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Vai viajar? Confira as vacinas necessárias

(Texto atualizado em 02/03/2020 às 10:08 am)

Campanha de Vacinação contra a gripe será antecipadaVai viajar nas férias? Pois saiba que dependendo do destino, é preciso verificar se a carteira de vacinação está em dia e se foram tomados todos os imunizantes necessários para a entrada no país escolhido.

De acordo com a farmacêutica Manuella Duarte, da clínica Maximune, de Belo Horizonte (MG), o mais indicado é que antes de viajar as pessoas procurem orientação médica com pelo menos um mês de antecedência, para que sejam tomadas as doses das vacinas que estão faltando. Essa antecipação é importante porque alguns imunizantes levam semanas para gerar a proteção almejada – como a da febre amarela, que precisa de até 15 dias para surtir efeito. “Já para as pessoas que irão viajar ou fazer conexões em países que exijam a apresentação do Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia [CIVP], é recomendado que verifiquem nos sites da Agência Nacional de Vigilância Sanitária [Anvisa] e da Organização Mundial da Saúde [OMS], quais vacinas são indicadas para a visitação do país de destino”, aconselha a especialista. Leia mais ›


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O que vai bombar no mercado de beleza em 2020 – e render muito dinheiro

O que vai bombar no mercado de beleza em 2020 – e render muito dinheiro – ABIHPEC

O mercado de beleza e bem-estar cresceu cerca de 10% ao ano nos últimos dez anos, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec). Além disso, estima-se que 1,5% do orçamento das famílias seja destinado a gastos em produtos e serviços do setor.

É cada vez maior o número de salões de beleza e estética, ou produtos destinados aos cuidados pessoais incluídos na cesta de compras das famílias. De acordo com dados levantandos pelo Sebrae, entre 2009 e 2016, o segmento (que inclui corte e tratamento de cabelos, manicure, pedicure, atividades de estética e outros serviços relacionados) recebeu cerca de 645 mil novos MEIs e mais 26 mil MEs e EPPs.

Segundo a Abihpec, o consumidor se transformou nos últimos anos e exige produtos e serviços feitos sob medida para suas necessidades. Segundo uma pesquisa realizada pela agência internacional Mintel, 40% das mulheres americanas que usam maquiagem, entre idades de 25 a 34 anos, dizem estar frustradas porque não encontram produtos que combinam com o tom de pele delas.

A Abihpec, em parceria com o Sebrae, elaborou um caderno de tendências sobre o que vai bombar em 2020 neste mercado, que só tende a crescer. PEGN separou sete tendências para ficar de olho e que podem ajudar pequenos negócios a ganhar muito dinheiro.

Confira:

1 – Personalização e diversidade
A categoria de “cabelos” foi a que mais rápido se adaptou a atender às necessidades individuais dos consumidores, de acordo com o estudo. Como exemplo, eles citam a Salon Line, que identificou o anseio dos consumidores por produtos específicos para cabelos crespos, cacheados e ondulados e criou um extensa linha de cuidados.

Outro exemplo é a marca de cosméticos Negra Rosa, que desenvolveu bases e batons em tonalidades pensadas especificamente para a pele negra e suas nuances.

Em outro exemplo mencionado pelo estudo, a Avon chamou a cantora transexual Candy Mel, a atriz Bruna Linzmeyer, que é ativista, LGBT, bissexual assumida, e a funkeira MC Carol para o lançamento de uma máscara para cílios. A Natura, por sua vez, chamou a drag queen Penelopy Jean para protagonizar um vídeo chamado Primeira Vez, que faz parte da campanha #todabelezapodeser.

Além disso, não se pode ignorar que os homens estão mais atentos aos cuidados com a beleza.  De acordo com um estudo da Euromonitor, nos últimos cinco anos, as vendas de produtos de cuidados para o público masculino cresceram 70%. O valor saltou de R$ 11,6 bilhões, em 2012, para R$ 19,8 bilhões em 2017. Os itens mais vendidos são para barba, banho e pele.

 Microinfluencers

Pessoas com um número médio de seguidores, mas com alto poder de influência, são a nova geração de influenciadores que as marcas procuram. O estudo indica que muitas grandes companhias já têm trazido os influencers para sua estratégia, com tratamento especial, prioridade para testar produtos ou ofertas de kits de produtos e viagens.

A rede de franquias L’Occitane au Brésil, por exemplo, levou um grupo de microinfluenciadoras até Olinda (PE) para apresentar a linha Olinda de Viver.

3 Produtos Naturais

O veganismo e vegetarianismo não são tendências apenas nos pratos dos consumidores, mas nos hábitos de consumo em geral. A beleza com foco em ingredientes de origem natural é a nova aposta para clientes que buscam por produtos ecofriendly.

A Abihpec cita a possibilidade de buscar a certificação de institutos internacionais, já que ainda não existe uma normatização oficial nacional, e ter uma comunicação clara e transparente com o consumidor. De acordo com a entidade, essa tem sido a forma adotada pelas marcas para se posicionar bem nesse segmento.

4 – Longevidade

empreendedor do ramo da beleza e bem-estar precisa ter no radar que o consumidor está envelhecendo – e que quer fazer isso da melhor forma possível. Uma pesquisa recente da Euromonitor International identificou que para 63% dos entrevistados com mais de 60 anos, a hidratação foi o benefício mais desejado para um produto de cuidados para a pele. Um dado interessante é que o antienvelhecimento foi citado por apenas 38% dos entrevistados.

5 – Energia

De acordo com levantamento da Mintel Global New Products Database (GNPD), produtos faciais com indicação para melhorar ou recuperar a energia da pele representaram 12% dos lançamentos globais entre janeiro e outubro de 2015.

No mesmo período, produtos para cabelo que tinham o mesmo apelo subiram de 2,7% para 3,2%. A Abihpec lembra que já existem formulações que estimulam a energia das células, mas que também é possível buscar soluções ainda mais avançadas com pesquisa e tecnologia.

Um exemplo é a japonesa Kanebo, de cuidados com a pele. A empresa criou um produto com tecnologia avançada de carga de energia, que promete potencializar a atividade celular e ajudar na produção de energia da pele.

Fonte: Revista Pequenas Empresas e Grandes Negócios


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Roche inicia nova fase no Brasil e vai dobrar lançamentos em 2019

Abbott lança plataforma colaborativa de saúdeMaior fabricante do mundo de tratamentos contra o câncer, a farmacêutica Roche está iniciando uma nova fase no país. Ao mesmo tempo em que a Roche Farma Brasil foi promovida ao grupo seleto de oito países que se reportam diretamente à matriz, na Suíça, a presidência local passou a ser ocupada pelo executivo suíço Patrick Eckert, que estava à frente da diretoria de oncologia e hematologia no país. “É uma chance para a matriz compreender melhor os desafios e oportunidades do mercado brasileiro”, disse Eckert ao Valor. Antes da mudança, a Roche Farma Brasil estava sob o guarda-chuva da crescer “um dígito alto” em 2018

América Latina e o diálogo com a sede não necessariamente ocorria de forma direta. Com foco em inovação, a farmacêutica está no país há 87 anos e teve vendas de R$ 3,1 bilhões no ano passado. O aumento do portfólio de medicamentos de inovação teve papel fundamental para a expansão dos negócios com ritmo superior ao do mercado farmacêutico nacional, o sexto maior do mundo.

O ano em curso tem imposto mais desafios, com a maior concorrência entre as farmacêuticas. Ainda assim, o desempenho da operação brasileira é positivo e os planos de investimento estão sendo cumpridos. Em 2015, a multinacional anunciou que aplicaria R$ 300 milhões em cinco anos para modernizar a fábrica de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, capacitando-a a produzir medicamentos em escala global. O projeto segue em curso e, em 2018, os desembolsos totalizam R$ 40 milhões. Leia mais ›


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Lupin vai trazer tecnologia para novos medicamentos

(Texto atualizado em 29/05/2019 às 12:29 pm)

Terceira maior farmacêutica indiana, a Lupin estabeleceu-se no Brasil há três anos com a compra da Medquímica e praticamente duplicou as vendas nesse período, com um portfólio concentrado principalmente em genéricos e similares. Agora, o foco está em acelerar a transferência de tecnologia para produzir medicamentos mais complexos no país e avançar em novos mercados, o que deve levar a operação brasileira a dobrar de tamanho novamente até o fim de 2023.

Tradicionalmente ativa no terreno das aquisições, a Lupin está aberta a oportunidades no mercado brasileiro, mas essa não é a prioridade no momento, de acordo com o presidente da operação local, Ricardo Lourenço. Em dez anos, a companhia indiana fechou nada menos que 15 compras globalmente. “Olhamos ativos potenciais em dermatologia, também localmente, mas é preciso que seja um portfólio diferenciado”, diz o executivo.

Ao mesmo tempo, a empresa acaba de chegar a um novo mercado no país, o de dermocosméticos de alta tecnologia, e caminha para tirar do papel o projeto de exportar genéricos – a farmacêutica indiana é a oitava no ranking mundial do setor – a partir da fábrica que opera em Juiz de Fora (MG). De acordo com Lourenço, a primeira venda ao exterior, um xarope, deve ser consumada nos próximos meses e depende apenas do registro do medicamento na autoridade sanitária do México.

A unidade fabril, que recebeu parte dos US$ 20 milhões investidos pela empresa no país nos últimos três anos, tem capacidade de produção de 8 milhões de unidades (caixas) por mês e já começou a ser preparada para produzir medicamentos mais complexos. “A Lupin já tem um pipeline rico. Estamos trabalhando para adequar os dossiês ao Brasil e capacitar a fábrica para a transferência de tecnologia”, explica o executivo. Leia mais ›


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Será o fim? O Farmácia Popular vai acabar?

fim do farmacia popularO Ministério da Saúde aprovou recentemente o corte dos recursos para manter as unidades próprias do Farmácia Popular. A verba será transferida para custear a compra de medicamentos.

Leia a notícia completa sobre os cortes

Em reunião com representantes do Ministério da Saúde e secretários estaduais e municipais da área, ficou decidido que as farmácias populares mantidas pelo governo não mais receberão verbas a partir de maio. Caso os municípios optem pela manutenção das unidades, deverão arcar com os custos eles mesmos, o que aponta para o fechamento da maioria. Leia mais ›


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