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Pandemia trouxe novo olhar sobre os padrões de beleza para 80% das brasileiras

Pandemia trouxe novo olhar sobre os padrões de beleza para 80% das brasileiras – ABIHPEC

Levantamento da Avon, #OlhadeNovo, mapeia mudanças de hábitos e transformações na autoestima de mulheres de norte a sul do país

As profundas mudanças causadas pela pandemia de COVID-19 na sociedade brasileira também se refletem nos hábitos de beleza no país, que hoje é quarto maior mercado consumidor desse segmento no mundo, segundo dados da Abihpec. Para ouvir as mulheres sobre esse momento, a Avon realizou um levantamento inédito, com 1.000 entrevistas de norte a sul, em parceria com a consultoria Grimpa. O estudo mostrou a transformação, a ressignificação e os novos olhares para diversos temas como: autoestima, maquiagem, cuidados com a pele, fragrâncias, e a relação emocional das consumidoras com essas categorias em tempos desafiadores.

Produtos de beleza tiveram um papel emocional para 8 em cada 10 mulheres durante o isolamento
Mais de 80% das respondentes disseram que produtos de beleza foram aliados em tempos de pandemia e isolamento social para aumentar a sensação de bem-estar em alguns momentos do cotidiano. Isso mostra a importância da rede de mulheres que se conectam e dão suporte umas às outras, por meio de suas Representantes da Beleza.
A pesquisa faz parte da campanha #OlhadeNovo, que marca o reposicionamento da Avon e convida a sociedade a ampliar os olhares sobre a marca, mas também sobre a beleza e as mulheres, para que todos e todas vejam as pessoas além dos seus corpos, comemorando suas trajetórias e conquistas.

Na pandemia, beleza significa saúde e valorização pessoal
A pesquisa #OlhadeNovo mostrou que 60% das mulheres passaram a ficar mais em casa, o que levou a um momento de descolamento dos padrões estéticos e maior sensação de liberdade: 80% das entrevistadas afirmam que, na pandemia, a autoestima se tornou muito mais uma questão de bem-estar do que de padrões. O dado revela um movimento voltado para o interior, valorizando a saúde (69%) e a as qualidades pessoais (24%) como fatores importantes de um novo olhar para a própria imagem.

Período de transformações também derruba antigas crenças sobre maquiagem
E, nesse quesito, velhos olhares ficaram para trás: 78% afirmaram que o batom vermelho é algo que uma mulher usa para ela se sentir bem – e não para chamar a atenção de outras pessoas – e 74% dizem que maquiagem colorida, brilho e perfume também podem ser usados dentro de casa.

Brasileiras ficaram mais focadas em itens de cuidados para a pele que viram nas redes sociais
Os cuidados com a pele do rosto e do corpo foram o foco:  especialmente entre as mulheres que passaram a ficar mais tempo em casa (41%), houve maior compra desses itens, com o intuito de cuidar mais de si mesma (34%) ou testar produtos que viram nas redes sociais (28%) – sendo que o e-commerce se tornou o principal canal de compras para 67% das consumidoras.

Máscara de proteção facial mudou a forma como as mulheres cuidam do rosto e maquiam lábios e olhos
O uso das máscaras de proteção contra a COVID-19 transformou os hábitos de cuidados com a face de seis em cada 10 mulheres: 35% passaram a usar produtos para proteger a pele, 33% focaram mais na maquiagem dos olhos e 21% trocaram o batom pelos produtos de hidratação dos lábios.

Maquiagem passou a ser usada apenas alguns dias por semana, mas melhorou o humor de 80% das mulheres
Esses cosméticos foram aplicados de uma a duas vezes por semana em média, tanto em compromissos presenciais (32%) quanto online (22%), mas também para a mulher se sentir mais bonita (23%) ou para melhorar dias em que ela se sentia desanimada (17%).  A categoria revelou ter um papel transformador para elas durante a pandemia, ajudando a melhorar o humor de 80% das entrevistadas.

Fragrâncias transportaram usuárias para lugares e momentos felizes
Os perfumes revelaram seu poder de evocar boas memórias e afastar a sensação de isolamento: 46% das respondentes afirmaram que eles as transportam para outros lugares ou fazem lembrar de momentos felizes.

Mulheres querem usar mais perfume, batom e máscara de cílios quando a pandemia acabar
Pensando no futuro, quando a pandemia estiver controlada, as participantes da pesquisa #OlhadeNovo também responderam algumas perguntas sobre como devem ser os hábitos de beleza quando puderem sair mais de casa: perfume (65%), batom (62%) e máscara de cílios (58%) são os itens que passarão a ser usados com mais frequência nesse novo contexto.

Segundo a Avon, a pesquisa #OlhadeNovo ajudou a empresa a enxergar ainda melhor o papel da marca como aliada das mulheres brasileiras, até em momentos mais desafiadores como o atual. Os resultados dialogam com o reposicionamento da Avon e serão traduzidos para as pessoas em novos produtos ainda mais voltados para sua beleza genuína e bem-estar.


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Dia Mundial da Saúde: saiba de que forma a Hilab está contribuindo para diminuir os impactos da pandemia

Dia Mundial da Saúde: saiba de que forma a Hilab está contribuindo para diminuir os impactos da pandemia

(Texto atualizado em 15/07/2021 às 02:45 pm)

Hoje, dia 07 de abril, celebramos o Dia Mundial da Saúde e relembramos o nosso propósito e missão: democratizar o acesso à saúde

Desde o início da pandemia, nosso time fez tudo o que estava ao alcance para levar os exames de COVID-19 ao maior número de pessoas no Brasil. 

Trabalhamos incansavelmente levando mais saúde para a população, visando minimizar os danos causados pela pandemia. Nossos exames contribuíram para que milhares de pessoas cumprissem com mais cuidado as medidas de isolamento domiciliar, evitando a transmissão da doença aos familiares e outras pessoas. Fizemos o que podíamos para ajudar a conter essa doença impiedosa que tivemos o desprazer de conhecer. 

Neste artigo, relembramos as principais ações que desenvolvemos ao longo dos últimos meses. Confira. 

Fomos uma das primeiras empresas a disponibilizar testes de COVID-19 no Brasil

A Hilab foi uma das primeiras empresas brasileiras a desenvolver Testes Laboratoriais Remotos para auxiliar no diagnóstico da COVID-19 no nosso país. O primeiro exame lançado foi o Coronavírus IgM e IgG, que detecta os anticorpos produzidos pelo organismo para combater a infecção. Em seguida veio o exame de antígeno, ideal para estratégias de rastreamento de contatos (contact tracing), fundamentais para reduzir a transmissão e controlar a pandemia do coronavírus. Neste ano, ampliamos o nosso portfólio e lançamos o Hilab molecular, um equipamento especialmente desenvolvido para realizar exames desta modalidade. 

Participamos do projeto Favela sem Corona

O projeto Favela sem Corona foi criado com o objetivo de diminuir o impacto da epidemia de coronavírus nas favelas do município do Rio de Janeiro, atuando nas áreas de prevenção e apoio ao diagnóstico. A Hilab testou mais de 400 moradores da comunidade. 

Participamos da Missão Kayapó 

Em novembro de 2020, a Hilab ingressou em um projeto encabeçado pelo Governo Federal – com participação dos Ministérios da Defesa, Saúde, Minas e Energia – que tem como objetivo ampliar o acesso à saúde e reforçar o combate à COVID-19 em locais com pouco ou nenhum acesso, principalmente nas fronteiras brasileiras e em comunidades indígenas: a Missão Kayapó.

Com o projeto, foram realizados cerca de 700 exames para a detecção da COVID-19 e mais de 5.000 procedimentos gerais de saúde nas aldeias Turedjam, Kikretum, Kokraimoro, Moikarako, Kubenkrãnkrehn e Gorotire. Os atendimentos foram feitos por médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e veterinários da Marinha, do Exército e da Aeronáutica.

Estamos participando do Projeto S

Em fevereiro deste ano, o Instituto Butantan e a prefeitura de Serrana, em São Paulo, lançaram o Projeto S, um ensaio clínico inédito que tem por intuito avaliar a efetividade da vacina CoronaVac e seu impacto na transmissão do vírus. 

A Hilab, em parceria com o Instituto Butantan, está fazendo parte deste grande projeto e desenvolveu, em parceria com o instituto, a plataforma Tainá, que controla todo o estudo clínico. Antes do início do estudo, essa plataforma já compilava os dados dos resultados de todos os exames de PCR realizados nas Unidades Básicas de Saúde da cidade. 

Estima-se que cerca de 30 mil pessoas acima de 18 anos serão vacinadas, com exceção de mulheres grávidas ou em amamentação e portadores de doenças graves. Para participar do estudo, todas as mulheres precisam realizar um exame de Beta-hCG para saber se estão ou não grávidas. A Hilab foi escolhida por oferecer um serviço de Testes Laboratoriais Remotos que entrega um resultado em poucos minutos em tempo real. Com o nosso serviço o município não precisou montar uma grande estrutura laboratorial para processar as amostras, o que trouxe mais agilidade para todo o processo.

Democratizar o acesso à saúde: essa é a nossa missão

A Hilab reconhece a importância de democratizar o acesso à saúde. Hoje relembramos essa data tão importante e continuamos na missão de levar o mesmo exame laboratorial, seja para o morador de um grande centro urbano, seja para o morador de aldeia indígena do interior do Brasil. Agradecemos a todos os pacientes, colaboradores e profissionais da saúde que compartilham com a gente o sonho de tornar a saúde cada vez mais acessível. 

Sobre a Hilab 

A Hilab é pioneira em Testes Laboratoriais Remotos no Brasil. Somos um laboratório de análises clínicas que há mais de 16 anos atua no mercado de tecnologia médica. 

Nós unimos o conhecimento dos melhores profissionais de saúde a tecnologias como a Inteligência Artificial (IA) e Internet das Coisas para garantir garantir resultados ágeis e de alta confiabilidade. 

Além da análise feita por profissionais da saúde do laboratório de análises clínicas Hilab, trabalhamos com um modelo de Inteligência Artificial criado pela própria empresa que também analisa os resultados. Esta IA gera um resultado para os exames que são realizados no Hilab e o compara com os resultados fornecidos pelo analista do laboratório. Esta dupla verificação aumenta a segurança e a confiabilidade do resultado que enviamos para você.


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Gestão Hospitalar na pandemia | saudebusiness.com

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Jamais esqueceremos o ano de 2020. A vida de todos foi alterada abruptamente. As empresas precisaram se adaptar ao home office e descobrir novas formas de entregar produtos e serviços, escolas aceleraram o processo de ensino a distância, que ainda era distante para muitas delas, e por aí vai… Mas essas práticas são mais difíceis de serem implantadas na área da assistência médica. Acostumados com consultas presenciais, tivemos a entrada da Telemedicina, que nos ajudou a chegar na casa das pessoas sem que elas precisassem ir ao hospital. Mas, o contato com o paciente, na maioria das vezes, é imprescindível – ainda mais quando falamos em um ambiente hospitalar. Mas, nos adaptarmos à nova doença (e à nova realidade que ela impõe) foi nosso maior desafio.

Para a gestão, uma preocupação permanente foi com os colaboradores. O primeiro passo foi mapear o chamado ‘grupo de risco’ e afastar esses profissionais das atividades. Desse grupo, apenas uma parcela pequena tem condições de realizar o trabalho remoto – quase nenhum ligado diretamente ao cuidado com os pacientes. Em poucos dias, foi necessário um remanejamento de profissionais e a elaboração de um novo fluxo de atendimento. A equipe precisou ser treinada para o atendimento de uma doença que não conhecíamos. 

Novos profissionais foram contratados e treinados. Alguns, infelizmente, acabaram infectados pelo novo coronavírus e precisaram ser afastados. Nesses casos, o afastamento é de, no mínimo, 15 dias. A complexidade dos casos, a sobrecarga e a tensão constante também acabam levando outros colaboradores a pedirem desligamento. É praticamente impossível substituir esses profissionais na mesma velocidade. Aliás, gente especializada para atender casos de Covid-19 está cada vez mais escassa e o processo de contratação e treinamento é demorado, já que deve ser feito com o máximo cuidado. Estamos falando da vida de milhares de pessoas que todos os dias chegam aos hospitais em busca de assistência.

Quando o vírus parecia dar uma trégua, as pessoas se sentiram mais confiantes para sair de casa e as restrições impostas pelos governos ficaram mais brandas. Mas, infelizmente, o que vimos ao longo desses 12 meses é que, quando menos esperamos, tudo recomeça. É um looping infinito de stress e pressão extremas. Que só acabará quando uma parcela significativa da população for imunizada. 

Talvez pelo excesso de confiança de muitos, que deixam de usar  máscaras e higienizar constantemente as mãos, ou por cansaço do isolamento e distanciamento social, estejamos com tamanha dificuldade para controlar essa doença. Com as novas cepas do vírus,os casos de reinfecção aumentaram. Duas semanas após feriados prolongados ou momentos de recesso, hospitais voltam a ficar lotados, cirurgias eletivas são canceladas, leitos de unidade de terapia intensiva ficam lotados e a escassez de profissionais reaparece. 

Ainda bem que a ciência tem conseguido dar respostas rápidas sobre o novo coronavírus. Profissionais que antes se dedicavam apenas ao cuidado dos pacientes, se desdobraram para dar a sua contribuição para as pesquisas, que agora continuam tão relevantes e importantes como no início da pandemia. A cada descoberta, um novo sopro de esperança, assim como novos treinamentos e novas práticas de cuidado implementadas. 

Em menos de 12 meses, foram criadas vacinas, mas, infelizmente, a capacidade de produção é pequena se comparada à demanda. Ainda precisamos de calma, resiliência e cuidado. Falta muito para termos o ‘efeito rebanho’ e ficarmos minimamente protegidos. A máscara, o álcool em gel e o distanciamento devem continuar fazendo parte do cotidiano das pessoas por um bom tempo. Assim como a dedicação dos profissionais nos hospitais devido à complexidade dos casos. Muito se aprendeu sobre o novo coronavírus e mais ainda sobre a força e a capacidade de adaptação dessas equipes. A integração desses profissionais, de tantas especialidades, e a união de pesquisa e prática são os alicerces que devem nos fazer seguir ao longo dos próximos meses. 

Olhando para trás, vemos o quanto já avançamos e, ao mesmo tempo, lamentamos por ainda não estarmos onde gostaríamos. São as dores e as conquistas de quem está vivendo a pandemia de dentro, no olho do furacão.

Sobre o autor

Rogério Fraga é médico urologista e gerente técnico do Hospital Marcelino Champagnat.


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Controle da glicemia piora na pandemia, saiba quais serviços farmacêuticos oferecer

Controle da glicemia piora na pandemia, saiba quais serviços farmacêuticos oferecer

O diabetes mellitus é, assim como a Hipertensão Arterial, um fator de risco para formas graves de COVID-19. Esta maior gravidade está também associada a comorbidades frequentes nos indivíduos que apresentam a doença (insuficiência cardíaca, doença coronária, insuficiência renal, obesidade). As recomendações terapêuticas para as pessoas com diabetes durante o período de pandemia ressaltam um rigoroso controle da glicemia

Entretanto, um estudo publicado na revista Diabetes Research and Clinical Practice, que tinha por objetivo identificar as barreiras enfrentadas pelas pessoas com Diabetes no Brasil durante a pandemia de COVID-19, apontou que essas pessoas tiveram seus hábitos alterados, o que impacta a glicemia. Com isso, o risco de mortalidade,  se infectados pelo SARS-CoV-2, bem como por complicações agudas e crônicas do diabetes aumenta potencialmente.  

O estudo, que coletou dados de 1701 indivíduos revelou que 95,1% dos entrevistados reduziram a frequência de sair de casa; entre aqueles que monitoram a glicose no sangue em casa durante a pandemia (91,5%), a maioria (59,4%) experimentou um aumento, uma diminuição ou uma maior variabilidade nos níveis de glicose; 38,4% postergaram consultas médicas e/ou exames de rotina; e 59,5% reduziram a atividade física. 

Por isso, neste momento, é ainda mais importante que você atue como um educador em diabetes. Confira as dicas práticas de serviços farmacêuticos que podem ser oferecidos no seu estabelecimento. 

Serviços que podem ser oferecidos para pessoas com diabetes

 

1. Educação em saúde 

A educação é um processo contínuo e constitui a ferramenta principal para o controle do diabetes. Para tanto, “o farmacêutico deve estar qualificado e consciente do seu papel de educador nesse processo. O propósito da educação é o controle do diabetes através do cuidado por parte das pessoas, familiares e cuidadores, tendo como consequência a melhora do estado de saúde e da qualidade de vida das pessoas”.

A Organização Mundial da Saúde destaca a importância da educação para o autocuidado na prevenção e tratamento de doenças crônicas como o diabetes mellitus. 

A pessoa que vive com a doença é a principal responsável por desempenhar atividades relacionadas ao tratamento. No entanto, para que ela possa desempenhar esse papel, é necessário conhecer os comportamentos que devem ser adotados para o controle do diabetes. São sete os comportamentos principais: 

  • Alimentação saudável 
  • Ser ativo
  • Monitorização da glicemia 
  • Tomar medicamentos 
  • Resolução de problemas
  • Enfrentamento saudável 
  • Redução de riscos 

O farmacêutico, como educador em diabetes, pode contribuir para a adoção de todos esses comportamentos.

Educação em saúde e a pandemia de COVID-19

Além dos cuidados em relação ao controle do diabetes, também é importante educar o paciente em relação ao tratamento precoce da COVID-19, uma vez que a procura por determinados medicamentos e suplementos vitamínicos tem aumentado durante a pandemia. 

A Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) não recomenda tratamento farmacológico precoce para COVID-19 com qualquer medicamento (cloroquina, hidroxicloroquina, ivermectina, azitromicina, nitazoxanida, corticoide, zinco, vitaminas, anticoagulante, ozônio por via retal, dióxido de cloro).

 A SBI destaca que “os estudos clínicos randomizados com grupo controle existentes até o momento não mostraram benefício e, além disso, alguns destes medicamentos podem causar efeitos colaterais. Ou seja, não existe comprovação científica de que esses medicamentos sejam eficazes contra a COVD-19.”

2. Aferição da pressão arterial 

O diabetes mellitus tipo 2, que é o tipo mais comum em pessoas que estão acima do peso, muitas vezes vem acompanhado de pressão alta (hipertensão arterial sistêmica).

Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) 4 entre 10 pacientes diabéticos apresentam pressão acima do normal.

O controle da pressão por parte do paciente diabético é tão importante quanto o controle da glicemia. Isso porque a pressão alta aumenta o risco de doenças cardiovasculares como infarto, além de acelerar o processo de lesão nos rins, já causado pelo próprio diabetes.

3. Rastreamento em Saúde com Testes Laboratoriais Remotos de Glicemia, Hemoglobina Glicada e Perfil Lipídico 

Para o rastreamento do diabetes, pode-se utilizar a glicemia em jejum, a glicemia de 2 horas pós-sobrecarga ou a hemoglobina glicada, sendo a glicemia de 2 horas pós-sobrecarga o teste menos utilizado. A glicemia em jejum e a hemoglobina glicada são exames que podem ser oferecidos aos clientes que frequentam a farmácia. 

Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes, esses testes são um dos instrumentos tanto para auxiliar no diagnóstico de diabetes ou pré-diabetes, quanto para avaliar o controle glicêmico do paciente com a doença.

Outro exame que precisa ser realizado com frequência por pessoas com Diabetes ou por aquelas que apresentam algum fator de risco para o desenvolvimento da doença, é o exame de Perfil Lipídico. Pessoas com diabetes mellitus possuem duas a três vezes mais chances de apresentar problemas cardiovasculares do que pessoas não-diabéticas.

E você? Está oferecendo algum destes serviços na sua farmácia? Conte com a Hilab os Testes Laboratoriais Remotos. Preencha o formulário que em até 48h nós ligamos para você! 


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GSK anuncia estratégias para a pandemia de coronavírus

GSK anuncia estratégias para a pandemia de coronavírus

A farmacêutica britânica contou sobre as estratégias e recomendações para o período

“É tempo de cuidarmos de nós, porque é cuidando de nós que estamos cuidando do próximo, da família, dos amigos, da economia e da sociedade. Nós, da GSK no Brasil, estamos somando esforços para continuar zelando pela saúde dos brasileiros”. Com esse lema, José Carlos Felner, GM no Brasil da GSK, maior produtora de vacinas do mundo e líder em saúde respiratória, foca sua gestão para superar esse momento que o mundo está passando.

A GSK tem por missão ser uma empresa que faz com que as pessoas façam mais, sintam-se melhor e vivam mais. Nesse período de pandemia não poderia ser diferente. “Priorizamos a saúde e o bem-estar dos nossos colaboradores, com home office para 100% dos que possuem funções administrativas, suspendemos todos os contatos proativos da nossa força de vendas com profissionais de Saúde, reforçamos higienização em nossas dependências, montamos um comitê de crise, mantemos nossos funcionários informados e antecipamos a campanha de vacinação contra gripe para todos nossos funcionários e familiares”, enfatiza Felner.

Produção de medicamentos e vacinas

A GSK é a maior produtora de vacinas do mundo e é referência no tratamento de doenças respiratórias. Portanto, a produção desse time crítico não pode parar. Eles são fundamentais para garantir o abastecimento confiável de produtos, medicamentos e vacinas, tão importantes para a sociedade.

No Campo da Pesquisa&Desenvolvimento, a GSK também está na luta ao COVID-19. A empresa colocou à disposição dos cientistas da CEPI – instituição que atua no desenvolvimento de vacinas para controlar surtos – sua plataforma de adjuvantes, mesma tecnologia já utilizada com sucesso na pandemia de gripe. “Essa semana expandimos nossas colaborações e agora estamos trabalhando com cinco empresas parceiras e grupos de pesquisa em todo o mundo, inclusive nos EUA e na China, além da Universidade de Queensland e a Clover Biofarmaceuticals”, complementa Felner. Outras oportunidades de colaboração com várias outras empresas e instituições estão sendo estudadas.

As primeiras indicações do benefício do adjuvante foram relatadas nos primeiros experimentos pré-clínicos por uma das colaborações. Com essa tecnologia, é possível reduzir a quantidade de antígeno por dose, o que permite a oferta de mais doses de vacinas para mais pessoas, além de possibilitar uma imunização mais potente e duradoura. Isso, em um cenário de pandemia como o atual, pode fazer toda diferença. A GSK espera que os dados sejam relatados pelas várias colaborações nos próximos três meses. Assim, esses dados informarão os próximos passos para o desenvolvimento clínico das vacinas candidatas.

“O momento é de colaboração e mobilização. Sabemos que o processo de produção de vacinas é muito complexo, o que pode demorar um pouco. Porém, está na hora de unirmos esforços para tornar a vacina realidade no menor espaço de tempo possível”, completa Felner.

Grupos de risco – Doenças respiratórias e HIV

Embora ainda não tenhamos muitas informações sobre o vírus SARS-CoV-2, os dois grupos de maior risco são o de pessoas idosas, acima de 60 anos, e o de portadores de doenças crônicas como asma, DPOC, diabetes, doenças cardiovasculares, câncer, Aids, entre outras. É importante que pacientes crônicos tomem todas as medidas de proteção e prevenção estabelecidas pelo Ministério de Saúde, como o confinamento social, lavagem frequente e correta das mãos, utilização de álcool gel 70% na limpeza pessoal e de ambientes, bem como evitar aglomerações de pessoas.

“Como temos um portfólio completo, que inclui tratamentos para Asma, Asma Grave, Rinite Alérgica e Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) e fornecemos medicamentos de primeira linha para pessoas com Aids em tratamento pelo SUS para mais de 250 mil pacientes, não podemos parar. Esse é o nosso compromisso com a sociedade.”, completa Felner.

GSK diante da pandemia de coronavírus: Gestão em tempos de crise

É tempo de se cuidar, cuidar do próximo, de parar e pensar no bem mais importante para todos os seres: a saúde. Quem puder ficar em casa, siga as recomendações de médicos e órgãos do governo. Quem trabalhar com insumos de primeira necessidade, deve se proteger e focar em levar o melhor para todos. “Tenho clareza de que uma boa gestão para garantir a segurança e o bem-estar de nossos funcionários, bem como como o acesso a medicamentos de suma importância para a população, além da busca constante de ações efetivas de combate a Covid-19, será o que fará a diferença ao passarmos por essa crise. É uma situação em constante evolução, que necessita ser mantida sob revisão e atualização periódicas. Seguimos monitorando a questão e em estreita comunicação com os governos globais e local, para auxiliar em todas as áreas que pudermos”, conclui Felner.

Foto: Shutterstock
Fonte: GSK


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Pandemia muda hábito de 6 em cada 10 consumidores de alto padrão

Pandemia muda hábito de 6 em cada 10 consumidores de alto padrão

27% dos compradores de marcas de luxo ainda querem manter a rotina de comprar fisicamente nas lojas, porém precisam sentir que estão seguros

Em pesquisa inédita com consumidores de mercado de luxo no Brasil, a Hibou, empresa de pesquisa e monitoramento de mercado e consumo, levantou dados que mostram a mudança de hábito desse público. Em tempos de pandemia, o luxo virou consumo não essencial, desfiles e semanas de moda foram cancelados, grifes tiveram de reinventar a forma de se comunicar. “A pergunta que estava no ar era: será que isso mudou para sempre? A resposta é sim, não em relação a redução do consumo mas definitivamente nos critérios de escolha e formato de compras, que migrou para o online e cada vez mais se consolidará por lá”, diz Ligia Mello, coordenadora da pesquisa.

A indústria de luxo movimenta milhões e gera empregos importantes dentro da sociedade, desde a produção dos insumos, design das coleções até as lojas que comercializam suas peças diariamente em lojas de rua ou shoppings por todo o Brasil. “É necessário ter esse olhar sobre qualquer indústria, porque o luxo se baseia em qualidade e estilo e por isso vai continuar existindo, mas as marcas agora precisam se engajar com mais proximidade e trazer consigo mais responsabilidade social e ambiental – fatores que os consumidores estão mais de olho” diz Ligia.

Neste estudo, após cruzamento de algumas pesquisas proprietárias e análises personalizadas dentro do target de alto padrão, a Hibou levantou um conteúdo baseado na opinião dos entrevistados e na visão de mercado com foco nos negócios e no retorno a uma rotina diferente daquela a que estavam acostumados. A pesquisa foi realizada com mais de 500 consumidores brasileiros de classe social A, sendo 78% mulheres e 22% homens, heavy buyers de roupas e acessórios de alto padrão, em maio de 2020, em formato de questionário digital.

Pandemia muda hábito

46% do público consumidor de luxo, não tiveram redução financeira neste período, contra apenas 34% dos brasileiros na amostra geral. 56% definiram claramente o impacto negativo que o não contato pessoal e físico fez na sua rotina. 49% não se identificam com os serviços e negócios do seu bairro e 20% nem sequer tentou uma nova relação de consumo. Para 72% a grande preocupação na pandemia foi a saúde da família, portanto alimentação, saúde mental e outras atividades precisaram ser repensadas.

O lar ganhou novo significado para esse público. Para 68% a sala de estar e 61% a cozinha tomaram novas proporções, onde a família -mesmo sem se desconectar do celular-está mais próxima e interativa. Já pensam em possíveis ajustes de viagens e atividades de final de ano. 53% passaram a se preocupar com o próprio bem-estar, ampliando o olhar para o eu e ressignificando relações com pessoas e marcas. A roupa de ficar em casa não é a velha e surrada, ela precisa ser confortável, mas pode ser dentro dos padrões que estão habituados.

Em relação aos novos hábitos, 64% já possuem o hábito digital para muitas aquisições, 58% gostam de ir ao shopping de sua preferência para comprar das suas marcas favoritas, o consumo no bairro já não fazia parte dessa rotina e fica de fora no desenho pós confinamento. 42% deles será cada vez mais omnichannel em sua nova rotina, e não descartam incluir nas etapas digitais a participação dos eushopper de confiança,a experiência continua sendo importante.

Marcas de luxo

27% delas quer manter o hábito antigo de compras nas lojas, mas para isso precisam sentir que estão seguras. Sair menos para locais públicos será uma premissa nos próximos meses, mas se deslocar para ambientes controlados como casa de amigas ou ambientes de rua que possuam um fluxo menor de pessoas tende a ser a escolha inicial. 71% das pessoas que programavam uma comemoração “externa” no segundo semestre já consideram realizá-la para um grupo um pouco menor dentro da sua casa.

“A marca de luxo deve ficar de olho em eventos petit comité na casa dos clientes (sendo eles embaixadores). Isso pode ser um novo modelo para ter o pertencimento com segurança. O ir e vir é fundamental. Claro que lojas de rua se bem trabalhadas podem ter uma resposta positiva. Menos fluxo de pessoas, ambiente 100% controlado pela marca.”, avalia Ligia.

A grande herança da quarentena é a distinção clara do que é essencial do que é prescindível. Biossegurança é o protocolo da vez . Para 91% delas, ser transparente com os procedimentos de higiene dos espaços-principalmente nos shoppings, peças e cuidado com equipe-farão marcas permanecerem na lista de favoritas ou não. E claro, responsabilidade social será um fator de desempate entre as marcas preferidas. 74% quer algo das marcas que ama além do “nome”, e 64% pretende optar dentre as suas favoritas na que mais colaborou ou colabora gerando empregos e ajudando pessoas em grupo de risco.

Foto: Shutterstock Fonte: Hibou


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Pandemia é “sinal amarelo” para risco de automedicação

Pandemia é "sinal amarelo" para risco de automedicação

(Texto atualizado em 08/07/2020 às 01:08 pm)

Prática traz sérios problemas para a saúde e não trata adequadamente as doenças

O período de pandemia traz inúmeros desafios e muito aprendizado para as áreas médica e governamental e, ao mesmo tempo, aumenta a preocupação da população em geral com o cenário de incerteza e de medo de contaminação. Com uma vacina ainda em fase de testagem embrionária, os riscos da automedicação crescem tendo em vista a expectativa de uma proteção sem o acompanhamento médico e, portanto, sem respaldo científico.

A automedicação já é um hábito no Brasil. Dados do Conselho Federal de Medicina indicam que 77% dos brasileiros fazem o uso de medicamentos sem qualquer orientação médica.

Um risco que fica ainda maior em tempo de pandemia, como ressalta o cirurgião vascular, Francisco Simi. “Muitas pessoas já têm um remédio que julgam ser o certo para cada tipo de sintoma que aparece. Uma dor de garganta, uma tosse ou uma dor de cabeça são sintomas clássicos para fazer uso de medicação sem qualquer tipo de prescrição. Com a covid-19, o sinal ficou amarelo para a automedicação com remédios que se quer respondem, cientificamente, para um bloqueio na evolução da doença. Esse é um problema gravíssimo”, explica.

Automedicação na pandemia

Anti-inflamatórios

De acordo com Simi, muitos remédios quando usados em automedicação podem funcionar como um ocultador da doença. É o caso dos anti-inflamatórios, que, além disso, quando ministrados de forma inadequada podem provocar comprometimentos de outros órgãos, como os rins. “Quem faz uso de medicamento sem acompanhamento médico não quer, na maioria das vezes, tratar a doença. O objetivo é ficar livre dos sintomas e isso desencadeia uso excessivo, provocando enormes riscos”, orienta Simi.

Antibióticos

Também são comuns na automedicação, embora a comercialização tenha sido controlada há pouco tempo nas farmácias. Essa categoria de medicamento é exclusiva para tratar infecções causadas por bactérias. “Vírus não é bactéria e, por isso, esse tipo de remédio não tem efeito significativo no trato de quadros virais, como a Covid-19. Não se trata de opinião, mas de ciência”, diz. O uso desenfreado de antibióticos pode causar, por exemplo, super-resistência de bactérias, comprometendo a eficácia dos medicamentos já existentes no mundo.  

Acompanhamento

O acompanhamento médico é fundamental para o correto tratamento de um sintoma. O uso de medicamentos sem orientação médica é arriscado. “Traz enormes prejuízos e dissemina uma cultura equivocada na sociedade. Isso pode trazer sérios problemas de saúde pública, como a que estamos vivendo hoje”, finaliza.

Foto: Shutterstock

Fonte: Dr. Francisco Simi


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CFF suspende fiscalização em razão da pandemia por coronavírus

PFARMA

(Texto atualizado em 29/05/2020 às 05:43 pm)

Por causa da pandemia de COVID-19, o Conselho Federal de Farmácia (CFF) baixou resolução suspendendo os procedimentos de fiscalização externa e os prazos processuais no âmbito dos conselhos de farmácia. Os conselhos regionais de farmácia deverão adotar os atos necessários ao seu funcionamento durante o período de pandemia do novo Coronavírus e conforme a sua situação local. Com efeito, a fiscalização continuará sob a forma orientativa e colaborativa, encaminhando-se as autoridades as matérias que não for de sua competência, nos termos do artigo 10 da Lei Federal n. 3820/60. A medida foi publicada no Diário Oficial da União de hoje e tem validade indeterminada, podendo ser revogada a qualquer momento.

A justificativa do CFF é a de que os fiscais, ao visitar farmácias, laboratórios e outros estabelecimentos de saúde onde hajam farmacêuticos em atuação, podem favorecer a proliferação do vírus, diante da dificuldade de acesso aos equipamentos de proteção individual, em falta no mercado. A fiscalização diária envolve visitas a diversos estabelecimentos, o que tornaria o fiscal um potencial vetor do vírus, na contramão das atuais determinações do Ministério da Saúde. Além disso, durante a fiscalização das atividades farmacêuticas, o profissional teria de reservar parte do seu tempo para atendimento ao fiscal, o que poderia atrapalhar o atendimento à população. Conforme prevê a conforme prevê a Lei Federal nº 13.021/14, as farmácias são postos avançados de assistência à saúde e têm sido muito requisitadas nesse momento.

O CFF reforça a necessidade da presença do farmacêutico durante todo o tempo de funcionamento das farmácias, especialmente agora. Mais do que nunca a expertise técnica desse profissional é imprescindível nos estabelecimentos de saúde onde atuam, principalmente nas farmácias. “Além das atividades privativas, que como o nome diz são intransferíveis, o farmacêutico, com seu conhecimento, é que vai garantir que todas as medidas de contenção da proliferação do vírus  serão tomadas”, alerta o presidente da Comissão de Fiscalização do CFF, Romeu Cordeiro.

O presidente do CFF, Walter da Silva Jorge João, destaca que a suspensão da fiscalização não deve resultar no afastamento por parte do Sistema CFF/CRFs. Pelo contrário! Ele destaca que os conselhos regionais estão orientados a acompanhar a situação em suas jurisdições e atuar de forma a garantir o funcionamento dos estabelecimentos de saúde conforme os preceitos éticos e legais.

Além disso, respeitando suas atribuições legais, os conselhos têm atuado fortemente no sentido de garantir as condições adequadas de trabalho aos farmacêuticos nesse momento. O próprio CFF reforçou ao Ministério da Saúde a necessidade de medidas que venham garantir a normalização do abastecimento de EPIs no mercado e, por meio do Plano de Resposta à Pandemia de COVID-19 para a Farmácias Privadas e Públicas da Atenção Primária, divulgado na semana passada, reforçou aos farmacêuticos que eles têm o direito de acesso a esses equipamentos. O plano também traz orientações como a de demarcação do espaço de atendimento, respeitando 2 metros para filas de pacientes sem máscara ou 1 metro para aqueles com máscara. Veja o plano aqui –

“O momento que estamos vivendo é extremamente delicado e exige adequações emergenciais e muito empenho para evitarmos o agravamento da pandemia. E nesse sentido quero agradecer a todos os colegas farmacêuticos, que estão na linha de frente, no atendimento à clientela das farmácias e demais estabelecimentos de saúde, e também na retaguarda, em atividades como abastecimento de medicamentos e a pesquisa de vacinas e da cura. Quero reiterar que estamos juntos e que os conselhos de Farmácia continuarão cumprindo o seu papel para que todos consigamos superar a pandemia da melhor maneira possível”, disse o presidente do CFF.

RESOLUÇÃO Nº 681, DE 20 DE MARÇO DE 2020

Adota procedimentos “ad referendum” do Plenário em decorrência do novo Coronavírus (COVID-19).

O Conselho Federal de Farmácia (CFF), no uso de suas atribuições previstas na Lei Federal nº 3.820, de 11 de novembro 1960, por sua Diretoria, “ad referendum” do Plenário;

Considerando a declaração de emergência em saúde pública de importância internacional pela Organização Mundial da Saúde em 30 de janeiro de 2020, em decorrência da infecção humana pelo novo Coronavírus (COVID-19);

Considerando a Portaria nº 188/GM/MS, de 4 de fevereiro de 2020, que declara emergência em saúde pública de importância nacional (ESPIN), em decorrência da infecção humana pelo referido vírus;

Considerando a classificação pela Organização Mundial de Saúde, no dia de 11 de março de 2020, como pandemia do novo Coronavírus;

Considerando a Lei Federal nº 13.979, de 6 de fevereiro de 2020, determinando procedimentos para o enfretamento de emergência de saúde pública de importância nacional decorrente do novo Coronavírus;

Considerando o pedido da Organização Mundial de Saúde para que os países redobrem o comprometimento contra a pandemia do novo Coronavírus;

Considerando que a situação demanda o emprego urgente de medidas de prevenção, controle e contenção de riscos, danos e agravos à saúde pública, a fim de evitar a disseminação da doença; resolve:

Art. 1º – Ficam suspensos todos os prazos processuais no âmbito dos conselhos de farmácia, bem como os procedimentos de fiscalização externa.

Art. 2º – Os conselhos regionais de farmácia deverão adotar os atos necessários ao seu funcionamento durante o período de pandemia do novo Coronavírus e conforme a sua situação local.

Art. 3º – Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação.

WALTER DA SILVA JORGE JOÃO
Presidente do Conselho

Fonte: Comunicação do CFF

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O que os brasileiros esperam das marcas durante a pandemia?

o que os brasileiros esperam das marcas durante a pandemia?

(Texto atualizado em 09/04/2020 às 09:18 am)

Duas atitudes importantes: serem exemplos e liderarem a mudança; e serem práticas e realistas

Tempos de crise como a pandemia do COVID-19 que afeta o mundo atualmente leva o medo à população e força muitas marcas a refletirem sobre que tipo de comunicação devem ter e como devem agir. Uma pesquisa da Kantar, realizada entre os dias 13 e 16 de março, revelou que o coronavírus já preocupava 80% dos brasileiros.

Com isso, a população espera diferentes posicionamentos das marcas. Os brasileiros esperam que elas: sirvam de exemplo e guiem a mudança (25%); sejam práticas e realistas e ajudem consumidores no dia a dia (21%); ataquem a crise e demonstrem que ela pode ser derrotada (20%); usem seu conteúdo para explicar e informar (18%); reduzam a ansiedade e entendam as necessidades dos consumidores (11%); por último, que sejam otimistas e pensem de formas não convencionais (3%).

“Por ser um momento sensível, mensagens podem ser mal interpretadas, conteúdos podem gerar desserviços e peças criativas podem estimular o sentimento errado”, afirma o CEO de insights na Kantar Brasil, Valkiria Garre. “Ainda assim, as marcas devem continuar investindo de forma estratégica para conseguir crescimento a longo prazo.”

A pesquisa também questionou que tipo de publicidade deve continuar sendo feita pelas marcas brasileiras: mais de 80% dos entrevistados concordam completamente que elas devem comunicar principalmente seus esforços para enfrentar a situação e sobre como podem ser úteis nesse novo dia a dia, assim como evitar explorar a situação do coronavírus para promover suas marcas.

O que os consumidores esperam das empresas?

Outra informação apontada pela pesquisa é o que os consumidores esperam das empresas como organizações. Na opinião dos brasileiros o mais fundamental nesse momento é se preocupar com a saúde de seus colaboradores, higienizando os locais de trabalho (67%) e possibilitando os horários flexíveis (18%).

“Estamos vivendo um momento delicado da nossa história e devemos prezar primeiramente pela saúde da população. Toda e qualquer outra decisão deve ser pautada no uso de dados e informações para que os resultados sejam os mais benéficos possíveis”, diz Valkiria.

Para mais informações, clique aqui.

Foto: Shutterstock

Fonte: Kantar


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Farmacêuticos chamados para cadastro obrigatório para combate ao Coronavírus COVID-19

ATENÇÃO TODOS FARMACÊUTICOS!

A PORTARIA Nº 639, de 31 de março de 2020 Dispõe sobre a Ação Estratégica “O Brasil Conta Comigo – Profissionais da Saúde”, voltada à capacitação e ao cadastramento de profissionais da área de saúde, para o enfrentamento à pandemia do coronavírus (COVID-19).

Desde o dia 03 de fevereiro de 2020 , o Ministério da Saúde decretou “Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional, em decorrência da infecção humana pelo novo coronavírus, COVID-19.

Essa medida do governo brasileiro considera a necessidade de mobilização da força de trabalho em saúde para a atuação serviços ambulatoriais e hospitalares do SUS para responder à situação emergencial.

 

Profissionais que devem se cadastrar obrigatóriamente

Todos os profissionais ativos da áreas listadas abaixo devem se cadastrar segundo o governo. Veja a lista:

I – serviço social;
II – biologia;
III – biomedicina;
IV – educação física;
V – enfermagem;
VI – farmácia;
VII – fisioterapia e terapia ocupacional;
VIII – fonoaudiologia;
IX – medicina;
X – medicina veterinária;
XI – nutrição;
XII – odontologia;
XIII – psicologia; e
XIV – técnicos em radiologia.

Estes Profissionais devem se cadastrar obrigatoriamente e, em caráter emergencial, e, depois de treinados, poderão ser convocados a atuar.

A capacitação do MS será no formato EaD e os participantes receberão certificação do órgão. Todos os farmacêuticos, devidamente registrados no Conselho de Regional de Farmácia, poderão participar da capacitação.

Antes de qualquer convocação, os farmacêuticos e outros profissionais de saúde citados acima precisarão preencher o formulário eletrônico REGISTRA RH. Durante o cadastro, o profissional informará SE DESEJA FAZER PARTE DA AÇÃO ESTRATÉGICA DO MINISTÉRIO “O Brasil Conta Comigo – Profissionais da Saúde”. Após registrar os dados, receberá um e-mail para se cadastrar na plataforma do curso online.

 

Veja mais detalhes no texto oficla que você pode encontrar na integra nos links:


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Mudanças na validade da receita e procuração no FP por Corona Vírus

(Texto atualizado em 02/04/2020 às 11:47 am)

Em um movimento adotado visando amenizar a movimentação de pacientes, a direção do programa Farmácia Popular comunicou que mudou o prazo de validade das receitas médicas, permitindo a retirada de medicamentos por até 90 dias após a data de emissão da receita. Além disso, também foram alteradas as exigências sobre a  procuração para retirada de medicamentos por terceiros no programa.

A validade da receita médica normalmente é de 180 dias apenas, sendo então necessário que o paciente procure seu médico para renovar suas receitas e continuar retirando a medicação que necessita após o fim da validade. A retirada dos medicamentos é feita a cada 30 dias, exigindo que o paciente vá até a farmácia. Com as mudanças no prazo de validade da receita comunicadas pelo Ministério da Saúde, o paciente poderá retirar medicamentos de uma só vez, para até 90 dias, ou seja, 3 meses. Assim evita-se a movimentação das pessoas até a consulta médica e retorno para a farmácia todo mês para manter seu tratamento em dia.

 

Procuração não precisa ser autenticada em cartório

Outra medida anunciada pelo governo, na tentativa de evitar o fluxo de pessoas para conter a propagação rápida do coronavírus, é que não será mais necessária declaração registrada em cartório no caso de cuidadores ou outros responsáveis que pegam o remédio em nome dos doentes.

Com uma declaração de próprio punho feita pelo paciente e com sua assinatura, além dos documentos e cópias, será possível retirar o medicamento pelo farmácia popular. Não será mais necessário autenticar em cartório uma procuração formal. Com menos burocracia e movimentação, é possível diminuir as chances de propagação do Corona vírus.

 

Validade de receitas médicas aumentada de 6 para 12 meses

As receitas, laudos médicos e atestados, quando forem para utilização dentro do programa Famácia Popular, para agora possuem validade de 365 (trezentos e sessenta e cinco) dias, a partir de sua emissão. O prazo costumava ser de 6 meses e passará a ser de 12 meses. Com a mudança, haverá menos necessidade de movimentação das pessoas e pacientes, indo de encontro com políticas e estratégias de diminuição de contágios.

Parte da nota oficial:

c) flexibilizar o disposto no artigo 23 do Anexo LXXVII da Portaria de Consolidação nº. 5 de 28 de setembro de 2017, a fim de que, para fins de comercialização e dispensação de medicamentos e/ou correlatos no âmbito do Programa Farmácia Popular do Brasil (PFPB), as prescrições, laudos ou atestados médicos tenham validade de 365 (trezentos e sessenta e cinco) dias, a partir de sua emissão

2. PRESCRIÇÕES NO ÂMBITO DO SUS
Diante do exposto esta Diretoria adota, em caráter excepcional, como medida ampliar o prazo de aceitação de prescrições para medicamentos de  uso contínuo, no âmbito do Sistema Único de Saúde – SUS, de 06 (seis) para 12 (doze) meses.

3. DROGARIAS E FARMÁCIAS

Esta ampliação de prazo na validade da prescrição cabe também às dispensações de medicamentos através do Programa Farmácia Popular realizada por Drogarias e Farmácias.

4. MEDICAMENTOS SUJEITOS A CONTROLE ESPECIAL
Notificações de Receita e Receituários de Controle Especial permanecem seguindo os prazos de validade dispostos na Portaria Federal nº 344/98/MS e Portaria Federal nº 06/99/MS.

 

Veja a nota técnica oficial completa com todos os detalhes no link: http://crfsc.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/Nota-t%C3%A9cnica-n%C2%BA-001.2020-1.pdf

No site oficial do programa é possível ver a nota oficial: https://www.saude.gov.br/noticias/assistencia-farmaceutica/46583-alteracoes-no-programa-farmacia-popular-devido-a-situacao-de-emergencia-de-saude-publica-decorrente-do-coronavirus-covid19


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