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Aprovação da eutanásia em Portugal reascende discussão sobre os direitos fundamentais da pessoa humana

Aprovação da eutanásia em Portugal reascende discussão sobre os direitos fundamentais da pessoa humana

Os cinco projetos de despenalização da morte medicamente assistida em Portugal foram aprovados pelo Parlamento no último dia 20 de fevereiro. Os textos estabelecem a prerrogativa da eutanásia e do suicídio assistido aos portugueses e também aos residentes no país, maiores de idade com doenças incuráveis e em fase de sofrimento duradouro e insuportável.

A aprovação, de acordo com o advogado e professor Mario Barros Filho, professor da Faculdade de Medicina do Hospital Albert Einstein e sócio fundador do escritório BFAP Advogados, ainda não é definitiva e poderá, inclusive, ser discutida no Judiciário. “Trata-se de uma importante evolução no debate sobre o tema, mas muita coisa deve acontecer até a efetiva legalização da eutanásia em Portugal”.

A eutanásia, caso aprovada em definitivo, poderá ser acessível aos brasileiros que vivem legalmente em Portugal. De acordo com o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), 150.854 brasileiros (números atualizados até janeiro desse ano) poderão ser beneficiados com a nova regra. No geral, os brasileiros representam 1 em cada 4 imigrantes residentes no país europeu. A nova legislação determina que o paciente terá de fazer o pedido de forma consciente e lúcida, com exceção para pessoas com transtornos mentais. Cada caso terá de ser avaliado por dois médicos.

Na visão de Mario Barros Filho, a aprovação inicial da morte medicamente assistida em Portugal reacende uma discussão importante sobre o conceito da autonomia da pessoa humana. “A eutanásia vem na ordem de possibilitar ao indivíduo dispor de sua vida biológica e biográfica, como uma liberdade de escolha. É muito importante entendemos que o direito à vida não pode ser interpretado como um dever à vida. Mas isso nos leva a refletir se não deveríamos também buscar uma discussão, colocando em pauta a implementação de direitos para proteção do que seria esse conceito individual de pessoa humana. O ideal seria aproveitar este momento e reforçar temas como cuidados paliativos e acesso à saúde, garantido que pessoas não vivenciem situações de ‘punição à vida’. Ou seja, existe um paradoxo. Importante deixar claro que esta posição não se coloca como contrária à eutanásia, como direito fundamental da pessoa humana, mas seria importante incluir outros temas relevantes nesta esteira de renovação das liberdades e da singularidade de cada pessoa. Entendo que momentos como esse comprovam que todos os dias reescrevemos o que entendemos por dignidade, e isso é fundamental e necessário como um ato de humanidade”, afirma.

O especialista também ressalta que no Brasil não existe nenhuma lei que autoriza a eutanásia. Assim, o profissional de saúde que interrompe de forma ativa a vida de um paciente — dando uma injeção letal, por exemplo — é julgado com base no artigo 121 do Código Penal, acusado de homicídio doloso, cuja pena vai de seis a 20 anos de prisão.


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O que você precisa saber sobre a gripe

O que você precisa saber sobre a gripe


Todo ano você ou um conhecido seu fica gripado, e ainda assim muitas dúvidas sobre essa doença andam por aí sem respostas. É justamente na falta de informação que mora o perigo.

A Organização Mundial da Saúde estima que cerca de 10% da população é infectada pelo vírus influenza todo ano, e que 1,2 bilhão de pessoas, principalmente crianças e idosos, têm risco elevado de desenvolver complicações mais sérias.

Hoje em dia sabemos que a gripe é causada por mais de um vírus. A Influenza é classificada como A e B, sendo que cada uma possui subtipos. Entre os que circulam atualmente, os mais comuns são o H1N1 e o H3N2, ambos do tipo A, além de outras duas linhagens da Influenza B. A boa notícia é que já temos vacinas!

Até 2014, estavam disponíveis apenas as vacinas trivalentes, garantindo a proteção contra o H1N1, H3N2 e uma cepa de uma das linhagens da Influenza B. Atualmente, as vacinas quadrivalentes contemplam, além dessas três, a outra linhagem da Influenza B, sendo assim uma arma a mais na luta contra a doença.

Como ocorre a transmissão?

Quem não se protege, fica exposto! O vírus é lançado no ar e em qualquer superfície por meio das tosses e espirros de pessoas contaminadas. A partir daí, respirar ou tocar nessas superfícies e levar a mão aos olhos, nariz ou boca é suficiente para que ele entre no organismo.

Vale lembrar que, normalmente, o período em que alguém gripado pode transmitir o vírus vai de um dia antes do início dos sintomas a sete dias depois. Ou seja, todo cuidado é pouco!

Quais os sintomas?

  • Calafrio
  • Febre
  • Dor no corpo
  • Dor de cabeça e nos olhos
  • Sensação de ardor no peito
  • Coriza
  • Tosse
  • Congestão nasal
  • Náusea e vômitos (especialmente em crianças)
  • Fadiga

Como posso prevenir?

Alguns hábitos simples no dia a dia podem te afastar da gripe! Nas ruas você está mais exposto ao vírus, por isso é indispensável lavar as mãos ao chegar em casa, no trabalho ou na escola. E pouco importa onde você esteja: evite levar as mãos aos olhos, nariz e boca a todo momento!

Essas medidas são importantes, mas ainda não garantem a sua proteção. A melhor prevenção ainda é a vacina, recomendada a todos a partir dos 6 meses de vida e com doses anuais.

É importante ressaltar que a vacina não causa gripe, já que é composta apenas de vírus inativado (morto). Os possíveis efeitos colaterais são raros e leves: desconforto, vermelhidão ou dor no local da aplicação.

Gripei, e agora?

  • Repouso! Fique em casa, descanse e dê um tempo pro seu corpo se recuperar;
  • Beba muita água.
  • Dê preferência a comidas leves e de fácil digestão.
  • Nada de se automedicar!
  • Se o problema persistir ou piorar, procure um médico imediatamente!

Lembre-se sempre de evitar ao máximo o contato com outras pessoas para não propagar o vírus.

Ficou alguma dúvida? Conte com a gente!

Fonte: https://imunovidavacinas.com.br/o-que-voce-precisa-saber-sobre-a-gripe-2/


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Covid-19: Conselho de Farmácia refuta cruzada sobre uso de ivermectina

Nas redes sociais há uma cruzada para que a população use a ivermectina para salvar o Covid-19. O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF/AL) alerta que não há evidências clínicas de que este medicamento esteja auxiliando no remédio Covid-19. a empresa farmacêutica MSD (Merck Sharp e Dohme), que produz ivermectina, disse em entrevista ao portal UOL em fevereiro deste ano que ainda não havia evidências de que a droga tenha algum benefício ou seja eficaz no remédio do covid-19.

O presidente da CRF/AL, Robert Nicio, expressou medo de replicar dados falsos que estimulem a automedicação, representa uma ameaça à aptidão da população. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) estima que 18% dos óbitos por intoxicação no Brasil podem ser atribuídos à automedicação.

‘A automedicação é um desafio em nosso país. A ivermectina é uma praga de baixa toxicidade desde que seja indicada e usada corretamente, no entanto, o que tem sido observado é o uso indiscriminado desse medicamento e o resultado tem sido hepatite medicamentosa em alguns pacientes’, ressaltou.

Em segundo lugar, o presidente, o que tem acontecido, é que diante de tantos dados sobre os remédios medicamentosos do covid-19, a população vai à farmácia comprar a droga, sem a intervenção de um profissional de fitness e usa-a incorretamente. A prevenção consiste em seguir medidas de aptidão física da distância social, lavagem das mãos, uso de álcool gel e não aglomeração’, enfatizou.

E alerta que ao receber tais informações, o público busca a veracidade do profissional de aptidão em que confia, bem como páginas de confiança, como o site do Ministério da Saúde, a página do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas e o Conselho Federal de Farmácia. ‘Evite que as mídias sociais sejam informadas sobre medicamentos, remédios e doenças’, aconselhou.

Fonte: Nas Notícias


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Comunicado da Febrafar sobre aumento de medicamentos

Cegueira irreversível por glaucoma é desconhecida por 53%

Identificamos em diversos grupos a divulgação da seguinte informação – Governo autoriza reajuste de até 4,88% em remédios – que foi recentemente publicada pelo portal G1, repercutidas também pela Rádio Jovem Pan e outros meios de comunicação.

Informamos que essa informação não é verdadeira. O que foi publicado no Diário Oficial foi o Fator Y, que é apenas um dos elementos considerados na formação do reajuste de medicamentos, mas o índice oficial de reajuste não é este e ainda não foi divulgado.

Outra desinformação nas publicações citadas é que a data da entrada em vigor do reajuste ainda não está definida.

Atenciosamente

Comunicação Febrafar


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Os efeitos do uso longo de anticoncepcional sobre a fertilidade

anticoncepcional masculino

(Texto atualizado em 08/03/2021 às 03:14 pm)

Você passou alguns anos evitando uma gravidez. Mas agora decidiu que é hora de ter filhos. Então, se pergunta: será que ter usado anticoncepcional por muito tempo afetou minha fertilidade? Ao contrário do que você provavelmente imaginou, depende do tipo de anticoncepcional, suas chances de engravidar são ainda maiores.

Segundo um estudo publicado na revista Human Reproduction, se você usou anticoncepcionais orais por mais de quatro anos, não precisa se preocupar. Você tem mais chances de engravidar dentro do período de um ano do que mulheres que tomaram anticoncepcionais por um período de dois anos. Na verdade, segundo o estudo, quem tomou anticoncepcionais por mais de 12 anos têm ainda mais chances de engravidar.

ANTICONCEPCIONAL ORAL MANTÉM A FERTILIDAD

A pílula oral é feita de hormônios parecidos com os produzidos pelo corpo: estrogênio e progesterona. Ela impede a ovulação, além de dificultar a passagem dos espermatozoides para dentro do útero.

O estudo publicado na revista Human Reproduction também diz que as mulheres que usaram esse método por mais de cinco anos têm mais chances de engravidar em um período curto de tempo do que as mulheres que usaram a pílula por pouco tempo. Isso porque quanto mais tempo você usar as pílulas, menos ovulações você vai ter e, assim, sua fertilidade será mais preservada.

GRAVIDEZ DEPOIS DE USAR O DIU

O dispositivo intrauterino (DIU) impede que o espermatozoide chegue ao óvulo. Ele diminui para menos 0,5% a chance de gravidez, mas pode causar aumento do sangramento menstrual, da duração da menstruação e da incidência das cólicas.

Estudo realizado na Inglaterra e Escócia mostrou que mulheres que usaram o DIU por pouco tempo tiveram mais dificuldade de engravidar durante um ano depois de parar com esse método, em relação as mulheres que usaram métodos de barreira (camisinha masculina e feminina). Mas depois de um ano, as chances ficaram iguais para todas. Já as que usaram DIU por mais tempo já tinham as chances iguais logo que param de usar.

E O IMPLANTE, INTERFERE NA FERTILIDADE?
Já os implantes anticoncepcionais, que podem ser aplicados com uma injeção no braço, perdem a validade assim que eles são removidos. E os hormônios que eram liberados no seu corpo também desaparecem. Mulheres que param de usar implantes conseguem engravidar tão rápido quanto as que não usaram métodos não-hormonais.

REFERÊNCIAS

http://www.brasil.gov.br/saude/2011/09/inform-se-sobre-como-funcionam-oito-metodos-anticoncepcionais – acessado em 17/06/2019

http://humrep.oxfordjournals.org/content/early/2013/02/20/humrep.det023.abstract – acessado em 17/06/2019

https://www.guttmacher.org/about/journals/ipsrh/2001/09/first-pregnancy-may-be-difficult-achieve-after-long-term-use-iud – acessado em 17/06/2019

http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1471-0528.2001.00075.x/full – acessado em 17/06/2019

http://www.ippf.org/our-work/what-we-do/contraception/myths/Implants – acessado em 17/06/2019

http://www.imss.gob.mx/salud-en-linea/planificacion-familiar/implante-subdermico – acessado em 17/06/2019

Fonte: Pfizer


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GSK lança plataforma de capacitação sobre vacinas

GSK lança plataforma de capacitação sobre vacinas

A plataforma oferece informações sobre vacinas através de textos, vídeos e infográficos. Com 25 horas de conteúdo, cursos se estendem aos profissionais de saúde

A GSK lançou uma plataforma de capacitação online e gratuita para profissionais de saúde, com treinamento 100% focado em vacinas. O conteúdo é dividido em três módulos, entre eles, Imunologia e Vacinologia, e Doenças Imunopreveníveis.

A capacitação oferece, assim, uma imersão no tema através de textos, vídeos e infográficos que trazem assuntos como erros e mitos, calendário vacinal, especial gestante e doenças imunopreveníveis causadas por bactérias e vírus.

Ao todo, são 25 horas de conteúdo sobre a importância da vacinação para o controle da disseminação de doenças como a Covid-19.

O treinamento, inicialmente projetado para enfermeiros e farmacêuticos dos mais de 30 mil clientes da GSK, também é aberto aos demais profissionais de saúde interessados.

No entanto, é preciso acessar a plataforma através do www.escoladevacinasgsk.com.br e fazer o cadastro e colocar o número do conselho correspondente. O participante receberá certificado ao final do curso.

“Queremos colaborar cada vez mais com os profissionais que lidam diretamente com a vacinação, oferecendo conhecimento e qualificação. Criamos a plataforma com conteúdo de qualidade para os nossos clientes, mas sem excluir os demais profissionais interessados no tema, desse modo, entendemos ser um avanço na busca da ampliação do conhecimento sobre a importância da vacinação e da cobertura vacinal no país“, explica o gerente de marketing de vacinas da GSK, Vitor Araújo.

Fonte: GSK  Foto: Shutterstock


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Testes de coronavírus, saiba tudo

Esclareça dúvidas sobre os testes de coronavírus- Guia da Farmácia

As instruções também têm como objetivo alertar a população sobre a importância de se ter critérios ao solicitar o teste COVID-19 e de como é realizado o procedimento

Muitas são as orientações que os especialistas, por meio da mídia, têm passado à sociedade sobre os cuidados e prevenção da propagação do COVID-19. Porém, o que poucas pessoas sabem é como são feitos os exames laboratoriais quando a infecção é diagnosticada e em que momento os resultados são divulgados ao paciente.

Com o intuito de sanar algumas dúvidas, a Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial (SBPC/ML), entidade médica que representa os laboratórios clínicos, responde seis questões importantes sobre o procedimento:

Posso ir diretamente ao laboratório e solicitar o teste?

Não. O teste só poderá ser feito mediante o encaminhamento médico. O profissional de saúde precisa avaliar o paciente, constatar que ele apresenta indicação clínica e solicitar a realização do teste.

Os testes para o coronavírus são feitos apenas em hospitais privados ou os públicos também atendem a essa demanda?

Diversos hospitais do sistema público e privado, além de centenas de laboratórios de análises clínicas do Brasil já coletam o teste.

Como os testes para o coronavírus são feitos?O procedimento é demorado?

O procedimento de coleta do teste é rápido e simples. Com hastes flexíveis chamadas de swabs, o profissional de saúde colhe três amostras de secreção: uma da narina direita, outra da esquerda e, por fim, da mucosa da garganta. É fundamental que o profissional que estiver fazendo a coleta utilize todos os equipamentos de proteção, como luvas, óculos, avental e máscaras. Depois disso, o material é encaminhado aos laboratórios de análise.

Em quanto tempo o paciente recebe o resultado e diagnóstico?

O tempo de entrega dos resultados varia de laboratório para laboratório. Alguns disponibilizam em até 24h, outros em até sete dias. É importante ressaltar que não se trata de um teste simples. O resultado oficial fica disponível para o paciente pela internet, nos laboratórios em que este serviço é disponível e para o médico no sistema do hospital de atuação.

Os laboratórios brasileiros estão preparados para atender a população?

Os laboratórios brasileiros estão ajustando sua capacidade produtiva, e os insumos para realização do teste do COVID-19 são limitados, por isso a recomendação de que seja utilizado de maneira a atender os casos com recomendação médica. A SBPC/ML junto com outras entidades de classe estão trabalhando em conjunto com Ministério da Saúde e Órgãos reguladores para avaliar a incorporação de novos testes diagnósticos que permitam ampliar este atendimento à população.

Quais cuidados os profissionais de saúde devem ter no momento que fazem o exame na pessoa infectada pelo COVID-19?

Se para a população todo o cuidado é pouco, essa premissa torna-se ainda maior para os médicos e enfermeiros. Como estão em contato direto com o paciente infectado, eles precisam estar devidamente protegidos, utilizando aventais descartáveis e de manga longa, máscaras, óculos ou escudos de proteção, calçar luvas descartáveis após a higienização adequada das mãos.

Estamos falando de um vírus com alto poder de contágio. Sabemos que o povo brasileiro é muito afetivo; abraços, beijos e apertos de mãos fazem parte da rotina de todos. Porém, mesmo esses pequenos gestos podem trazer grandes problemas. Portanto, evitá-los pode ser importante na prevenção. Lavar constantemente as mãos com água e sabão, utilizar álcool gel 70% para a higienização ao usar transporte público, restaurantes, entre outros, usar produtos de limpeza nos ambientes, como água sanitária, sabão e álcool, são atitudes que podem minimizar os impactos da transmissão do Coronavírus. Se cada um de nós fizer a nossa parte, todos serão beneficiados.

Foto: Shutterstock Fonte: SBPC/ML e Lab Tests Online


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GSK/ViiV Healthcare lança doc-reality sobre HIV na MTV

PFARMA

Em projeto inédito, pessoas que vivem com HIV vão compartilhar suas histórias de superação do estigma e discriminação

Rio de Janeiro, novembro de 2020 – Na próxima terça-feira, dia 1 de dezembro, é celebrado o Dia Mundial do HIV/AIDS. No Brasil, a pandemia da COVID-19 trouxe um desafio adicional no enfrentamento da doença, com a diminuição da testagem para o HIV. Segundo dados do Ministério da Saúde, até julho, houve um decréscimo de 17% no número de pessoas que iniciaram o tratamento na rede pública em comparação ao mesmo período do ano passado1.

Como uma das ações para aumentar a conscientização sobre o HIV, diagnóstico e combater o estigma e a discriminação, a GSK/ViiV Healthcare, ao lado dos coprodutores Vbrand e CineGroup, estreia na  MTV o doc-reality “Deu Positivo”, protagonizado por pessoas que vivem com HIV. Em três episódios, os participantes vão contar suas histórias reais permeando os temas indetectável = intransmissível, sorofobia e rede de afeto para levar informação à população.

“Ao longo dos anos, a GSK/ViiV Healthcare tem desenvolvido diversas ações para desmistificar questões em torno do tema HIV, especialmente para jovens, entre os quais há um aumento do número de infecções. Com a série “Deu Positivo”, mostramos através de histórias reais que é possível viver com HIV com qualidade de vida e não transmitir o vírus, desde que esteja em tratamento e com carga viral indetectável. Projetos como esse trazem à tona a importância do tema para o enfrentamento do HIV/AIDS no país”, comenta Gunnar Riediger, Diretor da Unidade de Negócios BioTech da GSK Brasil.

“Quando idealizamos o projeto sabíamos a relevância do entretenimento audiovisual para se conectar, de forma autêntica, com a geração Z, na sensibilização da causa do HIV. O resultado dessa jornada de cocriação, de brand entertainment na essência, é essa série emocionante” , explica Fernanda Menegotto, sócia-diretora da Vbrand.

Na estreia, o doc-reality conta a história de Victor Bebiano, um multiartista de 23 anos que, recentemente, tornou público que vive com HIV. Victor namora há dois anos com o cenógrafo e aderecista Guilherme Custódio, formando um casal sorodiscordante. Além do projeto visual encabeçado pelos dois, Victor decidiu gravar uma música e produzir um clipe que apresenta, em formato artístico, a pluralidade de corpos e rostos de pessoas que vivem com HIV. “Enquanto a gente não botar nossa cara e mostrar quem a gente é, mostrar os nossos corpos, nossos rostos, mostrar como a gente vive, as pessoas vão continuar mantendo aquele estereótipo do passado”, afirma ele.

“Nos enche de orgulho contar essas histórias, de estar ao lado dessas pessoas que, acima de tudo, são corajosas, são inspiradoras. E que certamente têm um papel fundamental na conscientização sobre o HIV/AIDS, não apenas no que diz respeito à transmissão do vírus, mas também por contribuírem na destruição da sorofobia a cada dia que passa” comenta Luciana Pires, produtora executiva da Cinegroup.

“A MTV sempre destacou a importância e se manteve envolvida em ações de prevenção ao HIV e, mais do que isso, com foco no combate ao preconceito que existe ao redor dessa questão ainda hoje. Entrar como parceiro desse projeto, reforça nosso compromisso em trazer esclarecimento e informação”, afirma Tiago Worcman, vice-presidente sênior de Marcas de Música e Entretenimento da ViacomCBS América Latina.

Além do doc-reality, a GSK/ViiV Healthcare promove ainda outras ações abordando a importância da testagem e o diagnóstico precoce, como a Campanha “Abrace a Positividade” com a participação de influenciadores para discutir sobre o tema. Outra iniciativa inédita será a Jornada Participathivos, um evento virtual no dia 03 de dezembro, que contará com a presença de profissionais de saúde e um participante do doc-reality “Deu Positivo”. A GSK/ViiV Healthcare também atua com apoiadora de projetos de terceiros para público leigo e profissionais de saúde sobre a conscientização do HIV e para a melhoria do cuidado às pessoas vivendo com HIV.

Sobre o HIV no Brasil

Um dos objetivos da GSK/ViiV Healthcare também é suportar a progressão dos indicadores em relação à meta 90-90-90 da UNAIDS no mundo todo, inclusive no Brasil. Dados do Relatório do Monitoramento Clínico do HIV publicado pelo Ministério da Saúde em 2019 mostram que, em 2018, das pessoas que vivem com HIV no Brasil, 85% já fizeram teste; destas, 78% estão em tratamento e, desse percentual, 93% apresentam supressão viral2.

  • 900 mil pessoas vivem com o vírus no Brasil2 e 87% das pessoas que iniciaram o tratamento em 2018 estão em uso do antirretroviral dolutegravir3;
  • O SUS oferece gratuitamente testes para diagnóstico de HIV. Existem, no Brasil, dois tipos de testes: os exames laboratoriais e os testes rápidos. Os testes rápidos são práticos e de fácil execução; podem ser realizados com a coleta de uma gota de sangue ou com fluido oral, e fornecem o resultado em até 30 minutos4;
  • O Brasil garante acesso universal ao tratamento para HIV e foi reconhecido pela ONU como referência mundial no controle da AIDS5;
  • Cerca de 731 mil pessoas que vivem com o HIV no país fazem uso da terapia antirretroviral em unidades da rede pública de saúde1;
  • Ainda há mais de 134 mil pessoas que ainda não sabem que estão infectadas pelo vírus2.

Doc-reality ‘Deu Positivo’

Estreia: 1º, 2 e 3 de dezembro, às 20h, só na MTV.

Nota de esclarecimento:  As gravações da série Deu Positivo respeitaram os protocolos de segurança de produções audiovisuais, as recomendações das autoridades de saúde e as normas vigentes do poder público para conter a pandemia do Covid-19 em 2020. Toda a equipe e os personagens participantes da série fizeram testes clínicos e todos os exames apresentaram resultado negativo.

Sobre a GSK ViiV Healthcare

A GSK é uma empresa global de saúde com foco em ciência e com um propósito especial de ajudar as pessoas a fazer mais, sentir-se melhor e viver mais. Temos três negócios globais que pesquisam, desenvolvem e fabricam medicamentos inovadores, vacinas e produtos de saúde. Somos uma das empresas de saúde mais inovadoras, confiáveis e com o melhor desempenho do mundo. Para mais informações, acesse www.gsk.com.br

A ViiV Healthcare foi criada em 2009, a partir de uma joint venture entre a GSK e a Pfizer, formando uma companhia global dedicada exclusivamente a tratamentos para o HIV. Em 2012, a japonesa Shionogi completou a sociedade. Atualmente, a GSK detém 76,5% de participação na empresa. Como líder em pesquisa e desenvolvimento de tratamentos para o HIV, a ViiV Healthcare possui operações em mais de 50 países. A GSK é o distribuidor da ViiV Healthcare no Brasil.

Referências:

  1. BRASIL. Ministério da saúde. Departamento de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis. OFÍCIO CIRCULAR Nº 16/2020/.DCCI/SVS/MS. Disponível em: <http://www.aids.gov.br/system/tdf/legislacao/2020/portarias_e_oficios_ministeriais/oficio_circular_n_16.2020.dcci_.svs_.ms_.pdf?file=1&type=node&id=67264&force=1>. Acesso em: 01 out. 2020.
  2. BRASIL. Ministério da Saúde. Departamento de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis. Relatório de Monitoramento Clínico do HIV 2019. Disponível em: <http://www.aids.gov.br/system/tdf/pub/2016/67063/relatorio_de_monitoramento_clinico2.pdf?file=1&type=node&id=67063&force=1> Acessado em: 01 out. 2020
  3. PASCOM AR. Ministério da Saúde. Experience with dolutegravir in first line. 1-18;2019.
  4. BRASIL. Ministério da saúde. Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis. Testagem. Disponível em: <http://www.aids.gov.br/pt-br/publico-geral/prevencao-combinada/testagem>. Acesso em: 28 ago. 2020.
  5. BRASIL. Ministério da Saúde. Ministério da Saúde. Departamento de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis. Boletim Epidemiológico de HIV/Aids 2019. Disponível em: <http://www.aids.gov.br/pt-br/pub/2019/boletim-epidemiologico-de-hivaids-2019>. Acesso em: 28 ago. 2020.

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Anvisa esclarece sobre produtos têxteis antivirais e antibacterianos.

Anvisa esclarece sobre produtos têxteis antivirais e antibacterianos.

Objetivo é prestar informações gerais sobre esses produtos, indicar quando são considerados produtos médicos e quando não se enquadram nas regras de regularização pela Anvisa.

ANVISA

Nota

Foi publicada, na sexta-feira (18/9), a NOTA TÉCNICA 202/2020/SEI/GEMAT/GGTPS/DIRE3/ANVISA, que traz esclarecimentos sobre o enquadramento sanitário de produtos têxteis com propriedade antiviral ou antibacteriana como produtos para a saúde. O objetivo é prestar informações gerais sobre o assunto, indicar quando esses produtos têxteis são considerados produtos médicos passíveis de regularização pela Anvisa e quando não são.

A publicação atende a diversas solicitações de informações sobre o tema, recebidas pela Gerência-Geral de Tecnologia de Produtos para Saúde (GGTPS). Além do enquadramento sanitário, os pedidos referem-se a esclarecimentos sobre a eficácia e a regularização dos produtos, que incluem uma diversa gama de artigos, como vestimentas, tecidos para estofados de veículos, máscaras faciais, calçados, entre outros, fabricados com fios, fibras e filamentos com propriedade antiviral ou antibacteriana.

Os esclarecimentos são bastante pertinentes, diante do contexto da pandemia de Covid-19, uma vez que os produtos têxteis técnicos de atividade antiviral e antibacteriana são classificados como produtos para a saúde quando atendem ao conceito de produto médico, estabelecido pela Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 185/2001. Neste caso, os produtos passam pela regularização da Anvisa.

Entre os produtos que necessitam dessa regularização estão os materiais médico-hospitalares, incluindo alguns equipamentos de proteção individual (EPIs) destinados aos profissionais de saúde, como luvas, aventais cirúrgicos, máscaras cirúrgicas e respiradores filltrantes para partículas (PFF) classe 2, N95 ou equivalentes.

Demais artigos de uso geral, EPIs para utilização em outros setores que não o da saúde, tecidos utilizados para vestuário ou estofamentos em geral não são considerados produtos para a saúde, pois não se enquadram no conceito de produto médico da RDC 185/2001.

Definição 

De acordo com a RDC 185/2001, produto médico é aquele destinado à saúde, tal como equipamento, aparelho, material, artigo ou sistema de uso ou aplicação médica, odontológica ou laboratorial, usado para a prevenção, diagnóstico, tratamento, reabilitação ou anticoncepção e que não utiliza meio farmacológico, imunológico ou metabólico para realizar sua principal função em seres humanos.

Produtos de uso não profissional 

Deve-se salientar que a Covid-19 é primariamente uma doença respiratória, com transmissão entre pessoas, principalmente por meio de gotículas respiratórias. Por não apresentarem as características tipificadas nas normas da Anvisa, os produtos de uso não profissional fabricados com materiais têxteis técnicos com atividade antiviral ou antimicrobiana não são considerados pela norma como dispositivos médicos.

Assim, o uso de vestimentas ou estofados fabricados com tecidos de propriedade antiviral, embora possa contribuir com certo nível de inativação do vírus na superfície desses objetos e potencialmente minimizar a probabilidade de contaminação indireta pelo contato, não garante proteção total contra o novo coronavírus (Sars-CoV-2).

Além disso, é relevante ressaltar que os revestimentos antivirais ou antibacterianos presentes em máscaras faciais para uso não profissional, atuam essencialmente na superfície do tecido. Ressalta-se que a utilização desses revestimentos não está necessariamente relacionada a uma maior eficiência de filtragem de partículas e de bactérias.

Neste contexto, é necessário reforçar que o uso de tais produtos não dispensa a adoção de outras medidas de proteção como distanciamento físico, higienização adequada das mãos, evitar presença em aglomerações, dentre outras, conforme preconizado pelas autoridades de saúde.

Além disso, apesar desta categoria de produtos não ser objeto de regularização por parte da Anvisa, é essencial pontuar que os produtos têxteis técnicos de atividade antiviral ou antimicrobiana de uso não médico necessitam apresentar perfil favorável de segurança à saúde, além de se mostrarem eficazes contra os agentes microbianos ou virais para os quais seu uso é indicado.

Por fim, conforme orientado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e devido à limitada evidência científica disponível, o uso de máscaras de tecido como uma alternativa às máscaras de uso profissional não é considerado apropriado para proteção de trabalhadores de saúde. Para que uma máscara seja recomendada para uso profissional na área de saúde, ela deve ser classificada como dispositivo médico e atender às normativas aplicáveis, incluindo também a RDC 356/2020.

Desta forma, mesmo que o tecido da máscara facial não profissional possua atividade antiviral ou antibacteriana, essa máscara não é considerada apropriada ou indicada para profissionais de saúde durante a sua atuação.

Aplicações de têxteis técnicos  

Os produtos têxteis técnicos possuem inúmeras aplicações, incluindo seu uso no setor de fabricação de uniformes (vestimentas com resistência a chama ou ao frio, por exemplo), na construção civil (mantas de contenção de erosão, isolantes térmicos, dentre outros) ou no setor médico. Neste último, a aplicação dos materiais têxteis técnicos pode ser observada na fabricação tanto de implantes quanto de produtos têxteis descartáveis, como aventais de proteção e máscaras faciais, entre outros.

Fora do escopo de uso profissional, os produtos têxteis técnicos também podem ser utilizados na fabricação de roupas para praticantes de esportes, tais como tecidos que evitam a proliferação de bactérias ou que propiciam conforto térmico.

Gabriel Amorim
Farmacêutico

Fonte: ANVISA


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Recentes resultados sobre o uso hidroxicloroquina ao SARS-Cov-2

Recentes resultados sobre o uso hidroxicloroquina ao SARS-Cov-2

Os profissionais de saúde na linha de frente do Covid-19 estão em alto risco de contrair a doença. Atualmente, apesar de muitas medicações terem sido levantadas como possíveis profilaxias, até onde sabemos, não foi descoberta nenhuma eficaz para indivíduos em risco.

Um estudo publicado no JAMA hoje avaliou o papel da nossa velha conhecida hidroxicloroquina em profissionais de saúde hospitalares com exposição a pacientes com Covid-19, usando uma estratégia de profilaxia pré-exposição. Será que desta vez a medicação trouxe algum benefício?

Método

Trata-se de um ensaio clínico randomizado, duplo-cego e controlado por placebo conduzido em 2 hospitais terciários. O estudo randomizou 132 profissionais de saúde em tempo integral em hospitais (médicos, enfermeiras, auxiliares de enfermagem certificados, técnicos de emergência e fisioterapeutas), dos quais 125 eram inicialmente assintomáticos e tiveram resultados negativos para SARS -CoV-2 por swab nasofaríngeo.

Os participantes foram divididos em 2 grupos, o que recebeu a hidroxicloroquina (na dose de 600 mg, diariamente) e o grupo placebo (que foi dado em tamanho correspondente), ambos foram tomados por via oral por 8 semanas. O ensaio foi encerrado mais cedo por futilidade, antes de atingir a inscrição planejada de 200 participantes.

O desfecho primário foi a incidência de infecção por SARS-CoV-2 determinada por um swab nasofaríngeo na quarta e na oitava semana de tratamento. Os desfechos secundários incluíram efeitos adversos, descontinuação do tratamento, presença de anticorpos SARS-CoV-2, frequência de prolongamento do QTc e desfechos clínicos para participantes positivos para SARS-CoV-2.

Resultados da hidroxicloroquina contra o SARS-CoV-2

Dentre os participantes do estudo, não houve diferença significativa nas taxas de infecção em participantes randomizados para receber hidroxicloroquina em comparação com placebo (4 de 64 [6,3%] vs 4 de 61 [6,6%]; P > 0,99). Um total de 8 participantes tiveram resultados positivos para SARS-CoV-2 (6,4%), destes 6 desenvolveram sintomas virais; nenhum necessitou de hospitalização e todos se recuperaram clinicamente.

Mensagem prática

  • Neste ensaio clínico randomizado, embora limitado pelo término precoce e pela população pequena, não houve benefício clínico da hidroxicloroquina administrada diariamente por 8 semanas como profilaxia pré-exposição em profissionais de saúde expostos a pacientes com infectados pelo SARS-Cov-2.
  • Aguardamos novos estudos que possam fornecer uma medicação eficaz para a profilaxia pré-exposição ao SARS-Cov-2.

Gabriel Amorim
Farmacêutico

Referência: PEDMED
Autor(a): Dayanna de Oliveira Quintanilha, Residência em Clínica Médica na UFF ⦁ Graduação em Medicina pela UFF ⦁ Contato: [email protected] ⦁ Instagram: @dayquintan


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Abradilan divulga nota de esclarecimento sobre Operação Monte Cristo

PFARMA

(Texto atualizado em 18/11/2020 às 08:20 pm)

Em relação a Operação Monte Cristo, realizada pelo MP-SP (Ministério Público do Estado de São Paulo), nesta quinta-feira, a Abradilan divulgou a seguinte nota de esclarecimento (reproduzida na íntegra abaixo):

NOTA OFICIAL DE ESCLARECIMENTO/POSICIONAMENTO

A Associação Brasileira de Distribuição e Logística de Produtos Farmacêuticos (Abradilan) vem a público esclarecer e se posicionar à respeito da operação deflagrada que está acontecendo hoje (01º de outubro de 2020) pelo Ministério Público de São Paulo, Polícia Federal e Secretaria da Fazenda, que investiga casos de fraude fiscal e sonegação no setor farmacêutico e cita o nome da entidade no envolvimento de fraudes cometidas por grupos empresariais responsáveis pela distribuição de medicamentos no estado de São Paulo e pelo comércio varejista, a partir de redes de farmácias.

A medida contra a Abradilan é um equívoco por parte das autoridades envolvidas. A Abradilan não é uma entidade comercial, mas uma entidade representativa de classe, que tem mais de 140 empresas associadas. A Abradilan não vende, não compra, não estoca produtos, não incentiva qualquer prática não tendo qualquer envolvimento nas ações comerciais de seus membros.

A Abradilan ressalta que apoia toda e qualquer medida que contribua para a transparência no mercado farmacêutico, mas não pode deixar de manifestar surpresa e estranheza com o seu nome no mencionado neste processo.

Conselho Diretivo
Fonte: Abradilan


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Farmaindex: tudo sobre medicamentos em um só lugar

Farmaindex: tudo sobre medicamentos em um só lugar

(Texto atualizado em 14/09/2020 às 03:22 pm)

Farmaindex – Lançada há dois meses, a plataforma profissional Farmaindex reúne, em um único local, todas as informações sobre medicamentos, sejam elas comerciais, técnicas, científicas ou tributárias. A ideia surgiu depois que o fundador Wilton Torres percebeu a dificuldade e a demora de ter que buscar esses dados em múltiplos locais. O profissional atuou por mais de 20 anos na área de distribuição de medicamentos de alta complexidade (oncológicos e de alto custo).

“Era sempre um problema para as empresas de distribuição quando chegava um medicamento novo e as informações tinham que ser pinçadas em vários locais diferentes. Para efetuar um único cadastramento levava horas”, afirma Torres. Segundo o executivo, o objetivo foi criar um grande repositório de dados mensais da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e de outras instituições não governamentais de todos os medicamentos existentes no país, seja um analgésico ou até um biológico de alta complexidade.

A plataforma é gratuita e a maioria dos usuários é formada por farmacêuticos, distribuidores (compras, venda e área técnica), além de compradores e faturistas de clínicas e hospitais. Já fazem uso da plataforma empresas como a Profarma Specilaty, a Sol Medicamentos e o Grupo Onco Prod Sar.

“Trata-se de uma plataforma única no mercado, que agiliza o tempo do profissional, que pode cruzar informações sobre pesquisas científicas, tipo e grupo farmacológico dos medicamentos, dados do fabricante, evolução e comparativo de preços desde 2010 até a data atual, dados de estabilidade e temperatura de armazenamento ou qual o fator de desconto em vendas para o governo, finaliza.

Fonte: Redação


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O que devemos saber sobre a Legislação Farmacêutica

O que devemos saber sobre a Legislação Farmacêutica, não podemos esquecer a 3.

(Texto atualizado em 11/09/2020 às 06:25 pm)

Já passou por isso, ficar sem saber ao menos o básico da nossa legislação ?

Hoje vou falar para vocês sobre as leis mais básicas que devemos saber, portanto serei o mais breve possível e pontuarei os mais relevante na minha opinião.

De que forma o Conselho nos defendem, as ações do Conselho Regional contribuem para nossa defesa junto à sociedade. Fiscalização do exercício profissional, caso haja estabelecimento sem o responsável técnico o Conselho Regional solicita a contratação rapidamente.

O fato de nós estarmos presente frente ao estabelecimento configura uma maior segurança para a sociedade, para utilizar nossos serviços farmacêuticos. Leia mais ›


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Anvisa realiza novas reuniões sobre vacina contra Covid-19

(Texto atualizado em 18/09/2020 às 07:14 pm)

anvisa agencia nacional vigilancia santiraria

Anvisa discute com instituições sobre o registro de imunobiológicos para o enfrentamento ao novo coronavírus no país.

A Anvisa cumpriu mais duas agendas de reuniões com instituições interessadas no registro de vacinas contra a Covid-19. Nesta quinta-feira (27/8), o encontro foi com membros do governo do estado do Paraná, representado pelo chefe da Casa Civil, Guto Silva, pelo diretor do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), Jorge Callado, e pelo Capitão Wilson Baptista Honório Alves, da Casa Militar do estado. O tema foi o processo de registro da vacina desenvolvida pela Rússia.

Representando a Agência, estavam o diretor-presidente, Antonio Barra Torres, o adjunto da Primeira Diretoria, Juvenal de Souza Brasil Neto, a assessora Samia Rocha de Oliveira Melo, o titular da Gerência Geral de Medicamentos e Produtos Biológicos (GGMED), Gustavo Mendes, e a equipe técnica da GGMED.

A reunião com os representantes do governo do Paraná teve caráter preliminar. Ela acontece antes da submissão documental do pedido de anuência para o desenvolvimento do produto. Segundo a Tecpar, em cerca de 20 dias os primeiros documentos serão protocolados junto à Anvisa, que já está mobilizada para o acompanhamento da solicitação. Leia mais ›


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Sobre o uso do Ibuprofeno, Cortisona e tiazolidinediona em infecções por Coronavírus

(Texto atualizado em 18/11/2020 às 08:22 pm)

medicamento ibuprofeno coronavirus

Um artigo publicado pela revista científica The Lancet, divulgado no dia 11 de março, revelou que três estudos feitos em doentes infectados com o novo coronavírus evidenciaram que a classe de anti-inflamatórios não esteróides (conhecidos como AINE’s) aumenta a expressão de enzimas conversoras de angiotensina 2 (ACE2), recetores que existem em células epiteliais dos pulmões, intestinos, rins e vasos sanguíneos, e aos quais o SARS-CoV-2 se liga para infectar o organismo humano.

De acordo com os mesmos estudos, a gravidade da infeção também pode ser influenciada pelo uso de substâncias ou a ingestão de medicamentos para combater a diabetes mellitus tipo 2, cuja substância ativa são as tiazolidinedionas (TZD’s), que também aumentam a expressão dos recetores ACE2 e facilitam a entrada do novo coronavírus no organismo humano.

Os investigadores responsáveis pelos estudos apontam ainda que, caso a influência do ACE2 seja confirmada, será gerado um conflito devido à influência que o recetor tem nos tratamentos para reduzir inflamação e em terapias para curar doenças respiratórias, cancer, diabetes e hipertensão.

Outro fator é que o uso de medicamentos da classe AINE, como iboprufeno e cortisona, pode afetar a capacidade de reação do sistema imunitário, responsável por combater o vírus do coronavírus.

Ministério da Saúde da França desaconselha o uso de ibuprofeno e cortisona em pacientes infectados com Coronavírus COVID-19

ibuprofeno coronavirus

Aviso foi feito pelo ministro da Saúde francês, mas DGS e OMS não disseram ainda nada sobre o tema.

O ministro da Saúde francês, médico neurologista Olivier Véran, usou suas redes para orientar que quem suspeitasse estar infetado com o novo coronavírus para não tomar anti-inflamatórios como o ibuprofeno, dando preferência ao paracetamol para tratamentos dos sintomas.

Ele repetia assim as recomendações do Diretor-Geral de Saúde da Francês, Jérôme Salomon, que desaconselha o uso destes medicamentos para o coronavírus.

Segundo o ministro francês, vários médicos mencionaram casos de pacientes jovens infectados pelo Covid-19, sem outras patologias conhecidas, que se encontraram em estado grave depois de tomar ibuprofeno para baixar a febre provocada pela novo coronavírus.

A Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) publicou uma nota de esclarecimento no dia 13 de março com a seguinte orientação.

“Em vistas ao conhecimento do envolvimento da enzima conversora de angiotensina 2 (ECA-2) na fisiopatologia da infecção pelo coronavírus, especula-se que a modulação dessa via poderia ser uma alternativa a ser explorada no manejo desses pacientes. A utilização de fármacos como os inibidores de enzima conversora de angiotensina (iECA) e os bloqueadores de receptores de angiotensina (BRA), assim como o uso de tiazolidinodionas e de ibuprofeno resultam em elevação dos níveis da ECA-2. Os dados disponíveis até o momento alertam que os pacientes infectados com o novo coronavírus que tenham diabetes ou hipertensão ou insuficiência cardíaca e estejam em uso de iECA ou BRA devam ser acompanhados adequadamente. Em não havendo evidências definitivas a respeito da associação entre o uso desses fármacos e maior risco da doença, a SBC recomenda a avaliação individualizada do paciente em relação ao risco cardiovascular da suspensão dos fármacos versus o risco potencial de complicações da doença.”

ibuprofeno covid19 the lancet

Imagem: Matéria publicada pela revista científica The Lancet

O Artigo continua abaixo com informações sobre os medicamentos.

Sobre o Ibuprofeno

O Ibuprofeno é um anti- inflamatório não-esteroide, derivado do ácido propiônico . Ele tem atividade anti- inflamatória, analgésica e antitérmica. Ajuda no controle da febre e tem utilidade no tratamento de dores leves e moderadas.Ele atua reduzindo a síntese de prostaglandinas pela inibição das enzimas ciclo-oxigenases (COX-1 e COX-2).

Encontra-se disponível sob diversas denominações comerciais, incluindo Advil, Motrin e Nurofen.

Sobre o Cortisona

A cortisona, também conhecida por corticosteroide, é um hormônio produzido pelas glândulas supra-renais, que exerce ação anti-inflamatória, sendo, por isso, muito utilizada no tratamento de problemas crônicos como asma, alergias, artrite reumatoide, lúpus, casos de transplante de rim ou problemas dermatológicos, por exemplo.

Sobre os medicamentos IECA e ARA II

O medicamentos anti-hipertensivos das classes dos inibidores da enzima de conversão da angiotensina (IECA) e os antagonistas do receptor da angiotensina II (ARA II) estão entre os mais utilizados para o tratamento da hipertensão arterial.

Os IECA e os ARA II são classes diferentes de drogas, porém com mecanismo de ação na redução da pressão arterial semelhante.

Tanto os IECA quanto os ARA II têm como objetivo impedir a ação de um hormônio chamado angiotensina II. Os IECA impedem a sua formação, enquanto os ARA II impedem o seu funcionamento.

Sobre os medicamentos Tiazolidinedionas

As tiazolidinedionas (TZDs), também conhecidas como glitazonas, são uma classe de fármacos usados no tratamento de diabetes mellitus tipo 2 e outras enfermidades relacionadas. As tiazolidinedionas melhoram a sensibilidade dos tecidos brancos à insulina por atuar como agonistas seletivos de receptores da insulina localizados no núcleo celular. Os exemplos de fármacos mais utilizados dessa classe são pioglitazona, rosiglitazona, troglitazona e ciglitazona.

Fonte: https://Pfarma.com.br


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Dúvidas sobre Ivermectina, Hidroxicloroquina, Cloroquina e Nitazoxanida no SNGPC

Com vistas a mitigar o uso indiscriminado de medicamentos e a situação de emergência em saúde pública, dado a atual situação pandêmica da sociedade em razão do novo coronavírus, a edição desta quinta feira 23/07/2020 traz uma nova resolução da ANVISA (RDC 405/2020) que atualiza a lista de medicamentos de controle especial, incluindo a IVERMECTINA, HIDROXICLOROQUINA, CLOROQUINA E NITAZOXANIDA como medicamentos com venda somente com retenção da primeira via de receita de controle especial.

Com isso automaticamente as receitas que contenham esses princípios ativos deverão ser lançadas no SNGPC (Sistema nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados) Leia mais ›


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Veja o debate sobre venda de MIPs em supermercados

(Texto atualizado em 21/07/2020 às 12:04 pm)

Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados

Ocorreu, nesta terça (27/11), em Brasília, a audiência pública da Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados que estava prevista para debater com autoridades e empresários o Projeto de Lei 9482/18, que autoriza a venda de medicamentos isentos de prescrição (MIPs) em supermercados do País. Os debatedores lembraram que não é a primeira vez que o Congresso discute o tema.

Estiveram presentes as seguintes entidades: Conselho Federal de Farmácia (CFF), Anvisa, Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores (ABAD), Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), Associação Brasileira da Indústria de Medicamentos Isentos de Prescrição (ABIMIP) e Conselho Federal de Medicina (CFM).

O primeiro a se posicionar foi o presidente do Conselho Federal de Farmácia (CFF), Walter da Silva Jorge João. Segundo ele, o interesse no aumento de pontos de venda é meramente econômico. “Aumentar o acesso não garante racionalidade para consumo de medicamentos, pois há necessidades de profissionais que orientem”, disse. O presidente do CFF mencionou ainda que o Brasil tem índices recordes de automedicação e que a rede de 82 mil farmácias no País já é suficiente para atender à população.

Cassyano Januário Correr, representante Abrafarma, apresentou dados que demonstraram os altos índices de automedicação no Brasil, concluindo que há uma cultura do brasileiro em se automedicar. Também apresentou uma pesquisa sobre anti-inflamatórios, que é uma das grandes causas de sangramento gástrico – uma em cada três pessoas –, bem como dados que mostram que os custos hospitalares são altíssimos em decorrência de mau uso de medicamentos.

O representante da Abrafarma reafirmou que não faltam farmácias no Brasil e que os farmacêuticos são notificadores muito importantes de eventos adversos, o que fortalece a farmacovigilância. E finalizou dizendo que manter o acesso dos MIPs restritos às farmácias e drogarias ajudará no controle sanitário.

A representante do IDEC, Ana Carolina Navarrete, entende que a venda não deve ocorrer em supermercados, porque o consumo de medicamentos oferece risco de intoxicação. Por ser um bem especial, acredita que o medicamento não pode ser comercializado como outros e invocou o Código de Defesa do Consumidor para dizer que esse PL não se coaduna com os princípios do Código.

A ABIMIP não deixou claro o posicionamento dela, mas a fala do presidente do Conselho Consultivo, Jorge Raimundo, dá a entender que a entidade é favorável. Raimundo disse que o indivíduo deve ter liberdade de escolher e incentiva o autocuidado com conhecimento, bem como o uso racional de produtos para saúde. Também reafirmou que existe a necessidade de melhorar o acesso, mas com autocuidado e consumo ponderado. Segundo ele, “60% dos países permitem MIPs fora das farmácias”.

Marcio Milan, da ABRAS, mencionou que, em 1995, por meio de uma liminar, o comércio foi autorizado a vender os medicamentos isentos de prescrição médica. “Durante o período em que os supermercados comercializaram os MIPs, houve uma drástica redução nos preços, com destaque para analgésicos e antitérmicos, cuja queda chegou a 35%.”

Alessandro Dessimoni, da ABAD, reforçou a posição da ABRAS e disse que “se a preocupação é tão grande com a intoxicação, as farmácias deveriam ser proibidas de vender pela internet – porque não têm nenhuma orientação de nenhum farmacêutico –, e que se proíba também vender pelo telefone e que se coloque o MIP atrás do balcão. Aí sim nós vamos ter a orientação efetiva de um farmacêutico na compra do MIP”, sugeriu.

Os deputados Odorico Monteiro (PSB-CE), Ivan Valente (Psol-SP), e Deputado Pompedi de Matos (PDT-RS) manifestaram-se contra o PL 9482/18.

O presidente da Comissão de Seguridade Social e Família, deputado Juscelino Filho (DEM-MA), também é o relator do projeto. Ele disse que pretende apresentar seu parecer na próxima semana. “Eu, como médico, mais do que nunca tenho que pensar nas pessoas, nos pacientes, naqueles que serão usuários desse sistema. Então, procuramos construir o melhor relatório possível nesse sentido, com segurança, com cautela, com muita responsabilidade”, disse o relator.

Durante a audiência pública, a representante da Anvisa, Andrea Takara, acrescentou que o projeto não considera que o manuseio e a conservação de medicamentos requerem cuidados especiais. O projeto está sendo analisado pelo corpo técnico da Agência e a diretoria deve se posicionar oficialmente sobre o tema nos próximos dias.

Fonte: Câmara dos Deputados e Arko Advice


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8 mitos e verdades sobre o câncer de próstata

(Texto atualizado em 02/03/2020 às 10:06 am)

O mês de novembro é marcado pela campanha mundial da luta contra o câncer de próstata, que busca conscientizar os homens sobre a importância de realizar os exames anualmente, a fim de combater o tumor logo no primeiro estágio.

Com tantas dúvidas desde o diagnóstico ao tratamento, o professor do setor de uro-oncologia da FMABC (Faculdade de Medicina do ABC) e responsável pelo setor de cirurgia robótica urológica no Hospital Brasil e rede D’Or, Dr. Marcos Tobias Machado, esclarece o que é mito ou verdade sobre o câncer de próstata.

Veja a seguir:

1) Câncer de próstata não tem cura?

Mito. A maioria dos pacientes com este tipo de tumor pode ser curado ou ter uma sobrevida bastante longa. De acordo com o Dr. Marcos Tobias, existem três fatores importantes que definem o prognóstico do paciente: Leia mais ›


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Justiça extingue ação do Cofen contra resolução do CFF sobre vacinas

(Texto atualizado em 13/02/2020 às 09:26 am)

A Justiça Federal extinguiu ação do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), que pedia a declaração de inconstitucionalidade da Resolução/CFF nº 654/18, que estabelece as regras para a atuação do farmacêutico na prestação do serviço de vacinação. A decisão é do juiz federal WALDEMAR CLÁUDIO DE CARVALHO, titular da 14ª Vara da Seção Judiciária do Distrito Federal, que acolheu os argumentos apresentados pela Assessoria Jurídica do Conselho Federal de Farmácia (CFF)

Com a decisão, permanece em pleno vigor, a norma do CFF, que estabelece os critérios os critérios a serem seguidos pelos conselhos na autorização da atuação dos farmacêuticos nos serviços de vacinação. A normativa veio regulamentar a Lei nº 13.021/14, que autoriza a vacinação em farmácias, e a RDC Anvisa nº 197/2017, que define os requisitos para funcionamento de serviços de vacinação humana no país.

Na avaliação do presidente do Conselho Federal de Farmácia e conselheiro federal de Farmácia pelo estado do Pará, “a decisão tomada pelo juiz federal foi lúcida e correta, pois trata-se de uma resolução muito bem fundamentada e que traz, em seu bojo, uma grande preocupação em garantir as condições necessárias à excelência dos serviços de vacinação prestados por farmacêuticos, bem como em assegurar à população a ampliação do acesso às vacinas, com a qualidade que ela precisa e merece” .

Fonte: Comunicação do CFF


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ESPM promove workshop sobre loja do futuro

ESPM promove workshop sobre loja do futuro

(Texto atualizado em 30/01/2020 às 11:18 am)

Varejo 4.0: A Look to the Future! discutirá transformações motivadas pela tecnologia

O Retail Lab ESPM, primeiro laboratório de varejo do País, promove, em 10 de novembro, o workshop Varejo 4.0: A Look to the Future!, para discutir sobre a loja do futuro e o novo varejo. O programa intensivo antecipará as principais tendências do setor, motivadas pela adoção de novas tecnologias e pelo comportamento do consumidor digital.

A digitalização da economia vem revolucionando o varejo global e obrigando as maiores empresas do varejo para a reinvenção. A migração do consumo para as plataformas virtuais são evidentes. De acordo com Ebit/Nielsen, o varejo virtual movimentou R$ 23,6 bilhões no Brasil no primeiro semestre de 2018 — um crescimento de 12,1% em relação aos primeiros seis meses de 2017.

O programa do workshop,  que discutirá a loja do futuro, terá duração de 8 horas – entre aulas teóricas e dinâmicas de grupo – apontando desafios do varejo 4.0, jornada de compras do shopper 4.0, análise de novas tecnologias e design de projeto 4.0. “Queremos desmistificar o varejo digital e desenvolver, com os participantes do curso, o layout de uma loja ou uma solução de compra no ponto de venda que seja adequada às expectativas do consumidor nativo digital”, diz o coordenador do Retail Lab ESPM, Ricardo Pastore.

Fonte: Retail Lab ESPM Foto: Shutterstock


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