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Vai viajar? Confira as vacinas necessárias

(Texto atualizado em 02/03/2020 às 10:08 am)

Campanha de Vacinação contra a gripe será antecipadaVai viajar nas férias? Pois saiba que dependendo do destino, é preciso verificar se a carteira de vacinação está em dia e se foram tomados todos os imunizantes necessários para a entrada no país escolhido.

De acordo com a farmacêutica Manuella Duarte, da clínica Maximune, de Belo Horizonte (MG), o mais indicado é que antes de viajar as pessoas procurem orientação médica com pelo menos um mês de antecedência, para que sejam tomadas as doses das vacinas que estão faltando. Essa antecipação é importante porque alguns imunizantes levam semanas para gerar a proteção almejada – como a da febre amarela, que precisa de até 15 dias para surtir efeito. “Já para as pessoas que irão viajar ou fazer conexões em países que exijam a apresentação do Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia [CIVP], é recomendado que verifiquem nos sites da Agência Nacional de Vigilância Sanitária [Anvisa] e da Organização Mundial da Saúde [OMS], quais vacinas são indicadas para a visitação do país de destino”, aconselha a especialista. Leia mais ›


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Justiça extingue ação do Cofen contra resolução do CFF sobre vacinas

(Texto atualizado em 13/02/2020 às 09:26 am)

A Justiça Federal extinguiu ação do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), que pedia a declaração de inconstitucionalidade da Resolução/CFF nº 654/18, que estabelece as regras para a atuação do farmacêutico na prestação do serviço de vacinação. A decisão é do juiz federal WALDEMAR CLÁUDIO DE CARVALHO, titular da 14ª Vara da Seção Judiciária do Distrito Federal, que acolheu os argumentos apresentados pela Assessoria Jurídica do Conselho Federal de Farmácia (CFF)

Com a decisão, permanece em pleno vigor, a norma do CFF, que estabelece os critérios os critérios a serem seguidos pelos conselhos na autorização da atuação dos farmacêuticos nos serviços de vacinação. A normativa veio regulamentar a Lei nº 13.021/14, que autoriza a vacinação em farmácias, e a RDC Anvisa nº 197/2017, que define os requisitos para funcionamento de serviços de vacinação humana no país.

Na avaliação do presidente do Conselho Federal de Farmácia e conselheiro federal de Farmácia pelo estado do Pará, “a decisão tomada pelo juiz federal foi lúcida e correta, pois trata-se de uma resolução muito bem fundamentada e que traz, em seu bojo, uma grande preocupação em garantir as condições necessárias à excelência dos serviços de vacinação prestados por farmacêuticos, bem como em assegurar à população a ampliação do acesso às vacinas, com a qualidade que ela precisa e merece” .

Fonte: Comunicação do CFF


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Notificação de eventos adversos de medicamentos e vacinas não será mais pelo NOTIVISA

Notificação de eventos adversos de medicamentos e vacinas não será mais pelo NOTIVISA

(Texto atualizado em 19/09/2019 às 11:07 am)

Em nota publicada esta semana pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), estabeleceu-se uma mudança de sistema para notificações de eventos adversos resultantes do uso de medicamentos e vacinas: do NOTIVISA para o VigiMed.

Esta substituição se deu por meio de um contrato entre a Agência e o Uppsala Monitoring Centre (UMC), Centro Colaborador da Organização Mundial da Saúde (OMS) para o Monitoramento Internacional de Medicamentos, no último dia 18.

Este feito também é resultante da parceria entre a Gerência Geral de Monitoramento de Produtos Sujeitos à Vigilância Sanitária (GGMON) com o UMC, um centro vinculado à OMS o qual é responsável por operacionalizar o programa de gerenciamento de medicamentos internacional.

O VigiMed é uma versão do sistema VigiFlow, adotado pela OMS, o qual recebe as notificações dos eventos adversos. A nova ferramenta adotada funcionará como um software de farmacovigilância focada nos medicamentos, a qual trará os seguintes benefícios:

  • Melhor organização do fluxo de notificações;
  • Maior precisão nos relatórios brasileiros relativos à notificação de eventos adversos com medicamentos.

O VigiMed substituirá o sistema NOTIVISA apenas em questão da notificação de eventos adversos de medicamentos e vacinas. E tal mudança será feita gradualmente, sendo prevista para ter início até o final deste ano.

Fonte: ANVISA


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ANVISA





Uso de medicamentos e vacinas

A Anvisa assinou um contrato com o Uppsala Monitoring Centre (UMC) — Centro Colaborador da Organização Mundial da Saúde (OMS) para o Monitoramento Internacional de Medicamentos — para a utilização de um novo sistema de notificação de eventos adversos relacionados ao uso de medicamentos e vacinas, o VigiMed. A previsão é que o início da utilização do sistema ocorra até o final deste ano.

A nova ferramenta funcionará como um software de farmacovigilância com foco em medicamentos. Isto vai permitir organizar melhor o fluxo de notificações, possibilitando a criação de relatórios mais precisos sobre a notificação de problemas com medicamentos no Brasil.

O VigiMed é uma versão do sistema VigiFlow, utilizado pela OMS para o recebimento de notificações de eventos adversos. A adoção do novo sistema pela Anvisa é o resultado de uma parceria da Gerência Geral de Monitoramento de Produtos Sujeitos à Vigilância Sanitária (GGMON) com o UMC, um centro vinculado à OMS que operacionaliza o programa de monitoramento internacional de medicamentos.

Substituição

Coordenado pela Gerência de Farmacovigilância (GFARM), o VigiMed substituirá o Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária (Notivisa), somente em relação à notificação de eventos adversos de medicamentos e vacinas. A transição entre os sistemas ocorrerá de forma gradual. A previsão é que o início da utilização do VigiMed como novo sistema da Anvisa ocorra até o final deste ano.

Fonte: CRFSP

 


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ANVISA





Clinic Farma passa a aplicar vacinas e fazer exames laboratoriais rápidos

(Texto atualizado em 03/06/2019 às 12:23 pm)

Para complementar a gama de serviços do Clinic Farma, a Pague Menos, única do varejo farmacêutico a estar presente em todas as unidades da federação, iniciou um projeto piloto que passa a oferecer aplicação de injetáveis, vacinas e a realização de exames laboratoriais rápidos, como Beta HCG (gravidez) e perfil lipídico (colesterol), cujos resultados saem em até 17 minutos.

Os novos serviços podem ser encontrados em 12 unidades da Pague Menos, sete em Fortaleza e as demais em Natal, Mossoró, Campo Grande, Brasília e Piracicaba, uma unidade em cada município. Não é necessário agendar os procedimentos. Neste piloto, a vacinação será realizada apenas em adultos na unidade da Pague Menos na Rua Senador Pompeu, em Fortaleza. A loja oferece imunização contra Influenza, HPV, Herpes Zoster, meningite, pneumonia e tríplice viral. As vacinas estarão disponíveis de acordo com o calendário de imunização do Ministério da Saúde, com exceção da Herpes Zoster, em que a oferta segue a demanda, além de ser necessário apresentar a prescrição médica.

“O Clinic Farma vai continuar como um serviço de atenção farmacêutica de fácil acesso, onde qualquer pessoa pode cuidar da saúde com comodidade e qualidade. Com o feedback positivo do público da Pague Menos e a novidade das aplicações de vacinas, injetáveis e exames simples, poderemos facilitar ainda mais a vida dos nossos clientes e aumentar o nível de satisfação deles”, afirma Socorro Simões, gerente do Clinic Farma.

A partir de outubro, as unidades da Pague Menos que possuem Clinic Farma nos estados de São Paulo e Espírito Santo também vão contar com um novo serviço. Em parceria com o laboratório Maxilabor, a rede de farmácias irá oferecer a coleta de material para a realização de exames toxicológicos exigidos na renovação da certeira de motorista do tipo D para caminhoneiros. Os interessados devem comprar o exame por meio do site ou do 0800 100 2365 da Maxilabor, que emitirá um voucher para ser apresentado na Pague Menos, a fim de que a coleta seja feita.

Clinic Farma

O Clinic Farma dispõe de salas dentro das farmácias Pague Menos exclusivamente para a prestação individual de serviços e atenção farmacêutica. Os clientes podem fazer acompanhamento do tratamento prescrito pelos médicos e do autocuidado, revisão da medicação, acompanhamento de diabetes, hipertensão, risco cardiovascular, asma, programas parar de fumar e perda de peso, entre outros. Além de incluir a realização de testes de verificação de pressão arterial, glicemia e bioimpedância. Após avaliação do farmacêutico, o cliente é encaminhado ao médico quando necessário.

Nas salas de atendimento farmacêutico da rede Farmácias Pague Menos há ainda orientação em relação a interações com outros remédios ou alimentos, melhores horários para a administração do medicamento e esquema posológico.

O primeiro Clinic Farma começou a atender a população em junho de 2014, em Fortaleza (CE). Hoje são 790 salas de atendimento, distribuídas em todos os estados, devendo ultrapassar o número de 900 até o final do ano. Em quatros anos, foram realizados nas salas de Clinic Farma mais de nove milhões de serviços farmacêuticos. Leia mais ›


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Carreiras e oportunidades, Marketing Farmacêutico





Farmácias planejam entrar em saúde suplementar com vacinas e testes

Demora da ANVISA para regulamentar a atividade é o maior entrave para expansão do modelo.

As redes de farmácia, neste ano, ampliaram em 41% sua estrutura para atendimento clínico, como testes rápidos e vacinação, segundo a Abrafarma, que reúne empresas como DPSP e Raia.

O objetivo do setor é entrar na cadeia de atendimento à saúde com o acompanhamento de pacientes, afirma o presidente da associação, Sergio Mena Barreto. Leia mais ›


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Legislação e regulamentações, Marketing Farmacêutico





Nova resolução em análise pela Anvisa deve liberar aplicação de vacinas em farmácias

Proposta já passou por uma consulta pública e está em etapa final do processo de regulamentação. Hoje, só clínicas de vacinação podem oferecer o serviço fora do SUS.

Uma nova resolução que trata dos requisitos mínimos para serviços de vacinação no país está em fase de análise pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e, caso seja aprovada, permitirá que farmácias apliquem vacinas. Atualmente, somente clínicas de vacinação, que têm um médico como responsável técnico, estão autorizadas a oferecer o serviço fora do sistema público de saúde. Leia mais ›


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Mercado farmacêutico, Legislação e regulamentações





Ministério da Saúde: Farmácias são autorizadas a oferecer vacinas

O Ministério de Saúde (MS) aprovou (05/05/2017) uma norma que regulamenta a venda e aplicação de vacinas em farmácias. A medida ocorre após 70% do território nacional se tornar área de risco às doenças como febre amarela e dengue.

A nova lei autoriza o serviço para prevenção também de outras doenças, como tétano, difteria, sarampo, rubéola, caxumba, poliomelite, hepatite a, hepatite b, varicela, gripe e HPV. Para isso, os estabelecimentos deverão estar licenciados pela Vigilância Sanitária local. Leia mais ›


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