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Roche inicia nova fase no Brasil e vai dobrar lançamentos em 2019

Abbott lança plataforma colaborativa de saúdeMaior fabricante do mundo de tratamentos contra o câncer, a farmacêutica Roche está iniciando uma nova fase no país. Ao mesmo tempo em que a Roche Farma Brasil foi promovida ao grupo seleto de oito países que se reportam diretamente à matriz, na Suíça, a presidência local passou a ser ocupada pelo executivo suíço Patrick Eckert, que estava à frente da diretoria de oncologia e hematologia no país. “É uma chance para a matriz compreender melhor os desafios e oportunidades do mercado brasileiro”, disse Eckert ao Valor. Antes da mudança, a Roche Farma Brasil estava sob o guarda-chuva da crescer “um dígito alto” em 2018

América Latina e o diálogo com a sede não necessariamente ocorria de forma direta. Com foco em inovação, a farmacêutica está no país há 87 anos e teve vendas de R$ 3,1 bilhões no ano passado. O aumento do portfólio de medicamentos de inovação teve papel fundamental para a expansão dos negócios com ritmo superior ao do mercado farmacêutico nacional, o sexto maior do mundo.

O ano em curso tem imposto mais desafios, com a maior concorrência entre as farmacêuticas. Ainda assim, o desempenho da operação brasileira é positivo e os planos de investimento estão sendo cumpridos. Em 2015, a multinacional anunciou que aplicaria R$ 300 milhões em cinco anos para modernizar a fábrica de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, capacitando-a a produzir medicamentos em escala global. O projeto segue em curso e, em 2018, os desembolsos totalizam R$ 40 milhões. Leia mais ›


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Lupin vai trazer tecnologia para novos medicamentos

(Texto atualizado em 29/05/2019 às 12:29 pm)

Terceira maior farmacêutica indiana, a Lupin estabeleceu-se no Brasil há três anos com a compra da Medquímica e praticamente duplicou as vendas nesse período, com um portfólio concentrado principalmente em genéricos e similares. Agora, o foco está em acelerar a transferência de tecnologia para produzir medicamentos mais complexos no país e avançar em novos mercados, o que deve levar a operação brasileira a dobrar de tamanho novamente até o fim de 2023.

Tradicionalmente ativa no terreno das aquisições, a Lupin está aberta a oportunidades no mercado brasileiro, mas essa não é a prioridade no momento, de acordo com o presidente da operação local, Ricardo Lourenço. Em dez anos, a companhia indiana fechou nada menos que 15 compras globalmente. “Olhamos ativos potenciais em dermatologia, também localmente, mas é preciso que seja um portfólio diferenciado”, diz o executivo.

Ao mesmo tempo, a empresa acaba de chegar a um novo mercado no país, o de dermocosméticos de alta tecnologia, e caminha para tirar do papel o projeto de exportar genéricos – a farmacêutica indiana é a oitava no ranking mundial do setor – a partir da fábrica que opera em Juiz de Fora (MG). De acordo com Lourenço, a primeira venda ao exterior, um xarope, deve ser consumada nos próximos meses e depende apenas do registro do medicamento na autoridade sanitária do México.

A unidade fabril, que recebeu parte dos US$ 20 milhões investidos pela empresa no país nos últimos três anos, tem capacidade de produção de 8 milhões de unidades (caixas) por mês e já começou a ser preparada para produzir medicamentos mais complexos. “A Lupin já tem um pipeline rico. Estamos trabalhando para adequar os dossiês ao Brasil e capacitar a fábrica para a transferência de tecnologia”, explica o executivo. Leia mais ›


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Será o fim? O Farmácia Popular vai acabar?

fim do farmacia popularO Ministério da Saúde aprovou recentemente o corte dos recursos para manter as unidades próprias do Farmácia Popular. A verba será transferida para custear a compra de medicamentos.

Leia a notícia completa sobre os cortes

Em reunião com representantes do Ministério da Saúde e secretários estaduais e municipais da área, ficou decidido que as farmácias populares mantidas pelo governo não mais receberão verbas a partir de maio. Caso os municípios optem pela manutenção das unidades, deverão arcar com os custos eles mesmos, o que aponta para o fechamento da maioria. Leia mais ›


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