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Anvisa tem plataforma para consulta de medicamentos

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) implementou uma plataforma para informações sobre vendas de medicamentos controlados. Com o objetivo de simplificar a busca, a agência disponibilizou em seu site um roteiro para consulta.

Para realizar a consulta, é necessário acessar o portal de serviços do Governo Federal e ir até a área “Saúde e Vigilância”, selecionar o item “Fiscalização” e, em seguida, “Medicamentos e Produtos para Saúde”. Após isso, clicar em “Consultar dados de vendas de medicamentos controlados, antimicrobianos e outros”. Nesta área, também é preciso selecione “Iniciar”. Seguindo esses passos, o usuário poderá acessar duas opções de pesquisa: venda de medicamentos industrializados e venda de medicamentos manipulados

Ao entrar nessas áreas, é possível levantar dados sobre a quantidade de fármacos vendidos no Brasil, por Estado e por município, além de ano, princípio ativo, entre outros. Também é possível gerar relatórios e gráficos.

Segundo a Anvisa, a novidade faz parte dos bancos de dados do Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC), que integra informações de farmácias e drogarias privadas, e do Datavisa, que comporta referências do cadastro de medicamentos registrados. Até então, os dados do SNGPC eram atendidos por meio da análise individual.

Para consultar informações acesse:

https://www.gov.br/pt-br/servicos/consultar-dados-de-vendas-de-medicamentos-controlados-antimicrobianos-e-outros

https://dados.gov.br/dataset/venda-de-medicamentos-industrializados-sngpc


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Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, Legislação e regulamentações





Cityfarma chega a 100 PDVs e tem faturamento recorde

Cityfarma chega a 100 PDVs e tem faturamento recorde

A companhia iniciou o ano com 87 lojas e encerrará 2020 com 100 unidades, tendo fechado 16 novos contratos de conversão de bandeira. A projeção é que em 2021 a expansão fique na casa de duas a três novas lojas por mês. “Nosso processo de expansão não está baseado na venda de bandeira e sim na oferta de um modelo de negócio baseado em precificação, layout, gestão do mix de produtos e treinamento”, ressalta a executiva.

Para os novos lojistas, a Cityfarma oferece um suporte completo de geolocalização para avaliação do ponto, layoutização interna e externa, e categorização das áreas da farmácia. Também fornece ao lojista apoio na seleção de pessoal, currículos e entrevistas para cargos de confiança como farmacêuticos e gerentes. “No dia da inauguração a unidade já dispõe de todas as ferramentas de um ponto de venda com dois anos de mercado”, destaca.

A Cityfarma aposta ainda em novos projetos como o SOS Lojas, implementado neste segundo semestre. Por meio dessa iniciativa, a rede disponibiliza ao gestor da farmácia em dificuldades um estudo específico sobre a unidade e a concorrência na região. “Um grupo de profissionais das áreas comercial, de marketing e de layout analisa os números e o perfil da loja, criando um plano de ação que é acompanhado semanalmente a fim de verificar os resultados”, comenta Marise.

Desde 2019, a Cityfarma também participa do projeto-piloto da Febrafar de desconfinamento de MIPs. Hoje, a rede já está na segunda etapa, que é o projeto de trade com indústrias parceiras para a exposição especial dos produtos nas gôndolas. “Todas as lojas que participam do projeto apresentaram um aumento do giro em categorias como antialérgicos, antigripais e vitaminas, com um crescimento de até 20%”, finaliza.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico


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Farmácias batem recorde de testes rápidos positivos para Coronavirus

Guia da Farmácia
No acumulado desde abril, quando ocorreu a implantação do serviço, as farmácias computaram 1.226.732 atendimentos, sendo que o diagnóstico foi positivo em 176.914 (14,42%)Os testes positivos para a Covid-19 nas farmácias cresceu. Uma pesquisa da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) mostrou recorde de 12.790 casos de Covid-19 apontados em testes rápidos no varejo farmacêutico entre os dias 16 e 22 de novembro.

O número representou, dessa maneira, 16,6% do total de testagens. Nas duas semanas anteriores, foram detectados, então, 8.775 (14,14%) e 6.912 (14,3%).

O levantamento também aponta que houve novo recorde de 77.031 testes positivos de Covid-19 realizados em farmácias na semana.

Até então, o pico havia sido registrado no fim de julho, com 66.685 testagens.

No acumulado desde abril, quando ocorreu a implantação do serviço, as farmácias computaram 1.226.732 atendimentos, sendo que o diagnóstico foi positivo em 176.914 (14,42%).

Aumento no número de testes positivos de Covid-19 nas farmácias

Cerca de catorze Estados apresentaram porcentuais de casos confirmados acima da média nacional, como Acre (com 27,28% dos testes positivos), Amazonas (26,68%) e Amapá (25,81%).

Também registraram médias maiores Ceará, Paraíba, Rio de Janeiro, Pará, Pernambuco, Bahia, Rondônia, Maranhão, Rio Grande do Norte, Paraná e Minas Gerais.

A Abrafarma reúne as 26 maiores redes de farmácias do País, que contam com mais de 8,3 mil farmácias em todos os Estados e no Distrito Federal.

Fonte: IstoÉ Dinheiro / Estadão Foto: Shuttesrtock


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Vacina de Oxford contra Covid-19 tem eficácia de até 90%

Guia da Farmácia

Segundo os pesquisadores, diferente de outros imunizantes, este pode ser armazenado na geladeira, o que é um fator importante para a logística de distribuição e armazenamento

O laboratório AstraZeneca e a Universidade de Oxford anunciaram nesta segunda-feira, 23, que a vacina contra a Covid-19 que estão desenvolvendo alcançou eficácia de 90%.

Segundo os pesquisadores, diferente de outros imunizantes, este pode ser armazenado na geladeira, o que é um fator importante para a logística de distribuição e armazenamento especialmente em países como o Brasil.

Nos testes, a vacina de Oxford foi administrada de duas formas diferentes:

Na primeira delas, os voluntários receberam, dessa forma, metade de uma dose e, um mês depois, uma dose completa. Nesse grupo de voluntários, a eficácia foi de 90%.

Já no segundo grupo, que recebeu duas doses completas da vacina, a eficácia foi reduzida a 62%. 

Esses dois resultados permitiram, dessa maneira, obter eficácia média de 70%.

Essas conclusões foram possíveis a partir dos testes de fase 3 – a última etapa dos estudos – realizados na Inglaterra e no Brasil. 

As fases 1 e 2 dos estudos já haviam apontado que a vacina é segura e induz a produção de anticorpos e a resposta imune das células T em todas as faixas etárias, incluindo idosos.

Eficácia da vacina de Oxford

Nenhum evento grave relacionado à segurança da vacina foi confirmado e o imunizante não apresentou efeitos colaterais graves em nenhuma das duas formas de aplicação.

A eficácia e segurança desta vacina confirmam, então, que será muito competente contra a Covid-19 e que terá um impacto imediato nesta emergência de saúde pública”, disse o CEO da AstraZeneca, Pascal Soriot.

Os resultados sugerem que as duas aplicações – com metade da dose ou as duas doses completas – podem prevenir a transmissão do vírus, evidenciada, portanto, pelo número pequeno de infecções assintomáticas entre os vacinados.

Segundo comunicado de Oxford, vacinas baseadas na mesma tecnologia já são usadas há décadas e são estáveis, fáceis de produzir, transportar e estocar.

Os imunizantes podem, todavia, ser conservados em temperaturas de geladeiras domésticas, de 2ºC a 8ºC, o que facilita a distribuição, pois pode ser facilmente armazenada.

A análise interina foi possível a partir do registro de 131 casos de Covid-19 entre os participantes.

Um grupo de voluntários recebeu a vacina contra a Covid-19 e outro recebeu uma vacina já aprovada contra meningite.

Embora a eficácia da vacina de Oxford seja um pouco menor que a das concorrentes norteamericanas, os dados apresentados aumentam, dessa maneira, a expectativa sobre as chances de desenvolver várias vacinas eficazes, utilizando, portanto, diferentes abordagens.

Especialistas em saúde pública dizem, portanto, que o mundo vai precisar de muitas vacinas para atender a demanda global.

Testes

Dos 24 mil voluntários dos estudos clínicos, cerca de 10 mil são brasileiros.

Os testes estão sendo realizados no Brasil desde junho, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Natal, Porto Alegre e Santa Maria.

Em outubro, um dos voluntários brasileiros morreu em decorrência da Covid-19. Os especialistas concluÍram, então, que não havia risco para os voluntários e, por isso, os testes não foram interrompidos.

Em setembro, os testes chegaram, então, a ser suspensos em todo o mundo, após ser registrado um evento adverso grave entre um dos voluntários.

Sobretudo, o jornal The New York Times revelou, todavia, que o participante teve mielite transversa, síndrome inflamatória que afeta a medula espinhal e costuma ser desencadeada por infecções virais.

Os testes foram retomados após ser constatada que a relação risco e benefício ainda era favorável.

A vacina de Oxford é a principal aposta do governo brasileiro, que investiu cerca de R$ 2 bilhões para viabilizar a compra, processamento e distribuição de 100 milhões de doses do imunizante.

O recurso foi destinado à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que tem um acordo com a Universidade de Oxford e a AstraZeneca, e já se prepara para começar a produção de 210 milhões de doses do imunizante em janeiro de 2021.

A Anvisa faz análise contínua dos resultados das pesquisas da vacina de Oxford.

Os estudos pré-clínicos, feitos em animais e laboratórios, já foram analisados pela agência, o que pode, portanto, acelerar o processo de aprovação do imunizante no País.

Fonte: Estadão


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Como as grandes redes de farmácias têm ampliado a oferta de serviços para fidelizar clientes?

como redes de farmácia estão fidelizando clientes

As farmácias brasileiras estão em ritmo intenso e planejam crescimento acelerado para os próximos anos, conforme dados da Abrafarma – Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias. Essa previsão mostra que a indústria farmacêutica está em plena expansão e saber se diferenciar da concorrência tornou-se um desafio ainda maior para os donos de estabelecimentos farmacêuticos. 

É por isso que muitas redes de farmácias, acompanhando esse movimento e também a própria modificação dos hábitos do consumidor, estão buscando meios de diversificar serviços e fidelizar seus clientes.  Leia mais ›


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Brasil tem maior taxa de contágio de covid-19 no mundo

Brasil tem maior taxa de contágio de covid-19 no mundo

O estudo foi feito pelo Imperial College de Londres e estima que número de óbitos por coronavírus no país pode chegar a 5 mil novas mortes em uma semana

Um novo estudo feito pelo Imperial College de Londres, uma das universidades mais respeitadas do mundo, estima que o Brasil tem a maior taxa de transmissão da covid-19, doença causada pelo novo coronavírus.

Segundo o estudo, assinado por 47 pesquisadores, a taxa de transmissão do país é R2,81. Ou seja, em média no Brasil, cada pessoa com covid-19 passa a doença para outras três.

O país também enfrenta um cenário de crescimento no número de mortes por doenças respiratórias e de óbitos registrados em cartórios, dados que indicam forte subnotificação de casos de covid-19.

Medidas de relaxamento da quarentena são indicadas para países que têm R1 ou menos, como é o caso da Alemanha, que tem taxa de transmissão R0,8. Na Grécia, em média, cada pessoa infectada também transmite o vírus para menos de um indivíduo.

Taxa de contágio

Brasil e Estados Unidos são países que ainda passam por uma fase difícil da pandemia. Os países podem registrar 5 mil mortes na próxima semana em decorrência de complicações da covid-19. No total, dez países integram o grupo classificado de “muito alto” em relação às possíveis mortes ocasionadas pelo coronavírus. Outros 22 integram a classificação de “relativamente baixo” risco de morte, com cerca de 100 estimadas para a próxima semana. A transmissão do vírus está em queda em países muito afetados pela pandemia, como Espanha e Itália, que adotaram medidas para estimular o distanciamento social.

Vale notar que quanto maior for a taxa de transmissibilidade do vírus em um país, maior é o risco de colapso no sistema de saúde. No Brasil, a tendência ainda é de crescimento no número de novos casos da doença. O mesmo cenário é indicado pelo estudo em outros oito países, são eles: Canadá, Índia, Irlanda, México, Paquistão, Peru, Polônia e Rússia.

Israel foi considerado o país que melhor reportou casos de covid-19, sendo o único a atingir 100%. O estudo avaliou dados de 48 países.

Mundialmente até 29 de abril, mais de 3,1 milhões de pessoas foram infectadas pelo novo coronavírus e 227 mil morreram, segundo dados da Universidade Johns Hapkins.

Foto: Shutterstock

Fonte: Exame


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Brasil tem 46 mortes e 2.201 casos de confirmados de coronavírus

Brasil tem 46 mortes e 2.201 casos de confirmados de coronavírus

As 46 mortes registradas oficialmente ao Ministério da Saúde estão nos estados de São Paulo (40) e Rio de Janeiro (6)

Subiu para 2.201 o número de casos confirmados de coronavírus (Covid-19) no Brasil, de acordo com as informações repassadas pelos estados ao Ministério da Saúde nesta segunda-feira (24). Até o momento, 46 mortes estão confirmadas, sendo 40 no estado de São Paulo e seis no Rio de Janeiro.

Atualmente, todos os estados do país registram casos da doença, mas nem todas as regiões apresentam o mesmo nível de transmissão. A região norte, por exemplo, tem 3,7% do total de casos do Brasil. Na outra ponta, a região Sudeste representa o maior percentual, na ordem de 58,1%.

Para garantir um esforço coletivo de todos os brasileiros para reduzir a velocidade de transmissão do coronavírus, na última sexta-feira (20), o Ministério da Saúde reconheceu a transmissão comunitária da Covid-19 em todo o Brasil. Assim, a medida é uma estratégia para que todo o Brasil se una contra o vírus.

Em termos práticos, a declaração é um comando do Ministério da Saúde para que todos os gestores nacionais adotem medidas para promover o distanciamento social e evitar aglomerações. Estas medidas são conhecidas como medidas não farmacológicas, ou seja, que não envolvem o uso de medicamentos ou vacinas.

Além disso, o Ministério da Saúde anunciou que pretende fornecer 22,9 milhões de testes para a doença e que a curva de crescimento da doença está dentro da expectativa.

Coronavírus: quando considerar um caso suspeito?

Foto: Shutterstock

Fonte: Ministério da Saúde/ Guia da Farmácia


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Autorizações de funcionamento têm novo padrão numérico


Novas autorizações de funcionamento de empresas e números de registro de cosméticos terão novo padrão numérico a partir desta segunda-feira (15/10).As novas autorizações de funcionamento de empresa (AFEs) para fabricantes de cosméticos terão um novo padrão numérico, iniciado pelo número 4, a partir desta segunda-feira (15/10). A mudança foi motivada pelo esgotamento da numeração de AFEs iniciadas pelo número 2.

Com isso, existirão no mercado empresas cuja autorização de funcionamento começa com o número 2 e outras com AFE iniciada pelo número 4. O número de registro dos cosméticos fabricados por essas empresas seguirá a mesma lógica, podendo começar com o número 2 ou 4, a depender do número da AFE de cada empresa.

O número 4 já havia sido atribuído anteriormente a empresas de alimentos, mas atualmente não é mais utilizado para este fim.

Sistemas atualizados

Os sistemas e serviços de tecnologia da informação mantidos pela Anvisa foram adequados para essa mudança. Assim, o peticionamento eletrônico, o Sistema de Automação de Registro de Produtos de Higiene Pessoal, Cosméticos e Perfumes (SGAS) e as consultas de produtos disponíveis no portal serão capazes de associar as autorizações de funcionamento iniciadas por “4” a empresas de cosméticos.

Além disso, os canais de atendimento da Agência estão aptos a solucionar eventuais dúvidas de profissionais de saúde, do setor regulado e das Vigilâncias Sanitárias, bem como da sociedade em geral, sobre as mudanças adotadas.

Como funciona a numeração da AFE e do registro?

A autorização de funcionamento de empresa (AFE) tem o formato “P-N-XXXX-D”, em que cada letra representa uma informação: = atuação da empresa, sendo “0” para farmácias e drogarias, “1” para medicamentos, “2” para cosméticos, “3” para saneantes, “4” “5” e “6” para alimentos, “7” para farmácias e drogarias, “8” para produtos para a saúde e “9” para toxicologia.; = 0 a 9, aleatoriamente; XXXX = sequência que identifica a ordem de concessão da AFE; = dígito verificador.

O número de registro é derivado do número da AFE e tem como padrão a sequência P.XXXX.YYYY.ZZZ-W.

Fonte: ANVISA


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