Gripe do Frango, Gripe Aviária

Gripe Aviária é uma doença contagiosa causada por várias estirpes do vírus da influenza (gripe) tipo A, sendo a H5N1 motivo de grande preocupação para a saúde humana.

Este vírus infecta aves e, em casos bem menos frequentes, suínos e seres humanos. Ela foi identificada pela primeira vez na Itália, no século XIX e, mais recentemente, ocorreram casos na Holanda, Bélgica, Chile, EUA, Canadá, China, Japão, Tailândia, Filipinas, Vietnã, Cazaquistão e Rússia.

Nas aves, esta gripe é fatal, podendo ir a óbito no mesmo dia em que os primeiros sintomas aparecem: apatia, dificuldades respiratórias, penas eriçadas e queda na produção de ovos são alguns destes. Geralmente, as aves migratórias disseminam o vírus entre as criações de aves domésticas, adoecendo-as.

Medidas:

O abate sanitário das aves infectadas ou expostas a estas, incluindo a destruição das carcaças, desinfecção do local e procedimentos de quarentena são formas de controlar este vírus. Esta primeira medida pode causar grandes prejuízos para os proprietários de granjas e, inclusive, para a economia dos países. Assim, restrições quanto à movimentação de aves vivas dentro e entre nações e a proteção dos trabalhadores que têm contato mais próximo com estes animais são cuidados importantes para evitar contaminações destes animais e de seres humanos.

Gripe aviária em humanos:

O primeiro surto registrado de infecção humana foi em 1997, em Hong Kong – consequência da contaminação pela estirpe H5N1. Neste, ocorreram 6 mortes e 18 hospitalizações. Em todos os casos conhecidos, a transmissão se deu através do ar, água, alimentos e roupas contaminadas, por meio de secreções infectadas pelo vírus.

Os primeiros sintomas são: febre, dor de cabeça, dor nos músculos, calafrios, fraqueza, tosse seca, dor de garganta, espirro, coriza e, em alguns casos, pele quente e úmida, olhos avermelhados e lacrimejantes. Estes indícios ocorrem, geralmente, 24 horas após o contágio.

Existem alguns medicamentos antivirais utilizados para gripe humana que têm mostrado eficácia para o tratamento deste mal.

Fonte: Brasil Escola