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Consumidor paga muito imposto para comprar medicamentos

A indústria farmacêutica produtora de genéricos está otimista com a retomada do crescimento a partir de 2019. Telma Salles, presidente da Pró-Genéricos, entidade que representa os laboratórios, disse que os desafios do setor passam pela redução da carga tributária e ampliação do acesso a medicamentos, bandeiras defendidas pelas indústrias nos últimos anos. De acordo com ela, as indústrias continuam comprometidas a fazer os investimentos, mas é preciso maior previsibilidade para que as companhias possam pensar no País a longo prazo. “O consumidor brasileiro paga muito imposto para comprar medicamento. É preciso reduzir a carga tributária”, afirmou a executiva.

Qual a principal agenda de discussão das indústrias produtoras de genéricos? Estamos depositando nossas expectativas em uma agenda positiva para o setor. Batalhamos por um marco regulatório previsível para garantir que os investimentos não sejam desperdiçados e pela ampliação do acesso a medicamentos. O Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi) não pode ficar de fora dessas discussões. Batemos sempre o martelo nessa questão.

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Mercado farmacêutico





Pandemia é “sinal amarelo” para risco de automedicação

Pandemia é "sinal amarelo" para risco de automedicação

(Texto atualizado em 08/07/2020 às 01:08 pm)

Prática traz sérios problemas para a saúde e não trata adequadamente as doenças

O período de pandemia traz inúmeros desafios e muito aprendizado para as áreas médica e governamental e, ao mesmo tempo, aumenta a preocupação da população em geral com o cenário de incerteza e de medo de contaminação. Com uma vacina ainda em fase de testagem embrionária, os riscos da automedicação crescem tendo em vista a expectativa de uma proteção sem o acompanhamento médico e, portanto, sem respaldo científico.

A automedicação já é um hábito no Brasil. Dados do Conselho Federal de Medicina indicam que 77% dos brasileiros fazem o uso de medicamentos sem qualquer orientação médica.

Um risco que fica ainda maior em tempo de pandemia, como ressalta o cirurgião vascular, Francisco Simi. “Muitas pessoas já têm um remédio que julgam ser o certo para cada tipo de sintoma que aparece. Uma dor de garganta, uma tosse ou uma dor de cabeça são sintomas clássicos para fazer uso de medicação sem qualquer tipo de prescrição. Com a covid-19, o sinal ficou amarelo para a automedicação com remédios que se quer respondem, cientificamente, para um bloqueio na evolução da doença. Esse é um problema gravíssimo”, explica.

Automedicação na pandemia

Anti-inflamatórios

De acordo com Simi, muitos remédios quando usados em automedicação podem funcionar como um ocultador da doença. É o caso dos anti-inflamatórios, que, além disso, quando ministrados de forma inadequada podem provocar comprometimentos de outros órgãos, como os rins. “Quem faz uso de medicamento sem acompanhamento médico não quer, na maioria das vezes, tratar a doença. O objetivo é ficar livre dos sintomas e isso desencadeia uso excessivo, provocando enormes riscos”, orienta Simi.

Antibióticos

Também são comuns na automedicação, embora a comercialização tenha sido controlada há pouco tempo nas farmácias. Essa categoria de medicamento é exclusiva para tratar infecções causadas por bactérias. “Vírus não é bactéria e, por isso, esse tipo de remédio não tem efeito significativo no trato de quadros virais, como a Covid-19. Não se trata de opinião, mas de ciência”, diz. O uso desenfreado de antibióticos pode causar, por exemplo, super-resistência de bactérias, comprometendo a eficácia dos medicamentos já existentes no mundo.  

Acompanhamento

O acompanhamento médico é fundamental para o correto tratamento de um sintoma. O uso de medicamentos sem orientação médica é arriscado. “Traz enormes prejuízos e dissemina uma cultura equivocada na sociedade. Isso pode trazer sérios problemas de saúde pública, como a que estamos vivendo hoje”, finaliza.

Foto: Shutterstock

Fonte: Dr. Francisco Simi


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Anvisa suspende a venda de remédio para emagrecer

Anvisa suspende a venda de remédio para emagrecer

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu nesta semana a fabricação, distribuição e divulgação do remédio para emagrecer Levlym. De acordo com a agência, a proibição acontece depois que foi comprovado que duas páginas na internet vendiam produtos sem o registro adequado.

Nos sites, a marca promete uma fórmula qu garante o bloqueio e eliminação de gorduras, o que não é comprovado. “Inibidor de apetite natural. Gordura eliminada pelas fezes. Intestino 100% regulado! Efeitos de drenagem linfática. Mais energia e disposição”, indica a propaganda. A empresa chega a dizer que possui registro na Anvisa, o que não é verdade.

A Anvisa suspendeu a venda do proibido em todo o território nacional. Questionada, a empresa afirma que sofreu falsificações de seus produtos, que passaram a ser vendidos como se fossem originais.


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Mercado farmacêutico





Lei de descarte de medicamentos e embalagens, entenda

Entenda lei para descarte de medicamentos e embalagens

Entenda o conceito da logística reversa

Na última sexta-feira (5) foi assinado pelo presidente Jair Bolsonaro e pelo Ministro do Meio-Ambiente Ricardo Salles o Decreto nº 10.388 que estabeleceu o sistema de “Logística Reversa de Medicamentos” domiciliares vencidos ou em desuso.

Segundo Edison Tamascia, presidente da Febrafar, a medida é positiva. “A definição deste modelo foi feita em conjunto com representantes de todos os setores envolvidos. A possibilidade de correto descarte de medicamentos vencidos ou em desuso por parte dos brasileiros protegem o meio ambiente e a saúde da população”, avalia.

Veja detalhamento sobre esse projeto feito pela Febrafar:

O que é o descarte de medicamentos e embalagens

Na logística reversa, os medicamentos domiciliares vencidos ou em desuso poderão ser gerenciados como resíduos não perigosos durante todas as etapas após o descarte na farmácia até a transferência para a unidade de tratamento e destinação final ambientalmente adequada. 

Para entender melhor, o termo “logística reversa” significa que o medicamento descartado pelos consumidores, terá o fluxo invertido do processo de compra do medicamento até o para seu descarte. Importante destacar que a abrangência para logística reversa é de medicamentos domiciliares, de uso humano (vencidos e/ou em desuso), e suas respectivas embalagens.

Pelo Decreto nº 10.388, não está previsto o recolhimento de produtos de home care, material de uso hospitalar, de clínicas, de ambulatórios médicos etc. 

Assim, os consumidores dispensam os medicamentos vencidos ou em desuso nas farmácias. Depois o produto é retirado pela distribuidora que leva de volta para a indústria que se encarregará de levá-los até um ponto de destruição em local ambientalmente adequado como incineradores, coprocessadores e/ou lixões de grau 1 homologados pelas entidades ambientais.

Cronograma da Logística Reversa

O decreto entrará em vigor em 180 dias depois de sua publicação, ou seja, terá vigência a partir do dia 03 de dezembro de 2020 e será dividido em duas fases distintas:

Fase 1 – Será instituído o GAP (Grupo de Acompanhamento de Performance); grupo multissetorial que será responsável pelo desenho do processo completo da operação em todos os níveis da cadeia farmacêutica, e pelo desenvolvimento de um portal onde todos os elos da cadeia farão os inputs dos volumes coletados. 

Fase 2 – Início da Operação do Sistema de Logística Reversa, com habilitação dos prestadores de serviços de acordo com as premissas do GAP; elaboração do plano de comunicação e qualificação dos líderes das entidades para apoio na implementação; instalação dos pontos fixos de recebimento dos medicamentos descartados pelos consumidores, e viabilização do processo de transporte em todas as etapas (distribuidor; operador, indústria e etc.). De acordo com o decreto, estima-se que a implementação em todos os elos da cadeia ocorra na segunda metade do próximo ano.

Nos dois primeiros anos de implementação, ou seja 2021 a 2023, deverão estar cobertos pelo decreto todas as capitais dos estados e municípios brasileiros com população superior a 500.000 habitantes. 

A partir de 2023, além dos municípios contemplados na etapa acima, serão inclusos demais municípios com população superior a 100 mil habitantes. Ao final desse período, está contemplado uma análise completa do sistema de logística reversa por todos os elos da cadeia.

Por fim, o GAP deverá assegurar minimamente uma farmácia para cada dez mil habitantes nas cidades contempladas nas duas etapas acima. Além disso será responsável pela criação do plano de comunicação para todos o setor do Sistema de Logística Reversa de Medicamentos.

Foto: Shutterstock Fonte: Febrafar


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Legislação e regulamentações





Plataforma viabiliza Telemedicina para todas as regiões do Brasil

Plataforma viabiliza Telemedicina para todas as regiões do Brasil

A Telemedicina é uma realidade em diversos países mundo afora. Nos EUA, por exemplo, onde existem muitas companhias no setor, é possível não só realizar o atendimento médico online, como também identificar diagnósticos e fazer prescrições a partir da eficiência de um ambiente tecnológico. Neste segmento atua a Teldoctor, empresa brasileira que nasce com capacidade para realizar 150 mil atendimentos mensais em todo o país.

Fundado pelo médico Luis Henrique Leonardo Pereira, o empreendimento utilizará um modelo de plataforma tecnológica no ar há oito anos no Brasil, e que já atendeu mais de 375 mil pacientes nas áreas de cardiologia, medicina preventiva e saúde sexual. Recentemente, a plataforma foi aprimorada com uma Inteligência Artificial vinda dos EUA, o que permite a ampliação do corpo clínico e o atendimento a diversas especialidades médicas.

Para alçar este patamar, em 2018, a Teldoctor firmou parceria com a empresa americana M.A.I.A.S. Partners, responsável por investimentos em plataformas de tecnologia de diferentes países, com sedes em Miami e Dubai, e que agora amplia o seu know-how, dando início às operações da Teldoctor no Brasil.

Com investimento estimado, até agora, em mais de R$13 milhões, o sistema utiliza o fundamento da inteligência artificial para filtrar as informações, e direcionar o paciente ao médico que fará o teleatendimento humanizado e personalizado. Os dados dos pacientes são armazenados sempre de forma sigilosa, e disponibilizados no prontuário eletrônico para que a equipe médica tenha acesso independentemente da localidade de ambos.

Segundo o CEO do projeto, Marcelo Callegari Co-Funder da empresa americana M.A.I.A.S. Partners, o setor tem grande potencial de crescimento e a empresa está preparada para contribuir com este cenário. “Estamos com um novo investimento previsto de mais US$ 1,5 milhão para aprimorar as funcionalidades da plataforma, e garantir um atendimento ainda mais rápido e preciso”, afirma Callegari.

Inicialmente, o programa terá a função de organizar as informações e facilitar o atendimento diário de 3 a 4 mil pacientes. Segundo Marcelo, o objetivo é que, em até um ano, a plataforma amplie esta capacidade e passe a atender mais de 1 milhão de pessoas por mês. Para isso, a empresa planeja instalar totens em diversos estabelecimentos, o que facilitaria atender, além de pacientes diretos, planos corporativos para empresas e cooperativas.

A Teldoctor segue o padrão estabelecido pelo modelo de Telemedicina americano, com a finalidade de estimular a medicina preventiva e agilizar as consultas e prescrições médicas, além de viabilizar o acesso ao atendimento médico rápido e confortável àqueles que vivem a rotina insana das grandes metrópoles e, até mesmo, às pessoas que estão nas regiões mais remotas do país.

Para utilizar o serviço, o paciente entra em contato com a equipe médica por meio da plataforma e preenche uma ficha clínica. Esta ficha chega ao médico, que analisa o caso, e, por meio da Telemedicina, pode solicitar uma videoconferência, exames, além de indicar tratamentos e emitir laudos.

O programa, que tem como base tecnologia americana, recebeu adaptações às Normas Legais brasileiras, e conta com todas autenticações legais e digitais necessárias para exercer a Telemedicina no país, além de seguir as regras estabelecidas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e pela Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SIBS).

Fonte: Saude Business


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Mercado farmacêutico





Raia Drogasil inicia testes rápidos para covid-19

Raia Drogasil inicia testes rápidos para covid-19

Iniciativa, que vai abranger ao menos 109 lojas situadas em diferentes regiões do Brasil, faz parte de uma série de ações da empresa cujo objetivo é transformar a farmácia em um local para cuidar da saúde na comunidade

A RD – Raia Drogasil S.A. iniciou a realização dos testes rápidos para detecção da Covid-19. O procedimento, que identifica se o paciente é reagente para IgG (memória imunológica) e IgM (infecção ativa/atual), já está sendo oferecido em 50 lojas e, será expandido para ao menos 109 unidades da Droga Raia e da Drogasil espalhadas por todo o Brasil. Os testes integram uma série de inovações em saúde que a empresa está implementando para fazer da farmácia um ponto focal de cuidados com a saúde primária na comunidade.

“Iniciamos a implementação do serviço pelas capitais, que são as localidades que concentram atualmente o maior número de casos de covid-19 no Brasil. Dessa forma, conseguimos contribuir com os esforços das autoridades de saúde para monitoramento e controle da pandemia”, explica Marcílio Pousada, presidente da RaiaDrogasil.

A disponibilização dos testes rápidos nas farmácias é uma medida de extrema importância para ajudar a conter a pandemia, já que em muitas localidades do País esses estabelecimentos são a única alternativa de testagem fora do ambiente hospitalar. “Mais do que nunca, a farmácia exerce um papel de protagonismo nos cuidados com a saúde e o bem-estar, pois está no dia a dia de todas as pessoas. Tanto é, que lançamos recentemente uma plataforma on-line chamada ‘Saúde em Dia’, pela qual as pessoas podem agendar teleconsultas não só relacionadas à covid-19, mas também de outras especialidades médicas, incluindo teleterapia”, destaca Pousada.

Testes da Covid-19 na Raia Drogasil

Fabricado pela Eco Diagnóstica, o teste comercializado pela RD custa R$ 140,00 e foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “Saímos em busca dos melhores laboratórios, aqueles que tivessem os testes mais confiáveis do mercado, pois, para nós, é fundamental que o serviço seja realizado com a máxima qualidade e segurança”, acrescenta o executivo.

Para fazer o teste, o consumidor precisa, antes, agendá-lo pelo site da Droga Raia ou da Drogasil. Dessa forma, a RD quer evitar aglomerações nas lojas e garantir a segurança de clientes e funcionários. O procedimento, cujo resultado fica pronto em cerca de 20 minutos, é realizado por um farmacêutico em uma sala privativa e com a adoção de todos os protocolos de segurança. Antes do exame, o paciente passa por uma rápida entrevista para que o profissional de saúde entenda melhor suas condições e seus sintomas.

“É muito importante frisar que a farmácia adota protocolos muito rígidos para a realização dos testes e, por isso, é o ambiente mais adequado para que as pessoas que apresentem sintomas da covid-19 possam confirmar se estão ou não com a doença, sem a necessidade de se expor em um ambiente de pronto-socorro”, conclui Pousada.


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Farmacêuticos podem negar dispensa de medicamentos para Covid-19

Farmacêuticos podem negar dispensa de medicamentos para Covid-19

O Conselho Federal de Farmácia se manifestou oficialmente sobre o assunto, visando resguardar a categoria e a segurança do paciente

Em meio à pandemia do novo coronavírus e o uso de medicamentos fora da bula para tratamento da doença, o Conselho Federal de Farmácia emitiu uma nota técnica em que manifesta formalmente a possibilidade do farmacêutico negar a dispensação de um medicamento, mesmo com prescrição médica. O documento foi liberado nesta quinta-feira (04/05) e visa resguardar a categoria e a segurança do paciente.

Para o presidente do CFF, Walter da Silva, o ato de dispensar um medicamento é revestido de responsabilidade profissional por todos os riscos que o uso de medicamentos sem a específicas precauções representa. “É por este motivo que o CFF tem alertado insistentemente as pessoas de que não se trata de uma simples entrega de um produto, uma mercadoria. Medicamentos salvam vidas, porém, se utilizados com displicência, representam riscos às vezes maiores do que a própria doença”, justificou ao Correio.

As recomendações que o conselho adotou buscam reconhecer que, diante da situação de emergência sanitária atual, assim como demais profissionais da saúde, o farmacêutico é peça integrante do processo decisório de tratamento e a forma de condução implica diretamente na saúde e na segurança das pessoas. Assim, para resguardá-lo e, ao mesmo tempo, alertá-lo da responsabilidade, o CFF decidiu recomendar a assinatura de um termo para o registro de dispensação para os medicamentos prescritos nas terapias contra a covid-19.

Dispensa de medicamentos para a Covid-19

A interpretação é que a documentação “reconhece e resguarda a autonomia do profissional para decidir dentro da competência e das atribuições como profissional da saúde, especialista no conhecimento sobre os usos e efeitos dos medicamentos”, explicou o presidente.

O registro pode ser efetuado mediante a lavratura de um termo de ciência e responsabilidade a ser pactuado com o paciente, modelo de documento disponibilizado no site do conselho. O termo deve ser lavrado e assinado em duas vias, devendo a primeira ser retida pelos farmacêuticos. “O CFF ressalta que o modelo de termo pode e deve ser utilizado para registrar o ato de dispensação de outros medicamentos de uso off-label para a Covid-19 ou não, assim, bastando substituir os nomes dos fármacos e as informações técnicas a eles relacionadas”, recomenda a entidade.

Tanto o conselho federal quanto as seccionais de cada região disponibilizarão um canal para que os farmacêuticos possam comunicar formalmente as situações em que se sentirem cerceados ou prejudicados quanto ao livre exercício profissional. “A partir do registro dessas ocorrências, o Sistema CFF/CRFs tomará as medidas cabíveis no seu âmbito de atuação e, desse modo, quando for o caso, encaminhará denúncia formal às autoridades competentes para providências”.

Foto: Shutterstock


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Araujo lança loja para medicamentos especiais

Araujo lança loja para medicamentos especiais

(Texto atualizado em 01/06/2020 às 11:42 am)

Farmacêuticos, médicos e empresários do ramo farmacêutico estiveram presentes no dia 21 de novembro, no coquetel de inauguração da loja Medicamentos Especializados da Drogaria Araujo. Essa é a primeira loja com foco em medicamentos especializados de Belo Horizonte. Localizada no coração da região hospitalar de Belo Horizonte, a nova loja tem ambiente diferenciado, mais humanizado e oferece aos clientes um atendimento personalizado, com uma linha de produtos que merecem cuidados especiais como medicamentos para oncologia, fertilidade assistida, hormônios de crescimento, imunológicos e outros.

“Medicamentos especiais são aqueles utilizados para tratar condições de saúde raras ou complexas, e são utilizados em tratamentos que precisam de medicamentos de alta tecnologia. Este espaço nasceu da vontade de atender de oferecer ambiente e serviço mais qualificado a este paciente que consideramos tão especial”, explica Modesto Araujo Neto, presidente da Drogaria Araujo. Ele reforça que atendimento, logística e estoques dedicados, velocidade e garantia de entrega do medicamento são componentes essenciais para a manutenção de uma experiência completa, com foco na solução do problema do cliente.

Reconhecida por ser arrojada, a Drogaria Araujo traz mais uma inovação para os clientes. “Acreditamos que as pessoas esperam por atendimentos personalizados e que ofereçam benefícios para sua saúde e bem-estar. Fazemos de tudo para ajudar da melhor forma, seja com um ambiente mais reservado ou com orientação mais direcionada sobre os medicamentos”, afirma Eduardo Formaggini, especialista em Medicamentos Especiais da Araujo.


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Sanofi recebe inscrições para estágio

Istock

(Texto atualizado em 27/05/2020 às 03:08 pm)

A Sanofi, companhia farmacêutica global, está com inscrições abertas para seu programa de estágio anual. Os selecionados receberão bolsa no valor de R$ 1,65 mil mais benefícios, como auxílio-transporte, vale-refeição, plano de saúde e desconto em medicamentos.

As oportunidades são para estudantes com graduação prevista para junho de 2020 e conhecimentos intermediários ou avançados em inglês. São admitidos os seguintes cursos: administração, ciências contábeis, comunicação social, direito, economia, engenharias, farmácia-bioquímica, letras, publicidade e propaganda, psicologia, relações internacionais, secretariado e áreas correlatas.

O processo seletivo será composto de testes na Companhia de Estágios, painel de negócios na empresa e admissão. O início dos trabalhos está previsto para janeiro de 2019. Os selecionados irão atuar nas cidades de São Paulo, Suzano, Campinas e Guarulhos, todas no estado de São Paulo. Para se inscrever, acesse aqui.

Fonte: About Me


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Biolab terá molécula própria para tuberculose

Biolab terá molécula própria para tuberculose » Panorama Farmacêutico

A Biolab irá desenvolver uma molécula própria, o Dapaconazol, também conhecido pelo nome comercial Zilt. O medicamento começou a ser testado pela farmacêutica em junho passado para o tratamento da tuberculose multirresistente. Fora isso, o mesmo ativo já vem sendo utilizado contra fungos e micoses.

Para a fabricação do Depaconazol, a Biolab fechou parceria com a Triquim S.A., planta farmoquímica argentina, que atende o mercado global. O contrato foi firmado na semana passada em São Paulo.

A Biolab está no mercado desde 1997 e é uma das cinco maiores empresas de medicamentos do Brasil. A farmacêutica possui quatro fábricas, dois PD&Is e um centro de distribuição. A Triquim é parceira de vários laboratórios e tem 35 anos de experiência na fabricação e distribuição de ativos e ingredientes farmacêuticos.

Fonte: Panorama Farmaceutico


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Teste rápido para dengue gera fila em farmácia de Maringá

Teste rápido

(Texto atualizado em 29/04/2020 às 11:49 am)

A busca pelo diagnóstico rápido de dengue tem gerado muita procura em uma farmácia de Maringá. Desde ontem, 11, a farmácia oferece aos clientes o teste rápido para dengue. O resultado fica pronto em até 20 minutos.

“O teste da dengue é super simples de fazer e rápido. Somente com uma gota de sangue do dedo já dá para fazer o exame e a gente emite um laudo com o resultado se foi positivo ou negativo. A gente sempre recomenda procurar um médico também, independentemente do resultado”, disse o gerente da farmácia, Miguel Moreira.

O teste rápido, até então, está disponível somente em uma farmácia de Maringá e custa R$ 39,90. Na tarde desta quarta-feira, 12, pelo menos cinco pacientes aguardavam para fazer o exame. Alguns estavam sentindo os sintomas.

“Tem seis dias que procurei o médico, fiz o exame e deu negativo. Mesmo assim o médico pediu pra eu refazer o exame caso os sintomas permanecessem, por isso decidi vir aqui que é mais rápido”, comentou Alexandre Rodrigues, paciente que aguardava o resultado.

O teste rápido para dengue é aprovado pela Agência Nacional de Segurança Alimentar (Anvisa) e está no protocolo de atendimento do SUS no Brasil. O teste rápido é usado pelo Governo Federal principalmente em períodos pré-endêmicos, antes da epidemia, para verificar qual vírus está circulando (dengue, zika ou febre amarela).

De acordo com o protocolo do SUS, o diagnóstico precoce auxilia os médicos no manejo clínico dos pacientes e na indução de providências adicionais relacionadas à vigilância epidemiológica e prevenção de novos casos.

Fonte: Portal GMC


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Aché destina mais de R$ 5 milhões para iniciativas de apoio ao combate do coronavirus

Aché destina mais de R$ 5 milhões para iniciativas de apoio
Aché inicia projeto de reflorestamento na região de Cabo de Santo Agostinho

Além da doação de medicamentos, álcool gel e equipamentos de proteção individual (EPIs), o laboratório dá início à pesquisa para avaliar eficácia de medicamento em pacientes com ventilação mecânica nas UTIs pela Covid-19

O Aché Laboratórios Farmacêuticos coloca em prática uma série de ações de apoio aos hospitais, clínicas, profissionais da saúde e comunidades na prevenção e combate ao novo coronavírus. A farmacêutica destinará mais de R$ 5 milhões para iniciativas que visam contribuir com o governo e a sociedade, dentre elas as doações de frascos de álcool em gel e de equipamentos de proteção individual – EPIs- além de medicamentos para comunidades carentes e instituições.

Também faz parte do montante de iniciativas, o apoio financeiro à pesquisa junto à Coalizão Covid Brasil, um grupo formado por renomados hospitais que atuam, em parceria com o Ministério da Saúde, na realização de pesquisas para avaliar a eficácia e a segurança de diversos medicamentos em pacientes com infecção pelo novo coronavírus.

As primeiras doações dos medicamentos dipirona e paracetamol já foram entregues à Prefeitura Municipal de Guarulhos, ao Governo do Estado de São Paulo, ao Governo do Estado de Pernambuco e à Instituição Amigos do Bem. Novas remessas já estão sendo produzidas e devem ser entregues em breve.

Na terceira semana de abril, o Aché iniciará as doações de álcool em gel a hospitais do Brasil, referenciados pelo Ministério da Saúde para o tratamento do Coronavírus e/ou localizados em estados com o maior número de casos confirmados. Entidades, governos e instituições parceiras também receberão álcool em gel, totalizando aproximadamente 370 mil frascos doados. Cerca de 36 hospitais do Brasil receberão equipamentos de proteção individual- EPIs- de acordo com a necessidade, sendo mais de 38 mil e 500 itens entregues, tais como: luvas, aventais impermeáveis, protetores faciais, óculos, máscaras, blusões e jaquetas.

Apoio da Aché à pesquisa da Coalizão Covid Brasil

O Aché doou 2.500 ampolas do medicamento Decadron (dexametasona) para que o Hospital Sírio Libanês, um dos hospitais referência e também membro da Coalizão Covid Brasil, inicie uma pesquisa em pacientes graves de Covid-19. A intenção é verificar se a dexametasona, assim como outros corticoides, que já ajudam na retirada de pacientes dos ventiladores mecânicos mais rapidamente, agem da mesma forma com os pacientes graves de Covid-19.

As ampolas já foram doadas à Coalizão Covid Brasil e os testes iniciarão nos próximos dias. Além da dexametasona, o Aché destinou um apoio financeiro para realização da logística de entrega do medicamento a todos os centros de pesquisa participantes e a contratação dos seguros para os participantes. Este seguro fornece cobertura e tranquilidade para quaisquer necessidades médicas durante e após o término do estudo. Além disso, alguns centros de pesquisa também receberão equipamentos de proteção individual – EPI´s- e álcool em gel.

A pesquisa terá dois braços. Um deles usará a dexametasona e o outro, o tratamento padrão da instituição, que não deve incluir o uso de corticoides. Dessa forma, será possível fazer a comparação entre os resultados obtidos pelos dois grupos.

A pesquisa avaliará 300 pacientes, e contará com o apoio dos demais hospitais e entidades que formam a Coalizão Covid Brasil, que são: Hospital Israelita Albert Einstein, Hospital Sírio-Libanês, HCor, Hospital Moinhos de Vento, Hospital Alemão Oswaldo Cruz, BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo e Rede Brasileira de Pesquisa em Terapia Intensiva (BRICNet), além do Ministério da Saúde. Os primeiros resultados devem sair em dois meses.

Orientações e investimento em plataformas on-line

Para que os profissionais de saúde e a população tenham acesso a temas importantes relacionados ao novo Coronavírus, o Aché está realizando weebmetingslives podcasts com os mais renomados especialistas em diversas áreas de atuação.

Acessando o site www.cuidadospelavida.com.br as pessoas podem assistir a entrevistas, baixar conteúdo como o ” Guia coronavírus e doenças respiratórias” e orientações de como fazer uma máscara de proteção caseira, por exemplo. Além disso, o canal telefônico com enfermeiros e farmacêuticos 24h também está disponível por meio do telefone: 0300 118 1006. A intenção é esclarecer dúvidas e evitar a ida ao hospital sem necessidade, assim, ajudando na prevenção à saúde.

Foto: Shutterstock

Fonte: Aché


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Brasil amplia diagnóstico para o coronavírus

Brasil amplia diagnóstico para o coronavírus

(Texto atualizado em 14/04/2020 às 10:56 am)

Ministério da Saúde distribuirá 30 mil kits para diagnóstico para todas as regiões do país. Atualmente, os estados do RJ, SP, PA e GO realizam o teste. Brasil monitora 433 casos suspeitos

O Ministério da Saúde vai ampliar a capacidade laboratorial para diagnóstico do coronavírus em todo o território nacional. Nas próximas semanas, serão distribuídos 30 mil kits para teste diagnóstico (protocolo de Berlim) específico para o COVID-19. Depois, gradativamente, serão ampliados para todos os 27 Laboratórios Centrais de Saúde Pública (LACENs) do País. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (2) pelo ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, durante coletiva de imprensa, em Brasília (DF), para atualizar a situação do coronavírus no Brasil.

Inicialmente, serão distribuídos dez mil kits de diagnóstico aos LACENs dos estados do Amazonas, Pará, Roraima, Bahia, Ceará, Pernambuco, Sergipe, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina, contemplando todas as regiões do país. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro, por meio do laboratório de Biomanguinhos, iniciará a produção e distribuição dos testes ainda nesta quarta-feira (04/03). Leia mais ›


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Farmacêuticos chamados para cadastro obrigatório para combate ao Coronavírus COVID-19

ATENÇÃO TODOS FARMACÊUTICOS!

A PORTARIA Nº 639, de 31 de março de 2020 Dispõe sobre a Ação Estratégica “O Brasil Conta Comigo – Profissionais da Saúde”, voltada à capacitação e ao cadastramento de profissionais da área de saúde, para o enfrentamento à pandemia do coronavírus (COVID-19).

Desde o dia 03 de fevereiro de 2020 , o Ministério da Saúde decretou “Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional, em decorrência da infecção humana pelo novo coronavírus, COVID-19.

Essa medida do governo brasileiro considera a necessidade de mobilização da força de trabalho em saúde para a atuação serviços ambulatoriais e hospitalares do SUS para responder à situação emergencial.

 

Profissionais que devem se cadastrar obrigatóriamente

Todos os profissionais ativos da áreas listadas abaixo devem se cadastrar segundo o governo. Veja a lista:

I – serviço social;
II – biologia;
III – biomedicina;
IV – educação física;
V – enfermagem;
VI – farmácia;
VII – fisioterapia e terapia ocupacional;
VIII – fonoaudiologia;
IX – medicina;
X – medicina veterinária;
XI – nutrição;
XII – odontologia;
XIII – psicologia; e
XIV – técnicos em radiologia.

Estes Profissionais devem se cadastrar obrigatoriamente e, em caráter emergencial, e, depois de treinados, poderão ser convocados a atuar.

A capacitação do MS será no formato EaD e os participantes receberão certificação do órgão. Todos os farmacêuticos, devidamente registrados no Conselho de Regional de Farmácia, poderão participar da capacitação.

Antes de qualquer convocação, os farmacêuticos e outros profissionais de saúde citados acima precisarão preencher o formulário eletrônico REGISTRA RH. Durante o cadastro, o profissional informará SE DESEJA FAZER PARTE DA AÇÃO ESTRATÉGICA DO MINISTÉRIO “O Brasil Conta Comigo – Profissionais da Saúde”. Após registrar os dados, receberá um e-mail para se cadastrar na plataforma do curso online.

 

Veja mais detalhes no texto oficla que você pode encontrar na integra nos links:


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Anvisa define regras para produtos de terapias complementares

Os produtos sujeitos à vigilância sanitária considerados de uso tradicional para a saúde terão um regulamento específico da Anvisa. O objetivo é definir regras para produtos de terapias complementares e alternativas que hoje não têm seus critérios sanitários claramente definidos.

Até o momento, apenas os produtos da medicina tradicional chinesa têm algum tipo de previsão mais específica na legislação, já que em 2014 a Anvisa publicou a Resolução de Diretoria Colegiada da Anvisa – RDC 21, que previu o monitoramento desses produtos pelo prazo de três anos, sem especificar, contudo, critérios de registro ou notificação na Anvisa. Leia mais ›


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OMS desaconselha ibuprofeno para tratar o coronavírus

OMS desaconselha ibuprofeno para tratar o coronavírusAs autoridades francesas alertaram que os medicamentos anti-inflamatórios poderiam piorar os efeitos da Covid-19

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendou nesta terça-feira que pessoas com sintomas do novo coronavírus não usem ibuprofeno para aliviá-los. Paralelamente, as autoridades francesas alertaram que os medicamentos anti-inflamatórios poderiam piorar os efeitos da covid-19.

As advertências do ministro da Saúde da França, Olivier Veran, no fim de semana, seguiram um estudo recente publicado pela The Lancet na quarta-feira, com a hipótese de que uma enzima estimulada pelo ibuprofeno e outras drogas semelhantes pode facilitar e piorar as infecções por vírus.

O porta-voz da OMS em Genebra, Christian Lindmeier, disse a repórteres que especialistas da ONU “estão analisando o assunto”.

“Enquanto isso, recomendamos o uso de paracetamol e não usar ibuprofeno como automedicação. É importante”, disse.

O ministro francês indicou em um tuíte que o ibuprofeno e outras drogas similares podem ser “um fator agravante” nas infecções por coronavírus.

Fonte: Isto é


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Sanofi e Regeneron testam medicamento para casos graves do coronavírus

kevzara sarilumab A Regeneron Pharmaceuticals e a Sanofi anunciaram o início de um ensaio clínico para avaliar o Kevzara (sarilumab) em pacientes hospitalizados gravemente em consequência de infecção do novo coronavírus COVID-19.

O estudo avaliará a eficácia da adição do uso do Kevzara nos cuidados de suporte usuais, em comparação com o placebo, em até 400 pacientes em 16 locais nos Estados Unidos.

A primeira parte do estudo de duas fases avaliará o impacto do Kevzara na febre e a necessidade de oxigênio suplementar dos pacientes. A segunda parte avaliará a melhoria nos resultados a longo prazo, incluindo a redução da necessidade de ventilação mecânica, oxigênio suplementar, hospitalização e prevenção da morte.

O sarilumabe é um anticorpo monoclonal humano que inibe a expressão de uma citocina pró-inflamatória chamada interleucina-6 (IL-6), bloqueando seu receptor. Acredita-se que a IL-6 desempenhe um papel fundamental na resposta inflamatória hiperativa nos pulmões de pacientes com infecções graves por COVID-19.

Fonte: PFarma


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Merck e Medisafe lançam aplicativo para melhorar o tratamento de doenças crônicas

(Texto atualizado em 13/02/2020 às 09:25 am)

Apple vai parar de divulgar números de iPhones e iPads vendidosA Merck, empresa líder em ciência e tecnologia, e a Medisafe, plataforma líder na criação de soluções para gerenciamento de medicamentos, anunciaram o lançamento de uma nova iniciativa que vai auxiliar milhares de pacientes com doenças crônicas, com objetivo de gerenciar a utilização de medicamentos e adesão aos tratamentos prescritos. O novo aplicativo foi lançado no Brasil, México e Rússia e pode ser baixado em IOS ou Android.

A parceria entre Medisafe e Merck fornecerá ao paciente acesso a uma versão personalizada desse aplicativo, que já está disponível para o público em geral. Nessa versão, o paciente que usa medicamentos da Merck terá acesso a conteúdos exclusivos e mais informações sobre doenças e tratamentos, além da plataforma personalizada de adesão ao tratamento da Medisafe. Para ter acesso aos benefícios, basta baixar o aplicativo do Medisafe no seu celular e inserir os medicamentos que faz uso contínuo. Leia mais ›


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Tecnologia aliada para aumentar adesão ao tratamento

(Texto atualizado em 21/01/2020 às 11:54 am)

Aplicativo lançado pela Merck e Medisafe ajuda brasileiros com doenças crônicas

A Merck, empresa líder em ciência e tecnologia, e a Medisafe, plataforma líder na criação de soluções para gerenciamento de medicamentos, anunciaram o lançamento de uma nova iniciativa que vai auxiliar milhares de pacientes na adesão ao tratamento de doenças crônicas. Este novo aplicativo, disponível para o público geral, foi lançado no Brasil, México e Rússia e pode ser baixado em IOS ou Android.

Nessa versão, o paciente que usa medicamentos da Merck terá, ainda, acesso a conteúdos exclusivos e mais informações sobre doenças e tratamentos, além da plataforma personalizada de adesão ao tratamento da Medisafe. Para ter acesso aos benefícios, basta baixar o aplicativo do Medisafe no celular e inserir os medicamentos que faz uso contínuo.

Entre as principais funcionalidades do aplicativo, estão:

  • Possibilidade de criação de um alerta para informar o cuidador o momento de administrar o medicamento
  • Registro em formato de gráfico de parâmetros importantes como resultados de glicemia ou de dosagem dos hormônios da tireoide. O registro e organização dessas informações auxilia o médico a entender melhor o comportamento do parâmetro em questão para tomada de decisão.
  • Acompanhamento de quais medicamentos já foram administrados

Dados alarmantes

A taxa de adesão ao tratamento global gira em torno de 50% e pode ser consideravelmente menor nos países em desenvolvimento, onde essas taxas de adesão são mais difíceis de serem acompanhadas. Resultados como esse podem levar a uma série de consequências evitáveis, assim como afastamento do trabalho e perda da produtividade econômica. Essa parceria foi projetada para combater esses problemas, fornecendo uma solução digital para pacientes com diabetes tipo 2, distúrbios da tireoide e problemas cardiovasculares.

Fonte: Merck


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CFF obtém parecer favorável à insalubridade para farmacêuticos em atuação na oncologia

(Texto atualizado em 02/01/2020 às 12:12 pm)

A partir de uma demanda do Conselho Federal de Farmácia (CFF) apresentada ao Ministério do Trabalho na 87ª Reunião Ordinária da Comissão Tripartite Paritária Permanente (CTPP) do órgão, a Fundação Jorge Duprat e Figueiredo (Fundacentro) emitiu parecer reconhecendo como devido o pagamento de insalubridade em grau máximo aos farmacêuticos expostos aos quimioterápicos antineoplásicos.

O presidente do CFF, Walter da Silva Jorge João, comemora e anuncia os próximos passos. “Com base nesse parecer, vamos cobrar, do Ministério do Trabalho, que sejam tomadas todas as medidas para que o documento efetivamente se reverta na efetiva compensação trabalhista”, comenta.

No parecer, a Fundacentro recomenda que sejam envidados esforços para que as medidas de controle e proteção previstas na legislação vigente, nas diretrizes internacionais e recomendadas pelas instituições ou organizações com reconhecida competência na área, sejam adequadamente implantadas em todos os serviços de saúde que possuam serviços de quimioterapia ou que manuseiem essas substâncias. “Nesta recomendação, a fundação cita conselhos de classe e sindicatos envolvidos. Asseguro aos colegas especialistas na área que faremos a nossa parte!”

Fonte: Comunicação do CFF


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