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GSK lança plataforma de capacitação sobre vacinas

GSK lança plataforma de capacitação sobre vacinas

A plataforma oferece informações sobre vacinas através de textos, vídeos e infográficos. Com 25 horas de conteúdo, cursos se estendem aos profissionais de saúde

A GSK lançou uma plataforma de capacitação online e gratuita para profissionais de saúde, com treinamento 100% focado em vacinas. O conteúdo é dividido em três módulos, entre eles, Imunologia e Vacinologia, e Doenças Imunopreveníveis.

A capacitação oferece, assim, uma imersão no tema através de textos, vídeos e infográficos que trazem assuntos como erros e mitos, calendário vacinal, especial gestante e doenças imunopreveníveis causadas por bactérias e vírus.

Ao todo, são 25 horas de conteúdo sobre a importância da vacinação para o controle da disseminação de doenças como a Covid-19.

O treinamento, inicialmente projetado para enfermeiros e farmacêuticos dos mais de 30 mil clientes da GSK, também é aberto aos demais profissionais de saúde interessados.

No entanto, é preciso acessar a plataforma através do www.escoladevacinasgsk.com.br e fazer o cadastro e colocar o número do conselho correspondente. O participante receberá certificado ao final do curso.

“Queremos colaborar cada vez mais com os profissionais que lidam diretamente com a vacinação, oferecendo conhecimento e qualificação. Criamos a plataforma com conteúdo de qualidade para os nossos clientes, mas sem excluir os demais profissionais interessados no tema, desse modo, entendemos ser um avanço na busca da ampliação do conhecimento sobre a importância da vacinação e da cobertura vacinal no país“, explica o gerente de marketing de vacinas da GSK, Vitor Araújo.

Fonte: GSK  Foto: Shutterstock


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ANVISA, Laboratórios Farmacêuticos, Marketing Farmacêutico





Compare as 4 vacinas contra a Covid-19 que já apresentaram eficácia

Guia da Farmácia

Os dados foram divulgados pelas próprias desenvolvedoras:

A AstraZeneca/Oxford foi, então, a 1ª a publicar resultados preliminares de fase 3 em revista científica. As informações sobre as outras três desenvolvedoras também são preliminares.

No entanto, fora a de Oxford, nenhuma outra vacina teve análise do seu atual estágio de testes publicado em revista científica.

O Brasil ainda não fez acordo para adquirir esse imunizante — e, em princípio, ele estaria fora dos planos do Ministério da Saúde.

Isso porque o plano preliminar de imunização divulgado pela pasta no dia 1º de dezembro não prevê, por exemplo, o uso de vacinas que exijam baixíssimas temperaturas de armazenamento — esse o caso da vacina da Pfizer.

Em nota divulgada no dia 2 de dezembro, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) disse ter sido informada pela Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos para a Saúde do Reino Unido sobre o que chamou de “autorização temporária” para a vacina da Pfizer/BioNTech.

“Trata-se de autorização emergencial, nos termos de legislação do Reino Unido, para um lote específico, devendo futuros lotes ser objeto de autorização específica posterior. Não se trata de registro definitivo, nem de autorização para comercialização da vacina no mercado britânico”, afirma o comunicado.

O plano nacional de imunização do Brasil só deverá ficar pronto quando houver vacina registrada na Anvisa. No momento, não há nenhum registro no Brasil.

Veja, abaixo, um comparativo da taxa de eficáciasegurançalogística e produção e previsão de distribuição no Brasil:

Vacinas contra a Covid-19 e suas eficácias

  • Pfizer + BioNTech: 95% de eficácia e mais de 94% eficaz em idosos acima de 65 anos, segundo dados preliminares da fase 3.
  • Moderna: 94,5% de eficácia, segundo dados preliminares da fase 3.
  • AstraZeneca + Universidade de Oxford: 70% de eficácia, com uma variação de 62% a 90% de acordo com a dose aplicada.
  • Sputnik V: 92% de eficácia, segundo o governo da Rússia.
  • Pfizer + BioNTech: as empresas disseram que, até agora, não encontraram nenhuma preocupação séria de segurança. O que houve foram reações adversas leves – e menos frequentes em idosos que em outras faixas etárias. Elas destacaram que foram alcançados todos os dados de segurança exigidos pela agência americana de saúde, a Food and Drug Administration (FDA), para a Autorização de Uso de Emergencial. No último dia 1º, a farmacêutica pediu o uso emergencial da vacina na Europa e, no dia 2, obteve, então, aprovação no Reino Unido.
  • Moderna: a empresa afirmou que um estudo de eventos adversos indicou que a vacina foi bem tolerada, sem problemas significativos de segurança. Os efeitos foram leves ou moderados. Com base nessa análise provisória, nesta terça-feira (1º), a Moderna pediu o uso emergencial da vacina na Europa.
  • AstraZeneca + Universidade de Oxford: a farmacêutica apresentou um estudo da fase 2 no dia 19 de novembro na revista “The Lancet”, informando que a sua vacina se mostrou segura e consegue uma resposta dos anticorpos. Houve reações adversas leves – e menos frequentes em idosos que em outras faixas etárias.
  • Sputnik V: o governo russo informou que não houve eventos adversos inesperados durante os ensaios da vacina. No entanto, a comunidade científica aguarda a publicação dos resultados em revistas da área para ter mais segurança com relação ao imunizante.
      • Pfizer + BioNTech: as empresas têm o imunizante que envolverá maiores problemas de logística, uma vez que precisa ser transportado em uma temperatura de -70°C. Isso pode, no entanto, se tornar um grande empecilho, principalmente em regiões remotas ou muito quentes. A farmacêutica americana informou que pretende, no entanto, resolver o problema com uma embalagem especial com temperatura controlada, que utiliza gelo seco para manter a condição de armazenamento por até 15 dias.
  • Moderna: sua vacina também oferece desafio de logística por causa da temperatura de armazenamento, que precisa ficar em torno de -20º C durante todo o transporte. Ponto positivo: é possível mantê-la em geladeira por até um mês.
  • AstraZeneca + Oxford: apesar de ter a menor porcentagem de eficácia (média de 70%), a vacina é a mais barata e, entao, mais fácil de armazenar e ser transportada para todas as regiões do mundo. Isso porque ela não precisa estar em temperaturas muito baixas e pode ser armazenada em geladeiras comuns.
  • Sputnik: o governo russo ainda não apresentou informações sobre condições de armazenamento e transporte da vacina. No dia 9 de novembro, o Instituto Gamaleya afirmou que espera publicar esse e outros dados sobre a vacina em um “futuro próximo”.
  • A CoronaVac também promete evitar desafios de transporte. Segundo um estudo publicado em 17 de novembro na revista “The Lancet”, ela pode ser armazenada em refrigeração padrão (assim como a vacina da gripe) e por até três anos, o que representaria, dessa maneira, algumas vantagens de distribuição. Os estudos de fase 3 serão cruciais para comprovar todas essas informações preliminares.

    No dia 1º, o Ministério da Saúde afirmou, no entanto, que a vacina que será administrada no Brasil precisa ser termoestável, ou seja, que não precise de baixíssimas temperaturas de armazenamento, como ocorre com candidatas da Pfizer e da Moderna, por exemplo.

    A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) já havia, então, alertado que países nas Américas não estão prontos para receber vacinas contra a Covid-19 baseadas em RNA (material genético), que precisam ser armazenadas em temperaturas muito baixas.

    Demais vacinas em testes em humanos

    • Sinopharm: laboratório chinês, ele tem dois projetos de vacinas com institutos de pesquisas do país. A Sinopharm e os outros laboratórios preveem uma capacidade de produção de até 610 milhões de doses por ano das várias vacinas chinesas contra a Covid-19.
    • Bharat Biotech: a empresa indiana começou a recrutar em novembro cerca de 26 mil pessoas para a sua “COVAXIN”, desenvolvida com o apoio do governo, e aposta em uma vacina disponível no primeiro semestre de 2021.
    • Johnson & Johnson:  iniciou dois testes clínicos de sua candidata, composta por um adenovírus modificado, uma de apenas uma dose e a outra com duas doses. Os resultados são aguardados para o primeiro trimestre de 2021.
    • CanSino Biological: a empresa chinesa desenvolveu a “Ad5-nCoV” em conjunto com o exército, uma vacina baseada em adenovírus. Os testes de fase 3 acontecem  no México, Rússia e Paquistão.
    • Novavax: trabalha em uma vacina chamada “subunitária” recombinante. A empresa de biotecnologia americana iniciou em setembro o teste clínico de fase 3 no Reino Unido e no fim de novembro deve começar um teste nos Estados Unidos, segundo a France Press. Dados preliminares são aguardados para o primeiro trimestre de 2021.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), há no total 222 vacinas contra a Covid-19 sendo desenvolvidas.

    Fonte: G1

    Foto: Shutterstock

Fonte: Guia da Farmácia


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ANVISA, Covid-19





Vai viajar? Confira as vacinas necessárias

(Texto atualizado em 02/03/2020 às 10:08 am)

Campanha de Vacinação contra a gripe será antecipadaVai viajar nas férias? Pois saiba que dependendo do destino, é preciso verificar se a carteira de vacinação está em dia e se foram tomados todos os imunizantes necessários para a entrada no país escolhido.

De acordo com a farmacêutica Manuella Duarte, da clínica Maximune, de Belo Horizonte (MG), o mais indicado é que antes de viajar as pessoas procurem orientação médica com pelo menos um mês de antecedência, para que sejam tomadas as doses das vacinas que estão faltando. Essa antecipação é importante porque alguns imunizantes levam semanas para gerar a proteção almejada – como a da febre amarela, que precisa de até 15 dias para surtir efeito. “Já para as pessoas que irão viajar ou fazer conexões em países que exijam a apresentação do Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia [CIVP], é recomendado que verifiquem nos sites da Agência Nacional de Vigilância Sanitária [Anvisa] e da Organização Mundial da Saúde [OMS], quais vacinas são indicadas para a visitação do país de destino”, aconselha a especialista. Leia mais ›


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Mercado farmacêutico





Justiça extingue ação do Cofen contra resolução do CFF sobre vacinas

(Texto atualizado em 13/02/2020 às 09:26 am)

A Justiça Federal extinguiu ação do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), que pedia a declaração de inconstitucionalidade da Resolução/CFF nº 654/18, que estabelece as regras para a atuação do farmacêutico na prestação do serviço de vacinação. A decisão é do juiz federal WALDEMAR CLÁUDIO DE CARVALHO, titular da 14ª Vara da Seção Judiciária do Distrito Federal, que acolheu os argumentos apresentados pela Assessoria Jurídica do Conselho Federal de Farmácia (CFF)

Com a decisão, permanece em pleno vigor, a norma do CFF, que estabelece os critérios os critérios a serem seguidos pelos conselhos na autorização da atuação dos farmacêuticos nos serviços de vacinação. A normativa veio regulamentar a Lei nº 13.021/14, que autoriza a vacinação em farmácias, e a RDC Anvisa nº 197/2017, que define os requisitos para funcionamento de serviços de vacinação humana no país.

Na avaliação do presidente do Conselho Federal de Farmácia e conselheiro federal de Farmácia pelo estado do Pará, “a decisão tomada pelo juiz federal foi lúcida e correta, pois trata-se de uma resolução muito bem fundamentada e que traz, em seu bojo, uma grande preocupação em garantir as condições necessárias à excelência dos serviços de vacinação prestados por farmacêuticos, bem como em assegurar à população a ampliação do acesso às vacinas, com a qualidade que ela precisa e merece” .

Fonte: Comunicação do CFF


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Mercado farmacêutico





Notificação de eventos adversos de medicamentos e vacinas não será mais pelo NOTIVISA

Notificação de eventos adversos de medicamentos e vacinas não será mais pelo NOTIVISA

(Texto atualizado em 19/09/2019 às 11:07 am)

Em nota publicada esta semana pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), estabeleceu-se uma mudança de sistema para notificações de eventos adversos resultantes do uso de medicamentos e vacinas: do NOTIVISA para o VigiMed.

Esta substituição se deu por meio de um contrato entre a Agência e o Uppsala Monitoring Centre (UMC), Centro Colaborador da Organização Mundial da Saúde (OMS) para o Monitoramento Internacional de Medicamentos, no último dia 18.

Este feito também é resultante da parceria entre a Gerência Geral de Monitoramento de Produtos Sujeitos à Vigilância Sanitária (GGMON) com o UMC, um centro vinculado à OMS o qual é responsável por operacionalizar o programa de gerenciamento de medicamentos internacional.

O VigiMed é uma versão do sistema VigiFlow, adotado pela OMS, o qual recebe as notificações dos eventos adversos. A nova ferramenta adotada funcionará como um software de farmacovigilância focada nos medicamentos, a qual trará os seguintes benefícios:

  • Melhor organização do fluxo de notificações;
  • Maior precisão nos relatórios brasileiros relativos à notificação de eventos adversos com medicamentos.

O VigiMed substituirá o sistema NOTIVISA apenas em questão da notificação de eventos adversos de medicamentos e vacinas. E tal mudança será feita gradualmente, sendo prevista para ter início até o final deste ano.

Fonte: ANVISA


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ANVISA





Uso de medicamentos e vacinas

A Anvisa assinou um contrato com o Uppsala Monitoring Centre (UMC) — Centro Colaborador da Organização Mundial da Saúde (OMS) para o Monitoramento Internacional de Medicamentos — para a utilização de um novo sistema de notificação de eventos adversos relacionados ao uso de medicamentos e vacinas, o VigiMed. A previsão é que o início da utilização do sistema ocorra até o final deste ano.

A nova ferramenta funcionará como um software de farmacovigilância com foco em medicamentos. Isto vai permitir organizar melhor o fluxo de notificações, possibilitando a criação de relatórios mais precisos sobre a notificação de problemas com medicamentos no Brasil.

O VigiMed é uma versão do sistema VigiFlow, utilizado pela OMS para o recebimento de notificações de eventos adversos. A adoção do novo sistema pela Anvisa é o resultado de uma parceria da Gerência Geral de Monitoramento de Produtos Sujeitos à Vigilância Sanitária (GGMON) com o UMC, um centro vinculado à OMS que operacionaliza o programa de monitoramento internacional de medicamentos.

Substituição

Coordenado pela Gerência de Farmacovigilância (GFARM), o VigiMed substituirá o Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária (Notivisa), somente em relação à notificação de eventos adversos de medicamentos e vacinas. A transição entre os sistemas ocorrerá de forma gradual. A previsão é que o início da utilização do VigiMed como novo sistema da Anvisa ocorra até o final deste ano.

Fonte: CRFSP

 


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ANVISA





Clinic Farma passa a aplicar vacinas e fazer exames laboratoriais rápidos

(Texto atualizado em 03/06/2019 às 12:23 pm)

Para complementar a gama de serviços do Clinic Farma, a Pague Menos, única do varejo farmacêutico a estar presente em todas as unidades da federação, iniciou um projeto piloto que passa a oferecer aplicação de injetáveis, vacinas e a realização de exames laboratoriais rápidos, como Beta HCG (gravidez) e perfil lipídico (colesterol), cujos resultados saem em até 17 minutos.

Os novos serviços podem ser encontrados em 12 unidades da Pague Menos, sete em Fortaleza e as demais em Natal, Mossoró, Campo Grande, Brasília e Piracicaba, uma unidade em cada município. Não é necessário agendar os procedimentos. Neste piloto, a vacinação será realizada apenas em adultos na unidade da Pague Menos na Rua Senador Pompeu, em Fortaleza. A loja oferece imunização contra Influenza, HPV, Herpes Zoster, meningite, pneumonia e tríplice viral. As vacinas estarão disponíveis de acordo com o calendário de imunização do Ministério da Saúde, com exceção da Herpes Zoster, em que a oferta segue a demanda, além de ser necessário apresentar a prescrição médica.

“O Clinic Farma vai continuar como um serviço de atenção farmacêutica de fácil acesso, onde qualquer pessoa pode cuidar da saúde com comodidade e qualidade. Com o feedback positivo do público da Pague Menos e a novidade das aplicações de vacinas, injetáveis e exames simples, poderemos facilitar ainda mais a vida dos nossos clientes e aumentar o nível de satisfação deles”, afirma Socorro Simões, gerente do Clinic Farma.

A partir de outubro, as unidades da Pague Menos que possuem Clinic Farma nos estados de São Paulo e Espírito Santo também vão contar com um novo serviço. Em parceria com o laboratório Maxilabor, a rede de farmácias irá oferecer a coleta de material para a realização de exames toxicológicos exigidos na renovação da certeira de motorista do tipo D para caminhoneiros. Os interessados devem comprar o exame por meio do site ou do 0800 100 2365 da Maxilabor, que emitirá um voucher para ser apresentado na Pague Menos, a fim de que a coleta seja feita.

Clinic Farma

O Clinic Farma dispõe de salas dentro das farmácias Pague Menos exclusivamente para a prestação individual de serviços e atenção farmacêutica. Os clientes podem fazer acompanhamento do tratamento prescrito pelos médicos e do autocuidado, revisão da medicação, acompanhamento de diabetes, hipertensão, risco cardiovascular, asma, programas parar de fumar e perda de peso, entre outros. Além de incluir a realização de testes de verificação de pressão arterial, glicemia e bioimpedância. Após avaliação do farmacêutico, o cliente é encaminhado ao médico quando necessário.

Nas salas de atendimento farmacêutico da rede Farmácias Pague Menos há ainda orientação em relação a interações com outros remédios ou alimentos, melhores horários para a administração do medicamento e esquema posológico.

O primeiro Clinic Farma começou a atender a população em junho de 2014, em Fortaleza (CE). Hoje são 790 salas de atendimento, distribuídas em todos os estados, devendo ultrapassar o número de 900 até o final do ano. Em quatros anos, foram realizados nas salas de Clinic Farma mais de nove milhões de serviços farmacêuticos. Leia mais ›


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Carreiras e oportunidades, Marketing Farmacêutico





Farmácias planejam entrar em saúde suplementar com vacinas e testes

Demora da ANVISA para regulamentar a atividade é o maior entrave para expansão do modelo.

As redes de farmácia, neste ano, ampliaram em 41% sua estrutura para atendimento clínico, como testes rápidos e vacinação, segundo a Abrafarma, que reúne empresas como DPSP e Raia.

O objetivo do setor é entrar na cadeia de atendimento à saúde com o acompanhamento de pacientes, afirma o presidente da associação, Sergio Mena Barreto. Leia mais ›


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Legislação e regulamentações, Marketing Farmacêutico





Nova resolução em análise pela Anvisa deve liberar aplicação de vacinas em farmácias

Proposta já passou por uma consulta pública e está em etapa final do processo de regulamentação. Hoje, só clínicas de vacinação podem oferecer o serviço fora do SUS.

Uma nova resolução que trata dos requisitos mínimos para serviços de vacinação no país está em fase de análise pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e, caso seja aprovada, permitirá que farmácias apliquem vacinas. Atualmente, somente clínicas de vacinação, que têm um médico como responsável técnico, estão autorizadas a oferecer o serviço fora do sistema público de saúde. Leia mais ›


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Mercado farmacêutico, Legislação e regulamentações





Ministério da Saúde: Farmácias são autorizadas a oferecer vacinas

O Ministério de Saúde (MS) aprovou (05/05/2017) uma norma que regulamenta a venda e aplicação de vacinas em farmácias. A medida ocorre após 70% do território nacional se tornar área de risco às doenças como febre amarela e dengue.

A nova lei autoriza o serviço para prevenção também de outras doenças, como tétano, difteria, sarampo, rubéola, caxumba, poliomelite, hepatite a, hepatite b, varicela, gripe e HPV. Para isso, os estabelecimentos deverão estar licenciados pela Vigilância Sanitária local. Leia mais ›


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Mercado farmacêutico, Legislação e regulamentações





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