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Governo lança nova campanha de vacinação contra sarampo

(Texto atualizado em 30/03/2021 às 04:05 pm)

O Ministério da Saúde lançou, nesta segunda-feira (10), uma nova campanha para imunizar crianças e jovens entre cinco e 19 anos contra o sarampo.

Só nesta primeira fase, o Ministério da Saúde vai enviar aos estados quase quatro milhões de doses da vacina. A meta é imunizar três milhões de crianças e jovens que não tomaram as duas doses necessárias para se proteger.

“O que eu vejo é as pessoas não conhecerem, ou acharem que essas doenças não existem, que são coisas do passado e o vírus está aí circulando. A gente tem que alertar que essa negligência, esse esquecimento, essa falta de cumprir uma caderneta de vacinação, o preço pode ser a vida dessa criança”, alertou o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

O ministro também reforçou a importância da vacinação contra o sarampo por causa do risco do novo coronavírus.

“A gente sabe que esse vírus, ele pega normalmente pessoas que estão com a imunidade baixa, a pessoa que não está numa situação de imunidade ideal. E a vacina aumenta a imunidade, provoca o sistema imunológico e é um ganho extra a gente saber que a pessoa foi vacinada contra o sarampo, que você já elimina no período inicial aquele quadro clínico que pode eventualmente misturar, confundir com uma virose”, disse.

O ministério também decidiu manter a vacinação de bebês entre seis e 11 meses, a chamada dose zero. Essa dose de emergência foi colocada em 2019 no calendário de vacinação para proteger os bebês mais cedo, antes das duas doses normais, com um ano e um ano e três meses de idade.

O Pietro tem só nove meses e logo vai conviver com várias pessoas de fora da família.

“Ele tem que tomar as vacinas porque ele vai para a creche e tem que estar tudo em dia”, disse a mãe Carine Santos Souza.

Os casos de sarampo no Brasil diminuíram nos últimos meses, mas o vírus continua circulando e ele circula com facilidade. O sarampo é altamente contagioso. Por isso, em 2020, continua a estratégia: além de vacinar os bebês, fazer campanha para quem não tomou a vacina quando deveria.

Em 2019, o brasil teve 18 mil casos confirmados de sarampo. Mais de 16 mil deles no estado de São Paulo, principalmente na capital. Das 15 pessoas que morreram de complicações decorrentes do sarampo no país, 14 viviam em São Paulo.

Por isso, o estado quer vacinar muito mais gente do que o definido pela campanha nacional.

“Aquela criança de seis meses de idade até aquele adulto de 60 anos de idade precisam ir a uma unidade pública, consultar um profissional de saúde e verificar se o seu esquema vacinal, o seu histórico vacinal está adequado”, disse a diretora do Programa Estadual de Imunização de São Paulo, Núbia Araújo.

Fonte: Jornal Nacional


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Drogaria Venancio oferece vacinação contra a gripe

Drogaria Venancio oferece vacinação contra a gripe

Ação é em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro

A Drogaria Venancio vai oferecer gratuitamente a vacina contra a gripe em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, entre os dias 27 e 30 de abril. A campanha, que acontecerá das 10h às 16h, é voltada exclusivamente para portadores de doenças crônicas e não transmissíveis* e que tenham entre 15 e 59 anos.

É imprescindível que as pessoas apresentem documento com foto, além do pedido médico, exame laboratorial ou a receita da medicação (prescrição de medicamentos de uso contínuo) com data e emissão de no máximo um ano, de forma que comprove que o paciente faz parte do grupo que se enquadra na campanha.

A vacinação será realizada em 13 filiais da rede nas salas de atendimento farmacêutico com toda infraestrutura e segurança necessárias para a realização da aplicação da vacina e a tudo que tange os cuidados com o cenário atual do Coronavírus. Para acesso à loja é obrigatório que o paciente esteja utilizando máscara, seguindo o decreto municipal vigente.

Vale ressaltar que um número limitado de doses é liberado diariamente pela Secretaria Municipal da Saúde. Será considerada a ordem de chegada para o atendimento.

Lojas da rede Venancio participantes da vacinação contra a gripe

Zona Norte

  • Ilha do Governador: Estrada da Cacuia, 203 A
  • Madureira: Estrada do Portela, 17 LJ
  • Méier: Rua Dias da Cruz, 110
  • Tijuca: Av. Maracanã, 834
  • Vila Isabel: Av. Professor Manuel de Abreu, 693

Zona Oeste

  • Barra da Tijuca: Av. das Américas, 500 / Bloco 8, lojas 119 a 122
  • Barra da Tijuca: Av. Ayrton Senna, 2541 / Bloco A
  • Taquara: Rua Apiacás, 372

Zona Sul

  • Botafogo: Rua Voluntários da Pátria, 128
  • Copacabana: Av. Nossa Senhora de Copacabana, 791
  • Flamengo: Rua Marquês de Abrantes, 88
  • Ipanema: Rua Visconde de Pirajá, 414
  • Jardim Botânico: Rua Jardim Botânico, 726, lojas A e B

Importante ficar atento às situações em que a vacina não deve ser aplicada. É o caso daqueles que apresentem febre aguda, pessoas com antecedentes de alergia grave a componentes do ovo ou que tenham tido algum tipo de reação a outras vacinas. Nestes casos, recomenda-se adiar a vacinação até modificação do quadro, para não se atribuir à vacina as manifestações da doença. Dor e vermelhidão no local são sintomas comuns após a aplicação. Algumas pessoas, às vezes, também apresentam febre e dores de cabeça, o indicado é utilizar compressas frias no local.

Vale lembrar que a vacina contra a gripe não evita o Coronavírus, mas protege os grupos de risco contra a influenza.

*Doença respiratória crônica, doença cardíaca crônica, doença renal crônica, doença hepática crônica, doença neurológica crônica, diabetes, imunossupressão, obesidade e pessoas que portem trissomia ou sejam transplantadas.

Campanha da gripe: como tomar a vacina em tempos de coronavírus 

Foto: Shutterstock

Fonte: Venancio


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CRF-SP debate ações na área farmacêutica na vacinação

Guia da Farmácia

O CRF-SP tem se preocupado em munir o farmacêutico com ferramentas de capacitação com uma área específica sobre Covid-19 no portal

O Conselho Regional de Farmácia de São Paulo (CRF-SP)  realizou via You Tube, no último dia 10, o Fórum: Vacina na cadeia farmacêutica da logística ao serviço de imunização, onde discutiu, principalmente, a logística da vacina contra a Covid-19.

Além da diretoria do CRF-SP, o Fórum contou também com a participação de representantes da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), do Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo (Sincofarma/SP) e do coordenador do Grupo Técnico de Trabalho de Logística de Produtos de Interesse à Saúde do CRF-SP, Dr. Kleber Fernandes.

Ao abrir a discussão, Dr. Marcos Machado, presidente do CRF-SP, destacou que apesar do impacto econômico da pandemia já ser de mais de US$ 1 trilhão de dólares no mundo, a preocupação é principalmente com a saúde da população.

Dr. Marcos ressaltou que a vacina nesse momento é o assunto mais importante no mundo.

“Nada é mais importante para o retorno da vida das pessoas. Precisamos o quanto antes de uma definição em relação à disponibilização da vacina no Brasil”.

O presidente do CRF-SP destacou ainda a lei 13.021/14 que possibilita o serviço de imunização nas farmácias. “Acredito que de imediato o governo deva assumir essa demanda e as farmácias possam, dessa maneira, entrar como pontos de apoio por se tratar de um problema de saúde pública emergencial”.

Ações do CRF-SP

O CRF-SP tem se preocupado em munir o farmacêutico com ferramentas de capacitação com uma área específica sobre Covid-19 no portal com informações, materiais técnicos, além da realização de campanhas de educação em saúde.

Outro diferencial é o curso “Cuidado farmacêutico na imunização e administração de vacinas”, disponível gratuitamente na Academia Virtual de Farmácia.

Mesmo os farmacêuticos que não estão na linha de frente é importante que façam o curso e conheçam todos os aspectos relacionados às vacinas. O CRF-SP também enviou um ofício à Secretaria de Saúde solicitando que os farmacêuticos sejam incluídos como profissionais de saúde prioritários para serem vacinados imediatamente assim que se iniciar a vacinação no estado de São Paulo e atuarem com segurança”, enfatizou Dr. Marcos.

Vacinação nas farmácias

Com a consolidação dos serviços farmacêuticos nas farmácias ao longo dos últimos anos, inclusive com a recente discussão da reformulação da RDC 44/09, por meio da consulta pública 911/20, o farmacêutico ganhou, dessa maneira, força e mostrou também que é possível fazer mais.

Foi o que apresentou o CEO da Abrafarma, Sergio Mena Barreto.

“As vacinas já são uma realidade e fazem parte da construção da nova farmácia. Hoje, temos potencial para disponibilizar 1953 salas de aplicação de injetáveis, por se tratar de uma situação emergencial e até 3500 profissionais, incluindo o farmacêutico para o serviço de imunização e outros funcionários para organização de filas e procedimentos. Tudo sem custo ao Estado ou para a população, com possibilidade de imunização de mais de 1 milhão de pessoas por semana”.

Mena Barreto ressaltou que a pandemia reforçou a importância da farmácia e do farmacêutico. “Não me canso de aplaudir os farmacêuticos, vivemos algo inédito. Pela primeira vez, as farmácias vão ser usadas em larga escala. Todos são bem-vindos e devem se engajar para superar as dificuldades e voltarmos a uma vida normal”.

CRF-SP discute a vacinação contra a Covid-19

O processo de logística começou a amadurecer nos últimos dez anos quando a legislação começou, então, a se organizar.

Essa a foi a frase de abertura da apresentação do Dr. Kleber Fernandes, coordenador do Grupo Técnico de Trabalho de Logística de Produtos de Interesse à Saúde do CRF-SP e Diretor de Qualidade e Gestão Técnica na Solistica.

Dr. Kleber citou, também, o sistema de vacinação que funcionou perfeitamente em meio a pandemia de H1N1, no entanto, ressaltou que nem todos quiseram tomar a vacina e não houve sobrecarga.

“No entanto, o grande problema da vacina de Covid-19 é a expectativa, o que sobrecarrega qualquer sistema de distribuição. Não será uma distribuição única, consolidada. A aproximação entre os elos da cadeia é, portanto, que vai fazer com que a gente ganhe o jogo”.

Outro ponto importante alertado no Fórum foi o investimento em segurança para evitar furto, roubo, extravio ou a possibilidade de falsificação da vacina.

“Ouvimos falar apenas em controle de temperatura, no entanto, há outras questões peculiares como o contrabando e, por isso, a necessidade de gestão do farmacêutico em toda a cadeia”. Dr. Kleber se atentou ainda à questões como a logística reversa, ou seja, para onde vão as devoluções e as incinerações? Como será feita a rastreabilidade do produto que foi incinerado, tudo isso somado ao desafio de se vacinar a população no menor tempo possível.

Fonte: CRF-SP

Foto:  Shutterstock


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Campanha de vacinação contra gripe

(Texto atualizado em 18/11/2020 às 05:51 pm)

Com a pandemia mundial do novo coronavírus – COVID-19, a campanha nacional de vacinação contra a gripe (Influenza) será antecipada neste ano e começará na próxima segunda-feira, 23 para grupos prioritários: idosos e profissionais de saúde.

Em anos anteriores, farmacêuticos informaram ao CRF-SP que enfrentaram dificuldades para receber a vacina contra a gripe devido à interpretação errônea das equipes responsáveis pela imunização em alguns municípios que alegam que o profissional não se enquadraria no chamado grupo prioritário.

No entanto, o Ministério da Saúde emitiu em 2018, por solicitação do CRF-SP, uma nota Informativa na qual reitera que “a vacina encontra-se disponibilizada para os grupos prioritários, entre eles, como referimos anteriormente, os trabalhadores da saúde, nos quais encontram-se inseridos os farmacêuticos”.

O CRF-SP espera que não haja problemas para imunização dos farmacêuticos, mas orienta que a nota seja apresentada caso algum profissional se depare com a negativa.

Clique aqui e acesse a Nota Informativa nº 103/2018 do Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis.


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Legislação e regulamentações





Cadastramento no CNES para vacinação em farmácias

(Texto atualizado em 03/06/2019 às 12:15 pm)

O cadastramento da farmácia ou drogaria e demais empresas e estabelecimentos do ramo da saúde no CNES – Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde – é necessário para que a farmácia ou drogaria possa realizar os serviços de vacinação, constando no sistema e podendo emitir o documento de regularidade de cadastro. Em alguns casos pode ser uma exigência prévia para outros procedimentos. Para se cadastrar no CNES, é necessário atender todos os requisitos em relação ao atendimento dos requisitos sanitários e demais requisitos, conforme julgar necessário o órgão responsável pelo cadastramento. O órgão responsável pelo CNES varia conforme a região da empresa, podendo ser alguma secretaria pública no município ou ainda estadual.

Como funciona

O procedimento para se credenciar no sistema CNES exige toda a documentação completa da empresa, e dos seus responsáveis legais e técnicos. Uma vez reunidos os documentos, será necessário o preenchimento de uma série de formulários eletrônicos ou físicos, nos sistemas do órgão ou pessoalmente. Entõ, o órgão fará uma análise e irá autorizar ou não o cadastro. Leia mais ›


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Legislação e regulamentações





RDC 197/2017 – Sobre vacinação em farmácias

(Texto atualizado em 19/01/2018 às 12:20 pm)

Publicada no fim de 2017, a RDC 197/17 trata sobre requisitos e regras relacionadas à recente liberação da vacinação em empresas prestadoras de serviços de saúde, entre elas, as farmácias e drogarias.

Antes, o serviço de aplicar vacinas era permitido apenas em clínicas especializadas e em hospitais. A partir da publicação da RDC, passou a ser permitido e autorizado a outras empresas a vacinar pacientes, desde que cumpram todos os requisitos exigidos para tal, entre eles, aprovação de licença da Vigilância Sanitária, cadastro específico em sistemas do Ministério da Saúde, e estrutura física especial para realizar a vacinação e armazenar as vacinas.

Veja a RDC 197 de 2017 completa a seguir:

Leia mais ›


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Consulta discute regra para farmácia fazer vacinação

As regras para o funcionamento dos serviços de vacinação estão em discussão pela Anvisa. O principal motivo é adequar as normas atuais para que as farmácias também apliquem vacinas com o mesmo controle e segurança que já é adotado nos serviços tradicionais de vacinação.

A previsão deste tipo de serviço foi criada pela Lei 13.021/2014. Porém, a norma atual não se aplica de forma clara para as farmácias e drogarias. Esses locais não têm um histórico de armazenamento e aplicação, por isso, precisam fazer adequações caso queiram oferecer o serviço. Leia mais ›


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Ministério da Saúde orienta população a se vacinar contra febre amarela

(Texto atualizado em 17/03/2017 às 03:00 pm)

A doença tem maior número de casos no período de dezembro a maio em regiões silvestres, rurais ou de mata.

A vacina está disponível em toda a rede pública de saúde
Toda pessoa que reside ou vai viajar para regiões silvestres, rurais ou de mata, que são Áreas com Recomendação da Vacina contra febre amarela, deve se imunizar.A orientação do Ministério da Saúde se justifica porque a doença tem maior número de casos nos meses de dezembro a maio e a transmissão é considerada possível em grande parte do Brasil. Leia mais ›


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