitas farmácias, principalmente as de pequeno porte, podem permanecer abertas por um período de mais de 12 horas. Assim, exigindo a presença de dois farmacêuticos (com atuação de oito horas cada, de acordo com a lei 13021/14). No entanto, seu faturamento pode ficar próximo de R$ 100 mil, exigindo apenas um profissional presente.

Em contrapartida, de acordo com a nova lei de RN, uma farmácia com um faturamento acima de R$ 100 mil também terá que ter uma quantidade equivalente de profissionais. Exemplo: no caso, um estabelecimento que fature R$ 500 mil, obrigatoriamente, teria que ter, ao menos, cinco farmacêuticos.

Número de farmacêuticos conforme o faturamento das farmácias

A nova lei estadual do RN ainda ressalta, no artigo 5º, que para o funcionamento das farmácias de qualquer natureza exigem-se a autorização e o licenciamento da autoridade competente, além apresentar condições de localização conveniente, sob o aspecto sanitário.

No artigo 6º da lei 10.694/20, o texto enfatiza que o farmacêutico e o proprietário dos estabelecimentos farmacêuticos agirão sempre solidariamente, realizando todos os esforços para promover o uso racional de medicamentos.

O artigo 7º ainda reitera que o proprietário da farmácia não poderá desautorizar ou desconsiderar as orientações técnicas emitidas pelo farmacêutico. Em um parágrafo único define: “É responsabilidade do estabelecimento [farmácia] fornecer condições adequadas ao perfeito desenvolvimento das atividades profissionais do farmacêutico”.

Por fim, a medida fala sobre as atribuições dos profissionais nas farmácias, orientando que obriga-se o farmacêutico, no exercício de suas atividades, a:

– notificar os profissionais de saúde e os órgãos sanitários competentes, bem como o laboratório industrial, dos efeitos colaterais, das reações adversas, das intoxicações, voluntárias ou não, e da farmacodependência observados e registrados na prática da farmacovigilância;

– organizar e manter cadastro atualizado com dados técnico-científicos das drogas, fármacos e medicamentos disponíveis na farmácia;

– prestar orientação farmacêutica, com vistas a esclarecer ao paciente a relação benefício e risco, a conservação e a utilização de fármacos e medicamentos inerentes à terapia, bem como as suas interações medicamentosas e a importância do seu correto manuseio; e

– art. 10. Cabe ao farmacêutico, na dispensação de medicamentos, visando a garantir a eficácia e a segurança da terapêutica prescrita, observar os aspectos técnicos e legais do receituário.

Confira o documento da lei aqui.

Foto: Shutterstock Fonte: ICTQ


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Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, Legislação e regulamentações





Faturamento em 2017 das distribuidoras de medicamentos cresceu 9%

(Texto atualizado em 17/05/2018 às 03:55 pm)

No volume de unidades comercializado, o aumento foi de 5,2% 

Além de medicamentos, cosméticos e produtos de higiene também tiveram altas na vendas – Leandro Moraes/UOL

As distribuidoras de medicamentos tiveram alta de 9% nas vendas em 2017, na comparação com o registrado em 2016, segundo a Abradilan (associação do setor) e a consultoria Iqvia.

No volume de unidades comercializado, o aumento foi de 5,2% no mesmo período.

O levantamento considera a venda de medicamentos e de produtos de higiene e beleza.

“O crescimento ocorre tanto com remédios, que, por serem produtos essenciais, mantiveram o crescimento durante a crise, quanto com higiene e cosméticos”, diz Cristina Amorim, diretora da entidade.

Os dados não incluem o resultado de grandes varejistas, que em geral possuem logística própria de distribuição.

As distribuidoras atendem farmácias independentes e também são responsáveis por parte da logística das redes fora dos grandes centros.

Fonte: Folha


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Mercado farmacêutico





Crescimento de 12,86% em 2017 no setor farmacêutico

2017 foi um ano acima das expectativas para o setor farmacêutico, que teve um crescimento expressivo entre os meses de janeiro e novembro, segundos os dados divulgados o varejo farmacêutico cresceu 12,86% nestes onze meses em comparação ao mesmo período de 2016. De acordo com pesquisa da empresa IQVIA, os números são ainda melhores quando relacionadas apenas as farmácias filiadas à Federação Brasileira das Redes Associativas de Farmácias (FEBRAFAR) que apresentaram resultados 21,76% superiores no mesmo período. Conforme a FEBRAFAR, o ano não foi fácil para o setor farmacêutico e as farmácias enfrentaram diversos desafios, mas o resultado positivo reflete a preocupação cada vez maior das redes com a capacitação para gestão e a utilização das ferramentas fornecidas pela entidade.

O estudo que levou em conta o faturamento de 84.256 farmácias em todo o país, apontou que juntos os estabelecimentos tiveram um rendimento de R$ 98.259.555.239,00 de janeiro a novembro, no mesmo período de 2016 esta receita foi de R$ 87.061.179.435,00. Levando em conta apenas as 7.421 farmácias associadas a FEBRAFAR, o faturamento foi de R$ 8.260.918.377,00 no mesmo período de 2017 e em 2016 o valor foi de R$ 6.784.869.507,00, números que demonstram o avanço de todo o setor, mas a grande vantagem competitiva dos comércios associados. Leia mais ›


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Mercado farmacêutico, Marketing Farmacêutico





Faturamento do mercado farmacêutico chega a R$ 13,950 bilhões em agosto

Em agosto deste ano, o mercado farmacêutico no Brasil apresentou faturamento de R$ 13,950 bilhões, um aumento de 13,5% em relação ao mesmo mês de 2016, quando o montante foi de R$ 12,3 bilhões, conforme dados apurados a pedido da Associação Brasileira de Distribuição e Logística de Produtos Farmacêuticos (Abradilan), entidade que reúne distribuidores. Leia mais ›


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Mercado farmacêutico





Prazo para comprovar porte econômico

Atenção: as empresas classificadas como Grande (Grupo II), Média (Grupo III) e Média (Grupo IV) deverão encaminhar documentação comprobatória à Anvisa até dia 31 de julho, sob risco de cobrança de taxas desproporcionais.

O prazo para que as médias e grandes empresas comprovem seu porte econômico e faturamento, para o exercício de 2017, é até o dia 31 de julho. O prazo é estabelecido pela Instrução Normativa (IN) da Receita Federal nº 1.422/2013.

As empresas classificadas nos enquadramentos Grande (Grupo II), Média (Grupo III) e Média (Grupo IV) têm até o final do mês para informar à Anvisa sua Escrituração Contábil Fiscal (ECF) completa (com Relatório de Impressão de Pastas e Fichas) referente ao período de 01 de janeiro a 31 de dezembro de 2016, juntamente com o recibo de entrega.

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ANVISA





Faturamento com venda de medicamentos cresceu 12,9% nas farmácias em 2016

As vendas de medicamentos em farmácias não foram fortemente afetadas pela crise econômica enfrentada pelo país em 2016. É o que aponta um estudo da Close Up International, que mostrou que o faturamento cresceu 12,9% em 2016, passando de R$57 bilhões em 2015 para R$64,4 bilhões.

Entre 2015 e 2015 o aumento foi de 13,2%, apesar do aumento nos preços dos medicamentos na época. Leia mais ›


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Faturamento do mercado farmacêutico cresce 12% no primeiro trimestre de 2015

faturamento-do-mercado-farmaceutico-cresce-12-no-primeiro-trimestre-de-2015De abril de 2014 a março de 2015, o lucro nas farmácias cresceu 11,5%

O faturamento do mercado farmacêutico cresceu 12% no primeiro trimestre deste ano, para R$ 10,7 bilhões, em comparação com o mesmo período de 2014. De abril de 2014 a março de 2015, o faturamento nas farmácias cresceu 11,5% sobre igual intervalo anterior, para R$ 43,1 bilhões, conforme dados da IMS Health compilados pela Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma).

“Mesmo neste momento difícil da economia, a indústria farmacêutica está apresentando um crescimento praticamente estável e muito acima de outros setores”, diz o presidente-executivo da Interfarma, Antônio Britto.

Em número de doses comercializadas, o aumento foi de 9,8%, para 32,5 bilhões no primeiro trimestre de 2015, e de 8,5% nos últimos 12 meses, com 132 bilhões de doses vendidas. Os genéricos se mantiveram estáveis com participação de 13%. Já os da categoria similar avançaram 1 ponto porcentual de 2014 para 2015, chegando a 48%. Os medicamentos de referência caíram um ponto, para 39%, no levantamento de doses meses móveis até março.

Fonte: Guia da Farmácia


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Ultrafarma estaria em busca de comprador

Ultrafarma-em-busca-de-compradorModelo de negócio da rede se mostra desgastado

Os colaboradores mais próximos do proprietário da Ultrafarma, Sidney Oliveira, têm notado um empenho cada vez em intensificar suas aparições na mídia. Coisa de quem quer vender mais do que medicamentos, de acordo com o Relatório Reservado. Mas, para muitos, o que está sobre o balcão, desta vez, é o controle da rede – uma das maiores distribuidoras de medicamentos do País, com faturamento superior a R$ 750 milhões no ano passado.

Oficialmente, a Ultrafarma nega a venda do controle. No entanto, na visão de seus congêneres, Oliveira encontra-se numa encruzilhada. A percepção é que a Ultrafarma está próxima do seu prazo de validade, aliás, como os próprios medicamentos que a companhia comercializa – Oliveira se notabilizou por comprar produtos com apenas três ou quatro meses de vida útil, normalmente desprezados pelas grandes redes de drogarias, o que sempre lhe permitiu fechar acordos comerciais extremamente vantajosos.

O modelo de negócio da empresa é considerado, ao mesmo tempo, seu principal trunfo e sua maior fragilidade. Sua operação está praticamente restrita às vendas pela internet, responsáveis por mais de 70% do seu faturamento. Ao todo, a Ultrafarma tem apenas quatro farmácias, que, na prática, podem ser consideradas uma só: todas as drogarias estão localizadas em uma mesma rua, no bairro da Saúde, em São Paulo, separadas uma das outras por não mais do que 200 metros.

A falta de uma rede de lojas físicas se torna um problema cada vez mais grave diante do acelerado processo de consolidação do setor. O jogo ficou pesado demais. Raia e Drogasil, que se uniram em 2011, têm mais de mil farmácias e faturamento de R$ 7 bilhões. A Drogaria São Paulo e Pacheco, por sua vez, somam 800 lojas e receita de quase R$ 6 bilhões. Para não falar da chegada de potentados estrangeiros, como as norte-americanas CVS e Walgreens.

Fonte: Guia da Farmácia


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Bom desempenho do mercado de cosméticos, perfumaria e higiene pessoal mantém otimismo dos OLs

venda-itens-perfumes-hidratantes-maquiagens-cresce-a-cada-ano-no-paísCom crescimento médio anual de 10% nos últimos 17 anos, expectativa é que cenário se mantenha positivo em 2014 e que prestadores do serviço logístico cresçam junto com os três segmentos.

Os brasileiros têm mudado a sua relação com os produtos de beleza. Vistos antes como não essenciais, e até supérfluos, a venda de itens como perfumes, hidratantes e maquiagens têm, a cada ano, crescido no país.

Prova desse desenvolvimento é que em 2012 o Brasil já representava o terceiro maior mercado de cosméticos, perfumaria e higiene pessoal do mundo, com uma movimentação de US$ 42 bilhões de gastos no setor (dados da Euromonitor). Leia mais ›


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Mercado farmacêutico





Vendas de distribuidores de medicamentos sobem 18,7%.

cresce-faturamento-das-empresas-de-distribuição-de-medicamentosEntre julho e setembro, as vendas somaram R$ 3,23 bilhões. 

O faturamento das empresas de distribuição de medicamentos cresceu 18,7% no terceiro trimestre de 2014 na comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo dados da Associação Brasileira de Distribuição e Logística de Produtos Farmacêuticos (Abradilan).

Entre julho e setembro, as vendas somaram R$ 3,23 bilhões. Na comparação com o trimestre imediatamente anterior, a alta foi de 7,67%. Considerando o volume de unidades vendidas, no terceiro trimestre deste ano a entidade alcançou 203,836 bilhões de itens, um aumento de 14,03% ante igual período de 2013.

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Farmácias e lojas de vestuário têm maiores margens do varejo

Farmácias-e-lojas-vestuário-maiores-margens-varejoMesmo com o maior número de vendas o segmento não registrou a melhor remuneração aos seus funcionários.

Dentre os setores do varejo, a maior margem de comercialização é a do setor de produtos farmacêuticos e tecidos, vestuário e calçados. Não são, porém, os ramos que pagam os melhores salários aos seus empregados.

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Faturamento de farmácias avança 13,7% no primeiro semestre de 2014

Farmácias-avançam-no-faturamento-primeiro-semestre-2014Apesar do efeito negativo da Copa do Mundo, as grandes redes de farmácias do país cresceram mais no primeiro semestre deste ano do que no mesmo período de 2013, de acordo com dados da Abrafarma (associação brasileira do segmento).Com um faturamento de R$ 15,6 bilhões, o setor avançou 13,69%. Nos seis primeiros meses de 2013, a elevação havia atingido 12,04%.

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