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Febrafar apresenta projeção para 2021

Febrafar apresenta projeção para 2021

Em evento online, a Febrafar fez sólidas projeções para este ano, apresentou sua nova ferramenta de transformação digital, o Orion, e traçou 5 objetivos até o ano de 2025, confira

O Febrafar Day aconteceu no último dia 23 de fevereiro, apresentando aos parceiros do mercado farmacêutico da Federação Brasileira das Redes Associativistas e Independentes de Farmácias (Febrafar) as importantes conquistas de 2020 e projeções para um crescimento ainda maior nos próximos anos.

A saber, o evento, que foi realizado pelo Youtube, contou com a apresentação da jornalista Millena Machado.

E teve seu início com o diretor de relacionamento da IQVIA, Cesar Bentim.

Bentim apresentou os números referentes às 81,6 mil farmácias do Brasil e às 10.772 das redes associadas à Febrafar.

Em relação ao ano de 2020, o faturamento do mercado farmacêutico foi de R$ 140 bilhões, dos quais a Febrafar representou R$ 16,8 bilhões, com 12,1% de participação nesse mercado que almeja projeções.

O crescimento da associação diante das demais farmácias também cresceu, sendo que esse índice foi de 26,1%, e o varejo farmacêutico como um todo cresceu 15,6%.

Betim destacou em sua apresentação a capacidade de resiliência desse mercado.

Mas pontuou que o este ano deve ainda seguir marcado pela inconstância.

Tudo ainda dependente de uma análise macroeconomia, que tem muitos pontos ainda em aberto.

Mesmo diante dessa situação, a projeção segundo a IQVIA é de crescimento de 9,4% em um cenário normal e 6,4% no cenário mais crítico.

Destaques e projeções da Febrafar

Um ponto de destaque no ano foi o reconhecimento das políticas de recursos humanos, com o recebimento da certificação da Great Place To Work e conquista das primeiras posições em diversas categorias.

Para 2021, a empresa fez um planejamento estratégico de forma diferente, com um plano de ação para o curto prazo e um plano estratégico de médio e longo prazo.

E traçou 5 objetivos estratégicos até o ano de 2025:

  • Acelerar da digitalização 360° da Febrafar.
  • Tornar cada vez mais relevante e importante para as indústrias, distribuidoras e prestadoras de serviços.
  • Tornar a Febrafar relevante e reconhecida pelas redes e lojas.
  • Criar aliança com provedores e gestores de planos de saúde.
  • Manter o selo do GPTW.

Para que esses pontos sejam atingidos, os diretores das áreas Operacional e de Inovações, Ney Santos e Karen Corridoni, apresentaram as novidades e evoluções dessas áreas e o que foi projetado para a potencialização de produtos e ferramentas pensando, assim, no crescimento do mercado.

Novidades

Um grande destaque foi a apresentação de uma nova ferramenta: o Orion.

Esse é um grande hub que liga, assim, as ferramentas da Febrafar a um sistema único.

No qual o usuário pode entrar para usufruir os benefícios da associação.

Tendo área de notícias, relatórios, comercial e de capacitação. Também foi apresentada a agenda de eventos da entidade para 2021.

O presidente da Febrafar, Edison Tamascia, destacou que, mesmo com cenários mais complexos, a Febrafar já estava preparada, a partir de um processo de transformação digital.

Contudo, Tamascia exemplificou essa digitalização dando como exemplo o programa de fidelização (PEC).

Com mais de 33 milhões de participantes e que proporciona também uma jornada mais digital com o consumidor.

Dessa maneira, Tamascia também alertou sobre o fato dessa digitalização ter que ser pensada de dentro para fora e não ao contrário.

“Para 2021, por mais que ainda estejamos em uma travessia, a maior analogia para o momento vivido é a luz no fim do túnel, pois já temos as vacinas aprovadas. Mas, as dificuldades ainda continuam e, por mais que o setor farmacêutico seja menos impactado pela crise, não somos uma ilha isolada, por isso essa luz nos dá esperança, mas temos muito a fazer”, finalizou.

Fonte e foto: Febrafar

 


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OMS inclui 16 remédios para câncer nos sistemas públicos de saúde

A OMS (Organização Mundial da Saúde) anunciou a inclusão de 16 novos medicamentos para tratar o câncer na Lista-Modelo de Medicamentos Essenciais para Adultos e Crianças. Agora a organização considera como prioritários para o tratamento oncológico um total 46 fármacos, que devem ser oferecidos no sistema público de todos os países. Os novos medicamentos foram sugeridos à organização por um estudo feito por 90 médicos espalhados pelo mundo.

Um dos colíderes da força-tarefa do estudo, Gilberto Lopes, do Centro Paulista de Oncologia do Grupo Oncoclínicas do Brasil, ressaltou que esta foi a maior inclusão de medicamentos desde a criação da lista, em 1977. ‘Ficamos muito contentes que a OMS aprovou 16 das 22 drogas que sugerimos. Elas têm impacto significativo na sobrevida e, muitas vezes, na qualidade de vida dos pacientes’, informou Lopes. ‘Ela inclui alguns medicamentos que já são genéricos, mas também de alguns de alto custo, como o trastuzumab, o imatinib e o rituximab, que são usados para tratamento de câncer de mama, mieloide crônica e linfoma, respectivamente’.

Medicamentos já disponíveis

O oncologista lembrou que o SUS (Sistema Único de Saúde) oferece vários dos medicamentos recém incluídos na lista, mas alguns são restritos a tratamentos específicos. Ele citou, como exemplo, o trastuzumab que.está aprovado no SUS somente para o tratamento adjuvante, que é posterior à cirurgia, para prevenir que a doença volte.

‘A lista da OMS agora também inclui a droga para o tratamento de pacientes com a doença mais avançada, metastática, para que elas vivam melhor e por mais tempo. Essa é uma das novidades da lista deste ano, incluímos não só os remédios, mas também as indicações para as quais eles são considerados essenciais’, declarou.

Lopes comemorou também o fato de a OMS ter sinalizado que a atualização da lista-modelo passará a ser anual ou bienal. ‘A última revisão ocorreu há mais de uma década, mas conseguimos chegar a um acordo de que essas revisões devem ser periódicas e não só quando há pressão muito grande de pacientes e médicos. Assim, poderemos tentar incluir na próxima revisão alguns medicamentos que consideramos muito importantes, mas que não estão na lista’, disse.

Fonte:


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Médicos alertam para importância de tomar a segunda dose da vacina no prazo estipulado

Médicos alertam para importância de tomar a segunda dose da vacina no prazo estipulado

A segunda dose da CoronaVac precisa ser tomada num intervalo de 14 a 28 dias; e a segunda dose da vacina de Oxford/AstraZeneca, em 12 semanas

Com o número ainda bem reduzido de vacinas no Brasil, os médicos alertam sobre a importância de garantir a aplicação da segunda dose no prazo certo para uma imunização completa.

Das dez vacinas aprovadas em todo mundo para uso definitivo ou emergencial, só uma não exige uma dose de reforço.

A CoronaVac, desenvolvida pela Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, e a da universidade de Oxford feita com o laboratório AstraZeneca  devem ser aplicadas em duas etapas.

Mesmo diante da escassez de vacinas, o Ministério da Saúde (MS) vai aplicar as duas doses no prazo indicado pelos fabricantes.

Uma decisão que os especialistas consideram acertada já que os estudos mostram que, dessa forma, é possível atingir a eficácia máxima das vacinas.

Nós temos que respeitar os dados que a gente tem de eficácia nos intervalos que foram estudados. São vacinas novas que estão portanto com licenciamento emergencial. Assim, nós não temos os dados do que um intervalo maior pode representar”, afirmou a diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações, Monica Levi.

Por isso, a importância de garantir em todos os postos de vacinação, assim, a segunda dose para quem se vacinar.

Para isso, é preciso então também saber os detalhes de quando as vacinas e os insumos estarão de fato disponíveis.

“Precisamos de certeza da continuidade de fabricação e dos prazos de entrega para gente poder fazer um planejamento com datas para todos os grupos prioritários”, alertou Monica Levi.

Todavia, sempre é bom lembrar que a segunda dose da CoronaVac, do Instituto Butantan, precisa ser tomada num intervalo de 14 a 28 dias; e a segunda dose da vacina de Oxford/AstraZeneca, da Fiocruz, em 12 semanas.

Covid-19: tomei a vacina e agora? 

Fonte: G1

Foto: Shutterstock


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Brasil fecha 2020 com retração de 1,5% no setor de produtos para a saúde

A queda na produção doméstica foi de 22,2%, mais severa do que a verificada na indústria de transformação brasileira como um todo, que acumulou diminuição de 4,6%, em 2020


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Anvisa tem plataforma para consulta de medicamentos

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) implementou uma plataforma para informações sobre vendas de medicamentos controlados. Com o objetivo de simplificar a busca, a agência disponibilizou em seu site um roteiro para consulta.

Para realizar a consulta, é necessário acessar o portal de serviços do Governo Federal e ir até a área “Saúde e Vigilância”, selecionar o item “Fiscalização” e, em seguida, “Medicamentos e Produtos para Saúde”. Após isso, clicar em “Consultar dados de vendas de medicamentos controlados, antimicrobianos e outros”. Nesta área, também é preciso selecione “Iniciar”. Seguindo esses passos, o usuário poderá acessar duas opções de pesquisa: venda de medicamentos industrializados e venda de medicamentos manipulados

Ao entrar nessas áreas, é possível levantar dados sobre a quantidade de fármacos vendidos no Brasil, por Estado e por município, além de ano, princípio ativo, entre outros. Também é possível gerar relatórios e gráficos.

Segundo a Anvisa, a novidade faz parte dos bancos de dados do Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC), que integra informações de farmácias e drogarias privadas, e do Datavisa, que comporta referências do cadastro de medicamentos registrados. Até então, os dados do SNGPC eram atendidos por meio da análise individual.

Para consultar informações acesse:

https://www.gov.br/pt-br/servicos/consultar-dados-de-vendas-de-medicamentos-controlados-antimicrobianos-e-outros

https://dados.gov.br/dataset/venda-de-medicamentos-industrializados-sngpc


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Médico para Atividades Regulatórias

prescricao eletronica

(Texto atualizado em 08/03/2021 às 03:14 pm)

 A mais recente versão do Dicionário Médico para Atividades Regulatórias (Medical Dictionary for Regulatory Activities – MedDRA) traz, entre outras novidades, traduções para o português brasileiro. A versão 23.0 inclui também termos em espanhol, português ibérico, chinês, tcheco, holandês, francês, alemão, húngaro, italiano, japonês, coreano e russo. A geração 23.0 em inglês já está disponível. As outras poderão ser acessadas a partir de 15 de março.

O MedDRA é uma terminologia médica altamente específica e padronizada que facilita o intercâmbio internacional de informações regulatórias sobre produtos médicos usados por seres humanos. Foi desenvolvido no final dos anos 90 pelo Conselho Internacional de Harmonização de Requisitos Técnicos para Registro de Medicamentos de Uso Humano (International Council for Harmonisation of Technical Requirements for Pharmaceuticals for Human Use), o ICH.

A cobertura da terminologia MedDRA inclui medicamentos, produtos biológicos, vacinas e produtos resultantes da combinação de medicamentos com dispositivos médicos. Trata-se de uma poderosa ferramenta que pode ser utilizada no registro, na documentação e no monitoramento da segurança de produtos médicos, antes e depois do registro do produto.

A utilização do MedDRA por autoridades reguladoras, empresas farmacêuticas, organizações de pesquisa clínica e profissionais de saúde vem crescendo internacionalmente. Esse aumento é de fundamental relevância, uma vez que contribui para a proteção da saúde dos pacientes em escala global.

A disponibilização da versão em português brasileiro é resultado da parceria da área de farmacovigilância da Anvisa com especialistas convidados e a organização de serviços de suporte e manutenção ao MedDRA, o chamado MedDRA MSSO (MedDRA Maintenance and Support Services Organization).

Acesse o site oficial do MedDRA.

Anvisa no ICH

Desde 2016, o Brasil é membro do Conselho Internacional de Harmonização de Requisitos Técnicos para Registro de Medicamentos de Uso Humano, o ICH. Em 2019, a Anvisa foi eleita para ocupar a última vaga disponível no Comitê Gestor do ICH.

Como membro do Comitê Gestor, a Agência ganhou poder decisório, tendo o direito de participar das discussões e realizar proposições sobre temas prioritários para harmonização, eleição de novos membros e supervisão dos grupos de trabalho, treinamentos, entre outros. Além disso, a posição alcançada favoreceu maior alinhamento da legislação brasileira de medicamentos às melhores práticas internacionais, promovendo mais segurança à sociedade e competitividade para o mercado nacional.

A Anvisa é a única autoridade da América Latina membro do ICH e participante do Comitê Gestor do ICH. O Comitê Gestor do ICH é composto pelos membros permanentes – Estados Unidos, União Europeia, Japão, Canadá e Suíça – e mais quatro vagas para membros eleitos (hoje ocupadas pela Coreia do Sul, China e Singapura, além do Brasil).

Por: Ascom/Anvisa


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Aprovada no Japão nova opção de tratamento para câncer de pulmão

Aprovada no Japão nova opção de tratamento para câncer de pulmão

O câncer de pulmão é o tipo mais comum de câncer em todo o mundo, com 2 milhões de casos diagnosticados anualmente, e é o segundo tipo mais comum no Brasil

A Merck, empresa líder em ciência e tecnologia, anuncia que o Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar do Japão (MHLW) aprovou tepotinib para o tratamento de pacientes com câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC) irressecável, avançado ou recorrente com alterações skipping de MET éxon 14 (METex14). Tepotinib é administrado por via oral, 500mg uma vez ao dia, com dois comprimidos de 250mg. Esta é a primeira aprovação regulatória global de um inibidor oral de MET indicado para o tratamento de CPNPC avançado que possui alterações no gene MET. O tratamento recebeu anteriormente a designação SAKIGAKE (fast-track), além da designação de medicamento órfão pelo MHLW.

“Com tepotinib, temos o prazer de oferecer o primeiro inibidor de MET aprovado no Japão, e uma nova opção que pode mudar o curso do tratamento para câncer de pulmão de não pequenas células com alterações skipping de METex14”, disse Belén Garijo, CEO de Healthcare e Membro do Conselho Executivo da Merck.

Novo tratamento para o câncer de pulmão

A aprovação do tratamento no Japão é suportada por dados de 99 pacientes (incluindo 15 pacientes japoneses) com CPNPC com alterações de METex14 recrutados no estudo fase II de braço único em andamento, VISION. O objetivo primário, taxa de resposta objetiva avaliada por um Comitê de Revisão Independente (IRC), foi de 42,4% (IC 95%: 32,5, 52,8) em pacientes identificados por biópsia líquida (LBx) ou biópsia tecidual (TBx). A duração mediana da resposta baseada na avaliação independente foi de 12,4 meses para pacientes identificados com LBx (IC95%: 8,4 meses, não avaliável) e pacientes identificados com TBx (IC95%: 9,7 meses, NE). Em uma análise de segurança de 130 pacientes, tepotinib foi bem tolerado; os eventos adversos relacionados ao tratamento (TRAEs) mais frequentes de qualquer grau foram edema periférico (53,8%), náusea (23,8%) e diarreia (20,8%). TRAEs levaram à descontinuação permanente em 11 pacientes (8,5%).

“Identificar drivers oncogênicos para guiar o curso do tratamento de pacientes com câncer de pulmão é uma prática clínica recomendada; no entanto, anteriormente não havia nenhuma terapia aprovada direcionada especificamente às alterações de MET no CPNPC metastático”, disse o Dr. Hiroshi Sakai, diretor da Divisão de Oncologia Torácica do Saitama Cancer Center, Saitama, Japão. “Com a aprovação de tepotinib, agora temos uma nova opção de tratamento que atende a essa necessidade, oferecendo benefício clínico e duração da resposta com uma dosagem oral conveniente uma vez ao dia, representando um real progresso para pacientes com esse tipo agressivo de câncer de pulmão”.

Câncer de pulmão

O câncer de pulmão é o tipo mais comum de câncer em todo o mundo, com 2 milhões de casos diagnosticados anualmente, e é o segundo tipo mais comum no Brasil. Alterações da via de sinalização de MET são encontradas em vários tipos de câncer, incluindo 3% a 5% de casos de CPNPC, e correlacionam-se com o comportamento agressivo do tumor e com mau prognóstico clínico.

Descoberto internamente na Merck, tepotinib é um inibidor oral de MET desenhado para inibir a sinalização oncogênica deste receptor causada por alterações do gene MET, incluindo alterações skipping de METex14 e amplificações do gene MET, ou superexpressão da proteína MET. Em setembro de 2019, a US Food and Drug Administration (FDA) concedeu a Breakthrough Therapy Designation para tepotinib em pacientes com CPNPC metastático com alterações skipping de METex14 que progrediram após a terapia à base de platina. A Merck planeja submeter tepotinib para revisão regulatória junto ao FDA em 2020. Tepotinib também está sendo investigado no estudo INSIGHT 2 (NCT03940703) em combinação com o inibidor de tirosina quinase (TKI) osimertinibe, em CPNPC localmente avançado ou metastático com mutações do receptor do fator de crescimento epidérmico (EGFR) e amplificação de MET, que seja resistente ao tratamento prévio com um TKI anti-EGFR.

Com 2 milhões de casos diagnosticados anualmente, o câncer de pulmão (incluindo traqueia, brônquios e pulmão) é o tipo mais comum de câncer no mundo. Além disso, a doença é a principal causa de morte relacionada ao câncer, com 1,7 milhão de casos de morte em todo o mundo. Alterações da via de sinalização do MET, incluindo alterações skipping de MET éxon 14 (METex14) e amplificações de MET, ocorrem em 3% a 5% dos casos de CPNPC.

Sobre tepotinib

Tepotinib é aprovado no Japão para o tratamento de câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC) irressecável, avançado ou recorrente com alterações skipping de MET exon 14 (METex14). Tepotinib é um inibidor oral de MET desenhado para inibir a sinalização oncogênica do receptor MET causada por alterações do gene MET, incluindo alterações skipping METex14 e amplificações de MET ou superexpressão da proteína MET. Descoberto internamente na Merck, foi projetado para ter um mecanismo de ação altamente seletivo8, com o potencial de melhorar os resultados em tumores agressivos que têm mau prognóstico e apresentam essas alterações específicas. Tepotinib está atualmente sob investigação clínica para CPNPC e ainda não foi aprovado em nenhum mercado fora do Japão. A Merck está avaliando ativamente o potencial de investigar tepotinib em combinação com novas terapias e em outras indicações de tumores.

 

Foto: Shutterstock

Fonte: Merck

 

 

 


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Secretaria de Saúde do DF alerta para golpe envolvendo vacina contra a Covid-19

(Texto atualizado em 22/02/2021 às 07:43 pm)

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal fez um alerta sobre um golpe envolvendo a vacina contra a Covid-19. Segundo a pasta, criminosos estão aproveitando o momento de distribuição dos imunizantes pelo país para enganar pessoas. As informações são do G1.

O golpe funciona da seguinte forma: suspeitos se passam por servidores de saúde e ligam para vítimas oferecendo um falso agendamento de vacinação contra a Covid-19. Em seguida, mandam um código para o celular da pessoa e pedem que ela informe os números enviados, ou clique em algum link para confirmar.

Segundo a SES-DF, os golpistas usam essas informações para clonar aplicativos de mensagem e conseguir acesso ao celular. Em uma postagem nas redes sociais, a pasta ressaltou que não telefona para agendar a vacinação, nem pede confirmação por mensagem (veja abaixo). O Ministério da Saúde também fez um alerta sobre o golpe.

O delegado Wisllei Salomão, da Coordenação de Repressão a Fraudes (Corf), afirma que, caso a vítima informe o código enviado pelo golpista, o criminoso pode ter acesso às informações do celular e até conversar com amigos e familiares para pedir dinheiro, em nome do dono do aparelho.

O delegado afirma que golpistas usam da lábia e se aproveitam da falta de atenção das pessoas. Ele orienta os usuários a desconfiarem sempre de qualquer serviço, facilidade ou solicitação diferente.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico


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Programa “De Bem com Você – a Beleza contra o câncer” busca maquiadores voluntários em Jales e região para suas oficinas de maquiagem no Hospital de Amor

Programa “De Bem com Você – a Beleza contra o câncer” busca maquiadores voluntários em Jales e região para suas oficinas de maquiagem no Hospital de Amor

(Texto atualizado em 22/02/2021 às 07:44 pm)

O programa “De Bem com Você – a Beleza contra o câncer”, coordenado pelo Instituto ABIHPEC (Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos) está com inscrições abertas para maquiadores profissionais voluntários atuarem em suas oficinas de automaquiagem gratuitas. O evento acontecerá uma vez por mês no Hospital de Amor Jales, localizado na cidade de Jales (SP). Se você é maquiador(a) profissional e gostaria de se engajar em uma bela causa, faça sua inscrição através do e-mail abaixo e, em breve uma pessoa do hospital entrará em contato para mais informações.

O objetivo do programa “De Bem com Você – A Beleza Contra o Câncer” é proporcionar uma melhora na aparência comprometida pelo tratamento e, como consequência, elevar a autoestima promovendo qualidade de vida durante e pós-tratamento. Todas as oficinas são ministradas por maquiadores profissionais voluntários. Para mais informações sobre o programa, entre no site www.debemcomvoce.org.br.

Os candidatos podem fazer a inscrição no programa até o dia 15/03, pelo e-mail: [email protected]

Fonte: A Voz das Cidades


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Biofármacos amazônicos para produção de vacinas

Biofármacos – O mundo vive um momento de mobilização sem precedentes para enfrentar a Covid-19. Governos, poderosos grupos da indústria farmacêutica, além de instituições filantrópicas contribuem com bilhões de dólares para a pesquisa e o desenvolvimento de vacinas contra o SARS Cov 2. A sociedade científica, por sua vez, está fazendo história ao avançar na produção de vacinas em tempo recorde, transformando-se, passo a passo, num grande laboratório mundial para testes de imunizantes. A busca por um imunizante capaz de combater o Covid-19 é, sem dúvidas, o maior desafio para a sociedade científica mundial na atualidade. Desde o início do enfrentamento da pandemia no Brasil, como um dos pilares na estratégia de combate ao novo coronavírus, a Fiocruz, do Rio de Janeiro, tem feito parte das diversas frentes nacionais e internacionais de busca pela vacina contra o novo coronavírus.

A propósito, a Fundação acaba de lançar edital de licitação para contratação de investidores interessados em participar da construção do Complexo Industrial de Biotecnologia em Saúde (CIBS) do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos da Fundação Oswaldo Cruz (Bio-Manguinhos/Fiocruz), em Santa Cruz, no Rio de Janeiro. O empreendimento será o maior centro de produção de produtos biológicos da América Latina e um dos mais modernos do mundo. Dessa forma, Bio-Manguinhos/Fiocruz poderá aumentar em quatro vezes a capacidade de produção de vacinas e biofármacos – número que poderá ser ainda maior dependendo do mix de produtos – para atender prioritariamente às demandas da população brasileira por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). Tal produção reforçará a autossuficiência do país na área de imunobiológicos, reduzindo a dependência tecnológica externa.

Quanto ao Instituto Butantã, de São Paulo, testes para estudos clínicos com a vacina começaram em julho do ano passado em sete estados, incluindo o DF. Desde o início, 252 pessoas foram infectadas: 167 do grupo placebo e 87 que tomaram a vacina. É importante destacar que entre os vacinados, não houve nenhum caso grave e nem moderado. Os resultados do estudo da fase 3 mostraram que nos casos graves e moderados a eficácia é de 100%. Nos casos leves, 78% e, nos muito leves, 50,38%. Isso significa que temos 50,38% menos chances de contrair a doença. Se contrairmos, há 78% de chance de não precisarmos de qualquer atendimento médico e 100% de certeza de que a enfermidade não vai se agravar. Após tomar a vacina, quem contrair o vírus não desenvolverá a doença, mas poderá transmiti-la. As vacinas atuam na prevenção e evitam o contágio, induzindo a criação de anticorpos por parte do sistema imunológico.

Universidade e pesquisa regionais precisam integrar-se de vez aos institutos que lideram as investigações científicas visando à produção de vacinas, antídotos e outras drogas no país. Numa abrangência logística pan-amazônica, reunir INPA, Fiocruz, Instituto Sinchi, de Letícia, Colômbia, na tríplice fronteira com Brasil e Peru, liderar “cluster” de conhecimento local e avançar soluções técnicas amadurecidas. A iniciativa poderia, apoiada financeiramente, otimizar respostas no combate ao coronavírus associada a expertises derivadas do uso de recursos da biodiversidade amazônica, da nanotecnologia, bioengenharia e biogenética empregados no combate à malária, leishmaniose e outras enfermidades típicas dos trópicos úmidos.

Momento perfeito para demonstrar a eficácia de nossos biofármacos. Com efeito, face à magnitude do projeto da Fiocruz, oportuno considerar, penso eu, a viabilidade da pesquisa amazônica vinculada à exploração sustentável dos recursos da biodiversidade vir a integrar-se ao empreendimento como fornecedora de insumos básicos. Afinal, o Brasil está importando IFA – Ingrediente Farmacêutico Ativo da China, por que não investigar a possibilidade de extração de alguns deles das insurgentes potencialidades de nossa bioeconomia? O campo é promissor.

Fonte: Portal Amazônia/ Artigo de Osíris M. Arajo da Silva


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Anvisa aprova novo biossimilar para o tratamento de doenças inflamatórias crônicas no Brasil

Anvisa aprova novo biossimilar para o tratamento de doenças inflamatórias crônicas no Brasil

O Avsola inibe uma citocina chamada fator de necrose tumoral alfa, contribuindo para a diminuição do estado inflamatório comum em pacientes com doença ativa

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprova o quarto  biossimilar da Amgen.

O medicamento Avsola (infliximabe) recebeu as mesmas indicações em bula do Remicade (infliximabe) e tratará pacientes com doenças inflamatórias crônicas como artrite psoriásica, artrite reumatoide, colite ulcerativa, doença de Crohn, espondilite anquilosante e psoríase em placas.

‘’A aprovação de biossimilares em meio ao período de pandemia é muito significativa, visto que, além de reduzir os custos no sistema de saúde, oferecem uma nova opção para ampliar o acesso aos tratamentos biológicos inovadores que tem um histórico positivo de aumentar a qualidade de vida dos pacientes” afirma o  gastroenterologista e presidente da Organização Panamericana de Crohn e Colite (Pancco), Dr. Flavio Steinwurz.

A classe de medicamentos biológicos, como os biossimilares, estão disponíveis para o tratamento de diversas doenças crônicas de alta complexidade.

E também são considerados um grande avanço da ciência.

O Avsola é um medicamento biológico que inibe uma citocina chamada fator de necrose tumoral alfa (TNF-alfa), contribuindo para a diminuição do estado inflamatório comum em pacientes com doença ativa e consequentemente favorecendo a qualidade de vida do paciente.

Estudos

A aprovação de Avsola pela Anvisa se baseou em uma totalidade de evidências composta por estudos de fase I em indivíduos saudáveis e de fase III em pacientes com artrite reumatoide.

Além de uma extensa comparabilidade analítica para caracterização desse anticorpo, que comprovam similaridade, ou seja, nenhuma diferença estatística na eficácia e segurança do biossimilar em relação ao medicamento originador.

Sendo assim, a utilização do biossimilar Avsola trará os mesmos benefícios ao paciente acometido por doenças inflamatórias crônicas que hoje é tratado com o medicamento originador contribuirá ainda com a sustentabilidade do sistema de saúde.

O que são medicamentos biossinilares

São medicamentos biológicos altamente semelhantes aos biológicos originadores já aprovados, sem nenhuma diferença clinicamente significante em termos de segurança e eficácia.

Os biossimilares constituem, assim, uma nova opção de tratamento biológico mais acessível que acarretam em economia e aumento de competição de mercado.

Essa dinâmica gera também oportunidade de aumento de acesso à tratamentos.

E melhora também o equilíbrio do sistema de saúde, permitindo, assim, que mais pacientes sejam beneficiados com menor investimento das fontes pagadoras.

Fonte: Amgen

Foto: Shutterstock


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Procedimentos para doação de Álcool 70%

PFARMA

A medida da Anvisa é mais uma das ações estratégicas para viabilizar os estoques de produtos que podem ser utilizados no enfrentamento da pandemia. O álcool é essencial para promover a higienização das mãos quando não há água e sabão.

Nota publicada pela Anvisa orienta que sejam adotadas as medidas abaixo durante a fabricação de álcool 70% com a finalidade de doação.

  • O estabelecimento que pretenda produzir este produto deve garantir o atendimento dos padrões mínimos de boas práticas de fabricação/manipulação necessários à obtenção dos padrões de qualidade requeridos ao fim proposto.
  • O estabelecimento deve dispor de um profissional responsável pela supervisão técnica da atividade, que esteja devidamente regularizado no devido conselho de classe.
  • Devem ser atendidos todos os requisitos adicionais à inclusão desse produto na linha fabril requeridos pela legislação de segurança no ambiente de trabalho, incluindo-se os referentes ao armazenamento, à manipulação e ao transporte de álcool 70% INPM.
  • As matérias-primas utilizadas na fabricação das preparações antissépticas devem atender aos requisitos técnicos de qualidade e segurança dos Compêndios Oficiais.
  • Deve ser garantido que não haja nenhum contaminante que possa acarretar riscos à saúde.
  • No rótulo/embalagem deve constar a razão social, CNPJ, endereço, telefone do estabelecimento, validade, concentração do álcool, indicação de uso, formulação qualitativa completa e as seguintes advertências: Manter em temperatura ambiente (15 a 30ºC); Proteger da luz, do calor e da umidade; Uso externo; Manter fora do alcance de crianças; Pessoas com hipersensibilidade aos componentes não devem usar o produto; Em caso de hipersensibilidade ao produto, recomenda-se descontinuar o uso e consultar o médico.
  • A Vigilância Sanitária estadual ou municipal deve ser comunicada da fabricação do produto a ser doado e pode estabelecer outras medidas que entender necessárias.
  • O produto deve ser doado aos órgãos do Sistema Único de Saúde (SUS), conforme destinação e orientação do Ministério da Saúde ou das Secretarias Estaduais ou Municipais de Saúde.
  • Os estabelecimentos de saúde devem ser orientados pelo profissional de saúde quanto às condições de armazenamento, bem como sobre a correta utilização do produto, acrescida dos alertas de proibição de ingestão.
  • A medida é mais uma das ações estratégicas para viabilizar os estoques de produtos que podem ser utilizados no enfrentamento da pandemia de Covid-19. O álcool é essencial para promover a higienização das mãos quando não há água e sabão disponíveis.

Baixe a Nota Técnica ou leia a reprodução abaixo na íntegra.

ORIENTAÇÕES GERAIS – A DOAÇÃO DE ÁLCOOL 70%

NOTA TÉCNICA 01/2020

É notório e de conhecimento público que estamos enfrentando uma pandemia internacional ocasionada pelo coronavírus SARS-CoV-2 (COVID-19), com impactos que ultrapassam a saúde pública.

É essencial e necessária a adoção urgente de medidas para proteger a saúde e a vida das pessoas.

O cenário impõe, dado o crescimento exponencial da infecção, a necessidade da adoção de ações ágeis e efetivas, para tanto, é fundamental que o rito ordinário de atuação da Agência seja flexibilizado dado o momento único que vivemos.

Neste contexto a Anvisa passou a adotar uma série de ações estratégicas que buscam viabilizar o acesso rápido e em grande volume a produtos que possam ser utilizados no enfrentamento da pandemia. Adicionalmente, a Anvisa vem trabalhando intensamente para informar a sociedade sobre temas relevantes, tais como a importância da correta higienização das mãos e do uso de produtos saneantes devidamente regularizados na Agência.
Nas duas últimas semanas, diversas medidas regulatórias foram adotadas com o objetivo de simplificar e dar celeridade aos procedimentos da Anvisa e, assim, permitir que empresas disponibilizem com mais rapidez produtos que possam ser utilizados no enfrentamento da pandemia de Covid-19.

Cabe ressaltar que se tratam de medidas excepcionais e temporárias, que visam atender à demanda gerada pela pandemia de Covid-19, e que foram
avaliadas do ponto de vista da relação risco-benefício como favoráveis aos pacientes e à populaçao em geral. Momentos únicos requerem soluções
únicas.

Assim, em caráter excepcional, a Anvisa autorizou empresas interessadas em realizar a fabricação, doação e transporte de Álcool Etílico 70% INPM, com fins de emprego nos serviços do Sistema Único de Saúde destinados ao atendimento da população.

A higienização de superfícies, bem como a assepsia das mãos dos profissionais de saúde são ações fundamentais para a mitigação da expansão infecção nos ambientes hospitalares. O Álcool Etílico 70% INPM é um dos principais agentes utilizados com este fim no combate ao novo Coronavírus.

O Alcool Etílico 70% INPM é uma preparação oficinal descrita na Revisão 2, da 2º Edição do Formulário Nacional da Farmacopéia Brasileira. A preparação oficinal é descrita como agente antisséptico no referido compêndio, sendo sua formulação efetuada a partir da simples diluição com água do Álcool Etílico 92,5% INPM, produto principal das usinas de álcool brasileiras. O Álcool Etílico em Gel 70% INPM difere do anterior apenas pela adição de polímeros na formulação que atuam como agentes espessantes.

A formulação apesar de simples, precisa ser efetuada obedecendo aos padrões mínimos de Boas Práticas de Fabricação, assegurando que os produtos sejam fabricados e controlados de forma consistente, atendendo aos padrões de qualidade requeridos para o uso pretendido.

No cenário de crise anteriormente relatado, inúmeras empresas, conscientes de seu papel social, tem ofertado aos serviços de saúde a doação de Álcool 70% INPM, tanto na forma de solução como em gel. Estas empresas em sua maioria não estão regularizadas na Agência como fabricantes destes produtos, portanto, dada a necessidade de adoção de soluções únicas para situações únicas em prol dos pacientes, profissionais de saúde e da população em geral, orientamos a adoção das medidas abaixo descritas, quando da fabricação dos produtos citados, com a finalidade de doação por estes estabelecimentos.

1. O estabelecimneto que pretenda produzir estes produtos deve
garantir o atentimento dos padrões mínimos de boas práticas de
fabricação/manipulação necessários à obtenção dos padrões de
qualidade requeridos ao fim proposto;

2. O estabelecimento disponha de um profissional, responsável pela
supervisão técnica da atividade e que este esteja devidamente
regularizado no Conselho de Classe devido.

3. O atendimento de todos os requisitos adicionais à inclusão deste
produto na linha fabril requeridos pela legislaçao de segurança no
ambiente de trabalho, incluindo os devidos ao armazenamento,
manipulação e transporte de Álcool 70% INPM.

4. As matérias-primas utilizadas na fabricação das preparações
antissépticas devem atender aos requisitos técnicos de qualidade e
segurança dos Compêndios Oficiais.

5. Deva ser garantido que não haja nenhum contaminante que possa
acarretar riscos à saúde.

6. No rótulo/embalagem deve constar a Razão Social, CNPJ, Endereço,
telefone do estabelecimento, validade, concentração do álcool,
indicação de uso, formulação qualitativa completa e as advertências:
Manter em temperatura ambiente (15 a 30ºC); Proteger da luz, do calor
e da umidade; Uso externo; Manter fora do alcance de crianças;
Pessoas com hipersensibilidade aos componentes não devem usar o
produto; Em caso de hipersensibilidade ao produto, recomenda-se
descontinuar o uso e consultar o médico.

7. A Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal deve ser comunicada da
fabricação do produto a ser doado, podendo estabelecer outras
medidads que entenderem necessárias.

8. O produto seja doado aos órgãos do Sistema Único de Saúde, conforme
destinação e orientação do Ministério da Saúde ou das Secretárias
Estaduais ou Municipais de Saúde.

9. Os estabelecimentos de saúde sejam orientados pelo profissional de
saúde quanto as condições de armazenamento, bem como a correta
utilização do produto, acrescida dos alertas de proibição de ingestão

Para a finalidade de doação de Álcool 70% INPM ( líquido ou gel), sem registro na Anvisa e fabricado por empresa/estabelecimento que não possui
Autorização de Funcionamento (AFE) emitida pela Anvisa, todas as orientações descritas nesta Nota Técnica devem ser seguidas. As Secretarias Estaduais ou Municipais de Saúde podem estabelecer requisitos adicionais, bem como quaisquer outros trâmites que se façam necessários.

Alertas

O armazenamento dos materiais e produtos acabados deve ocorrer em local fresco e ventilado. Álcool Etílico deve ser armazenado em área própria para material inflamável.

Referências consultadas: Norma NBR 14725 “Produtos Químicos e Informações sobre Segurança, Saúde e Meio Ambiente” e FISPQ (Ficha de Informação de Segurança para Produtos Químicos) das matérias-primas.

Por: Ascom/Anvisa


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Transformação digital na área da saúde: bom para gestores e pacientes

Transformação digital na área da saúde: bom para gestores e pacientes

A tecnologia vem ganhando um papel estratégico e central no planejamento de ações em organizações, públicas e privadas. Mais que simplesmente inserir um negócio ou serviço em âmbito virtual, esse movimento sinaliza um importante fenômeno: a adoção de tecnologias de ponta
na otimização da gestão, processos e desempenho de equipes em prol de um melhor alcance dos resultados, seja do negócio em si ou em benefício dos usuários que estão direta ou indiretamente a ele associados. No caso do segmento da saúde, a transformação digital auxilia não apenas negócios que atuam na área — como as operadoras de saúde, hospitais, clínicas e consultórios —, mas principalmente seus pacientes.

E quais seriam esses benefícios? Melhoria no tempo destinado às ações, seja do negócio em si e, consequentemente, dos pacientes que precisam de atendimento, até o dinheiro gasto em todo esse processo. De acordo com dados da Associação Médica Americana e do Instituto de Estudos de Saúde Complementar, 20 a 30% dos gastos de saúde são desperdiçados. Desde exames que não são buscados pelos usuários até consultas que não são eficazes por não serem na especialidade correta, modelo assistencial focado na doença e não na saúde, entre outras inúmeras situações. É aí que entra a tecnologia, para auxiliar gestores a empregar tempo e dinheiro de forma adequada, amparando a organização e melhorando seus resultados, impactando diretamente aqueles que são assistidos por ela.

Existem diversos exemplos de como a tecnologia, auxiliada pelo fator humano, pode gerar retornos positivos para as pessoas. Dentre elas, é possível citar os softwares de inteligência usados na análise de dados. Um deles é o Dictas, idealizado por uma equipe especialista em ciência de dados, com conhecimento e experiência em gestão de saúde. Por meio dele, é possível otimizar os custos de operadoras que, em retorno, aumentam a eficácia dos serviços ofertados aos usuários. A ferramenta
fornece um acesso a painéis com indicadores, usando Machine Learning, Big Data e Advanced Analytics, além de inteligência artificial, para detectar gastos desnecessários e que não beneficiam os assistidos pelos planos. Por meio de uma investigação minuciosa, a tecnologia realiza simulações, mapeia os dados coletados e/ou cruzados e recomenda, de forma preditiva, intervenções a serem feitas pelos gestores do sistema. Vai além: também pode ser usada na medicina preventiva, classificando os pacientes por grupos de riscos, sugerindo grupos por tipo de patologia crônica e identificando exames que poderiam ser realizados antecipadamente pelos usuários para evitar o aparecimento e o desenvolvimento de possíveis doenças.

Ou seja, além de prover recursos para melhorar questões operacionais voltadas para a gestão de um negócio com foco em saúde, por meio de ferramentas tecnológicas é possível entregar saúde, identificando beneficiários que não realizam exames preventivos por meio de algoritmos e, em contrapartida, sugerir medidas preventivas, para garantir um bom estado de saúde do usuário, de acordo com as necessidades do paciente. Em todo esse contexto, há uma maior racionalidade no processo de entregas de saúde, com foco em prevenção e não apenas em reparação de um problema que, muitas vezes, sequer consegue ser remediado.

 
 
 
 


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Mercado farmacêutico





CMED define fator para ajuste de preços de medicamentos em 2021

O Comitê Técnico-Executivo da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) definiu em 3,29% o fator de produtividade (Fator X) para o reajuste dos preços dos medicamentos em 2021, que acontece anualmente no dia 31 de março. A informação foi publicada do Diário Oficial da União no último dia 25 de novembro.

O Fator X, calculado por meio da análise de séries temporais da indústria farmacêutica, repassa aos consumidores, através dos preços dos medicamentos, as projeções de ganhos de produtividade.

O valor do índice anual é calculado pela fórmula VPP = IPCA + X + Y + Z, em que IPCA equivale ao índice de inflação, X ao de produtividade, Z ao fator de ajuste de preços relativos intrassetor e Y ao fator de ajuste de preços relativos entre setores.

Fonte: Revista da Farmácia


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Comitê define fator para reajuste de preços de medicamentos em 2021

Comitê define fator para reajuste de preços de medicamentos em 2021

O Fator X é o mecanismo que permite repassar aos consumidores, por meio dos preços dos medicamentos, as projeções de ganhos de produtividade das empresas produtoras de medicamentos

O Comitê Técnico-Executivo da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) definiu em 3,29% o fator de produtividade (Fator X) para o reajuste de preços de medicamentos em 2021. A resolução com a decisão do colegiado foi publicado dia 25 de novembro no Diário Oficial da União.

O Fator X é o mecanismo que permite repassar aos consumidores, por meio dos preços dos medicamentos, as projeções de ganhos de produtividade das empresas produtoras de medicamentos.

Ele é calculado, então, por meio da análise de séries temporais da indústria farmacêutica.

Conforme a Lei 10.742, de 2003, que define normas de regulação para o setor.

O ajuste de preços de medicamentos tem por base um modelo de teto de preços calculado por meio de um índice de preços, de um fator de produtividade (Fator X) e de uma parcela de fator de ajuste de preços relativos entre setores (Fator Y) e intrassetor (Fator Z).

O ajuste ocorre em 31 de março de cada ano.

Assim, é utilizado é o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que é a inflação oficial do país calculada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Nesse caso, é utilizado, então, o índice acumulado no período dos 12 meses anteriores à publicação do ajuste de preços.

Cálculo dos fatores Y e Z

O Fator Y tem como objetivo ajustar os preços relativos entre o setor farmacêutico e os demais setores da economia, para minimizar o impacto dos custos não recuperados pela aplicação do IPCA.

Ele é calculado, portanto, com base na variação dos custos dos insumos.

Já o Fator Z visa a promover a concorrência nos diversos mercados de medicamentos, ajustando, portanto, preços relativos entre os mercados com menor concorrência e os mais competitivos.

Para isso, é aplicado uma metodologia de cálculo do nível de concentração de mercado e um índice com base em informações de comercialização prestadas pelas empresas.

Preço de medicamentos sobem 11,36% na pandemia

Fonte: Agência Brasil

Foto: Shutterstock


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Mercado de produtos para os cabelos cresce no País

Mercado de produtos para os cabelos cresce no País

Dados da Kantar Worldpanel mostram que o gasto é maior entre as mulheres

Os cuidados com os cabelos seguem em alta entre os brasileiros. De acordo com estudo elaborado pela Kantar Worldpanel, a cesta de xampu, pós-xampu e tinturas cresceu 4,5% nos 12 meses terminados em agosto deste ano em comparação com o mesmo período de 2017. Ainda segundo o levantamento, 818 milhões de unidades foram compradas no período, gerando R$ 8 bilhões. A penetração dos produtos alcançou 96%, o que equivale a 52 milhões de domicílios. As mulheres seguem como as maiores consumidoras dos itens focados nas madeixas, sendo que os homens preferem apostar mais na perfumaria.

A pesquisa da Kantar Worldpanel revela, ainda, que o uso de produtos para cabelos geralmente é compartilhado no País: 68% quando se trata de xampu e 62% quando considerado o pós-xampu. Na hora da escolha de itens de cuidados pessoais, o brasileiro leva em conta, em sua maioria, a boa fragrância e a relação preço- qualidade.

Os dados também indicam que a maior parte da população tem atualmente o cabelo liso (34,3%) e ondulado (ligeiramente, 27,4%; e totalmente, 16,4%). Quando analisado o comprimento, os brasileiros ou têm cabelos longos (23,2%) ou muito curtos (23,8%). Em relação à cor, o loiro vem perdendo espaço em todo o Brasil, reforçando a tendência de uma busca pelo natural, já detectada anteriormente pela Kantar Worldpanel.

Fonte: Kantar Worldpanel

Foto: Shutterstock


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Pollux lança tecnologia para indústria farmacêutica se adequar às normas da ANVISA

Pollux lança tecnologia para indústria farmacêutica se adequar às normas da ANVISA

Empresa desenvolveu o Track & Trace que atende os níveis de serialização, rastreabilidade e agregação de medicamentos da nova legislação

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e a indústria farmacêutica debatem há anos mudanças que precisam ser feitas no setor com o auxílio de inovações tecnológicas que surgem da transformação digital. No final de 2019, foi divulgada a RDC 319, que substitui a resolução anterior e atualiza as Diretrizes Gerais de Boas Práticas de Fabricação de Medicamentos. A nova RDC detalha o Esquema de Cooperação em Inspeção Farmacêutica, PIC/s, como requisito mínimo a ser seguido na fabricação de medicamentos.

Além disso, a ANVISA também publicou uma Consulta Pública com o objetivo de receber contribuições em relação aos prazos para a transmissão de dados de rastreabilidade dos medicamentos. O texto define metas arrojadas para toda a cadeia estar em conformidade com a lei 13.410, do Sistema Nacional de Controle de Medicamentos (SNCM).

A Pollux, empresa brasileira de tecnologia industrial, desenvolveu equipamentos e soluções completas para atender às demandas das farmacêuticas que precisarão iniciar o quanto antes às adequações nos processos fabris. Pela lei, até 2022, toda a indústria e a cadeia de movimentação dos medicamentos precisa estar em conformidade com a nova lei, que prevê a rastreabilidade obrigatória de todos os medicamentos comercializados no Brasil. Porém, as mudanças já afetam os fabricantes e a cadeia de medicamentos este ano.

As empresas têm muito a ganhar com a nova lei, pois além aumentar a segurança e o controle da cadeia de medicamentos, ela irá viabilizar um aumento na eficiência dos processos, que passam a ser automatizados e também irá dificultar os roubos e a falsificação de lotes. Para se adequar à lei, as empresas precisam repensar sua cadeia logística e implementar soluções específicas para atender às normativas do mercado. É um processo que envolve não apenas as linhas de produção mas também a parte de coleta de dados para o envio à SNCM, que concentrará todas as informações dos fabricantes.

Com este intuito, a Pollux lançou o Track & Trace, que integra hardware e software para serialização, rastreabilidade e agregação de medicamentos. A solução também pode contar com paletização robotizada e movimentação de cargas de forma autônoma. “Queremos fomentar a Indústria 4.0 oferecendo às empresas uma solução completa e robusta, que atende os cinco níveis estipulados pela ANVISA em um único equipamento”, explica Ricardo Gonçalves, diretor de Desenvolvimento de Negócios da Pollux.

O equipamento também realiza uma análise automática e em tempo real de OEE, indicador utilizado para medir a eficiência global de equipamentos, integrado ao software de gestão (ERP), aos dados para repositório e aos procedimentos de Check-in/Check-out que são práticas de logística. Ainda, é possível unir outras soluções oferecidas pela Pollux junto às vantagens do Track & Trace. “A Pollux é a única fabricante nacional a oferecer esse tipo de equipamento para final de linha”, revela Gonçalves.

Entre as facilidades que a empresa oferece o destaque fica por conta da modalidade de locação. Com ela, as implementações se tornam mais acessíveis ao bolso do empresário que não desembolsa de uma só vez o valor dos equipamentos para usufruir dos benefícios da solução.


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Lote com insumos para fabricação da vacina CoronaVac chega a SP

Guia da Farmácia

O governador de São Paulo, João Doria esteve no Aeroporto de Guarulhos, na Grande São Paulo, ao lado do diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, e do secretário estadual de Saúde, Jean Gorinchteyn, para acompanhar a chegada do material.

Hoje recebemos insumos para 1 milhão de doses da vacina. Assim, somados aos 20 mil que já recebemos, agora temos 1 milhão e 120 mil doses da vacina“, afirmou Doria.

Ainda segundo o governador, até o início do próximo ano, o governo deve receber as mais de 46 milhões de doses previstas.

“Até o final deste mês de dezembro, estaremos aqui recebendo no Aeroporto de Guarulhos mais seis milhões de doses da vacina, totalizando 7 milhões 120 mil doses da vacina. E no próximo mês de janeiro, até o dia 15 de janeiro, mais 40 milhões de doses da vacina..”

A carga de insumos, que pode, dessa maneira, virar até 1 milhão de doses de vacinas contra a Covid-19, chegou às 5h27 no aeroporto de Guarulhos.

Segunda remessa

Todavia, essa é a segunda remessa de encomendas do governo estadual do laboratório chinês. A primeira foi com as 120 mil doses de vacinas prontas, em 19 de novembro.

O lote será, então, transportado para o Butantan, em um veículo que terá escolta especial.

Os insumos são os “ingredientes” necessários para a finalização da vacina no país. Caberá, portanto, ao Butantan concluir a etapa final de fabricação.

Ao todo, pelo acordo fechado, o Butantan receberá do laboratório chinês 6 milhões de doses prontas para o uso.

E vai, portanto, formular e envasar outras 40 milhões de doses.

Sobretudo, a vacina Coronavac está na fase final de testes e aguarda registro e autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uso.

Fonte: G1


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Anvisa recebe pedido para avaliação de estudos da vacina da Janssen para coronavírus

Guia da Farmácia

Técnicos da Anvisa têm 20 dias para fazer a avaliação da vacina da farmacêutica Janssen que protocolou o primeiro pacote de dados dos estudos

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu na última sesta sexta-feira (27) o pedido de submissão contínua da vacina da Covid-19 em desenvolvimento pela Janssen, a AD26.COV2.S.

Com a urgência da pandemia, a agência reguladora passou a utilizar a modalidade de “submissão contínua” para agilizar o registro dos imunizantes. Bem como a Anvisa fez com a avalição da vacina da Janssen.

Dessa forma, os fabricantes podem enviar os documentos dos estudos aos poucos, não necessariamente de uma vez só. Assim, a Anvisa avalia a situação durante o processo e, caso esteja tudo certo, consegue aprovar a última parte dos testes em humanos com mais rapidez.

De acordo com a agência, a Janssen já protocolou o primeiro pacote de dados com informações sobre a vacina nesta sexta-feira. Os técnicos terão até 20 dias para analisar os documentos.

O que já sabemos sobre a vacina para Covid-19 da Johnson & Jonhson anvisa avaliação vacina Janssen 

A vacina candidata da Janssen/Johnson & Johnson, a Ad26.COV2.S, também é uma das quatro que receberam autorização para testes de fase 3 (a última) no Brasil. As outras são a de Oxford, a da Pfizer-BioNTech e a da Sinovac.

O estudo da Johnson no país está sendo conduzido em 11 estados, com previsão de envolver até 7.560 pessoas com mais de 18 anos.

Modalidade submissão contínua

No dia 18 de novembro, a Anvisa autorizou que empresas interessadas em registrar uma vacina enviassem os dados técnicos sobre os testes de forma contínua.

Contudo, as medidas só valem para vacinas contra a Covid-19 e não se aplicam a nenhum outro medicamento ou vacina. Os imunizantes também precisam estar em fase 3 de ensaios clínicos.

Além disso, outro pré-requisito para enviar os dados de forma contínua é que a empresa interessada tenha um Dossiê de Desenvolvimento Clínico de Medicamento (DDCM) protocolado na Anvisa.

O dossiê é, portanto, um conjunto de documentos que dão informações detalhadas sobre a vacina e sobre os estudos clínicos de fases 1, 2, e 3.

Fases de testes de uma vacina

Nos testes de uma vacina (normalmente divididos em fase 1, 2, e 3) os cientistas tentam identificar efeitos adversos graves e se a imunização foi capaz de induzir uma resposta imune, ou seja, uma resposta do sistema de defesa do corpo.

Os testes de fase 1 costumam envolver dezenas de voluntários; os de fase 2, centenas; e os de fase 3, milhares. Essas fases costumam, todavia, ser conduzidas separadamente, mas, por causa da urgência em achar uma imunização da Covid-19, várias empresas têm realizado mais de uma etapa ao mesmo tempo.

Antes de começar os testes em humanos, as vacinas, no entanto, são testadas em animais – normalmente em camundongos e, depois, em macacos.

Fonte: G1 Foto: Shutterstock


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ANVISA, Covid-19, Laboratórios Farmacêuticos





Cinco dicas para encantar o público sênior idoso nas farmácias

Guia da Farmácia

O público sênior está cada vez mais ativo, conectado e exigente com seus produtos e serviços, por isso farmácias e drogarias precisam se adaptar

O público sênior exerce sua capacidade de autonomia e independência, com ampla condição cognitiva e de saúde em geral. Está, inclusive, mais ativa e sabe diferenciar a oferta de produtos e serviços, o que faz com que seja seletiva e exigente. 

O fundador da SeniorLab mercado & consumo 60+ e diretor do Aging2.0 Brasil, Martin Henkel, considera que o consumidor sênior é um cliente racional. público sênior fidelizá-lo farmácias

“Suas decisões estão baseadas em atributo, benefício, atendimento e preço, nesta ordem. A entrega precisa ser clara e objetiva. Problemas devem ser rapidamente sanados e justificados. Caso contrário, o cliente que tem muito respeito pelo seu dinheiro e alta expectativa de empatia vai procurar um concorrente ou experimentar outra marca.” público sênior fidelizá-lo farmácias

A consultora na Hype60+, da Hypera Pharma, Layla Vallias, comenta que de acordo com o estudo Tsunami60+, realizado pela consultoria Hype60+ e Pipe.Social, os brasileiros chegam na maturidade muito melhores do que imaginavam e, pela primeira vez na história, estão com mais saúde do que nunca.

“Ao mesmo tempo em que são consumidores exigentes, sabem o que querem e como querem. Também se sentem muito invisíveis: quatro em cada dez brasileiros acima de 50 anos de idade dizem que sentem falta de produtos ou serviços focados em sua faixa etária”, explica.

Sendo assim, farmácias e drogarias precisam ficar atentas e montar uma estrutura e uma estratégia de atendimento que vá de encontro ao novo perfil do idoso brasileiro. Para isso, o Especial Longevidade destaca cinco dicas para encantar a terceira idade no ponto de venda (PDV). Acompanhe.

1.Proximidade e acessibilidade

Esses são os principais atributos do público sênior para a escolha do local em que realizarão suas compras. Os idosos dão preferência a locais de fácil acesso e com estacionamento facilitado (para os que dirigem, muitos procuram fazer seus deslocamentos a pé).

Segundo o gerente de projetos da Mind Shopper, Cristiano Samara, isso acontece porque trata-se de um público que procura por mais conforto e menos atritos em seus momentos de compra.

Outro critério que eles levam muito em conta é a segurança do local, já que acabam tomando um pouco mais de tempo no processo de guardar as compras e entrar no carro ou no percurso à sua casa”, pontua.

2. Mix e espaços customizados

Produtos de cuidados adultos, como as categorias de incontinência; diabetes; suplementos alimentares; higiene pessoal; cuidados orais; itens de nutrição e alimentação sem açúcar, glúten ou lactose e opções integrais; suplementos; vitaminas; produtos específicos de dermocosméticos, como as linha anti-idade; são itens essenciais do mix que deve ser ofertado ao público da terceira idade, em farmácias e drogarias.

O diretor e cofundador da NEXTT 49+, Luiz Fernando Garcia, ressalta que é preciso que haja um equilíbrio entre os produtos antigos, os novos e a visibilidade. 

“Quando se pensa em um mix de produtos, é fundamental compreender que os produtos básicos que sempre funcionavam, muito provavelmente, continuarão funcionando e estes devem ter o seu espaço mantido. E para que esse público também tenha as várias chances de escolha que observamos para outras faixas etárias, se faz necessário que o novo tenha seu espaço de experimentação que, se for qualificado o suficiente, pode gerar fidelização e até substituir, para parte desse público, o que a proposta convencional também oferece.”

Samara, da Mind Shopper, reforça que, sempre que possível, é importante ter um espaço específico na loja para os produtos destinados a esse público. “Assim como existe o mundo infantil, seria algo como ‘Mundo Adulto’, com todos os produtos que podem gerar interesse para esses consumidores, mas também com a dupla exposição de outros itens que originalmente ficam expostos em outras categorias, como as vitaminas específicas para idosos, por exemplo. A comunicação na gôndola é extremamente importante. Colocar fontes maiores na comunicação e nos precificadores é um bom caminho para facilitar a jornada”, reforça.

Para a gerente médica da EMS, Monalisa Fernanda Bocchi de Oliveira, além dos produtos medicamentosos, cosméticos, de higiene e outros que já estão disponíveis na maioria das farmácias e drogarias, o grande diferencial é a acessibilidade na loja, com ambientes agradáveis e planejados para favorecer o trânsito do idoso com segurança, o acesso às prateleiras de produtos, além de sinalizações, letreiros e marcações. 

“Mais um grande diferencial é a oferta de serviços que facilitem o acesso aos produtos das farmácias e drogarias para idosos, como os de entrega delivery, os de pós-venda, as orientações e os lembretes de uso de medicações, bem como os avisos de quando o medicamento está acabando e deve ser realizada nova compra, por exemplo”, sugere.

3. Atendimento

público sênior farmácias O público sênior gosta de conversar e pode precisar de mais ajuda durante a compra. Em alguns casos, a ida à farmácia é um evento social e o atendente é uma das poucas pessoas que ele tem para conversar. Ele também costuma ter um consumo regular de alguns produtos.

Em muitos casos, precisa de medicamentos de uso contínuo e consome itens como fraldas e para controle do diabetes, dependendo de suas comorbidades”, diz Samara.

Para a CEO da Connect Shopper e idealizadora do grupo Mulheres do Varejo, Fátima Merlin, o atendimento é um dos atributos mais relevantes e que, inclusive, diferencia o canal farma de alguns outros canais.

“Entre os idosos, há uma parcela significativa que quer atenção, quer ser ouvida, gosta e tem a necessidade de conversar, de se relacionar com os atendentes. Cabe aos varejistas entender os diferentes perfis e necessidades para não criar barreiras aos que não desejam tal interação. Ser cordial é palavra de ordem”, enfatiza.

A consultora especializada em varejo farmacêutico, Silvia Osso, acredita que atender bem o público da terceira idade é muito mais do que simplesmente ter paciência, trata-se de ter informação correta e ágil.

“Eles estão, em sua maioria, conectados e com acesso às redes sociais, tendo, portanto, muitas informações. Quem os atende deve surpreender e dispor de informações melhores e mais atuais a que eles já trazem consigo para o PDV. Possuir facilidades como e-commerce, entrega ágil e presencialmente, não ter filas em caixa, possuir agilidade e qualidade no atendimento, também são expectativas desse público.”

Monalisa, da EMS, acrescenta que nenhum idoso é agradado ao ser infantilizado, ou chamado de ‘vovô(ó)/vovozinho(a)’. “Isso é, geralmente, entendido como desrespeito. O atendimento cordial significa ter empatia e prontidão para trazer solução às necessidades do cliente.”

4. Pós-venda

Este é um grande diferencial para o público sênior, que busca otimizar sua autonomia e seu tempo.

“Se o cliente comprou um medicamento de uso contínuo, com 30 unidades, e precisa tomar um comprimido por dia, sabemos que daqui a aproximadamente 25 dias, ele precisará fazer esta compra novamente para repor o produto. Podemos ser proativos e lembrá-lo de que seu medicamento pode estar chegando ao fim e já ofertar o produto. Ao fazer isso, além de poder gerar uma nova venda, estamos oferecendo um ótimo serviço de pós-venda e atendimento”, exemplifica Samara, da Mind Shopper.

Além disso, a prestação de serviços, como aferição de glicemia e pressão arterial e aplicação de vacinas e testes clínicos, pressupõe que os contatos sejam mais técnicos e de caráter profissional. Nesses casos, Silvia sugere que o pós-venda é imprescindível e pode ser feito por meio de Aplicativos (apps) de acompanhamento individualizado dos clientes.

Com o Covid-19, por exemplo, muitas pessoas aprenderam a usar a telemedicina. Os clientes usaram e gostaram da novidade e facilidade. Portanto, as farmácias têm de estar prontas para oferecer suporte. Seja ele on-line, presencial ou domiciliar.”

5. Canais de atendimento

 Por muitos anos, a loja física sempre foi a preferência do público acima de 60 anos de idade. Mas, hoje, eles estão mais abertos a outros canais, como e-commerce e delivery, ou adeptos a se comunicar via WhatsApp ou mídias sociais, embora a grande maioria ainda dependa muito da loja física para as compras. Contudo, hoje, é possível fazer uma “assinatura” para a compra de artigos de uso regular.

“Se o shopper precisa de um produto de uso contínuo todos os meses, por que não oferecer um serviço de entrega em casa? Com isso, o varejo facilitará a ida constante à loja, prestará um serviço de saúde ao garantir que ele não pare o tratamento no meio e gerará novas receitas para a loja”, sugere Samara, da Mind Shopper.

Fátima, da Connect Shopper, salienta que a terceira idade é o grupo que mais cresce nas mídias sociais, em especial no Facebook, tendo como principal motivação o relacionamento com parentes e amigos. Ele tem a função de “conector”, estreitar laços, compartilhar memórias e superar medos de uso da internet. Segundo ela, cresce também o uso das novas formas de varejo para comprar. “Temos algumas estatísticas de que quase 49% dos idosos têm o hábito de pesquisar produtos na internet e, por consequência, fazer compras.”

Fonte: Guia da Farmácia Foto: Shutterstock


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