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Farmacêuticos alertam para uso irregular de remédios sem receita

De sintomas gripais a dores de cabeça, a população brasileira já está acostumada a se automedicar, no caso de sintomas leves, com medicamentos isentos de prescrição (MIP). Uma pesquisa do Conselho Federal de Farmácia apontou, inclusive, que em 2019, 77% dos brasileiros se automedicavam sem passar pela orientação de médicos ou profissionais de saúde. Contudo, o Conselho Regional de Farmácia (CRF) alerta para o uso irregular dessas substâncias, que podem trazer riscos para a saúde.

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Fonte: O Estado do Maranhão


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Legislação e regulamentações, ANVISA





Como a tecnologia da NVIDIA está envolvida na descoberta de novos remédios

Quem conhece a NVIDIA somente pela sua fama nas placas de computadores que fazem a alegria dos gamers podem não saber, mas a empresa emprega sua tecnoogia em outras frentes de interesse geral, como remédios, por exemplo. Na semana passada, a NVIDIA Enterprise anunciou parceria estratégica com a Schrödinger, que aproveita os sistemas NVIDIA DGX A100 para expandir ainda mais a velocidade e a precisão da plataforma computacional de descoberta de drogas da Schrödinger e permitir uma avaliação rápida e precisa de bilhões de moléculas para o desenvolvimento potencial terapêutico.

As empresas otimizarão a plataforma de software da Schrödinger, projetada para modelar e calcular as propriedades de novas moléculas, para a NVIDIA DGX SuperPOD, desenvolvido com os sistemas NVIDIA DGX A100 e a rede NVIDIA InfiniBand HDR.

Com a novidade, será possível criar modelos baseados na física no conjunto de produtos da Schrödinger e haverá suporte para a NVIDIA Clara Discovery, uma coleção de frameworks de IA, aplicações e modelos pré-treinados de última geração para a descoberta de medicamentos computacional mais avançada. As empresas também colaborarão em avanços científicos e de pesquisa para adaptar a computação baseada na física e o machine learning à descoberta de medicamentos.

A Schrödinger usa soluções baseadas na física com a maior potência computacional possível para avaliar milhares de moléculas para cada candidato a medicamento em potencial. Essa tarefa exige centenas de horas de uso da GPU em computadores de alto desempenho.

Graças à colaboração, o setor farmacêutico inteiro, que conta com mais de 3 mil empresas, de startups a multinacionais, poderá acelerar a descoberta de medicamentos na escala da supercomputação. A solução desenvolvida em conjunto permitirá que empresas de todos os portes simulem combinações moleculares com física e IA para identificar e otimizar os componentes mais promissores para possível uso terapêutico. As empresas farmacêuticas podem realizar essas pesquisas em clouds privados fáceis de implantar com a plataforma da Schrödinger em execução na NVIDIA DGX SuperPOD, que pode ser instalado no local ou em uma unidade de colocação.

‘O modelo preditivo integrado a nossa plataforma foi criado para ampliar e acelerar significativamente a busca por moléculas terapêuticas de alta qualidade, e a NVIDIA é um parceiro de tecnologia importante nesse projeto’, afirma Patrick Lorton, diretor de tecnologia da Schrödinger. ‘Nosso software computacional avançado ajuda as maiores empresas farmacêuticas do mundo a explorar mais do espaço químico e identificar candidatos de alta qualidade com mais rapidez, com muito menos custo de computação que os métodos tradicionais. Temos orgulho de trabalhar com a NVIDIA para que esse processo corra com ainda mais fluidez.’

As equipes de pesquisa e engenharia da NVIDIA estão trabalhando para melhorar e otimizar o conjunto da Schrödinger para a arquitetura NVIDIA Ampere e sua tecnologia de GPU multi-instância. Os clientes poderão facilmente implementar o software da Schrödinger em um único sistema DGX ou um cluster de 20 ou mais unidades para criar uma DGX SuperPOD. Assim, será possível dimensionar a plataforma da Schrödinger para diversos programas de medicamentos, além da triagem e da avaliação de bilhões de moléculas por semana.

‘Com a combinação avançada de simulação e machine learning da Schrödinger, a descoberta de medicamentos computacional aumentará a precisão’, conta Kimberly Powell, vice-presidente da área da saúde da NVIDIA. ‘Juntos, oferecemos ao setor farmacêutico uma ferramenta científica que proporciona a identificação de compostos com um rendimento extremamente alto, acelerando e contribuindo para o sucesso dos candidatos.’

Fonte: Observatorio de Games


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OMS inclui 16 remédios para câncer nos sistemas públicos de saúde

A OMS (Organização Mundial da Saúde) anunciou a inclusão de 16 novos medicamentos para tratar o câncer na Lista-Modelo de Medicamentos Essenciais para Adultos e Crianças. Agora a organização considera como prioritários para o tratamento oncológico um total 46 fármacos, que devem ser oferecidos no sistema público de todos os países. Os novos medicamentos foram sugeridos à organização por um estudo feito por 90 médicos espalhados pelo mundo.

Um dos colíderes da força-tarefa do estudo, Gilberto Lopes, do Centro Paulista de Oncologia do Grupo Oncoclínicas do Brasil, ressaltou que esta foi a maior inclusão de medicamentos desde a criação da lista, em 1977. ‘Ficamos muito contentes que a OMS aprovou 16 das 22 drogas que sugerimos. Elas têm impacto significativo na sobrevida e, muitas vezes, na qualidade de vida dos pacientes’, informou Lopes. ‘Ela inclui alguns medicamentos que já são genéricos, mas também de alguns de alto custo, como o trastuzumab, o imatinib e o rituximab, que são usados para tratamento de câncer de mama, mieloide crônica e linfoma, respectivamente’.

Medicamentos já disponíveis

O oncologista lembrou que o SUS (Sistema Único de Saúde) oferece vários dos medicamentos recém incluídos na lista, mas alguns são restritos a tratamentos específicos. Ele citou, como exemplo, o trastuzumab que.está aprovado no SUS somente para o tratamento adjuvante, que é posterior à cirurgia, para prevenir que a doença volte.

‘A lista da OMS agora também inclui a droga para o tratamento de pacientes com a doença mais avançada, metastática, para que elas vivam melhor e por mais tempo. Essa é uma das novidades da lista deste ano, incluímos não só os remédios, mas também as indicações para as quais eles são considerados essenciais’, declarou.

Lopes comemorou também o fato de a OMS ter sinalizado que a atualização da lista-modelo passará a ser anual ou bienal. ‘A última revisão ocorreu há mais de uma década, mas conseguimos chegar a um acordo de que essas revisões devem ser periódicas e não só quando há pressão muito grande de pacientes e médicos. Assim, poderemos tentar incluir na próxima revisão alguns medicamentos que consideramos muito importantes, mas que não estão na lista’, disse.

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Congresso discute venda de remédios em supermercados

(Texto atualizado em 17/08/2020 às 08:12 pm)

Profissionais de saúde e empresários se mobilizaram diante do projeto de lei (PL 9482/18) que permite supermercados e outros estabelecimentos comerciais venderem remédios que não precisam de receita. Em audiência pública da Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados, na última terça-feira (27), os debatedores lembraram que não é a primeira vez que o Congresso discute o tema.

Marcio Milan, da Associação Brasileira de Supermercados, mencionou que, em 1995, por meio de uma liminar, o comércio foi autorizado a vender os medicamentos isentos de prescrição médica, chamados tecnicamente de MIPs. “Durante o período em que os supermercados comercializaram os MIPs, houve uma drástica redução nos preços, com destaque para analgésicos e antitérmicos, cuja queda chegou a 35%.” Leia mais ›


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Diminui lista de potenciais remédios contra Covid-19

Diminui lista de potenciais remédios contra Covid-19

(Texto atualizado em 08/07/2020 às 01:13 pm)

Acompanhe a lista de medicamentos que já foram descartados para o tratamento do novo coronavírus

A lista de remédios que poderiam ajudar a curar a Covid-19 está se reduzindo. Depois da hidroxicloroquina, os ensaios clínicos europeus Solidarity e Discovery também abandonaram o tratamento lopinavir/ritonavir por sua ineficácia e por seus efeitos colaterais.

Com isso, os testes se reduzem a um único medicamento, o remdesivir, que acaba de obter sinal verde condicional da União Europeia.

No final de junho, abandonou-se outro importante ensaio clínico, o Britannique Recovery, dos antivirais lopinavir e ritonavir, usados no tratamento contra o vírus da aids.

O mesmo destino teve, no sábado, o teste Solidarity, promovido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em associação com o Discovery, realizado por franceses.

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CAS aprova validade nacional para receitas de remédios manipulados

Projeto aprovado pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS), nesta quarta-feira (5), atribui validade nacional para receitas médicas e odontológicas de medicamentos manipulados, aqueles preparados diretamente por estabelecimentos farmacêuticos. O texto (PLS 367/2013) da senadora Ana Amélia (PP–RS) recebeu decisão terminativa e deve seguir agora para análise na Câmara dos Deputados, a menos que haja requerimento para votação também no Plenário do Senado. Leia mais ›


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Reajuste de preço já é visto nas prateleiras

Após a autorização do Conselho de Ministros da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), os medicamentos começam a ter seus preços reajustados. Os aumentos já podem ser vistos nas prateleiras, principalmente daqueles produtos de uso contínuo, como os contra colesterol e triglicérides. Leia mais ›


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Empresas doam remédios para suprir farmácias públicas em SP

São Paulo – O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou na quarta-feira, 8, a doação, por 12 empresas farmacêuticas, de 165 tipos de medicamentos em falta nas farmácias públicas.

Segundo o tucano, a Prefeitura receberá 380 milhões de comprimidos para tratar de hipertensão, diabete, colesterol e outras doenças que exigem tratamento contínuo. O primeiro lote deverá estar disponível já a partir do dia 20. Leia mais ›


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Genéricos crescem 10% no trimestre

crescimento-economico-medicamentos-genéricosEm um momento de fraco crescimento econômico, os medicamentos genéricos seguem registrando expansão de dois dígitos nas vendas e puxando a média do setor farmacêutico no país, segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos (PróGenéricos), com base em dados da consultoria IMS Health.

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Mercado aberto: Remédio de grife

remédios-de-marca-continuam-popularesQuinze anos após a criação da Lei dos Genéricos, os remédios de marca continuam sendo mais populares no mercado brasileiro.

Levantamento da Orizon (empresa de soluções para o setor de saúde) aponta que 94% de seus entrevistados optam por esse tipo de medicamento. Foram consultadas cerca de 43,7 mil pessoas.

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