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Farmácias já oferecem mais de 20 exames rápidos à população

PFARMA

Soluções tecnológicas da Clinicarx permitem implementar salas de atendimento para oferta de serviços clínicos.

As farmácias brasileiras já estão oferecendo mais de 20 tipos de exames e testes rápidos por meio de soluções tecnológicas como as da startup Clinicarx. A plataforma digital especializada em serviços de saúde disponibiliza uma solução completa de implantação de serviços farmacêuticos, gestão, consultoria, marketing, protocolos, treinamento e laboratório clínico de apoio para estabelecimentos que desejam implementar salas de atendimento clínico.

Os testes já estão disponíveis para mais de 2.300 farmácias e podem auxiliar os estabelecimentos em mais de 2 milhões de atendimentos feitos anualmente. “Além de representar uma alternativa mais econômica para o consumidor, contribui para o rastreamento da saúde populacional e garante o acompanhamento clínico de pacientes com doenças crônicas”, garante Cassyano Correr, fundador e CEO da Clinicarx.

As opções de serviços incluem exames beta-HCG, perfil lipídico, hemoglobina glicada, PSA, além de testes rápidos para doenças infecciosas, como dengue, hepatite C, sífilis, influenza, Covid-19 e HIV. São dezenas de exames padronizados, cobrindo as melhores metodologias e fornecedores do mercado, o que garante mais segurança e confiabilidade.

Ampliação e legislação

Recentemente, parcerias entre a startup e fornecedores como Abbott, ECO Diagnóstica e MedLevensohn, entre outros, permitiram a execução segura de testes da Covid-19 em milhares de farmácias de todo país. A Clinicarx foi destaque por sua atuação durante a pandemia, disponibilizando treinamento gratuito, chatbot para pacientes, ferramentas de triagem clínica e protocolo de testagem rápida para mais de 20 mil profissionais farmacêuticos.

Os estabelecimentos interessados solicitam à Clinicarx a ativação do serviço e recebem todo o suporte para implantação, incluindo software, aplicativo mobile para o paciente e conectividade com o laboratório clínico para emissão de laudo. Os profissionais de saúde também são contemplados com treinamento e suporte técnico-científico. As farmácias adquirem os equipamentos e insumos diretamente dos fornecedores.

Os testes rápidos são aqueles realizados fora da área de um laboratório, no ponto de atendimento do paciente e com uso de equipamentos portáteis, com resultado e laudo rápido a partir de pequenas quantidades de amostra biológica. Esses serviços são respaldados pela Lei n° 13.021/2014, Resolução CFF 585/2013 e RDC 302/2005 da Anvisa. Atualmente, a Anvisa prepara uma nova RDC que irá ampliar essa prestação de serviços, tanto em farmácias, como em consultórios e clínicas.


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Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Canabidiol já pode ser comprado em farmácia de alto custo do Distrito Federal

(Texto atualizado em 12/12/2019 às 12:32 pm)

A partir desta semana, os familiares dos pacientes que precisam de medicamentos a base de canabidiol, no Distrito Federal, não necessitam mais entrar na Justiça para conseguir os remédios.

Essa é a promessa da Secretaria de Saúde do Distritto Federal, que publicou uma portaria padronizando a compra dessas substâncias.

Até a semana passada, a pasta só adquiria os medicamentos se os interessados entrassem na justiça.

Agora, aqueles que precisam dos remédios a base de canabidiol no Distrito Federal precisam fazer cadastro na farmácia de alto custo pelo telefone 160 indicando o CPF do paciente ou responsável, nome do medicamento e substância ativa, que constam na receita médica.

Também é necessário ter autorização de importação da Anvisa, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, que pode ser obtida no endereço portal.anvisa.gov.br.

A pedagoga Lídia de Carvalho, mãe de Uriel, de 2 anos e 11 meses, sofre para conseguir o medicamento a base de canabidiol com a Secretaria de Saúde.

A criança nasceu com uma doença genética rara que provoca desordem metabólica. Sem o remédio, Uriel pode sofrer 200 convulsões por dia.

Mas, mesmo com comprovação médica da necessidade da substância, Lídia só conseguiu comprar o remédio depois que a Justiça ordenou a secretaria a depositar o dinheiro diretamente em sua conta.

Luana Alves é outra mãe que utiliza o medicamento a base de canabidiol para melhorar a qualidade de vida do filho.

Ela teve que entrar na Justiça para obter a substância e acha que a mudança na aquisição desses remédios pela Secretaria de Saúde vai ajudar as famílias que precisam.

Desde 2015, a Secretaria de Saúde comprou 206 unidades de produtos diversos a base de canabidiol para 21 pacientes.


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Indústria farmacêutica





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