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Regulamentação da telemedicina faz disparar o uso da prescrição digital nas drogarias brasileiras

Regulamentação da telemedicina faz disparar o uso da prescrição digital nas drogarias brasileiras

Mais de 22 mil farmácias já aderiram à plataforma de prescrição digital da Memed desde o início da pandemia

A pandemia provocou uma série de mudanças importantes, entre elas, a forma como os médicos fazem as prescrições e também como as pessoas compram seus medicamentos de uso contínuo ou que são receitados após uma teleconsulta, modalidade que emergiu nesse cenário. As farmácias também tiveram que se adaptar para receberem a receita digital e dispensarem os medicamentos usando o novo formato do documento. De acordo com a Memed , heathtech de prescrição digital, o que antes era somente um piloto, restrito às grandes redes, já é uma realidade em mais de 22 mil drogarias em todo país. A plataforma da Memed é 100% gratuita para médicos e drogarias e suas receitas podem ser assinadas por diversos tipos de certificados padrão ICP-Brasil , seguindo todos os padrões e orientações do Conselho Federal de Medicina (CFM) e do Conselho Federal de Farmácia (CFF).

A adesão à receita digital não é uma exclusividade das grandes redes detentoras das principais bandeiras de farmácias do Brasil, abrange também as chamadas redes independentes. São já 867 diferentes bandeiras no Brasil. São Paulo é Estado com maior número de bandeiras aceitando (318), Minas Gerais aparece na segunda colocação (124), seguido de Paraná (101) e Rio Grande do Sul (100). No caso das farmácias independentes, 49 das 58 lojas (84,48%) associadas à Febrafar (Federação Brasileira das Redes Associativistas e Independentes de Farmácias) já fazem uso da plataforma da Memed. Leia mais ›


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Legislação e regulamentações, ANVISA





Prescrição Farmacêutica pode se tornar Lei

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Medicamentos de tarja vermelha sem retenção de receita que possuem, no mínimo, 70% dos critérios estabelecidos para os medicamentos isentos de prescrição (MIPs), poderão, por lei, ser prescritos por farmacêuticos.

Projeto sugerido pelo então conselheiro federal de Farmácia do Ceará, Luís Claudio Mapurunga, e apresentado no ano passado pelo deputado Eduardo Bismarck (PDT-CE), altera a Lei 9.782/99, que criou a Anvisa, e cria uma nova categoria de medicamento, a tarja azul.

Essa nova categoria abrangerá os medicamentos prescritos por farmacêuticos, ampliando a previsão que já consta na Resolução CFF nº 586/2013, que autoriza os farmacêuticos a prescreverem MIPs. A proposta permite, também, que os farmacêuticos revalidem, por uma única vez, no prazo máximo de 30 dias, as receitas médicas de antibióticos.

“É sabido que há na formação dos farmacêuticos conhecimento técnico e científico suficiente para uma avaliação mínima do paciente e, eventualmente, com possibilidade de prescrever um medicamento para tratamento da saúde”, diz Bismarck em matéria publicada no site da Câmara dos Deputados.

Para ler o PL na íntegra, CLIQUE AQUI

Enquadramento de MIPs – Por último, o PL estabelece que os critérios e procedimentos para enquadramento ou desenquadramento de medicamentos como isentos de prescrição (MIPs) serão regulamentados exclusivamente por lei.
Os MIPs são remédios vendidos livremente em farmácias, como antiácidos, antialérgicos e analgésicos. A classificação de um medicamento como isento de prescrição é feita pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que possui uma lista com estes produtos.

Fonte: Comunicação do CFF, com informações da Câmara dos Deputados

Formação de Avaliadores - Fevereiro

 


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Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, Legislação e regulamentações





Farmacêuticos podem prescrever medicação!

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Medida foi publicada no Diário Oficial da União

O Conselho Federal de Farmácia (CFF) publicou nesta quarta-feira (25), no Diário Oficial, a resolução que autoriza a prescrição farmacêutica para medicamentos sem tarja de restrição ao consumo. Em entrevista à Rádio Nacional da Amazônia, o vice-Presidente do CFF e mestre em Saúde Pública e Professor de Saúde Pública da Universidade Estadual de Ponta Grossa (PR), Valmir de Santi, falou sobre o porquê da mudança.

“A ideia é fazer maior controle sobre o uso desses medicamentos. Por serem voltados para sintomas menores, como gripe e dores de cabeça, muitas vezes atrapalham um diagnóstico maior ou mascaram uma doença. Ao fazer a prescrição na farmácia, será possível garantir uso adequado e, inclusive, avaliar a necessidade da procura médica”, explica.

A resolução também aborda outro aspecto importante, envolvendo doenças crônicas. A exemplo do que ocorre em diversos países, o órgão gostaria que, a partir de um diagnóstico médico, que detectasse a necessidade de um tratamento contínuo, que a renovação da receita e o acompanhamento do tratamento pudessem ser feitos também pelo farmacêutico.

“O envelhecimento da população provou o aumento de doenças crônicas e sobrecarregou o sistema de saúde. Precisamos passar para outros profissionais a possibilidade de, uma vez tendo o diagnóstico médico da patologia, possa se fazer acompanhamento por meio do farmacêutico”, defenda de Santi. Esta segunda fase do projeto de alterações do CFF ainda não entrou em vigor, pois depende de uma mudança de Portaria do Ministério da Saúde. Processo semelhante foi realizado em benefício da classe de enfermagem, que passou a ser autorizadas a fazer algumas deliberações sem respaldo obrigatório do médico.

 

Fonte: Guia da Farmácia


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Mercado farmacêutico





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