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Cinco tendências em telemedicina

(Texto atualizado em 18/09/2020 às 07:16 pm)

prescricao medica digital

O uso da telemedicina durante o isolamento social evidenciou que ela é um caminho sem volta. Foi regulamentada com o intuito de atender a este período de exceção, mas os resultados obtidos servirão como excelente parâmetro para que as autoridades tenham mais condições de avaliar e determinar suas regras de utilização depois que a fase de emergência sanitária terminar, pois a tendência é haver expansão na cobertura à telemedicina. Isso ocorrerá à medida que os consumidores ganhem experiência com a tecnologia e exijam cada vez mais acesso a serviços baseados nesse sistema. A telemedicina tem potencial de, assim, melhorar a experiência do paciente, além de proporcionar redução de custos a eles e às operadoras de saúde.

Veja cinco tendências que devem se popularizar:

1 – Teleconsulta

É a face mais conhecida da telemedicina e provavelmente será a que se expandirá mais rapidamente. Plataformas e aplicativos oferecem a possibilidade de o médico ter um “consultório virtual”, que agenda consultas, permite prescrição eletrônica e até pagamento por meio da solução. Este precisa ter apenas conexão de internet compatível com videoconferência. Agiliza atendimento a residentes de regiões longínquas.

2 – Monitoramento remoto e engajamento

A tendência é reforçar a digitalização da jornada do paciente, principalmente o crônico, para permitir melhores formas de acompanhamento por meio de aplicativos e de tecnologias em nuvem. Big data e IoT podem ser ainda mais utilizados para possibilitar interação e comunicação segura e em tempo real entre todos. Uma equipe monitora os sinais vitais e interage com os pacientes por videoconferência, chat, ou mesmo por telefone, oferecendo orientações. É uma maneira de também contribuir para elevar o engajamento ao tratamento.

3 – Parcerias internacionais

A criação de laços entre operadores de saúde locais com hospitais e instituições internacionais de prestígio vão ampliar as possibilidades de atendimento não presencial por clínicas ou hospitais com grande especialização e reconhecimento. Outra vertente de parcerias é permitir que pesquisadores médicos contem com a participação de grandes populações ao redor do globo, o que pode render ensaios clínicos mais rápidos e consistentes.

4 – Telediagnóstico e laudos a distância

O uso de plataformas em nuvem expande as possibilidades de laudos feitos remotamente, permitindo que especialistas renomados que se encontram em locais distantes possam analisar imagens, gráficos e dados para dar um parecer seguro sobre o exame e o diagnóstico. Este modelo permite também que médico receba, diretamente, os resultados.

5 – Telecirurgia

Neste caso, o procedimento acontece em um local onde o cirurgião não está presente, por meio de teleconferência ou com o uso de um robô, que é guiado a distância. A vantagem é contar com especialistas em qualquer lugar do mundo, desde que tenham acesso a equipamentos e conexões potentes, também necessários no hospital onde será feito o procedimento. No entanto, sua disseminação será mais lenta, pela alta complexidade envolvida.

Fonte: PFarma


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Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





João Tavares Neto da ANVISA comenta tendências do mercado de perfumaria e cosméticos

| João Tavares Neto da ANVISA comenta sobre tendências e perspectivas sobre o mercado cosmético no Brasil

(Texto atualizado em 27/03/2019 às 01:30 pm)

João Tavares Neto é Gerente de Produtos de Higiene, Perfumes, Cosméticos e Saneantes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA. Bacharel em Farmácia e Mestre em Ciência de Alimentos pela Universidade Federal de Minas Gerais e Especialista em Vigilância Sanitária pela Fundação Oswaldo Cruz. Servidor público desde 2005 na carreira de Especialista em Regulação e Vigilância Sanitária da Anvisa, onde exerceu os cargos de Coodenador de Bioequivalência na Gerência Geral de Medicamentos (2011-2014); Superintentende de Correlatos e Alimentos, supervisionando a Gerência Geral de Cosméticos (2014-2016); Assessor do Diretor Presidente (2016); e Gerente de Cosméticos (2016-2017); Presidiu o décimo primeiro ciclo da Cooperação Internacional em Regulação de Cosméticos: ICCR-11 (2016/2017), composto pelas autoridades sanitárias do Brasil, Canadá, Japão, Estados Unidos e União Europeia. Leia mais ›


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