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Mercado de produtos para os cabelos cresce no País

Mercado de produtos para os cabelos cresce no País

Dados da Kantar Worldpanel mostram que o gasto é maior entre as mulheres

Os cuidados com os cabelos seguem em alta entre os brasileiros. De acordo com estudo elaborado pela Kantar Worldpanel, a cesta de xampu, pós-xampu e tinturas cresceu 4,5% nos 12 meses terminados em agosto deste ano em comparação com o mesmo período de 2017. Ainda segundo o levantamento, 818 milhões de unidades foram compradas no período, gerando R$ 8 bilhões. A penetração dos produtos alcançou 96%, o que equivale a 52 milhões de domicílios. As mulheres seguem como as maiores consumidoras dos itens focados nas madeixas, sendo que os homens preferem apostar mais na perfumaria.

A pesquisa da Kantar Worldpanel revela, ainda, que o uso de produtos para cabelos geralmente é compartilhado no País: 68% quando se trata de xampu e 62% quando considerado o pós-xampu. Na hora da escolha de itens de cuidados pessoais, o brasileiro leva em conta, em sua maioria, a boa fragrância e a relação preço- qualidade.

Os dados também indicam que a maior parte da população tem atualmente o cabelo liso (34,3%) e ondulado (ligeiramente, 27,4%; e totalmente, 16,4%). Quando analisado o comprimento, os brasileiros ou têm cabelos longos (23,2%) ou muito curtos (23,8%). Em relação à cor, o loiro vem perdendo espaço em todo o Brasil, reforçando a tendência de uma busca pelo natural, já detectada anteriormente pela Kantar Worldpanel.

Fonte: Kantar Worldpanel

Foto: Shutterstock


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Mercado farmacêutico





Anvisa esclarece sobre produtos têxteis antivirais e antibacterianos.

Anvisa esclarece sobre produtos têxteis antivirais e antibacterianos.

Objetivo é prestar informações gerais sobre esses produtos, indicar quando são considerados produtos médicos e quando não se enquadram nas regras de regularização pela Anvisa.

ANVISA

Nota

Foi publicada, na sexta-feira (18/9), a NOTA TÉCNICA 202/2020/SEI/GEMAT/GGTPS/DIRE3/ANVISA, que traz esclarecimentos sobre o enquadramento sanitário de produtos têxteis com propriedade antiviral ou antibacteriana como produtos para a saúde. O objetivo é prestar informações gerais sobre o assunto, indicar quando esses produtos têxteis são considerados produtos médicos passíveis de regularização pela Anvisa e quando não são.

A publicação atende a diversas solicitações de informações sobre o tema, recebidas pela Gerência-Geral de Tecnologia de Produtos para Saúde (GGTPS). Além do enquadramento sanitário, os pedidos referem-se a esclarecimentos sobre a eficácia e a regularização dos produtos, que incluem uma diversa gama de artigos, como vestimentas, tecidos para estofados de veículos, máscaras faciais, calçados, entre outros, fabricados com fios, fibras e filamentos com propriedade antiviral ou antibacteriana.

Os esclarecimentos são bastante pertinentes, diante do contexto da pandemia de Covid-19, uma vez que os produtos têxteis técnicos de atividade antiviral e antibacteriana são classificados como produtos para a saúde quando atendem ao conceito de produto médico, estabelecido pela Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 185/2001. Neste caso, os produtos passam pela regularização da Anvisa.

Entre os produtos que necessitam dessa regularização estão os materiais médico-hospitalares, incluindo alguns equipamentos de proteção individual (EPIs) destinados aos profissionais de saúde, como luvas, aventais cirúrgicos, máscaras cirúrgicas e respiradores filltrantes para partículas (PFF) classe 2, N95 ou equivalentes.

Demais artigos de uso geral, EPIs para utilização em outros setores que não o da saúde, tecidos utilizados para vestuário ou estofamentos em geral não são considerados produtos para a saúde, pois não se enquadram no conceito de produto médico da RDC 185/2001.

Definição 

De acordo com a RDC 185/2001, produto médico é aquele destinado à saúde, tal como equipamento, aparelho, material, artigo ou sistema de uso ou aplicação médica, odontológica ou laboratorial, usado para a prevenção, diagnóstico, tratamento, reabilitação ou anticoncepção e que não utiliza meio farmacológico, imunológico ou metabólico para realizar sua principal função em seres humanos.

Produtos de uso não profissional 

Deve-se salientar que a Covid-19 é primariamente uma doença respiratória, com transmissão entre pessoas, principalmente por meio de gotículas respiratórias. Por não apresentarem as características tipificadas nas normas da Anvisa, os produtos de uso não profissional fabricados com materiais têxteis técnicos com atividade antiviral ou antimicrobiana não são considerados pela norma como dispositivos médicos.

Assim, o uso de vestimentas ou estofados fabricados com tecidos de propriedade antiviral, embora possa contribuir com certo nível de inativação do vírus na superfície desses objetos e potencialmente minimizar a probabilidade de contaminação indireta pelo contato, não garante proteção total contra o novo coronavírus (Sars-CoV-2).

Além disso, é relevante ressaltar que os revestimentos antivirais ou antibacterianos presentes em máscaras faciais para uso não profissional, atuam essencialmente na superfície do tecido. Ressalta-se que a utilização desses revestimentos não está necessariamente relacionada a uma maior eficiência de filtragem de partículas e de bactérias.

Neste contexto, é necessário reforçar que o uso de tais produtos não dispensa a adoção de outras medidas de proteção como distanciamento físico, higienização adequada das mãos, evitar presença em aglomerações, dentre outras, conforme preconizado pelas autoridades de saúde.

Além disso, apesar desta categoria de produtos não ser objeto de regularização por parte da Anvisa, é essencial pontuar que os produtos têxteis técnicos de atividade antiviral ou antimicrobiana de uso não médico necessitam apresentar perfil favorável de segurança à saúde, além de se mostrarem eficazes contra os agentes microbianos ou virais para os quais seu uso é indicado.

Por fim, conforme orientado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e devido à limitada evidência científica disponível, o uso de máscaras de tecido como uma alternativa às máscaras de uso profissional não é considerado apropriado para proteção de trabalhadores de saúde. Para que uma máscara seja recomendada para uso profissional na área de saúde, ela deve ser classificada como dispositivo médico e atender às normativas aplicáveis, incluindo também a RDC 356/2020.

Desta forma, mesmo que o tecido da máscara facial não profissional possua atividade antiviral ou antibacteriana, essa máscara não é considerada apropriada ou indicada para profissionais de saúde durante a sua atuação.

Aplicações de têxteis técnicos  

Os produtos têxteis técnicos possuem inúmeras aplicações, incluindo seu uso no setor de fabricação de uniformes (vestimentas com resistência a chama ou ao frio, por exemplo), na construção civil (mantas de contenção de erosão, isolantes térmicos, dentre outros) ou no setor médico. Neste último, a aplicação dos materiais têxteis técnicos pode ser observada na fabricação tanto de implantes quanto de produtos têxteis descartáveis, como aventais de proteção e máscaras faciais, entre outros.

Fora do escopo de uso profissional, os produtos têxteis técnicos também podem ser utilizados na fabricação de roupas para praticantes de esportes, tais como tecidos que evitam a proliferação de bactérias ou que propiciam conforto térmico.

Gabriel Amorim
Farmacêutico

Fonte: ANVISA


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Laboratório Teuto alcança marca de 17 produtos referência pela Anvisa

Laboratório Teuto alcança marca de 17 produtos referência pela Anvisa

Destaque no setor farmacêutico, o Laboratório Teuto alcançou em julho de 2020, a marca de 17 produtos considerados como “Medicamentos/Apresentações de Referência”, segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).

Há 73 anos, a indústria farmacêutica é reconhecida pela excelência no desenvolvimento, produção e comercialização de seus produtos. O Canditrat – creme vaginal foi a apresentação mais nova a compor a lista de referências da Anvisa.

O medicamento trata-se de um creme de tratamento íntimo, composto pelo princípio ativo Nistatina, um antifúngico eficiente no combate de um tipo de fungo chamado Candida Albicans, responsável pelo surgimento da Candidíase, uma das infecções ginecológicas mais frequentes nas mulheres em que causa sintomas ginecológicos desconfortáveis.

No site da Anvisa http://portal.anvisa.gov.br/registros-e-autorizacoes/medicamentos/produtos/medicamentos-de-referencia/lista é possível conferir a lista completa dos medicamentos referências do Teuto, que são: Amicacina (sulfato) sol. injet. 50mg/ml; Amicacina (sulfato) sol. injet. 125mg/ml; Amicacina (sulfato) sol. injet. 250mg/ml; Aminofilina 100mg comp.; Aminofilina 200mg comp.; Ampicilina sódica 1 g pó sol. injet.; Carbidol comp. 25mg + 250mg; Canditrat 100.000UI/ml susp. Oral; Cimetidina 150mg/ml sol.injet.; Dexason 1mg/g creme dermatológico; Metoclopramida (cloridrato) 5mg/ml sol. injet.; Metoclopramida (cloridrato) 4mg/ml sol. Oral; Canditrat Creme Vaginal 25.000 UI/g bisnaga c/ 60g + 14 aplicadores de 4g; Miconazol (nitrato) 20mg/g creme vag.; Naproxeno 250mg comp.; Naproxeno 500mg comp. e Oxacilina sódica 500mg pó sol. injet.

Segundo a supervisora de treinamentos do Teuto, Magali Tamas, os medicamentos de referência servem de modelo e comparação para a produção tanto dos genéricos quanto dos similares equivalentes. “Isto quer dizer que qualquer medicamento que possua o mesmo princípio ativo e a mesma apresentação precisa comprovar, por meio de testes de qualidade, que são iguais aos nossos para serem aprovados pela Anvisa.

Cada vez mais o Teuto se posiciona como uma solução completa em saúde”, afirma. Lançamentos O Laboratório Teuto, que há mais de sete décadas é sinônimo de qualidade e confiança, torna-se uma solução completa em saúde. A companhia possui mais 750 apresentações de medicamentos, entre genéricos, medicamentos referência, genéricos de marca (similares equivalentes – EQ’s), MIP’s (medicamentos isentos de prescrição), linha hospitalar, suplementos alimentares, cosméticos e produtos para saúde.

Nos próximos anos, está programado o lançamento de mais de 180 novas apresentações. Sobre o Teuto Há mais de sete décadas no coração do Brasil, com o mais completo parque farmacêutico da América Latina e solução completa em saúde, o Teuto é referência para o mercado nacional e internacional.

A companhia, que é sinônimo de qualidade e confiança, proporciona mais qualidade de vida aos seus colaboradores, clientes e parceiros, por meio da excelência no desenvolvimento, produção e comercialização de seus produtos, e valoriza a responsabilidade socioambiental, reafirmando que “Se é Teuto, é de confiança”.


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Importação de produtos farmacêuticos cresce 77% em Goiás

PFARMA

(Texto atualizado em 18/11/2020 às 08:24 pm)

Os produtos farmacêuticos lideraram a lista de importações em Goiás no mês de janeiro e dados da balança comercial brasileira apontaram que a indústria farmoquímica no Estado está mais aquecida em 2020.

Segundo os índices divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia, do montante de US$ 324,9 milhões gastos nas importações do Estado, US$ 115,7 milhões são insumos do setor farmacêutico. O valor representa um crescimento de 77,35% em relação ao mês de janeiro do ano passado.

Goiás sedia o segundo maior pólo farmoquímico do Brasil. Localizado a 60km de Goiânia, em Anápolis, o distrito abriga seis indústrias farmacêuticas e outras 17 do setor químico. O grande potencial da região atrai investidores de todas as partes do país, como é o caso da Distribuidora de Medicamentos e Produtos de Saúde – FUTURA, com sede no Rio de Janeiro. Leia mais ›


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Anvisa define regras para produtos de terapias complementares

Os produtos sujeitos à vigilância sanitária considerados de uso tradicional para a saúde terão um regulamento específico da Anvisa. O objetivo é definir regras para produtos de terapias complementares e alternativas que hoje não têm seus critérios sanitários claramente definidos.

Até o momento, apenas os produtos da medicina tradicional chinesa têm algum tipo de previsão mais específica na legislação, já que em 2014 a Anvisa publicou a Resolução de Diretoria Colegiada da Anvisa – RDC 21, que previu o monitoramento desses produtos pelo prazo de três anos, sem especificar, contudo, critérios de registro ou notificação na Anvisa. Leia mais ›


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PRF apreende 759 frascos de produtos sem registro na Anvisa em Mato Grosso

(Texto atualizado em 16/02/2020 às 11:35 pm)

Uma grande quantidade de produtos terapêuticos foi apreendida na manhã de segunda-feira (03) pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), na BR 174, em Pontes e Lacerda/MT. Eles eram transportados em um ônibus que faz a linha Goiânia – Porto Velho.

No bagageiro do veículo, os policiais encontraram 55 caixas com 759 frascos de medicamentos sem registro na Agência Nacional de Vigilância (Anvisa). São produtos que os fabricantes e vendedores dizem atuar em diversas doenças, porém não há nenhuma comprovação científica de sua eficácia. Alguns trazem até erros de português na embalagem, como um que é prescrito para “Mau” de Parkinson e não Mal de Parkinson.

Em outros frascos há a inscrição “PRODUTO ISENTO DE REGISTRO”, no entanto, resolução da Anvisa dispõe que alimentos com alegações de propriedade funcional e ou de saúde necessitam do registro em órgão competente.

O proprietário da mercadoria não viajava no ônibus, mas ele foi identificado e poderá responder e pelo crime de falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais.

Os produtos foram e a qualificação do passageiro foram encaminhados à Anvisa que dará sequência ao caso.

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Permitidos no Brasil e proibidos lá fora. De olho nos cosméticos e produtos de higiene

Permitidos no Brasil e proibidos lá fora. De olho nos cosméticos e produtos de higiene

Quando fazemos uso de itens de higiene achamos que eles irão nos ajudar, certo? Pois na fórmula de muitos desses produtos escondem-se inúmeros perigos para a nossa saúde.

São vários os tipos de produtos que entram em contato com a nossa pele diariamente, como sabonete, xampu, creme hidratante, maquiagem, creme dental, etc. Mas os componentes químicos encontrados nesses itens de higiene pessoal e cosméticos podem ser bastante nocivos.

De acordo com uma reportagem da BBC, a União Europeia proibiu 1,3 mil substâncias. Já a Anvisa, que também tem a sua própria lista de substâncias proibidas baseada na listagem europeia, nem sempre incorpora esses itens imediatamente.

Confira, a seguir, algumas substâncias que, embora nocivas para a saúde, são encontradas nos cosméticos brasileiros.

 

Substâncias perigosas

Sabemos que é difícil ler os rótulos dos produtos e, ainda mais, compreendê-los. Mas esteja atento porque informação é um “remédio” fundamental para cuidarmos da saúde.

 

Ftalatos

São um tipo de substância usada para deixar os plásticos mais maleáveis. Na cosmetologia, são encontrados em esmaltes, a fim de que a sua cobertura não fique quebradiça. Também podem ser usados como fixadores e estabilizantes em desodorantes.

O problema é que não existem garantias de que os ftalatos sejam seguros. Aliás, há evidências de que eles interfiram na produção de hormônios, visto que a sua exposição a longo prazo tem um efeito cumulativo.

A União Europeia já baniu os ftalatos da produção de cosméticos, sendo aceitos apenas traços dessa substância, que é quando ela migra para o produto, em baixíssima concentração, por ter sido usada na embalagem.

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Anvisa suspende venda de sabonetes de duas marcas | Brasil

Anvisa suspende venda de sabonetes de duas marcas | Brasil

(Texto atualizado em 23/04/2019 às 10:44 am)

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou a suspensão da distribuição, divulgação e comercialização de dez produtos da marca Biotec Cosméticos Indústria e Comércio Ltda. A empresa notificada é responsável por itens da Needs, marca exclusiva de beleza e saúde da Drogasil, e pela BioHair.

Como resultado, foi determinado o recolhimento do estoque que já está exposto em farmácias. A decisão foi motivada pela inspeção sanitária realizada na empresa.

Segundo a Anvisa, a fabricação dos produtos não estava de acordo com as normas do órgão de inspeção. Foram registradas divergências qualiquantitativas de formulações e ausência de ingredientes. Foi constatado ainda que os produtos tinham sido liberados para venda antes da conclusão de todos os ensaios microbiológicos. Alterações nas fórmulas também não tinham sido notificadas. Leia mais ›


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Consulta Pública discute regularização de produtos de higiene pessoal

(Texto atualizado em 23/04/2019 às 10:43 am)

Debate sobre o tema tem intuito de melhorar a qualidade da informação e possibilitar a agilidade na análise do produto por parte do consumidor.A Anvisa quer conhecer a opinião do setor regulado e de profissionais e cidadãos interessados sobre os requisitos técnicos para a regularização de produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes. Para isso, será aberta na segunda-feira, dia (9/4), a Consulta Pública nº 500/18 que debaterá o tema com o intuito de melhorar a qualidade da informação e possibilitar a agilidade na análise do produto por parte do consumidor.

A resolução em discussão estabelece também quais produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes estão sujeitos a registro para comercialização. Atualmente, bronzeadores, protetor solar, protetor solar infantil, gel antisséptico para as mãos, produto para alisar os cabelos, produto para alisar e tingir os cabelos, repelente de insetos e repelente de insetos infantil estão no grupo de produtos sujeitos a registro.

Para Contribuir – Quem quiser contribuir com comentários e sugestões para proposta de alteração da Resolução da Diretoria Colegiada nº 7/2015 tem 15 dias para enviar as propostas por meio de formulário eletrônico que pode ser acessado na página da CP. Ao fim do processo, será disponibilizado número de protocolo do registro de sua participação. Leia mais ›


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ANVISA





A categoria infantil deve fornecer todos os itens indispensáveis no dia a dia

produtos-específicos-para-crianças-exige-do-ponto-de-venda-uma-atenção-especialAlgumas mudanças no PDV são necessárias e impulsionam a venda.

O setor reservado para produtos específicos para crianças exige do ponto de venda uma atenção especial. Isso porque, o varejista precisa estar atento às necessidades das mamães que procuram por produtos que garantam o bem-estar dos pequenos. Os itens de cuidados infantis são priorizados na renda familiar e, por isso, o momento da compra é tão importante.

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Setor de beleza e higiene é o que tem a melhor reputação

Fabricantes-produtos-higiene-beleza-automóveis-alimentos-melhor-reputação-consumidores-brasileirosFabricantes de produtos de higiene e beleza, de automóveis e de alimentos são aqueles que gozam de melhor reputação com os consumidores brasileiros

Já os planos de saúde e as empresas de telefonia estão mal na fita. Os dados constam do primeiro Índice de Reputação Empresarial Imagem Corporativa/Datafolha, que avaliou dez setores.

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Diversificação dos produtos nas farmácias

Um levantamento feito pela Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) revelou: 70% das pessoas que entram em farmácia são mulheres. Um sinal dessa pesquisa serviu para orientar o desenho do mix de produtos que hoje têm as farmácias, quaisquer que elas sejam – pequenas, médias ou grandes.

Antes restrita à venda de poucos medicamentos, a farmácia dos tempos atuais – por pressão e exigência do mercado – diversificou-se, e agora – além de remédios, ela prioriza o comércio de produtos de beleza, de higiene pessoal e até de refrigerantes. Tudo está tão diversificado, que nas farmácias se pagam contas de luz e outras contas.

Fonte: Diário do Nordeste


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