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Mercado Farmacêutico alagoano tem crescimento de 18% em 2016

(Texto atualizado em 17/03/2017 às 03:03 pm)

Apesar de um cenário econômico de crise, o mercado farmacêutico apresentou um crescimento no ano de 2016. No Brasil, segundo levantamento realizado pela INTERFARMA (Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa), com dados da IMS Health (Consultoria Internacional de Marketing Farmacêutico), o varejo farmacêutico brasileiro cresceu 13,1% em 2016, passando de R$ 75,49 bilhões para R$ 85,35 bilhões. Leia mais ›


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Mercado farmacêutico





Reajuste nos medicamentos já é sentido no bolso do consumidor

reajuste preço  medicamentos bolso consumidorA regulação atinge 9.120 medicamentos e definiu três níveis de ajustes

As farmacêuticas estão autorizadas a adotar a prática desde a última terça-feira (31/03), quando a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) publicou resolução no Diário Oficial da União. A regulação atinge 9.120 medicamentos e definiu três níveis de ajustes: 7,7% (um); 6,35% (dois); e 5% (três).

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Mercado farmacêutico, Legislação e regulamentações





Raia Drogasil mais que dobra lucro até março

(Texto atualizado em 14/07/2015 às 02:34 pm)

raia drogasil mais que dobra lucroO lucro líquido da Raia Drogasil mais que dobrou de janeiro a março, passando de R$ 29,13 milhões para R$ 70,32 milhões, com receita líquida em R$ 1,96 bilhão, expansão de 19,2% ­ acima da taxa de crescimento prevista para o mercado de farmácias no período. Isso se reflete em ganhos de participação de mercado das marcas, com uma recuperação da fatia de venda da Drogasil em São Paulo, após redução em anos anteriores. Despesas operacionais subiram em ritmo inferior às vendas (16,5%) e, apesar da abertura de lojas, que pressiona o lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação (Ebitda), esse montante cresceu cerca de 64%, para R$ 152,3 milhões no trimestre.

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Mercado farmacêutico, Marketing Farmacêutico





Mundipharma e Helsinn anunciam parceria no mercado brasileiro

(Texto atualizado em 01/06/2015 às 08:49 am)

mundipharma helsinn mercado parceriaUnião será feita para o licenciamento de dois produtos inovadores

A farmacêutica Mundipharma, empresa líder no tratamento da dor, acaba de anunciar uma parceria com a suíça Helsinn para o licenciamento de dois produtos inovadores no Brasil, Netupitant Palonosetron (NEPA) e Anamorelin, utilizados para terapias de suporte ao câncer. Em 10 anos de comercialização no mercado brasileiro, as vendas dos dois medicamentos devem somar mais de R$ 600 milhões.

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Indústria farmacêutica





Entenda as mudanças no reajuste de preço dos medicamentos

(Texto atualizado em 01/06/2015 às 08:53 am)

mudanças reajuste preço medicamentosSaiba explicar o aumento no valor dos produtos para seus clientes

A Câmara de Regulação do Mercado de Medicamento (CMED) fixou em 6% o ajuste anual médio do preço máximo dos medicamentos. O índice se mantém abaixo da inflação dos últimos 12 meses, cujo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado de março de 2014 até fevereiro de 2015 foi de 7,7%. Para a fixação do valor são seguidos critérios técnicos definidos na Lei Federal 10.742/2003, que consideram a produtividade da indústria, a variação de custos dos insumos e a concorrência dentro do setor, além da inflação do período.

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Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, Legislação e regulamentações





Cinco dicas que podem aumentar a lucratividade – lucro- da sua farmácia ou drogaria

(Texto atualizado em 29/01/2016 às 10:30 am)

dicas lucratividade farmácia drogariaInvestir em marketing de baixo custo e dar mais opções aos clientes estão entre elas

O maior objetivo de qualquer negócio é o lucro. Para aumentar a lucratividade do ponto de venda, no entanto, é preciso tomar as decisões certas na hora certa. Pelo menos é o que diz o consultor da revista BussinessWeek, Ken Yancey, no artigo 5 Ways to Prep for Better Small Business Profits ( “5 maneiras de preparar um pequeno negócio para mais lucro”).

Confira abaixo as 5 dicas para preparar um pequeno negócio para gerar mais lucro.

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Mercado farmacêutico, Marketing Farmacêutico





Mercado farmacêutico cresce 12% no 1º trimestre de 2015

(Texto atualizado em 01/06/2015 às 09:16 am)

Mercado farmacêutico crescefaturamento do mercado farmacêutico pelo canal farmácia no Brasil saltou de R$ 9,6 bilhões no primeiro trimestre de 2014 para R$ 10,7 bilhões no mesmo período de 2015, o que representa um aumento de 12%. Considerando os últimos 12 meses, entre abril de 2014 e março de 2015, o faturamento cresceu 11,5% ante o ano anterior, alcançando R$ 43,1 bilhões. Os dados são da IMS Health, compilados pela Interfarma (Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa).
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Brasil Pharma lança plano para reconquistar mercado

Brasil Pharma lança plano para reconquistar mercadoA teleconferência com analistas para discutir o balanço da Brasil Pharma no quarto trimestre feita ontem foi marcada por simbolismos. Logo no começo da apresentação, o agora ex­ecutivo-­chefe da companhia, José Ricardo Mendes da Silva, falou da conclusão da primeira fase da reestruturação da empresa, focada na criação de controles e na disciplina operacional.

Na sequência, ele passou o bastão ao sucessor, Paulo Gualtieri, ex­ecutivo do Pão de Açúcar que comandará a Brasil Pharma no que eles classificaram como uma nova fase, voltada à melhoria das vendas nas mais de 1,2 mil farmácias das cinco redes. A mudança no comando havia sido antecipada pelo Valor PRO, serviço de informação em tempo real do Valor, semana passada.

Toda esse rito tem razão de ser. A companhia controlada pelo banco BTG precisa dar uma resposta a investidores e analistas, descontentes com o desempenho. Só nos primeiros três meses do ano, suas ações perderam mais de 70% de valor. A Raia Drogasil apresenta valorização de quase 10% no período. O Ibovespa, principal índice da bolsa, sobe mais de 1%.
A Brasil Pharma também anunciou a contratação da consultoria Enéas Pestana & Associados, do ex-presidente do Pão de Açúcar, para melhorar as vendas das farmácias.

Gualtieri é um dos 35 sócios de Pestana na empreitada e deixará o dia a dia da companhia para se dedicar à Brasil Pharma. No momento, 12 consultores estão atuando na rede. O trabalho de diagnóstico durará dois meses. A implementação das medidas sugeridas levará outros 18.

Outro ponto importante da nova fase da companhia são dois estudos que serão apresentados em um prazo de 30 dias. Um deles balizará o processo de integração da rede Big Ben, que atua no Nordeste, ao restante dos negócios do grupo. O outro formatará uma nova estrutura de capital para sustentar o crescimento do grupo.

Comprada há três anos, a Big Ben é responsável por metade da receita do grupo ­ que ficou praticamente estável no 4º trimestre, em R$ 901,8 milhões, contra R$ 893,7 milhões no mesmo período de 2013 ­ e opera numa estrutura administrativa independente, o que faz com que tenha grande peso nas despesas do grupo.

Na teleconferência, os executivos destacaram várias vezes que o enxugamento dessa estrutura e o melhor reconhecimento dos resultados da rede serão pontos fundamentais para a melhoria do desempenho em 2015.

Em 2014, a companhia ampliou em mais de 300% o prejuízo, chegando a R$ 613 milhões. Além de crescimento pouco expressivo na receita líquida ­ aproximadamente 9%, para R$ 3,8 bilhões ­ a companhia teve aumento de custos com demissões (foram 4,6 mil dispensas ao longo do ano), implementação do sistema de gestão SAP, entre outras medidas.

Em relatório a clientes publicado no fim do dia, a corretora Coinvalores avaliou as mudanças anunciadas pela Brasil Pharma como positivas, mas destacou que ainda é cedo para considerar uma recuperação consistente nos números. Em um ano complicado, a companhia terá que contar com a boa aceitação das mudanças nas lojas por parte dos consumidores para transformar os simbolismos em realidade.

Fonte: Tudo Farma


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Rede de farmácias do BTG pode receber mais um aporte do banco

rede-de-farmacias-do-btg-pode-receber-mais-um-aporte-do-bancoBrasil Pharma é o foco do amparo financeiro

A Brasil Pharma, braço de varejo farmacêutico controlado pelo BTG Pactual, poderá receber novo aporte de capital do banco, segundo fontes consultadas pelo ‘Broadcast’, serviço em tempo real da ‘Agência Estado’. Em um amplo processo de reestruturação desde 2013, a companhia anunciou, no mês passado, nova mudança no comando da companhia, a segunda troca em 12 meses.

Os recursos terão como finalidade melhorar o caixa da companhia diante do aumento da alavancagem e necessidade de investimentos na integração dos negócios. O valor da possível injeção de capital ainda não está definido. As ações da companhia subiram 21,74% ontem, negociadas a R$ 0,84, com a expectativa desse novo aporte.

No fim do mês passado, a agência de classificação de risco Fitch Ratings rebaixou o rating (nota) da Brasil Pharma para BBB- (bra), saindo de A- (bra). Ao mesmo tempo, a agência colocou sua nota em observação negativa. A classificadora considerou que tais ações de rating “refletem a contínua incapacidade de a Brasil Pharma restaurar sua geração de caixa operacional para patamares positivos e que sustentem a continuidade de suas atividades”.

A Fitch chegou a afirmar que “considera altamente provável o contínuo suporte do BTGl, que tem histórico de aportes na companhia no total aproximado de R$ 715 milhões desde 2010”. O BTG detém cerca de 37% do capital da Brasil Pharma, a Petros (fundo de funcionários da Petrobrás) outros 10%, sócios fundadores com 12%, e o restante das ações está em circulação no mercado.

Outras formas de estruturação de capital, como emissão de debêntures (títulos da dívida) e alongamento da dívida, não estão descartadas. A empresa, que já foi assediada por grupos estrangeiros e nacionais, busca melhorar a valorização de seus ativos para retomar negociações, de acordo com fontes. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


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Grupos estrangeiros de farmácias se interessam por comprar redes no Brasil

Grupos-estrangeiros-de-farmácias-se-interessam-por-comprar-redes-no-BrasilTrês propostas teriam sido feitas ao grupo Drogaria São Paulo e Pacheco.

Cresce o interesse de grandes grupos estrangeiros do setor de farmácias no Brasil. Quase dois anos após adquirir a Onofre, a americana CVS dá duro para comprar a Drogarias São Paulo e Pacheco. Segundo analistas, três propostas já teriam sido feitas, sendo a mais recente delas costurada ao redor de cifras superiores a R$ 6 bilhões, todas recusadas pelo sócio controlador do grupo e responsável pela gestão da carioca Pacheco, Samuel Barata. A companhia brasileira não comenta o assunto. Procurada, CVS não respondeu. Leia mais ›


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