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DPSP inaugura segunda dark store em São Paulo

O Grupo DPSP, que conta com as redes Drogaria São Paulo e Drogarias Pacheco, inaugurou no dia 31 de maio a sua segunda dark store, localizada na zona norte da cidade de São Paulo (SP).

A saber, a empresa já conta com uma unidade em Belo Horizonte (MG), inaugurada no mês de setembro de 2020. E, dessa maneira, no final de junho terá uma terceira operação sediada em São Cristóvão (RJ).

As unidades irão atender as vendas realizadas pelos canais digitais, que atualmente já representam 7% do negócio da companhia.

A nova unidade deve gerar cerca de 35 novas vagas de emprego até o final do mês de junho. Esse movimento está, portanto, alinhado com o plano de expansão qualificada e orgânica da empresa pelo país. Que antecipou em três anos as metas de participação em vendas para o seu canal digital.

Dark stores

As dark stores irão armazenar os produtos das redes Drogaria São Paulo e Drogarias Pacheco e a expectativa é que, a partir do mês de julho, a unidade de São Paulo fique responsável por separar e distribuir 4 mil pedidos feitos pelos clientes de todo o Brasil.

O objetivo, portanto, é o de garantir uma agilidade ainda maior no processo de entrega.

‘Como parte fundamental de nossa estratégia de omnicanalidade, estamos inaugurando uma de nossas maiores operações de dark store na cidade de São Paulo. Evoluímos muito o nosso e-commerce, que se tornou um canal importante de vendas e de complementaridade as nossas lojas físicas. Com este modelo de operação, vamos caminhar para entregar um nível de serviço melhor e mais rápido aos nossos clientes’, afirma o diretor de Operações, Expansão e Engenharia do Grupo DPSP, Felipe Zogbi.

Investimentos

A empresa tem investido em novas soluções.

E, no último ano, passou a contar com uma plataforma de prescrição eletrônica, sendo que mais de 200 mil receitas já foram realizadas pelo método digital.

Outro lançamento foi o Portal de Serviços Farmacêuticos, que possibilita fazer agendamentos para a testagem de Covid-19, assim como demais serviços farmacêuticos e vacinas.

Os clientes também podem acessar, portanto, com descontos exclusivos do programa de relacionamento, Viva Saúde, consultas com especialistas, apoio psicológico e também assistência médica por meio da telemedicina.

Fonte: SBVC – Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo


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Médicos alertam para importância de tomar a segunda dose da vacina no prazo estipulado

Médicos alertam para importância de tomar a segunda dose da vacina no prazo estipulado

A segunda dose da CoronaVac precisa ser tomada num intervalo de 14 a 28 dias; e a segunda dose da vacina de Oxford/AstraZeneca, em 12 semanas

Com o número ainda bem reduzido de vacinas no Brasil, os médicos alertam sobre a importância de garantir a aplicação da segunda dose no prazo certo para uma imunização completa.

Das dez vacinas aprovadas em todo mundo para uso definitivo ou emergencial, só uma não exige uma dose de reforço.

A CoronaVac, desenvolvida pela Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, e a da universidade de Oxford feita com o laboratório AstraZeneca  devem ser aplicadas em duas etapas.

Mesmo diante da escassez de vacinas, o Ministério da Saúde (MS) vai aplicar as duas doses no prazo indicado pelos fabricantes.

Uma decisão que os especialistas consideram acertada já que os estudos mostram que, dessa forma, é possível atingir a eficácia máxima das vacinas.

Nós temos que respeitar os dados que a gente tem de eficácia nos intervalos que foram estudados. São vacinas novas que estão portanto com licenciamento emergencial. Assim, nós não temos os dados do que um intervalo maior pode representar”, afirmou a diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações, Monica Levi.

Por isso, a importância de garantir em todos os postos de vacinação, assim, a segunda dose para quem se vacinar.

Para isso, é preciso então também saber os detalhes de quando as vacinas e os insumos estarão de fato disponíveis.

“Precisamos de certeza da continuidade de fabricação e dos prazos de entrega para gente poder fazer um planejamento com datas para todos os grupos prioritários”, alertou Monica Levi.

Todavia, sempre é bom lembrar que a segunda dose da CoronaVac, do Instituto Butantan, precisa ser tomada num intervalo de 14 a 28 dias; e a segunda dose da vacina de Oxford/AstraZeneca, da Fiocruz, em 12 semanas.

Covid-19: tomei a vacina e agora? 

Fonte: G1

Foto: Shutterstock


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Sanofi anuncia primeiros testes de segunda vacina anticovid

SO grupo farmacêutico francês Sanofi anunciou nesta sexta-feira (11) o início dos primeiros testes em humanos de seu segundo projeto de vacina contra a covid-19, enquanto ainda testa o primeiro fármaco, que sofreu atrasos.

Sanofi e Translate Bio, uma empresa de biotecnologia americana, iniciarão um “teste clínico dividido em partes iguais para sua candidata à vacina contra a covid-19, baseada na tecnologia do RNA mensageiro”, afirma um comunicado.

Os testes, denominados de fase 1 e fase 2, acontecem com grupos reduzidos de voluntários.

Fonte: O DIA


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