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Aprovada vacina influenza para idosos

(Texto atualizado em 11/07/2019 às 03:16 pm)

A Anvisa aprovou o registro do imunobiológico Fluzone Sênior, uma nova vacina influenza trivalente inativada, desenvolvida para a administração em idosos (adultos com 65 anos ou mais). Em sua composição, o produto traz duas variações da cepa influenza do tipo A — H1N1 associada à H3N2 — e, ainda, a cepa influenza tipo B.

De acordo com o fabricante, o uso do produto tem como objetivo induzir melhores respostas imunológicas e mais eficácia contra a gripe por meio do teor mais elevado de antígenos, os quais estimulam a produção de anticorpos contra o vírus no organismo.

Segundo informações do portal do Ministério da Saúde, a vacinação é considerada a intervenção mais importante para a redução do impacto da influenza. Estudos demostram que esta ação pode reduzir entre 32% e 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade por complicações provocadas pelo vírus.

A vacina Fluzone Sênior foi registrada pela via de desenvolvimento individual, de acordo com a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 55, de 2010, que dispõe sobre o registro de produtos biológicos novos e produtos biológicos. A detentora do registro no Brasil é a Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda.

Confira a aprovação do registro do imunobiológico Fluzone Sênior, publicada no Diário Oficial da União (D.O.U) desta segunda-feira (15/10).

O que é influenza?

De acordo com o Ministério da Saúde (MS), o vírus influenza provoca uma infecção viral aguda do sistema respiratório, de elevada transmissibilidade e distribuição global. Uma pessoa pode contraí-la várias vezes ao longo da vida e, em geral, essa infecção tem evolução autolimitada. Em alguns casos, porém, pode evoluir para uma forma grave.

Segundo o MS, existem três tipos de vírus influenza (A, B e C), que são transmitidos facilmente por pessoas infectadas ao tossir ou espirrar. Eles causam infecção aguda das vias aéreas associada a febre (temperatura superior a 37,8°C). Os demais sinais são habitualmente de aparecimento súbito e incluem calafrios, mal-estar, dor de cabeça, fadiga, vômito, diarreia, tosse seca, entre vários outros.

Idosos, crianças, gestantes e pessoas com alguma comorbidade (existência de duas ou mais doenças simultaneamente) possuem um risco maior de desenvolver complicações devido à infecção por influenza, conforme o MS.

No Brasil, o período de maior circulação do vírus da gripe vai do final de maio até agosto, todos os anos.


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Lote de vacina para hepatite B e Botox são suspensos

suspensos anvisa medicamentos

(Texto atualizado em 27/03/2019 às 01:29 pm)

Um lote da vacina adsorvida hepatite B (recombinante) do Instituto Butantan foi suspenso nesta terça-feira (16/1). A medida vale para o lote 160016 da vacina.

A medida foi adotada após um comunicado do próprio Instituto Butantan que detectou um resultado fora do padrão no ensaio de endotoxina presente na vacina da hepatite B.

O laboratório fará o recolhimento da vacina no mercado. Os demais lotes da vacina e outros produtos do Butantan continuam liberados.

Confira a Resolução na íntegra.

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ANVISA aprova vacina contra gripe exclusiva para idosos

(Texto atualizado em 14/12/2018 às 09:11 am)

Aprovada vacina contra gripe exclusiva para idosos

Vacina da gripe para idosos estará disponível em farmácias após ter seus preços definidos.

A Sanofi Pasteur acaba de receber a aprovação de registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de uma nova vacina contra gripe desenvolvida exclusivamente para idosos. Nesta população, a vacina apresentou-se 24,2% mais eficaz na proteção contra a gripe em comparação à vacina contra influenza trivalente aprovada atualmente no Brasil.

A vacina contra gripe exclusiva para idosos estará disponível em  farmácias e clínicas particulares após definição de preço pela Câmera de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), órgão ligado à Anvisa que auxilia, tecnicamente, na determinação do valor máximo de venda. Ainda não há previsão para comercialização.

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Farmácias e drogarias podem aplicar vacinas

A Diretoria Colegiada da Anvisa aprovou no dia 12/12/2017, a resolução que permite a qualquer estabelecimento de saúde do Brasil realizar a aplicação de vacinas, incluindo farmácias e drogarias. A RDC liberando a vacinação foi publicada oficialmente no Diário Oficial da União (DOU) no dia 28/12/17 sob o número RDC 197/2017.

Na publicação, a ANVISA define os requisitos que devem ser seguidos para que o serviço de vacinação seja realizado com segurança para os pacientes e os prestadores do serviço (empresas). As agências de vigilância sanitária municipais e estaduais também ganham o poder para realizar a fiscalização através das normas da RDC 197/2017, que reuniu e organizou as regras para as Boas Práticas em serviços de vacinação. Leia mais ›


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Vacina da zika só estará disponível em dois anos, afirma ministro da Saúde

Ana Hávilla Lima Farias, 1, que nasceu com microcefalia, faz fisioterapia no Hospital Municipal Dom Pedro I, em Campina Grande

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, disse nesta terça (26), em Washington, que a vacina para a zika só deve estar disponível para a população no fim de 2019. O tema foi tratado durante o encontro que o ministro brasileiro teve com o secretário de Saúde dos EUA, Tom Price, na segunda (25), na capital americana. Leia mais ›


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Teste de vacina contra malária começará em países africanos

A vacina contra a malária mais avançada do mundo, mas com efeitos ainda limitados, será testada em grande escala no Quênia, Gana e Malauí, anunciou nesta segunda-feira (24) a OMS (Organização Mundial da Saúde), que espera vacinar 360.000 crianças entre 2018 e 2020.

O programa piloto será testado em três países que já participaram em testes anteriores da mesma vacina, mas em menor escala. Leia mais ›


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Injeção sem picada deve chegar ao mercado em 2017

vacina injeção sem agulha indolor adesivoPesquisas em animais já se mostraram efetivas

Acabar com o famigerado medo de injeção e, de quebra, aumentar a eficiência na aplicação das vacinas através de um sistema adesivo no qual o próprio paciente pode administrar os medicamentos. O cenário, inimaginável há alguns anos, pode se tornar realidade até 2017 graças a um estudo desenvolvido por pesquisadores dos Estados Unidos.

O trabalho foi desenvolvido no Instituto de Tecnologia da Georgia, em Atlanta, nos Estados Unidos, e consiste em um adesivo capaz de abrigar 100 microagulhas que podem ser aplicadas nos pacientes de forma praticamente indolor. A técnica também zera os riscos de transmissão de doenças através de agulhas contaminadas.

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